STF e Lava Jato são os motes das manchetes dos grandes jornais

🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞 🗞

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 321- A 95 dias do fim do ano de 2019, hoje é sexta-feira, 27 de setembro de 2019, 270º dia do ano.

*Sinopse da grande mídia impressa*: STF e Lava Jato são os motes das manchetes dos grandes jornais. Supremo decide que juízes têm de ouvir os réus acusados após confissões dos delatores. Decisão dos ministros do Supremo que aponta falha em procedimentos da Lava Jato é o grande destaque das manchetes dos jornais. Maioria da composição do STF considera que réus deveriam ser ouvidos após os delatores. Acórdão pode anular diversas sentenças da operação comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, incluindo a do ex-presidente Lula, realça a mídia impressa. Votação será encerrada na próxima quarta-feira, 01, com o voto do presidente do colegiado, ministro Dias Toffoli, que já anunciou voto a favor da tese majoritária, quando será definido o alcance da decisão.

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Decisão do STF ameaça sentenças da Lava-Jato. Para maioria, réus delatados devem falar após os delatores. Alcance ainda será definido”. Manchete de capa do O Globo.

“Maioria do STF aprova tese que pode afetar a Lava Jato. Entendimento é de que réus delatados têm direito de falar por último nos casos em que também há réus delatores”. Manchete de capa do Estadão.

“Supremo impõe maior derrota à Lava Jato e pode anular decisões. Maioria na corte chega a entendimento que abre caminho para revisar condenações como a de Lula”. Manchete de capa da Folha.

“Decisão do STF pode anular condenações da Lava Jato”. Manchete de capa do Valor Econômico.

📃 *Editoriais do dia*:

“Algum otimismo com o mercado de trabalho. Mas nada estará minimamente consolidado enquanto a reforma da Previdência não for aprovada”. Editorial do O Globo.

“Ataques no Ceará expõem a grave crise no sistema prisional do país. Unidades superlotadas, dominadas por facções, se tornaram subsidiárias do crime”. Editorial do O Globo.

“A garantia da democracia. Mais do que nunca é preciso revigorar a prática jornalística, livrando-a do imediatismo das redes sociais e restituindo-lhe o sentido de serviço público”. Editorial do Estadão.

“Reitores sensatos. Em vez de resistir à criação de CPIs e deflagrar um debate corporativo, reitores da USP, da Unicamp e da Unesp optaram por converter seus depoimentos em divulgação do que suas instituições estão fazendo”. Editorial do Estadão.

“A recuperação do emprego. Dados são auspiciosos porque vagas formais oferecem mais garantias e remuneração mais alta para o trabalhador”. Editorial do Estadão.

“Trump na mira. Contra impeachment, republicano conta com maioria no Senado e economia forte”. Editorial da Folha.

“Bilhões com o pré-sal. Emenda constitucional remove obstáculo para leilão de petróleo ainda neste ano”. Editorial da Folha.

📃 *Outros destaques*:

“Bolsonaro perde apoio entre políticos, empresários e artistas    Conflitos com a família do presidente têm terminado em demissões, rupturas e brigas públicas”. No Valor Econômico.

“Entrevista com Simone Tebet: ‘Alcolumbre tenta agradar a todos. Não se serve a dois senhores’. Para senadora, falta a Jair Bolsonaro descer do palanque de candidato. Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, foi um erro adiar a votação da reforma da Previdência em reação à busca contra Fernando Bezerra.” Na capa do O Globo.

“Câmara acerta com Senado dividir pauta econômica”. Na capa da Folha.

“Promulgada, emenda da cessão onerosa libera leilão do pré-sal”. Na capa do Valor Econômico.

“Janot diz que cogitou matar Gilmar Mendes dentro do Supremo quando era PGR”. Na Folha.

“Janot diz que foi armado ao STF para matar Gilmar. Ex-PGR diz ao ‘Estado’ que foi armado a uma sessão do Supremo com a intenção de matar o ministro, mas ‘mão de Deus’ o impediu”. Na capa do Estadão.

“Janot diz que levou arma para matar Gilmar no STF”. Na capa da Folha.

“Na posse, Aras promete diálogo e independência. Novo procurador-geral da República disse que manterá diálogo aberto, e Bolsonaro pede que ele colabore para o país. Pautas caras ao governo, no entanto, devem enfrentar resistências no MPF, principalmente de dirigentes que têm mandato até 2020”. Na capa do O Globo.

“Eduardo Bolsonaro ataca Greta Thunberg com imagem falsa nas redes”. Na Folha.

“Weintraub ataca salário de professores. Proposta de Weintraub para contratação de docentes via CLT divide especialistas”. Na capa do O Globo.

“Salário mínimo não terá mais aumento real”. Na capa do Valor Econômico.

“Governo estuda rever isenção da cesta básica. Proposta do governo é reonerar produtos, como salmão e filé mignon, e destinar recursos poupados para beneficiários do Bolsa Família”. Na capa do Estadão.

“Projeto de porto e ferrovia no Maranhão prevê investimento de R$13 bilhões”. Na capa do Valor Econômico.

“Estados buscam capital privado por retomada. Formalização de negócios é uma das prioridades de estados como RS e SC”. Na capa da Folha.

“Rio propõe revisão do plano fiscal. Estado propõe tirar R$ 12 bi do acordo”. Na capa do O Globo.

“Frigoríficos farão ofensiva contra ‘efeito Amazônia’. As maiores companhias do setor – JBS, Marfrig e Minerva – tentam se antecipar a possível crise que pode afetar as exportações brasileiras de carne; associação chegou a considerar fazer anúncios no exterior para reforçar qualidade da produção do País”. Na capa do Estadão.

“Sócia da Gol, Delta, compra 20% da Latam”. Na capa do Valor Econômico.

“Bolsonaro distorce decisão do STF para pedir punição à Folha”. Na capa da Folha.

“Mancha de óleo atinge 105 pontos em 8 Estados. Resíduo foi identificado pela primeira vez no início do mês, atingiu áreas turísticas e se aproximava ontem do Pará; órgãos ambientais já constataram a morte de animais, como tartarugas e um boto, mas consequências ainda não foram totalmente avaliadas”. Na capa do Estadão.

“Produção de aço na China cresce 9% ao ano”. Na capa do Valor Econômico.

“Elizabeth Warren pode assumir candidatura Democrata com envolvimento dos Biden em impeachment de Trump”. Na capa do Valor Econômico.

“Acusação feita por delator agrava situação de Trump”. Na capa do Valor Econômico.

“Casa Branca tentou ocultar transcrição, diz delator”. Na capa da Folha.

📃 *Colunas e artigos*:

“A altura do sarrafo Alexandre de Moraes, autor da tese que arrebatou outros seis ministros do STF, deixou implícito em sua exposição, ao final do julgamento desta quinta (26), que já estabeleceu uma nota de corte para a revisão de processos nos quais o réu não pôde se posicionar após o delator. Colegas inferiram que, para ele, quem não solicitou o direito nem recorreu de negativa na primeira instância, perdeu a oportunidade jurídica de reivindicá-lo. Modulação que vá além disso dificilmente terá guarida.” Na coluna Painel, da Folha.

“Criatividade jurídica. O mais provável é que o presidente do STF, Dias Toffoli, proponha que a regra só valha para os casos em que a defesa fez o pedido expresso de falar depois dos delatores ainda na primeira instância. A partir da decisão do STF, a ordem passa a ser essa.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Maior derrota da Lava Jato mudará configuração política do país. Se condenação de Lula acabar sendo revista, aliados veem vantagem para Bolsonaro”. Na coluna de Igor Gielow, na Folha.

“Golpistas do Estado de Direito perdem. A tese essencial de Edson Fachin, felizmente, saiu derrotada”. Na coluna de Reinaldo Azevedo, na Folha.

“Weintraub virou o ministro da Deseducação. O ministro Abraham Weintraub não tem medo do ridículo. Desde que assumiu o cargo, ele se especializou em produzir cenas de pastelão. Numa delas, dançou com um guarda-chuva aberto dentro do gabinete. Em outra, tropeçou na matemática ao tentar fazer uma conta simples com bombons.” Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

“Quem é mesmo liberal? Em tempos de transformações, o Estado não serve para substituir a iniciativa privada, mas para incentivar o caminho do futuro. Nos anos 1930, Franklin Roosevelt, auxiliado pelo economista inglês John Maynard Keynes, partiu para um projeto ousado, o New Deal. Hoje esta nova direita internacional os chama de comunistas. Pois foram eles que salvaram, de uma só tacada, tanto a liberal democracia quanto o capitalismo. Aqui vamos explorar nióbio, mandar indígenas para as periferias das grandes cidades, e confundir cientistas com comunistas. Quem é mesmo liberal?” Na coluna de Pedro Doria, no O Globo.

“Com Ágatha foi-se a utopia da inclusão. Morreu o sonho de uma família que acreditou na educação como passaporte da mobilidade social”. Na coluna de Flávia Oliveira, no O Globo.

“O MDB hoje é uma sombra do que já foi, mas o emedebismo ou pemedebismo segue saudável e mais vivo do que nunca”. Na coluna de César Felício, no Valor Econômico.

“O crescimento é pequeno, mas de melhor qualidade, por não ter por trás uma bolha de commodities ou uma bolha fiscal”. Na coluna de Tony Volpon, no Valor Econômico.

“Melhor que assassinato. Votos, no Senado ou nas urnas, são um meio melhor do que tiros para afastar um presidente”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“Bolsonaro e Davi, uma crise conjugal. Faz oito meses que Davi Alcolumbre (DEM-AP) derrotou Renan Calheiros (MDB-AL) na disputa pela Presidência do Senado. Surfou no apoio recebido do Planalto e de colegas eleitos na onda bolsonarista. De lá para cá, o que se deu foi um jogo de trocas favoráveis às partes, mas elas agora estão em crise.” Na coluna de Fábio Fabrini, na Folha.

“Impeachment não afastará Trump e custará assentos democratas. Nancy Pelosi praticou um ato de fraqueza, não de força, ao se render à pressão de seu partido”. Artigo de Karl Rove, no The Wall Street Jornal, no Estadão.

“O comportamento do presidente americano precisa ser investigado com a seriedade que o caso merece. A promessa e os perigos do processo de impeachment.”. Editorial do The Economist.

“Circo de extrema direita não anima a confiança dos empresários do país. Desânimo não é tão grande quanto em meados do ano, mas está em níveis ruins de 2018”. Na coluna de Vinícius Torres Freire, na Folha.

“Aras julgará Dallagnol em outubro e pode impor a ele primeira derrota. Aras fazia até agora ressalvas e elogios à Lava Jato; no julgamento, terá que tomar um lado claro no tema”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“Jacques Chirac, morto ontem, foi, após Charles de Gaulle, o último presidente francês de estatura internacional.” Na coluna de Gilles Lapouge, no Estadão.

📊 *Mercado*: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quinta-feira, 26, em alta de 0,80%, a 105.319 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,22%, a R$4,16. O euro fechou em baixa de -0,07%, a R$4,54.

⏳ *Destaque histórico*:

“Em 27 de setembro de 1996, forças talibãs controlam Cabul, capital do Afeganistão. Eles expulsam o então presidente Burhanuddin Rabbani, executam o ex-presidente Mohammad Najibulá e implantam o rígido regime islâmico, proibindo as mulheres de trabalhar e fechando escolas para meninas.” Portal Terra.

Receba todas as novidades do Anexo6diretamente em seu email


Deixe um comentário

avatar
  Inscreva-se  
Notifique-me de
Fechar Menu