Trump, Congresso Nacional e São Paulo são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Trump, Congresso Nacional e São Paulo são os destaques das manchetes dos jornais. Drama de crianças separadas dos pais nos EUA continua; Congresso é questionado por medidas que afetam a economia; rodovias de São Paulo em risco por conta de decisões judiciais

 

SINOPSE DE 23 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

  JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo : 22 dias de drama e isolamento. O GLOBO acompanha a história de menino brasileiro de 9 anos que foi separado da mãe e levado para abrigo no Texas/

Obstáculos para reunir pais e filhos separados na fronteira. ‘Me sinto impotente’, diz uma guatemalteca separada desde o início de maio da filha de 8 anos/

O limite de Trump. Com livros prestes a virar filme e série, americana de origem asiática reflete sobre limites dados pela sociedade e conta sua apreensão de viver na era Trump/

Copa 2018. Sufoco, tensão e alívio só no final. Seleção vence no fim e está a um empate da vaga. Gols foram de Philippe Coutinho e Neymar que, nervoso em campo, chorou ao final. Grupo que cruza com o do Brasil nas oitavas tem jogos hoje/

Bolsonaro cogita evitar os debates com adversários. Presidenciáveis criticam eventual ausência. Pré-candidato do PSL à Presidência, o deputado Jair Bolsonaro avalia a hipótese de não ir a debates com os adversários durante a campanha. “Se eu não for, não vai dar ibope”, disse ele, com ironia. Presidenciáveis criticaram. O ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) afirmou que a estratégia é “compreensível”, porque Bolsonaro “não tem nada a dizer”/

Delação de Palocci é homologada. Validação ocorre após STF dar aval a colaborações com a polícia/

Fachin arquiva recurso da defesa de Lula. Supremo não vai analisar novo pedido de liberdade do ex-presidente/

Plano de saúde terá alta de 10%. Aumento é válido para contratos individuais e afeta 8 milhões/

STJ remete à Justiça Federal processos contra Pimentel. Decisão alcança duas das cinco ações contra governador mineiro/

PF aponta suspeita de propina na Dersa. Ex-diretor recebeu R$ 1,7 milhão em depósitos feitos por funcionários/

Tribunal cria precedente para condenação de PMs na Justiça comum. Decisões ocorrem após nova lei que levou processos para Justiça Militar/

Muito tiro, pouca eficiência. Após intervenção federal, mortes violentas aumentaram e produtividade da polícia diminuiu/

Editorial1: A busca inútil pela tabela de frete. Ministro Luiz Fux tenta patrocinar acordo entre as partes, porém a multiplicidade de fatores que interferem no transporte de carga inviabiliza o tabelamento/

Editorial2: O futuro governo vai enfrentar uma dura realidade. Quem for eleito à Presidência da República em outubro terá encontro marcado com uma dura realidade no dia seguinte à posse, na quarta-feira 2 de janeiro de 2019. A melhor tradução está na profundidade do buraco nas contas do setor público. Ela vai impor a necessidade de um ajuste, ou seja, redução nas despesas combinada ao aumento das receitas governamentais numa escala próxima a 5% do PIB.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo : Congresso aprova mais e mais gastos. Pressões de grupos econômicos às vésperas das eleições fazem com que parlamentares abandonem ajuste fiscal/

A um empate das oitavas. Brasil vence a Costa Rica no sufoco, com choro de Neymar, e fica mais perto da classificação/

Fachin tira recurso de Lula da pauta do STF. Lava Jato. Ministro anuncia decisão depois de o TRF-4 negar a possibilidade de o ex-presidente recorrer ao STF contra a condenação por corrupção e lavagem de dinheiro/

Delação de Palocci à PF é homologada. Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF-4, confirma colaboração premiada de ex-ministro do PT fechada com a PF/

Bolsonaro é desaprovado por 64%, afirma Ipsos. Pesquisa mostra alta depois de 3 meses de estabilidade; Alckmin tem o pior resultado. Depois de três meses de estabilidade, a desaprovação ao pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) subiu de 60% para 64%, enquanto a aprovação caiu de 23% para 20%. Esta é a principal novidade da pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, que todos os meses analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico. Praticamente não houve mudanças nas taxas dos demais possíveis concorrentes ao Planalto/

Em jantar, Maia, Temer e Aécio discutem candidatura tucana. Encontro na residência do presidente da Câmara teve como principal tema a hipótese de substituir Alckmin por Doria/

Ex-ministro e ex-governador da Bahia morre aos 91 anos. Um dos mais influentes políticos baianos, Pires governou o Estado após o regime militar e foi titular da CGU na gestão Lula/

Fazenda Nacional questiona ato do juiz Sérgio Moro. Segundo o órgão, decisão de impedir uso de provas da Lava Jato contra delatores põe em risco cobrança de R$ 2,3 bi em débitos tributários/

Descrédito nos partidos atinge 8 em 10 brasileiros. Estudo realizado por instituto ligado a universidades públicas aponta número elevado nunca observado em levantamentos similares anteriores/

Doria sugere Skaf para o Senado. Presidente licenciado da Fiesp afirma ao ‘Estado’ que seu nome estará na urna em outubro ‘como candidato a governador de São Paulo’/

Interior dita disputa ao governo gaúcho. Nenhum dos quatro pré-candidatos ao Palácio Piratini fez carreira na capital. Eduardo Leite (PSDB), Jairo Jorge (PDT), Luis Carlos Heinze (PP) e o governador José Ivo Sartori (MDB) – que, até o mo- mento, não confirma nem descarta sua candidatura à reeleição – administraram cidades em quatro regiões diferentes do Estado/

Coluna do Estadão: TCU vai vetar prorrogação de contratos nos Portos. A área técnica do Tribunal de Contas da União concluiu o relatório de fiscalização do Decreto dos Portos. O documento, ao qual a Coluna teve acesso, não aponta direcionamento para atender uma empresa específica. A PF investiga se o decreto foi editado pelo presidente Michel Temer em troca de propina de empresas que atuam no Porto de Santos. Os técnicos encontraram, contudo, indícios de ilegalidade na permissão para que os contratos de arrendamento portuário sejam prorrogados por 70 anos e recomendam que a medida seja proibida/

Coluna do Estadão: Num encontro fora da agenda na residência oficial da Câmara, ontem à noite, Rodrigo Maia, Michel Temer e Aécio Neves teriam discutido, segundo relatos, uma proposta de anistia para caixa dois. Todos negam. A assessoria de Aécio Neves diz que “esse assunto sequer foi tratado e seria inoportuno se tivesse sido” . O ministro Carlos Marun, da articulação política, que é “muita criatividade”. Rodrigo Maia disse que “esse tema saiu da pauta em 2016”. As conversas sobre alternativas para livrar políticos acusados de receber caixa dois voltaram à tona depois de a Segunda Turma do Supremo absolver a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) da acusação.

Coluna do Estadão: A estratégia do PT é arrastar a candidatura de Lula até o último momento. Pretende-se criar uma comoção entre os eleitores que pode facilitar a transferência de votos para o substituto dele, caso seja barrado pela Justiça.

Coluna do Estadão: Quem acompanhou o processo adianta que Antonio Palocci não fez a “delação do fim do mundo”. Motivo: nos acordos fechados com a PF, os benefícios só são concedidos depois de comprovadas as informações. O que o obriga a contar apenas o que pode realmente provar. Dessa forma, Palocci não será solto até que a PF comprove as informações que delatou e que só agora, com a homologação, serão investigadas/

Adriana Fernandes: Votações do Congresso desmontam ajuste que começou a ser feito a partir de 2015. Ninguém vem a Brasília a passeio. Essa é a melhor definição para retratar o quadro de completo descontrole em que se transformaram as votações no Congresso/

Fareed Zakaria: Presidente americano recuou, mas ninguém jamais poderá dizer que ele é complacente com a imigração ilegal. Trump recuou, mas lembrou a seus eleitores que pretende ser duro com imigração/

João Domingos: O eixo de poder de Ciro. No encontro que teve com dirigentes do DEM, PP, Solidariedade (SD) e PRB, Ciro Gomes, do PDT, fez um apelo aos presentes para que, junto com ele, ajudassem a acabar com a polarização entre PT e PSDB que marcou as últimas duas décadas e meia. Ofereceuse como aquele que pode liderar a formação de um novo eixo de poder, amplo, que vai de sua posição, classificada por ele mesmo como de centro-esquerda, passando pelo centro e pela centro-direita. Esse conjunto de partidos poderia levar à população a ideia de que ele, Ciro, tem a intenção de trabalhar para pacificar o País, hoje muito dividido/

Editorial1: Sangue-frio, mas com cautela. Num ambiente de muitas incertezas, o sanguefrio tem marcado a ação dos dirigentes do BC nas últimas deliberações sobre juros e condições de crédito/

Editorial2: A delação e os poderes do MP. Palavra final sobre concessão de benefícios é do Judiciário. Com o julgamento da Adin 5508, o STF fez mais do que arbitrar uma disputa entre Ministério Público e Polícia Federal. O Supremo esclareceu pontos importantes sobre a delação premiada, ratificando que a palavra final sobre a concessão de benefícios a delatores é sempre do Poder Judiciário. A efetivação desses benefícios ocorre apenas judicialmente, pois a fixação da pena é matéria privativa da Justiça/

Editorial3: Sem política não há solução. Como há muitos anos não se via, as eleições de 2018 serão marcadas por um misto de indignação e desalento em relação à atividade política e aos políticos, um sentimento que parece permear quase todos os estratos sociais. Os sinais deste estado de espírito da sociedade podem ser observados tanto no clamor difuso por algo “novo” na política, ainda que não se saiba exatamente o que isto significa – um novo nome, um novo modo de agir, talvez ambos –, como no número de eleitores que se declaram indecisos, que anularão o voto ou afirmam que não votarão em ninguém no pleito de outubro. A descrença de uma parte significativa da sociedade em relação aos políticos, tomados assim, genericamente, e à política dita tradicional não é gratuita e tampouco fruto de má vontade ou elucubrações conspiratórias dos brasileiros. Há razões para tanta desconfiança.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Decisão judicial põe em risco concessão de rodovias em SP. Tribunal paulista abre precedente na disputa de empresas para prorrogar contratos. Entrou em nova fase a disputa entre governo de São Paulo e concessionárias de rodovias sobre o prazo para o fim dos contratos no setor/

Justiça homologa delação de Palocci negociada com a PF. O ex-ministro Antonio Palocci, preso desde 2016, fechou acordo com a Polícia Federal de Curitiba em abril. A homologação do Tribunal Regional Federal da 4a Região, em Porto Alegre, ocorreu dois dias após decisão do Supremo Tribunal Federal que libera negociação de acordo com polícias, mesmo sem aval do Ministério Público/

Fachin, do STF, arquiva recurso que pedia libertação de Lula. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, arquivou o recurso que pedia a libertação do ex-presidente Lula, que seria julgado na terça (26). A decisão veio após o TRF-4 derrubar o principal argumento da defesa do petista, que tinha alegado ao STF demora do tribunal em julgar as demandas de Lula. Cabe novo recurso/

Aliados pressionam Alckmin a dedicar apoio só a Doria e abandonar Márcio França/

Aliados de Alckmin temem delação de ex-secretário de SP preso/

Presidente do PP em São Paulo diz que partido ‘talvez errou’ em apoio a França/

49 crianças brasileiras estão separadas de pais nos EUA, mostra nova lista/

Ex-governador da Bahia, Waldir Pires morre aos 91 anos/

No Rio, apreensão de armas pesadas cai sob intervenção. Uma decisão judicial envolvendo a Tebe, uma das concessionárias, abriu margem legal para que prevaleça o cronograma defendido pelo estado, e não os prazos maiores reivindicados pelas empresas envolvidas/

Hélio Schwartsman: Absolvição de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo cria um mal-estar retórico. Não há o que questionar na decisão da 2ª Turma do STF. A peça acusatória não ia além de empilhar declarações de réus que aderiram à delação premiada, o que é insuficiente para condenar alguém. A absolvição, porém, cria um mal-estar retórico para alguns petistas que, desde o início da Lava Jato, vêm insistindo que a operação e a própria Justiça brasileira têm um viés contra o partido/

Editorial1: O senhor do Rodoanel. Prisão de ex-presidente da Dersa cria novos embaraços para o tucano Geraldo Alckmin/

Editorial2: Juro possível. Cresceram as dúvidas sobre os próximos passos da política monetária.

 

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