STF, privatizações, economia e saúde são destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

STF, privatizações, economia e saúde são destaques das manchetes dos jornais. STF diz que privatizações só com aval do Congresso; clientes terão, agora, quer arcar com 40% dos custos dos planos de saúde.

SINOPSE DE 28 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Liminar do STF trava privatizações. Lewandowski decide que Congresso deve autorizar venda de empresas estatais. AGU avalia como recorrer da medida, que impacta Orçamento do governo. Em decisão liminar que surpreendeu o governo, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, determinou que a privatização de estatais só pode ser feita com autorização do Congresso. A medida abrange empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas. Com exceção de Petrobras, Eletrobras, BB e Caixa, o governo podia privatizar estatais sem consultar o Legislativo. Fontes da equipe econômica avaliam que o ministro não considerou a situação da economia do país. A decisão prejudica negócios em curso e tem impacto no Orçamento do governo. A AGU estuda como recorrer da liminar, e não há previsão de quando será discutida no plenário do STF, que vai entrar em recesso/

CNJ veta academia para juízes no Fórum do Rio/

Cresce número de brasileiros barrados em Portugal/

Entrada de Datena na política é pedra no sapato de Bolsonaro. Apresentador tem mesma pauta do deputado do PSL e pode ser cabo eleitoral decisivo em estado com 33 milhões de eleitores/

‘Não voto em nenhum candidato que está aí’, diz Datena. Apresentador confirma pré-candidatura ao Senado em São Paulo e prega renovação na política/

Nos estados, Bolsonaro sofre para ter apoio. Candidato do PSL pode ficar sem aliança em São Paulo e Minas/

PSDB divulga vídeo com ataques a Bolsonaro: ‘Sou mulher e exijo respeito’. Peça publicitária classifica pré-candidato do PSL como ‘machista, racista e homofóbico’/

Com dificuldades para fechar alianças, Alckmin deve deixar convenção para ‘último minuto’. Lançamento de candidatura deve ocorrer no final de julho; prazo final é dia 6 de agosto/

Com cláusula de barreira, Rede tenta ampliar número de candidatos e lança bancada indígena/

Ciro e o mercado. Sem sintonia clara com seu principal economista, Ciro faz palestra, hoje, para o setor/

Procuradores atacam STF por libertar condenados. Força-tarefa sustenta que caminho está aberto para a impunidade/

Plenário do STF vai decidir se rompe delação da JBS. Fachin autoriza que PGR e defesas reúnam provas/

Após acordo, TRF-4 suspende tramitação de recurso de Palocci. Prazo de três meses foi estabelecido para que ex-ministro apresente provas/

‘A Maré precisa de paz’, avisam alunos de 44 escolas públicas. Manifestação em homenagem ao adolescente Marcos Vinícius, morto em operação policial, reúne estudantes de áreas dominadas por facções rivais/

Marco Aurélio: Cármen manipula pauta da Corte. Ministro defende nova análise sobre prisões após segunda instância/

Bernardo Mello Franco: Pence engrossou, Temer afinou/

Lydia Medeiros: De Temer para o sucessor. O governo Michel Temer prepara uma espécie de “testamento” para o sucessor. Será um documento com dados e reflexão coletiva para uma futura “estratégia nacional de desenvolvimento econômico e social”. Depois de meses de discussões e estudos do BNDES, Ipea, IBGE e Ministério do Planejamento, produziu-se um sumário que será exposto à consulta pública no mês que vem. É novidade em plena campanha eleitoral/

Editorial1: Sobe pressão no STF para a libertação de Lula. A proximidade das eleições agita partidos e pré-candidatos, mas, de forma estranha, eleva a tensão na Corte, porque Lula depende da Justiça para disputar o pleito/

Editorial2: Cadeias são incubadoras do crime. Quem não conhece a realidade criminal do Brasil talvez se surpreenda que duas das organizações criminosas que se digladiam dentro e fora do país — no Paraguai, por exemplo —, o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC), surgiram em penitenciárias, sustentadas pelo contribuinte.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Plano de saúde poderá cobrar até 40% por atendimento. Norma da ANS, que deve ser publicada hoje no Diário Oficial da União, prevê que as operadoras de planos de saúde poderão cobrar dos clientes até 40% do valor dos procedimentos realizados. A nova regra vale para franquias (parecidas com a dos seguros de veículos) e coparticipações (quando o cliente arca com parte dos custos) e determina que os pagamentos extras não podem exceder, no ano, o valor desembolsado com as mensalidades no mesmo período/

Reajuste de planos individuais. A ANS autorizou aumento de até 10% no valor dos planos de saúde individuais e familiares. A medida foi anunciada depois que a Justiça derrubou liminar que limitava o reajuste a 5,72%/

Cheque tem os juros mais altos; clientes ignoram taxas. A taxa média de juros cobrada no cheque especial chegou a 311,9% ao ano em maio e passou a ser a mais alta do País, à frente do rotativo do cartão, que ficou em 303,6%. Pesquisa do SPC Brasil mostra que 17% dos consumidores recorreram ao limite do banco pelo menos uma vez no último ano e 63% desconheciam as taxas cobradas/

STF barra venda de distribuidora da Eletrobrás. O ministro do STF Ricardo Lewandowski retirou a Ceal do leilão de privatização de distribuidoras da Eletrobrás. A empresa atua em Alagoas. Em liminar, Lewandowski também determinou que a venda de ações de empresas públicas, sociedades de economia mista ou de suas subsidiárias ou controladas precisa de autorização do Congresso/

Supremo voltando a ser Supremo, diz Gilmar. Ministro negou que Segunda Turma da Corte esteja “dividida”/

Datena confirma candidatura ao Senado. Apresentador já informou à Band que sai do ar para concorrer na coligação de Doria/

Outsider fortalece DEM, afirmam analistas. Para cientistas políticos, candidatura de Datena pode atender demanda de parte dos eleitores na busca pelo ‘novo’/

STJ envia processo de Pimentel para a Justiça Eleitoral. Ação se refere à Operação Acrônimo; governador petista foi acusado de recebimentos indevidos em 2014/

Datena ao BR18: ‘Não há saída fora da política’/

Rede, de Marina Silva, tenta aliança com PROS/

Siglas questionam cota de recursos para candidatas. Fundo eleitoral. Partidos querem concentrar repasse de dinheiro público em candidaturas femininas a vice ou de suplente parlamentar; técnicos do TSE veem tentativa de ‘driblar’ regra/

Meirelles muda estratégia e sobe tom contra Jair Bolsonaro e Ciro Gomes. Pré-candidato do MDB à Presidência tenta conquistar o público feminino. PSDB segue Meirelles e faz campanha contra Jair Bolsonaro/

Sem defesa de Temer, candidatura de Meirelles seria ‘farsa’, diz Moreira. Ministro cobra apoio à gestão do presidente e afirma que ‘primeiro princípio de um candidato é ser fiel à sua biografia’/

Marco Aurélio diz que STF não estaria dividido se plenário votasse sobre prisão em segundo grau. Dois dias depois de receber um novo pedido para decidir sozinho sobre reclusão após condenação por colegiado, ministro do Supremo diz que ‘nunca viu manipulação da pauta como esta’/

‘Estado’ integra projeto contra fake news. Projeto colaborativo do qual fazem parte 24 veículos de mídia, entre eles o ‘Estado’, checará conteúdo enganoso durante as eleições 2018/

Coluna do Estadão: Lula informa à Justiça R$ 12 mi de patrimônio. Os advogados do ex-presidente Lula retificaram à Justiça o patrimônio que ele e dona Marisa Letícia tinham dentro do processo de inventário da ex-primeira-dama. Em 19 de junho, acrescentaram três aplicações financeiras, o que elevou o total do patrimônio do casal para R$ 12,3 milhões. Num fundo imobiliário do BB, os advogados informaram que o casal detinha 500 mil cotas, o equivalente a R$ 62 milhões. Após questionamento da Coluna, a assessoria do petista disse que se trata de erro de digitação. O valor correto seria R$ 62 mil, referente a 500 cotas. Pela lei, metade desse patrimônio será herdada por Lula. O restante será dividido igualmente entre os quatro filhos do casal. O inventário corre na 1.ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de São Bernardo do Campo/

Coluna do Estadão: O presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) ligou para o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, para avisá-lo da intenção de convidar Aldo Rebelo para ser seu vice. Foi o comandante do Exército, general Villas Bôas, que aconselhou Alckmin a procurar o ex-ministro da Defesa e pré-candidato do Solidariedade/

Coluna do Estadão: Líderes partidários do DEM-PPPRB e SD pressionam o presidente do PR, Valdemar da Costa Neto, a não apoiar Jair Bolsonaro. Alegam que a sigla será cobrada por tornar viável a campanha do controverso presidenciável na TV. Sem alianças, ele terá 10 segundos; com o PR ficará com 2min15s/

José Serra: Neste ano de escolhas eleitorais, não percamos mais tempo com termômetros. É hora de curar o doente/

William Waack: Apesar do descrédito com que se encara a política, ela é reciclável. O Judiciário e o MP não existem para substituí-la/

Editorial1: O Supremo vacina. Espera-se do STF que seja a referência máxima do respeito ao Estado de Direito, mas há razoáveis dúvidas sobre se alguns ministros estão realmente à altura desse chamamento/

Editorial2: A contribuição sindical. A reforma trabalhista é um instrumento de aperfeiçoamento do regime sindical. Cabe agora ao STF respeitá-lo/

Editorial3: Sinais positivos no crédito. Famílias e empresas continuaram tomando empréstimos em maio, apesar dos negócios prejudicados pela crise no transporte rodoviário. Poucas boas notícias foram proporcionadas, até agora, pelos balanços de atividades econômicas nesse mês. Alguns importantes dados positivos estão no relatório de crédito recém-divulgado pelo Banco Central (BC). Segundo o informe, o saldo das operações de crédito chegou a R$ 3,11 trilhões, com aumento mensal de 0,5% e expansão de 1,3% em 12 meses. Um detalhe especialmente animador está embutido nesses grandes números. A relação entre o saldo do crédito e o Produto Interno Bruto (PIB) parou de cair e ficou em 46,6% pelo terceiro mês consecutivo. Desde o trimestre final do ano passado a proporção tem ficado próxima desse nível.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Lewandowski proíbe privatização sem aval do Congresso e licitação. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, proibiu que governo federal, estados e municípios vendam o controle acionário de estatais e suas subsidiárias sem aval do Congresso e licitação prévia. A decisão dificulta os planos do Palácio do Planalto de privatizar empresas para aumentar seu caixa. A determinação de Lewandowski, embora já passe a vigorar, precisará ser referendada pelo plenário do STF. Não há previsão de quando a votação ocorrerá. O tribunal entra em recesso amanhã e retoma as atividades em agosto. O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse que a Advocacia-Geral da União recorrerá/

Registros de gripe mais que dobram, e Brasil soma 3.558 casos e 608 mortes/

Defesa de Joesley quer arrolar equipe de Janot como testemunha no STF/

Libertação de José Dirceu aprofunda divisões entre ministros do STF/

Fachin atende JBS e abre procedimento no STF para avaliar rescisão de delação/

Juiz dá 1 mês para governo Trump reagrupar famílias de imigrantes/

Mônica Bergamo: Libertar Lula seria afronta a decisão do STF. A ideia de que Lula poderia ter sido libertado pela 2ª Turma do STF se seu caso tivesse sido julgado com o de José Dirceu é ilusória. O plenário já tinha legitimado a prisão ao negar habeas corpus/

Bruno Boghossian: Frente agropecuária ganha poder sob Temer e tenta liderar agenda conservadora/

Matias Spektor: Coalizão contra Lava Jato aproveita Copa para matar a operação. Esperteza do grupo não se limita ao timing da iniciativa, mas também a sua abrangência/

Editorial1: Suprema divisão. Concessão de liberdade a Dirceu mostra, mais uma vez, divisões entre os ministros do STF/

Editorial2: Envelhecimento. Anos contados. Alteração na pirâmide etária traz desafios, como os gastos em saúde e o regime previdenciário.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Lewandowski barra a venda de subsidiária da Eletrobras. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, concedeu duas liminares proibindo União, Estados e municípios de vender estatais sem autorização do Legislativo/

Bolsa tem saída recorde de estrangeiros. Estrangeiros retiraram mais de R$ 10 bilhões da B3 nos primeiros seis meses do ano, a maior retirada líquida em um semestre na história da bolsa brasileira. A última vez em que isso ocorreu foi durante a crise mundial de 2008 – saldo negativo de R$ 6,66 bilhões no primeiro semestre e de R$ 24,6 bilhões no ano/

Para o bem ou para o mal, Neymar é o cara. Seja no papel de craque e ídolo, para seus fãs, ou no de garoto mimado e individualista, para os críticos, Neymar é o mais valioso jogador da seleção. Neymar chegou para a Copa da Rússia com 29 patrocinadores, mais contratos do que o português Cristiano Ronaldo e que o argentino Lionel Messi/

Artigo Em time que está ganhando se mexe. A Copa vem dando sustos em seleções tradicionais (ontem, foi a Alemanha). Parece que o futebol com duas linhas de quatro ou com uma linha de seis defensores vem diminuindo os espaços, fazendo com que os aspectos físicos e táticos prevaleçam sobre os técnicos/

De verde, sem o Mundial. A Coreia do Sul surpreendeu, venceu sua primeira partida na Copa da Rússia e mandou a Alemanha, atual campeã, de volta para casa/

Paralisação de caminhoneiros ajuda a Aurora. Terceira maior processadora de carne suína e de frango do país, a Aurora acabou se beneficiando, indiretamente, da greve dos caminhoneiros. Após sofrer com o milho mais caro e as restrições internacionais, a central de cooperativas voltou ao azul/

EUA proíbem contribuição sindical forçada. A Suprema Corte dos EUA proibiu ontem contratos que contenham cláusulas exigindo que funcionários públicos paguem contribuições sindicais, um duro golpe no que resta do movimento sindical americano/

Consumidor ganha quando perde tempo. Consumidores têm sido recompensados, na Justiça, pelo tempo que perderam para tentar resolver problemas com fornecedores de bens ou serviços. As indenizações nesse novo tipo de dano moral levam em conta a chamada ” teoria do desvio produtivo”/

Despesa volta a crescer mais que o PIB. Desde 2016, a receita corrente líquida da União não é suficiente para pagar as despesas obrigatórias/

União Europeia sinaliza adoção de cota para aço importado do Brasil. Medida faz parte da investigação internacional aberta pelos europeus contra o aço/

ANP defende alíquota única de ICMS sobre combustíveis. Décio Oddone, diretor-geral da agência, diz que mudanças teriam o benefício de evitar a sonegação fiscal/

Partidarização do Supremo é um conceito duvidoso, diz especialista. Para Ivar Hartmann, da FGV Direito Rio, voto de ministros do Supremo na Lava-Jato não refletem partidarização/

Montadoras pedem a Trump que não sobretaxe carros. Medida elevaria preços dos veículos e custaria empregos nos EUA, dizem associações de empresas automobilísticas/

Esquerda deve ter maioria no Congresso mexicano. Esquerdista Lopez Obrador é favorito para vencer a eleição presidencial neste domingo. Mesmo com maior bancada, ele não deverá ter a maioria de 2/3 necessária para reformas na Constituição/

Justiça dos EUA derruba contribuição sindical obrigatória de servidor. Servidores beneficados por acordos coletivos eram obrigados a pagar aos sindicatos pela negociação, ainda que não fossem sindicalizados. Decisão será golpe para movimento sindical americano e deve prejudicar o Partido Democrata/

Editorial: Divisão no STF caminha para o caos decisório. Não se sabe aonde está a justiça quando cada ministro decide o que lhe passa pela cabeça e arregimenta apoios fugazes para suas teses passageiras.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI): Consumo de bens básicos se recupera menos que duráveis. Fraco dinamismo dos bens de primeira necessidade se deve ao desemprego de 13,4 milhões brasileiros. As compras de bens duráveis e semiduráveis vêm se recuperando há mais tempo e de forma mais acelerada do que os produtos de consumo imediato, como os alimentos, produtos de higiene e remédios/

Bebidas não alcoólicas tendem a nova retração. Com a economia desacelerando, preocupação com a saúde e queda do consumo de refrigerantes, responsável pela maior fatia do mercado de bebidas não alcoólicas, o setor pode enfrentar nova retração neste ano/

Doação online ainda sem relevância em SP. Na reta final da pré-campanha, candidatos ao governo de São Paulo não adotaram sistemas para doações online. Dos quatro líderes nas pesquisas de intenção de voto, só Paulo Skaf (MDB) já viabilizou a “vaquinha eletrônica”/

Editorial: Combate efetivo ao narcotráfico. Brasil é uma das rotas mais usadas no comércio global de cocaína.

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