Supremo e dólar são os temas de maior destaque nas manchetes dos jornais

Supremo e dólar são os temas de maior destaque nas manchetes dos jornais. Ministros derrubam condução coercitiva; dólar continua subindo apesar de intervenção do Banco Central. SINOPSE DE 15 DE

Supremo e dólar são os temas de maior destaque nas manchetes dos jornais. Ministros derrubam condução coercitiva; dólar continua subindo apesar de intervenção do Banco Central.

SINOPSE DE 15 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Supremo proíbe condução coercitiva. Decisão, por 6 votos a 5, é resposta à Lava-Jato. Instrumento foi aplicado 227 vezes, segundo o relator da ação, ministro Gilmar Mendes. Força-tarefa prevê crescimento do uso de prisão temporária. Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pelo fim da condução coercitiva de investigados para prestar depoimento. A decisão é uma clara resposta à Lava-Jato, que já usou o instrumento 227 vezes, de acordo com o relator da ação, ministro Gilmar Mendes. O uso da força policial para obrigar acusados a depor está suspenso desde dezembro, graças a liminar concedida por ele em ação proposta pelo PT. Mas os depoimentos feitos dessa forma no ano passado não serão anulados. Força-tarefa da Lava-Jato avalia que haverá mais prisões temporárias/

Deputados da Argentina aprovam lei do aborto. Debates se estenderam por quase 24 horas. A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, após quase 24 horas de debates e por margem de 4 votos, projeto de lei que torna o aborto legal até a 14ª semana de gestação. O projeto vai agora ao Senado. Assessores informaram que o presidente Mauricio Macri não vetará a lei. O Papa Francisco não se pronunciou. Grupos pró-aborto estimam que 450 mil mulheres interrompam a gravidez no país por ano, clandestinamente/

Parente será presidente global da BRF. O Conselho de Administração da BRF aprovou o nome de Pedro Parente, ex-presidente da Petrobras, para o cargo de presidente global da empresa, dona das marcas Sadia e Perdigão. As ações subiram 3,31% em dia de queda da Bolsa/

Editorial1: Falta transparência aos custos da saúde. A ‘inflação da medicina’ supera os reajustes salariais, e por isso é preciso haver um debate sincero em busca de fórmulas sensatas para o aumento dos planos/

Editorial2: G-7 e Kim Jong-un expõem nova diplomacia dos EUA. Elogio de Washington a regimes autocráticos e críticas a aliados representam maior abalo às democracias liberais e exigem das demais nações maior integração.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: BC intervém e gasta US$ 5 bi, mas dólar vai a R$ 3,80. Na próxima semana serão ofertados mais US$ 10 bi; alta da moeda americana afeta todos os emergentes. Apesar da forte intervenção do Banco Central para conter a alta do dólar, a moeda americana voltou ontem para a casa dos R$ 3,80, um dia após o Fed – o banco central dos EUA – elevar os juros no país. Depois de vender US$ 5 bilhões no mercado futuro em apenas um dia, o BC brasileiro anunciou que ofertará na próxima semana mais US$ 10 bilhões. A Bovespa fechou em queda de 0,97%. O dólar valorizado pode provocar pressão inflacionária no País, uma vez que boa parte dos insumos da indústria é importada. O aperto nos juros dos EUA fez com que moedas em todo o mundo perdessem valor ontem. Na Argentina, a pressão dos investidores em fuga foi ainda mais forte e o peso teve desvalorização de 6,54%. O presidente do BC local, Federico Sturzenegger, caiu e será substituído por Luis Caputo, que ocupava o Ministério de Finanças. O presidente argentino, Mauricio Macri, decidiu oferecer US$ 7,5 bilhões para tentar segurar a cotação do peso. O dinheiro é parte dos US$ 50 bilhões emprestados pelo FMI/

Aumento de juros entra no radar. Cinco de 49 analistas financeiros ouvidos pelo Projeções Broadcast acreditam que a Selic chegará ao fim do ano acima dos atuais 6,50%. Em levantamento anterior, ninguém apostava em alta/

Supremo proíbe que investigados sejam levados à força para depor. O STF proibiu ontem, por 6 votos a 5, a condução coercitiva de investigados para interrogatórios, sob o argumento de que a medida, prevista no Código de Processo Penal desde 1941, viola a Constituição. A discussão teve origem em duas ações apresentadas pelo PT após a coercitiva de Lula e pela OAB. O procedimento vinha sendo usado pela Operação Lava Jato até ser vetado por liminar do ministro Gilmar Mendes, no fim do ano passado/

PF aponta propina de R$ 57,3 mi no Rodoanel de SP. A PF apontou no relatório final da Operação Cui Bono que o Grupo Bertin pagou R$ 57,3 milhões em propina ao doleiro Lúcio Funaro para obter empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa para a construção do Trecho Leste do Rodoanel, em SP. A obra foi executada entre 2011 e 2015 pela SPMar, concessionária de rodovias do grupo/

Câmara argentina aprova aborto. Com 129 votos a favor e 125 contra, deputados aprovaram ontem projeto de lei que descriminaliza o aborto na Argentina. Proposta segue para o Senado/

Câmara argentina aprova aborto. Com 129 votos a favor e 125 contra, deputados aprovaram ontem projeto de lei que descriminaliza o aborto na Argentina. Proposta segue para o Senado/

STF suspende ações contra tabela do frete/

Deputados só batem ponto uma vez por semana. Deputados do Pará votaram e decidiram que trabalharão apenas uma vez por semana, às terças-feiras, até as eleições. O argumento é que os parlamentares precisam de tempo para fazer “corpo a corpo” com os eleitores no interior do Estado – a campanha, porém, só começa em julho. Os salários foram mantidos em R$ 25,3 mil/

Fernando Gabeira: Pesquisas eleitorais revelam a situação de fundo, difícil de transformar/

Celso Ming: Parte da esticada do dólar no câmbio interno tem a ver com o que aconteceu há dez anos/

Editorial1: O peso da renúncia fiscal. Em 2017, os benefícios e incentivos fiscais somaram R$ 354,7 bilhões. Essa renúncia é decisiva para que as contas do País se mantenham deficitárias/

Editorial2: Juros e concorrência. Juros mais favoráveis virão com maior concorrência no sistema financeiro.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Supremo veta condução coercitiva de investigados. Para a maioria dos ministros da corte, medida fere direitos e é inconstitucional. A condução coercitiva para interrogatório, consagrada pela Operação Lava Jato, é inconstitucional e fere os direitos do investigado, decidiu o Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (14). O placar foi de 6 votos as. Para os ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello, a medida viola a prerrogativa dos investigados de permanecer em silêncio e de não se autoineriminar. Desde dezembro, as conduções para esse fim estavam suspensas por liminar de Gilmar. Cinco ministros votaram por derrubar a proibição: Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Segundo investigadores, o veto do Supremo pode elevar o número de prisões, com juizes determinando mais detenções temporárias (cinco dias, prorrogáveis por outros cinco) para tomar depoimentos/

Legalização do aborto avança na Argentina e vai para o Senado. Com diferença de apenas quatro votos, a Câmara dos Deputados argentina aprovou ontem lei que permite o aborto até a 14ª semana de gestação por decisão pessoal da mulher. O projeto vai agora ao Senado. O presidente Maurício Macri é contrário à mudança, mas já afirmou que não vetará a proposta em caso de aprovação/

Gripe avança, e colégios adotam vacinação em SP. Com o avanço dos casos de gripe neste ano, colégios paulistanos fizeram parcerias com laboratórios e adotaram a vacinação dentro de suas instalações. A prefeitura já registrou 11 surtos em escolas neste ano —em 2017, foram só dois/

Custo do frete incorpora a alta do preço do diesel. As sucessivas altas no preço do diesel têm sido repassadas ao transporte rodoviário. De 2010 a 2017, o custo do transporte subiu 40% e o do frete, 44%, segundo um estudo da Universidade de São Paulo/

Pedro Parente aceita presidência executiva da BRF. A gigante de alimentos BRF confirmou Pedro Parente, ex-presidente da Petrobras, para sua chefia executiva global. Para assumir, ele precisa do aval da comissão de ética da Presidência da República/

Editorial1: Pior sem um teto. TCU vê dificuldades para a sustentação do limite fixado para o gasto federal/

Editorial2: Tormenta financeira. Parece consumar-se o temido cenário de aperto na política monetária americana.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: EUA aceleram, dólar sobe e BC reforça ação no câmbio. Enquanto a economia americana acelera, as da Europa e da Ásia perdem ímpeto. Chega ao fim um período raro em que os países desenvolvidos cresceram de forma sincronizada/

Arrecadação de maio supera em 20% a previsão. Mesmo com a greve dos caminhoneiros, a receita da União em maio ficou cerca de 20% acima da previsão da programação orçamentária. A receita de tributos diretamente arrecadados pela Receita Federal (exceto a contribuição ao INSS) foi R$ 5 bilhões acima do previsto/

Em campo, o jogo político de Putin. Sediar a Copa é uma vitória política e pessoal para Vladimir Putin. No entanto, a intenção de usar o evento para seu reconhecimento global não será tarefa fácil/

Empregados e patrões fazem mais acordos. Cresce o número de processos na Justiça do Trabalho para homologação de acertos extrajudiciais entre patrões e empregados. Pactos nesses moldes passaram a ser possíveis desde a reforma trabalhista/

Suzano luta nos órgãos antitruste. Três meses depois de assinar o acordo de compra da Fibria, a Suzano Papel e Celulose se movimenta nos órgãos antitruste em três continentes para garantir a operação/

Avança flerte de Alckmin com Centrão. A pressão de aliados funcionou e o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, anunciou ontem mudanças na articulação de sua campanha/

Novos horizontes. Atuante no setor de alimentos orgânicos, a Korin pretende se tornar uma empresa de agricultura natural, inclusive com pesquisa e produção de insumos, afirma Reginaldo Morikawa/

Contas públicas Receita supera previsão e alivia meta fiscal. Resultado de maio ultrapassa em 20% a programação mesmo com a paralisação dos caminhoneiros/

Agrava-se a anemia da atividade econômica. É prematuro falar em um duplo mergulho (“double dip”) do país na recessão. Mas a prudência recomenda não descartar de pronto o risco dessa tragédia/

Prêmio de loterias pode diminuir para cobrir cortes em ministérios/

Mudança só teria validade a partir do próximo ano. Canadá propõe “comércio inclusivo”ao Mercosul. Mais de 50 negociadores dos quatro países do Mercosul e do Canadá estão discutindo detalhes de um acordo de livre comércio em Brasília/

Crise Fux suspende ações contra tabela do frete. Ministro do Supremo marcou também uma reunião “de conciliação” entre governo, empresas e representantes dos caminhoneiros/

Para Kassab, tucano tem condições de vencer/

Judiciário STF declara ilegalidade de condução coercitiva/

Neta de Arraes tenta manter candidatura ao governo. Vereadora se escora em pesquisas de opinião para resistir à pressão para que saia e abra caminho a uma aliança regional com o PSB/

Doria define chapa e Datena pode ser candidato em SP. Segunda vaga na composição para o Senado está em aberto, à espera de um acordo com o MDB/

Editorial? Acordo entre Trump e Kim é ainda só uma intenção. São as próximas ações dos EUA em relação aos chineses que definirão o futuro do acordo com Coreia do Norte.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI): Apesar do câmbio, a inflação tende a ficar dentro da meta. Apesar da volatilidade do dólar no Brasil, o Itaú Unibanco estima inflação sob controle em 2018 e 2019, com altas de 3,8% e 4,1%, respectivamente, e que o câmbio médio seja de R$ 3,70, nos dois períodos/

Termômetro da indústria. Após avanço, produção de embalagens recua. A retomada do setor de embalagens, importante termômetro da indústria, passa por desaceleração após um início de ano aquecido, avaliam entidades e empresas, ressaltando que ainda não é possível ensurar os efeitos da greve dos caminhoneiros. De outubro a fevereiro, o crescimento foi superior a 5%/

Varejo de material de construção prevê melhora após eleição/

Greve em maio deve inverter rota positiva dos serviços em abril/

Setor produtivo perde mais com a especulação/

Governo quer cumprir ‘regra de ouro’ com pré-sal/

Mercado amplia o rombo nas contas deste e do próximo ano/

Bovinos e suínos devem crescer com real fraco/

Editorial: Estilhaços da guerra comercial. O governo brasileiro precisa redobrar a atenção para que o país não receba estilhaços da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

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