Vice, que é bom, nada, ainda

Sérgio Botêlho

Agora, estamos a exatos cinco dias para o final do período de convenções partidárias visando a escolha de candidatos ao pleito deste ano de 2018, e continua a saga dos partidos em busca de candidaturas a vice.

Essa terça-feira, 31, não foi um dia de muito avanço nesse processo, para nenhuma das legendas, e tudo continua na base da especulação sobre nomes. Mas, nada de concreto em nenhuma das siglas.

Também não há muito avanço na parte das coligações partidárias, a não ser do PSDB, como já comentamos em boletins anteriores, que fechou com os partidos do Centrão. Mas, vice mesmo que é bom, para Alckmin, nada ainda.

Especulação, no entanto, tem algumas no terreno das vices presidências. Estão dizendo que o ex-candidato à Presidência da República, Eduardo Jorge, do PV, pode ser o vice de Marina Silva, da Rede.

Para Bolsonaro, as maiores apostas de vice continuam sendo em favor da advogada Janaína Paschoal, a do impeachment de Dilma, apesar da insatisfação, com ela, da parte de setores bolsonaristas. Mas, o nome do general Mourão, do PRTB, voltou a ser falado.

Da parte de Ciro Gomes, candidato já lançado pelo PDT, estão falando na pessoa do ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, do PSB, sigla que vem sendo disputada também pelo PT, que se dispõe a sacrificar candidatura ao governo, em Pernambuco, em prol do apoio dos socialistas, para a Presidência da República.

Em Mato Grosso do Sul, seguem MDB e PSDB no rumo das convenções de ambas as siglas, no próximo sábado, disputando ferrenhamente apoios de outras legendas. O DEM pode oferecer a vice de Azambuja, na pessoa do presidente da sigla, Murilo Zauith.

É assim que segue a barca eleitoral, neste primeiro de agosto, com muita coisa, ainda, para acontecer até domingo próximo.

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