STF, Lava Jato e economia são os temas em destaque nas manchetes dos jornais

STF, Lava Jato e economia são os temas em destaque nas manchetes dos jornais. Supremo liberta Dirceu; Fachin se isola na Segunda Turma do STF; Meta da inflação é reduzida para 2021; há mais microcrédito e redução de inadimplência.

SINOPSE DE 27 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Segunda Turma do STF liberta Dirceu e ex-tesoureiro do PP. Toffoli, Gilmar e Lewandowski votaram a favor dos habeas corpus. Fachin retirou da pauta e remeteu ao plenário recurso de Lula, semelhante aos aprovados. A Segunda Turma do STF libertou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PP João Carlos Genu, já condenados em segunda instância. Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram a favor dos habeas corpus, e Edson Fachin, relator da Lava-Jato, contra. Celso de Mello não estava presente. Como os casos julgados são semelhantes ao do ex-presidente Lula, se Fachin não tivesse retirado da pauta e remetido ao plenário o recurso do petista, a tendência seria libertá-lo/

Sob protestos, Câmara do Rio de Janeiro aprova taxa para inativos. Com protestos e confrontos da PM com servidores, que deixaram duas professoras e dois policiais feridos, os vereadores aprovaram projeto de lei que taxa em 11% inativos e pensionistas da prefeitura que recebem acima do teto do INSS/

PF apura nova suspeita de propina a coronel. Planilha apreendida em cofre na casa de Lima indica suposto pagamento por contrato no Porto de Santos/

TCU: decreto dos portos deu benefício indevido. Auditoria será encaminhada à PGR, que investiga irregularidades/

Empate no STF em ação contra presidente do PP. Gilmar Mendes pediu vista após votos de Fachin e Dias Toffoli. Um pedido de vista, feito pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu o julgamento da denúncia oferecida contra o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava-Jato. O ministro Edson Fachin, relator do caso na Segunda Turma, votou por tornar o senador réu. Dias Toffoli divergiu do colega, votando pela rejeição da denúncia, e Gilmar Mendes pediu mais tempo para analisar o processo/

Em viagem a Pernambuco, Ciro busca apoio do PSB. Pedetista conversou com viúva do ex-governador Eduardo Campos/

Em vídeo, PSDB esconde ex-presidente Aécio. Senador ficou de fora de evento que comemorou os 30 anos do partido/

Richa vira réu em ação sobre uso ilegal de verba da Saúde. Acusação diz respeito à época que tucano era prefeito de Curitiba/

Mariana: moradores criticam acordo na Justiça. Para eles, após dois anos e sete meses do desastre, vítimas continuam sem voz e definição sobre indenizações/

Joaquim Falcão: A quem interessa esse sistema de eternidades temporais do STF?/

Bernardo Mello Franco: Suprema loteria: azar de Lula, sorte de Dirceu. Antes de ser preso pela última vez, em maio, José Dirceu organizou um jantar de despedida. Aos 72 anos, o ex-ministro temia não sair nunca mais da cadeia. Hoje se vê que ele exagerou no pessimismo. Logo mais, deve receber amigos em casa para assistir ao duelo entre Brasil e Sérvia/

Lydia Medeiros: Janot na mira do Congresso. Prepara-se no Congresso um pedido formal ao Judiciário para indiciar do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. A justificativa será a sua atuação no escândalo do grupo JBS. O ex-procurador Marcello Miller trabalhava na Procuradoria-Geral da República, à época do acordo com os donos da JBS. Ele foi denunciado com Joesley Batista nesta semana. A acusação é de corrupção/

Editorial1: ‘O retrocesso com a volta do imposto sindical’. Supremo julga ações que pedem revisão da reforma trabalhista, para que retorne a contribuição compulsória aos sindicatos, fonte de distorções, inclusive corrupção/

Editorial2: Protecionismo de Trump começa a prejudicar os EUA. A decisão da tradicional fabricante americana de motocicletas HarleyDavidson de transferir para o exterior parte de sua produção confirma o alerta de especialistas sobre as consequências da guerra comercial que o governo de Donald Trump parece obstinado em provocar, em nome da doutrina “tornar a América grande novamente”. Na segunda-feira, a companhia informou que as tarifas impostas pela UE em retaliação às alíquotas cobradas pelos EUA sobre o aço e o alumínio europeu e de outros países afetaram a fabricante, ícone da indústria americana.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: O isolamento do relator da Lava Jato. Contra vontade do ministro, Segunda Turma do Supremo liberta José Dirceu; para juristas, Corte vive momento inédito de divisão e sofre com crescente mal-estar. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), sofreu três derrotas ontem que tornaram ainda mais explícito seu isolamento na 2.ª Turma da Corte. Na principal decisão do dia, a 2.ª Turma concedeu, por 3 votos a 1, habeas corpus ao ex-ministro petista José Dirceu, condenado e preso após decisão de segunda instância. O relator também ficou vencido em outros três casos relativos à Lava Jato e seus desdobramentos: o ex-assessor do PP João Cláudio Genu e o lobista Milton Lyra foram soltos, e buscas no imóvel funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foram anuladas. Em outra decisão contrária a Fachin, uma ação contra o deputado estadual paulista Fernando Capez (PSDB) no caso da máfia das merendas foi trancada. Com a sessão de ontem, Fachin acumula 17 reveses em 34 votações cruciais da Lava Jato na Turma, formada por Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Fachin. O levantamento do Estado foi publicado ontem. Em sua maioria, esses ministros têm perfil crítico aos métodos de investigação da operação. As decisões de ontem também deixaram mais evidente o grau de acirramento e divisão entre os 11 integrantes do Supremo. Para juristas, a Corte vive um constante embate, que deve ter reflexo na mudança de comando. Em setembro, Dias Toffoli substituirá Cármen Lúcia na presidência/

Paralisação de caminhões faz indústria ter maior queda. A greve dos caminhoneiros, que parou o País por 11 dias em maio, fez a produção industrial cair 13,4% na comparação com abril, o pior desempenho da história, segundo projeção do Ipea. Os setores mais afetados foram os de automóveis e alimentos. Se a projeção for confirmada pelo IBGE no próximo dia 4, o parque fabril terá amargado o pior desempenho na série histórica, iniciada em 2002/

TCU pede revisão no Decreto dos Portos. Tribunal de Contas da União contesta prorrogação de contratos por até 70 anos e pede que Procuradoria avalie se medida é constitucional/

Vereador aprova benefício ao TCM. Servidores do Tribunal de Contas do Município terão auxílio-alimentação de R$ 573,45 e auxílio-saúde de até R$ 1.079. O custo anual será de R$ 15,9 milhões/

Bolsonaro afirma ter apoio de deputados emedebistas Articulação. Presidenciável, crítico do governo, diz já contar com 20 parlamentares do partido de Temer, mas não cita nomes/

Coluna do Estadão: Cortes na Receita afetam Lava Jato e fronteiras. A Receita Federal terá corte de R$ 125,8 milhões no seu orçamento, o que causará impacto significativo nos trabalhos do órgão. Nota técnica interna fala em “insuficiência orçamentária grave” e aponta que ações como fiscalização de fronteiras terão redução na verba. A medida também vai afetar a “força-tarefa da Lava Jato”. Haverá queda de 56,4% dos valores aplicados na modernização de TI, o que significa suspender licitações destinadas a adequar o Centro de Dados usado pelos auditores para trabalhar com informações dessa e de outras operações/

Coluna do Estadão: Entre os candidatos que o bloco de partidos de centro está avaliando apoiar na disputa presidencial, Ciro Gomes (PDT) é o que tem mais chances de vitória. É o que mostrou pesquisa contratada por DEM, PP, PRB e Solidariedade analisada ontem. Geraldo Alckmin (PSDB) e Alvaro Dias (Podemos) ficam atrás de Ciro, nessa ordem. O bloco de centro está dividido entre os três nomes. O tucano tem a preferência do DEM, mas só será escolhido se mostrar expectativa de vitória/

Editorial1: A incerteza bateu no BC. O Copom manteve a taxa básica de juros em 6,50% ao ano, mas, de forma surpreendente, o BC não sinalizou a tendência das próximas deliberações/

Editorial2: O custo da incúria. O País estará condenado ao atraso enquanto governantes forem incapazes de gerir o erário/

Editorial3: A lambança do auxílio-moradia. Num desfecho para lá de previsível, a Câmara de Conciliação da Advocacia-Geral da União (AGU) devolveu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o processo sobre o pagamento de auxílio-moradia a juízes e procuradores. Depois de três meses, as negociações, envolvendo associações de magistrados, nove Estados e a União, deram em nada, e por uma razão simples: a concessão do auxílio-moradia como se, na prática, fosse parte do salário dos magistrados não tem amparo legal – o que já se sabe desde 2014, quando o benefício foi estendido a todos os juízes do País por meio de liminar do ministro do STF Luiz Fux.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: STF determina a libertação do ex-ministro José Dirceu. Soltura do petista dá esperança a outros detidos após condenação na 2ª instância. A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal determinou, por 3 a 1, a libertação do ex-ministro José Dirceu. O caso do petista, que estava detido após ser condenado em segunda instância, dá esperança a outros na mesma situação, como o ex-presidente Lula (PT). Um dos fundamentos usados pelo ministro relator, Dias Toffoli, é que havia chance de Dirceu obter decisão favorável no Superior Tribunal de Justiça, no qual ainda pode recorrer. Dirceu teve pena fixada em 30 anos e nove meses pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região. A defesa do petista argumentou que ele não poderia ficar preso antes do trânsito em julgado — ou seja, até que se esgotem todos os recursos. Com a decisão, o ex-ministro poderá aguardar em liberdade as decisões sobre seu caso no STJ e no STF (terceira e quarta instâncias). A turma anulou ainda busca e apreensão realizada em 2016 no apartamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT), com a invalidação de eventuais provas. De acordo com os ministros, só o STF poderia ter expedido o mandado, dado o foro especial da congressista/

Processo da ‘máfia da merenda’ contra Capez é suspenso. A Segunda Turma do STF decidiu suspender ação penal contra o deputado Fernando Capez (PSDB-SP), acusado de corrupção e lavagem na máfia da merenda. Segundo os ministros, os indícios contra ele são insuficientes/

Painel: Revés com Fachin faz PT mudar estratégia; pressão é por fim de prisão em segunda instância

Ex-secretário de Alckmin preso diz que aditivos do Rodoanel evitaram paralisações em obras/

Interrupções a Manuela {no programa Roda Viva} geram debate sobre machismo/

TCU restringe decreto de Temer para portos/

Skaf diz que não prioriza alianças e que não será problema caso MDB não forme coligação/

Pilar de plano eleitoral de governador, alistamento civil começará em julho/

Com 4º secretário em 4 anos, pasta ambiental de SP preocupa por descontinuidade/

Vice dos EUA cobra mais ação do Brasil para solucionar crise migratória/

Fabricante do Dolly pede recuperação judicial em SP/

Editorial1: Delação investigada. Ação contra ex-procurador Marcello Miller alimenta esperanças de políticos sob suspeita/

Editorial2: Saúde. Semeando a discórdia. Projeto sobre agrotóxicos se encontra cercado de polêmicas dentro e fora da arena parlamentar.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Governo reduz meta de inflação de 2021 a 3,75%. O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação em 3,75% para 2021. A banda de tolerância – para cima ou para baixo – será de 1,5 ponto percentual/

Transmissão deve ter leilão disputado. Leilão de transmissão de energia promete repetir o resultado do último certame marcado por intensa disputa dos interessados e que teve deságio médio de 40,46% em relação à receita máxima determinada pela Aneel/

Mudança na aposentadoria é consenso. Há convergência entre as propostas de quatro dos cinco pré-candidatos à Presidência da República que estão melhor colocados nas pesquisas. Isso ficou claro, ontem, durante debate promovido pelo Valor com os economistas Persio Arida (formulador do programa de governo de Geraldo Alckmin, PSDB), Mauro Benevides Filho (Ciro Gomes, PDT), Marco Bonomo (Marina Silva, Rede) e Fernando Haddad (Lula, PT)/

Calote no Fies preocupa escolas. O governo federal enfrenta problemas de inadimplência do Fies, tanto no formato antigo quanto no novo modelo. Nos dois casos, o governo precisará parcelar a dívida de alunos e ex-alunos/

Congressistas reagem à MP sobre Pronaf. Sob pressão da bancada nordestina e de agricultores, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), admitiu ontem a possibilidade de devolver ao Planalto a MP que extinguiu e restringiu renegociações de dívidas no Pronaf, editada na segunda-feira pelo Executivo para evitar impacto fiscal superior a R$ 15 bilhões/

GE separa divisões de saúde e serviço para petroleiras. A GE deu seu maior passo para o desmanche de um dos maiores conglomerados industriais do mundo, ao anunciar a cisão de duas de suas divisões, reduzindo a receita a US$ 90 bi ao ano/

Judiciário Em dia de derrota para Fachin, 2ª Turma solta Dirceu. Colegiado também decidiu soltar o ex-tesoureiro do PP João Claudio Genu e invalidar ordem de busca e apreensão no apartamento de Gleisi Hoffmann/

Plenário do Supremo decide sobre Lula após o recesso/

Super nicho verde-oliva. A cabeça do eleitor de Bolsonaro segundo a XP/

DEM fecha acordo para lançar Datena ao Senado e acena ao MDB. Se confirmar pré-candidatura, apresentador deve ajudar a atrair eleitores das classes C e D para a candidatura de João Doria, além de novos aliados políticos à chapa tucana/

Maioria no PSB apoia aliança com Ciro. Presidentes de mais da metade dos Estados querem apoiar o pedetista na corrida para o Planalto/

Editorial: BC olha riscos e deixa em aberto próximas decisões. Na ausência de aumento dos riscos no cenário externo, uma nova onda de turbulências no câmbio tem data marcada com as eleições.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI): Concessões do microcrédito sobem e inadimplência recua. O saldo da carteira de microcrédito caiu 13,2% em abril, ante igual mês de 2015, de R$ 5,3 bilhões para R$ 4,6 bilhões, enquanto as concessões subiram de R$845milhões para o total de R$ 847 milhões/

Queda do consumo interno amplia ociosidade em bens de capital. A queda do consumo interno e a alta do dólar frente ao real fazem a indústria de máquinas e equipamentos redirecionar esforços para as exportações. O nível de utilização da capacidade instalada do setor mantém-se acima da média de 2017, em torno de 70%, mas há segmentos em que esse percentual se aproxima de 60%/

Diante de incertezas, BC evita sinalizar futuro próximo da Selic. O Banco Central (BC) está mais cauteloso e não deu nenhum sinal se aumentará, reduzirá ou manterá a taxa básica de juros (Selic) nas próximas reuniões, por causa das incertezas no mercado externo e do calendário eleitoral. É o que mostra a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada ontem, sobre a reunião da semana passada/

Cenário de indefinições encolhe expectativas da construção civil. O possível impacto de incertezas políticas e econômicas na tomada de decisão de investimentos de longo prazo derrubou projeções do empresariado da construção em junho. Segundo o Índice de Confiança da Construção, que mede expectativas futuras, caiu 6,5 pontos em relação a maio. Esta é a maior queda registrada na série histórica/

Portaria regulamenta venda direta de petróleo pela estatal do pré-sal. O Ministério de Minas e Energia publicou no Diário Oficial da União de ontem uma portaria para regulamentar a comercialização de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos da União, diretamente pela Pré-Sal Petróleo (PPSA). A receita da comercialização do petróleo da União deve ser depositada diretamente na Conta Única do Tesouro Nacional/

Parceria com setor privado estimularia avanço de hidrovias. As hidrovias são estratégicas para o desenvolvimento econômico e social de um país continental como o Brasil, mas o problema é que elas ficaram décadas no esquecimento. Para especialistas, uma saída saudável seria criar um modelo de concessão que tornasse o modal competitivo/

Confiança de consumidor cai pela 3ª vez. O consumidor brasileiro ainda se mantém reticente à perspectiva de melhora da economia brasileira. O termômetro que mede essa temperatura, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou recuo de 4,8 pontos em junho frente ao mês de maio, atingindo 82,1 pontos. Este foi o pior nível do indicador desde agosto de 2017/

Câmara analisa mais R$ 8 bi em renúncia fiscal. Aprovado a toque de caixa no Senado, já está na Câmara projeto de lei de autoria do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), que pode ampliar a renúncia fiscal do governo federal em até R$ 8 bilhões ao ano/

Rivulis prevê alta de 27% da receita no Brasil. A israelense Rivulis Irrigation, focada em irrigação, deve ampliar em 27% seu faturamento no Brasil, em 2018, apoiada no lançamento de sistema de monitoramento das lavouras por satélites/

Editorial: Lições da eleição mexicana. Quem quiser ter uma mostra de como a era da hiper-conectividade via redes sociais pode favorecer comportamentos danosos ao processo eleitoral brasileiro pode analisar a campanha presidencial mexicana, que entrou na reta final. Postagens negativas sobre candidatos compartilhadas no Facebook, calúnias e boatos disseminados via WhatsApp e chamadas telefônicas caluniosas feitas por bots disfarçadas de enquetes estão entre as práticas utilizadas para ampliar a rejeição a candidatos.

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