Sinopse: novos vazamentos da Lava Jato, tragédias no trânsito e queda de juros são destaques da grande mídia

Sinopse dos grandes jornais em 30.06.2019

? Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 232 – A 184 dias do fim do ano de 2019, hoje é domingo, 30 de junho de 2019, 181º dia do ano.

?Edição: Sérgio Botêlho

? Manchetes do dia:

“Lava Jato via com descrédito empreiteiro que acusou Lula. Léo Pinheiro, da OAS, só ganhou confiança de procuradores ao mudar versão. Fim do exame toxicológico para motoristas profissionais é uma das medidas mais polêmicas das enviadas ao Congresso”. Manchete de capa da Folha impressa.

“País tem um morto a cada 15 minutos no trânsito. Tragédia nas estradas já custou R$ 5,3 bilhões ao SUS em 20 anos”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“Com queda de juro, investidor migra para aplicação de risco. Mudança em busca de investimentos mais rentáveis exige diversificação e paciência, alertam economistas”. Manchete de capa do Estadão impresso.

? Editoriais do dia:

“Hora de decisão para governadores e prefeitos. Quebrados, estados e municípios têm o futuro subordinado à sua inclusão no projeto da reforma”. Editorial do O Globo.

“A serventia da imprensa. A imprensa estará cumprindo bem seu papel se mantiver em relação ao governo o distanciamento necessário para ter sobre ele visão questionadora e independente”. Editorial do Estadão.

“Vitória da democracia. Decisões do ministro Barroso e do senador Davi Alcolumbre afiguram-se como educativos anteparos aos arroubos legiferantes do presidente Bolsonaro”. Editorial do Estadão.

“O papel do BC. Banco Central esteve prestes a ser atropelado por um anúncio inesperado do ministro da Economia, Paulo Guedes”. Editorial do Estadão.

“Quem vigia o vigia? Projeto sobre abuso de autoridade, aprovado no Senado, tenta preencher lacuna”. Editorial da Folha.

“Números do desespero. Autoridades devem voltar suas atenções os casos de desesperança na meia idade”. Editorial da Folha.

? Outros destaques de capa:

“Presidência neurótica, Congresso nervoso. Ao legislar por decreto e extrapolar atribuições constitucionais, Jair Bolsonaro incentiva um protagonismo retaliatório do Congresso, em dinâmica que namora a instabilidade, analisa do sociólogo Sérgio Abranches”. Na capa da Folha impressa.

“Gestão Guedes enfrenta tensão com Congresso e PIB em queda. Seis meses após começo tumultuado marcado pela fusão de quatro pastas, Ministério da Economia coleciona ruídos na comunicação como Planalto, tensão com congressistas e medidas em compasso de espera.” Na capa da Folha impressa.

“Bolsonaro tira BB e BNDES de comitê de financiamentos. Em decreto publicado no fim de maio, o presidente Jair Bolsonaro retirou o BNDES e o Banco do Brasil de um comitê técnico que deu aval a financiamentos de obras de empreiteiras brasileiras na Venezuela e em Cuba durante os governos do PT.” Na capa da Folha impressa.

“Conflito, a liturgia de Bolsonaro no Planalto. Atritos políticos e avanço liberal marcam início do governo”. Na capa do O Globo impresso.

“Margem para mais cortes. Pessôa {da Fundação Getúlio Vargas} avalia que reforma da Previdência deve passar, mas não é suficiente e ainda é difícil prever o que virá a seguir”. Na capa do Estadão impresso.

“Acordo com UE deve ampliar investimentos. Impacto será mais rápido do que no comércio. Empresariado vê avanço na competitividade e na absorção de tecnologia”. Na capa do O Globo impresso.

“Por ano, País despeja 2 mil caminhões de entulho no mar. Meio ambiente. Lixo é abandonado por petroleiras após extrações no oceano; Ibama suspendeu norma de 2018 que exigia que empresas, até setembro deste ano, adaptassem suas tecnologias para retirar esse material. Petrobrás não realiza procedimento”. Na capa do Estadão.

“ONG recebe R$ 262 milhões e presta serviço precário a índios. Convênios. Missão Evangélica Caiuá recebeu R$ 262 mi para atuar em aldeias indígenas, quase metade do que foi liberado pelo governo; faltam remédios e equipamentos para exames”. Na capa do Estadão.

“MPF investiga diplomas de pós validados na UFRJ. Inquérito investiga suspeita de fraude”. Na capa do O Globo impresso.

“Entre as 5 melhores do skate aos 11 anos. Quinta colocada do ranking mundial, Rayssa Leal, ‘gigante’ de 1,33 m e 28 kg, compete de igual para igual com adultas”. Na capa do O Globo impresso.

? Colunas e artigos:

“É deboche ceder terreno da UFRJ para Sírio-Libanês. Cozinha-se no andar de cima do Rio de Janeiro a possibilidade de concessão do terreno da Universidade Federal onde funcionou a casa de shows Canecão, na boca do túnel que leva a Copacabana, para a instalação uma filial carioca do Hospital Sírio-Libanês. Seria a privataria debochando da História.” Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“O que fazer para dar oportunidade aos jovens. Jovens que chegam ao mercado de trabalho em períodos recessivos têm mais risco de entrar para o crime, mostram estudos”. Na coluna de Míriam Leitão, no O Globo.

“Administradores do Rio têm vocação para o desperdício”. Na coluna de Artur Xexéo, no O Globo.

“Na Itália, reação à Operação Mãos Limpas teve êxito. O livro “Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas”, de Maria Cristina Pinotti, faz uma correlação entre as duas operações e mostra as várias tentativas de cercear a Lava-Jato que já houve, como o projeto de abuso de autoridade”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Milícia atua na área da Colônia Juliano Moreira. A milícia incorporou a seus domínios uma área do tamanho de Copacabana: a antiga colônia Juliano Moreira, destinada no passado a receber pacientes psiquiátricos como Bispo do Rosário, e que tem oito prédios tombados. O core business da organização é na grilagem de terrenos, nem que para isso derrube eucaliptos com mais de 50 anos em frente ao Hospital Alvaro Ramos.” Na coluna de Ancelmo Gois, no O Globo.

“Alcolumbre aconselha Onyx a deixar a Casa Civil. Davi Alcolumbre aconselhou Onyx Lorenzoni a entregar o cargo de chefe da Casa Civil. Davi tem certeza de que, se insistir em permanecer no governo, o aliado tem tudo para atravessar um processo de fritura e acabar descartado por Jair Bolsonaro, como ocorreu com Gustavo Bebianno e o general Santos Cruz. Aliás, Carlos Bolsonaro é tudo, menos fã de Onyx, assim como não era dos dois ministros demitidos.” Na coluna de Lauro Jardim, no O Globo.

“Brasil é um país em permanente campanha eleitoral. O Brasil é um país em permanente campanha eleitoral. O presidente Jair Bolsonaro nem completou seis meses e já rasgou promessa de campanha lançando-se a um segundo mandato. Da prisão em Curitiba, Lula não faz outra coisa a não ser cálculos eleitorais. Em São Paulo, o governador João Doria pavimenta seu caminho ao Planalto em 2022.” Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“A moeda e as tentações de curto prazo. Faz sentido formalizar em lei a ideia de que a estabilidade da moeda precisa ser protegida de conveniências políticas de ocasião. Cabe estabelecer mandatos fixos e robustos para a diretoria do BC.” Artigo de Armínio Fraga, na Folha.

“Bolsonaro precisa de um projeto para chamar de seu. Acordo do Mercosul com UE é a última herança relevante de governos anteriores”. Na coluna de Julio Wiziack, na Folha.

“Com o acordo Mercosul-UE, China e EUA serão obrigados a olhar com mais cuidado para o lado de baixo do Equador.” Na coluna de Celso Ming, no Estadão.

“G-20 e acordo do Mercosul com a UE abrem nova fase, mas presidente tem de acabar com ‘show de besteiras’.” Na coluna de Eliane Catanhêde, no Estadão.

“O Brasil e a governança global. No âmbito global, é prudente guardar distância dos contenciosos entre as grandes potências. Convém lembrar ser improvável, no médio prazo, que um único país seja hegemônico em todos os setores. O exercício da diplomacia, por meio da cooperação pacífica a fim de assegurar o desenvolvimento sustentável e a prosperidade, é a melhor contribuição do Brasil para aprimorar a governança global.”. Artigo de Alberto do Amaral Junior, professor da Faculdade de Direito da USP, no Estadão.

“As federais e seus problemas Made in Brasília. Grande parte dos problemas das universidades federais tem origem num marco regulatório equivocado, imposto de Brasília. Isso gera uma situação muito confortável para os dirigentes – pois não têm de tomar decisões penosas –, mas danos sérios para elas.” Artigo de Claudio de Moura Castro, MA e PHD, pesquisador em Educação, no Estadão.

“Fracasso do liberalismo? Para autor, ideologia liberal produziu desigualdade e homogeneidade cultural”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“As chamas do discurso do ódio. Retórica inflamada é usada para benefício político”. Na coluna de Antonio Guterres, na Folha.

“O dinheiro simplesmente acabou. Atual política fiscal não resulta de uma escolha”. Na coluna de Marcos Lisboa, na Folha.

“Evitar hoje os acidentes de amanhã. Cidades devem cuidar agora de sua infraestrutura”. Na coluna de Flávio Figueiredo, na Folha.

? Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não funciona nos finais de semana.

Destaque histórico:

“Em 30 de junho de 1990 Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental fundem suas economias.” Na Wikipédia.

?Positivo:

“Vídeo de professora dançando quadrilha com aluno surdo conquista a internet”. No MSN Notícias.

?Negativo:

“Bebê de 1 ano é arremessado de veículo que invadiu comércio na Capital {Campo Grande-MS}. Criança não fazia uso da cadeirinha de segurança e estava com o pai, de 18 anos”. No TopMídia News.

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