Sinopse: reforma social, novas revelações do Intercept e privatizações são os destaques da mídia impressa

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 246 – A 170 dias do fim do ano de 2019, hoje é domingo, 14 de julho de 2019, 195º dia do ano.

*Sinopse dos grandes jornais impressos que circulam nacionalmente*:

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Entrevista. ‘Câmara dos Deputados vai conduzir reforma social’, diz Maia. Presidente da Casa afirma que governo não tem agenda para os mais pobres e, na reforma da Previdência, se preocupou mais com as corporações”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“Economistas alertam para risco de nova desidratação na Previdência”. Outro destaque de capa do O Globo impresso.

“Deltan fez plano de lucrar com imagem da Lava Jato. Procurador discutiu criar empresa para proferir palestras, indicam mensagens”. Manchete de capa da Folha impressa.

“Governo quer alíquota máxima do IR em 25% e faixa de isenção maior. A reforma tributária a ser proposta pelo Ministério da Economia quer fixar a alíquota máxima do Imposto de Renda em 25%, reduzindo- a tanto para pessoas físicas (hoje em 27,5%) como para empresas (34%).” Outro destaque de capa da Folha impressa.

“Erro do governo ajuda Congresso, diz Rodrigo Maia. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirma que a falta de articulação de Bolsonaro fortalece o Congresso. Para ele, que se vê no topo da carreira, sem diálogo o governo não terá nada de seu interesse aprovado.” Outro destaque de capa da Folha impressa.

“Privatizações podem render R$ 450 bi para os cofres públicos. Maior programa de desestatização de todos os tempos no País servirá para reduzir a dívida pública e permitir a queda de juros, mas enfrenta resistências”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“Recorde em emendas: R$ 2,7 bi em 10 dias. Câmara. Às vésperas da votação da Previdência, em julho, governo libera a deputados R$ 268 mi em média por dia, o dobro de maio de 2016, mês do impeachment de Dilma”. Outro destaque de capa do Estadão impresso.

📃 *Editoriais do dia*:

“Riscos de nepotismo e obscurantismo no Itamaraty. Intenção do presidente de nomear um dos filhos para embaixada nos EUA contrasta com histórico da instituição”. Editorial do O Globo.

“Sombra de Putin paira sobre a luta político-eleitoral europeia. O caso mais recente envolve a suposta transferência de dinheiro para o partido do italiano Salvini”. Editorial do O Globo.

“STF e a laicidade do Estado. Bolsonaro dá mostras de que será a afiliação religiosa o mais importante critério que adotará para indicar um nome para o STF, e não os dispostos na Constituição”. Editorial do Estadão.

“O juiz de garantias. A adoção do juiz de garantias acarretará mais gastos ao Judiciário, motivo pelo qual sua implantação tem de ser debatida com cuidado”. Editorial do Estadão.

“Absurdo dobrado. O fundo que financia campanhas eleitorais com dinheiro público nem deveria existir, mas pode mais que dobrar”. Editorial do Estadão.

“Mais reformas. Cabe planejar com realismo a extensa e difícil agenda legislativa pela frente”. Editorial da Folha.

“De canudo em canudo. Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos”. Editorial da Folha.

📃 *Colunas e artigos*:

“Ao indicar seu filho Eduardo, o 03, para ser embaixador nos EUA, Bolsonaro age como se sentisse dono do Brasil.” Na coluna de Eliane Catanhêde, no Estadão.

“A atuação de corporações e lobbies mostra que nem sempre o poder do povo é escolhido pelo povo e exercido para o povo.” Na coluna de Celso Ming, no Estadão.

“Crise da renovação. A maior renovação já havida na Câmara Federal nos últimos 20 anos está na base não apenas da votação expressiva de aprovação da reforma da Previdência mas, sobretudo, do choque entre as direções partidárias de esquerda e os novos deputados eleitos sem compromissos com erros do passado.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“A serventia de um embaixador. A semana é oportuna para se relembrar a utilidade primária de um embaixador: enviar avaliações francas, sem enfeites, sobre o país ao qual foi alocado, através de canais de comunicação confidenciais e presumivelmente seguros. A partir do momento em que o receio de vazamentos e/ou a autocensura começam a interferir, o trabalho do diplomata deixa de ter peso político e valor histórico.” Na coluna de Dorrit Harazim, no O Globo.

“O capitão e os generais. Há quatro anos, uma editora avisou José Murilo de Carvalho de que não tinha planos para sua obra “Forças Armadas e política no Brasil”, então sumida das livrarias. “Eles pensaram que o problema já estava resolvido”, brinca o historiador, um dos principais convidados da 17ª Flip. Com a ascensão da família Bolsonaro, ele decidiu relançar o livro pela Todavia. No prefácio à nova edição, explica porque o assunto voltou à tona.” Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

“O lucro do pó, segundo a PF. Pelos cálculos da PF, renderia um lucro de R$ 5 milhões a venda em solo europeu da cocaína apreendida com Manoel Rodrigues, o segundo-sargento da Aeronáutica preso em Sevilha em junho com 39 quilos da droga. A propósito, a PF suspeita que as autoridades espanholas já estivessem investigando Rodrigues ou pessoas ligadas a ele antes de efetuar a prisão.” Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“Os planos de saúde voltam a atacar. Está no forno de um consórcio das grandes operadoras de planos de saúde um projeto destinado a mudar as leis que desde 1998 regulamentam esse mercado. Chama-se “Mundo Novo”, tem 89 artigos e está trancado numa sala de um escritório de advocacia de São Paulo.” Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“Uma enxurrada de dinheiro em Brumadinho. Dinheiro nem sempre é solução para os problemas de uma pessoa, de uma família ou de uma comunidade. Claro que ajuda, mas precisa ser bem administrado porque pode também atrapalhar. O caso do dinheiro esparramado pela Vale em Brumadinho, em razão da tragédia da barragem do Córrego do Feijão, ajuda indivíduos, mas parece estar atrapalhando a cidade.” Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“Absurdos diários de Bolsonaro. Após seis meses no cargo, Bolsonaro ainda não entendeu o mais elementar do papel de governar para todos os brasileiros”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Após curto-circuito político, Brasil volta ao centro. Previdência mostra protagonismo do centrão, caixa de ressonância do eleitorado”. Na coluna de Fernando Canzian, na Folha.

“A briga por espaço político na direita com a agenda de reformas. Em campo desorganizado, Maia e Bolsonaro disputam protagonismo pós-Previdência”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“BNDES é essencial para o Brasil. Onda de críticas à instituição lembra ‘fracassomania’”. Artigo de Robson Braga de Andrade, Presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e empresário, na Folha.

“Trabalho infantil é entrave ao desenvolvimento. Declaração equivocada romantiza a exploração”. Artigo de Kátia Magalhães Arruda, Ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), na Folha.

“Autoengano 2. Imposto sobre transações financeiras tem efeitos colaterais indesejáveis”. Na coluna de Marcos Lisboa, na Folha.

“Se não pode vencê-los. Após forte reação no Senado de parlamentares que compõem a ala moderada do Congresso, o Ministério da Economia decidiu suspender por 30 dias os efeitos de portaria que facilita a importação de máquinas e de equipamentos de informática.” Na coluna Painel, da Folha.

“Militares do bolsonarismo não favorecem o conceito das Forças Armadas. A posição de mais confiável em pesquisa Datafolha, ocupada pela instituição militar, é enganosa”. Na coluna de Jânio de Freitas, na Folha.

“A tropa de choque da reforma da Previdência na Câmara estima que, passado o recesso, os votos favoráveis às mudanças na aposentadoria no segundo turno tendem a ficar abaixo dos 379 da primeira votação porque alguns parlamentares podem sentir a pressão de suas bases nas férias.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

📊 *Mercado*: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não funciona aos finais de semana.

⏳ *Destaque histórico*:

“No dia 14 de julho de 1789 o povo de Paris saiu às ruas para protestar contra o regime monárquico opressor. Os populares invadiram a Bastilha, fortaleza que simbolizava o Absolutismo real, libertaram presos e derrubaram o prédio. O fato simboliza o início da Revolução Francesa.” No portal Terra.

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