Sinopse: fala de Moro na CCJ do Senado é destaque do noticiário

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 222 – A 194 dias do fim do ano de 2019, hoje é quinta-feira, 20 de junho de 2019, 171º dia do ano.

🖋Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Moro: ‘Se houver irregularidade, eu saio. Mas não houve’. À CCJ do Senado, ministro diz que diálogos não mostram quebra de imparcialidade”. Manchete de capa do O Globo.

“Moro diz que deixa cargo se acharem alguma ilegalidade. Ministro fala durante 8 horas e meia a senadores sobre supostas mensagens trocadas com procuradores”. Manchete de capa do Estadão.

“Moro minimiza crise e admite sair em caso de irregularidade. Ministro depõe por 9 horas no Senado e declara que, como juiz, agiu sempre ‘com base na lei e de maneira imparcial’”. Manchete de capa da Folha.

“Em depoimento de 9 horas, Moro nega conluio e diz não ter apego ao cargo. Ministro explicou a senadores as mensagens trocadas com procuradores”. Manchete da hora do Estadão online.

“STF pode adiar o julgamento sobre a suspeição de Moro nos processos da Lava Jato. Nesta quarta (19), o ministro cancelou sua participação em um evento de jornalismo investigativo”. Da coluna de Mônica Bergamo, manchete da hora da Folha online.

“Mais votado da lista tríplice para PGR, Mario Bonsaglia é recebido por assessor de Bolsonaro. Subprocurador foi ao Palácio do Planalto para se reunir com o subchefe de Assuntos Jurídicos (SAJ), Jorge Oliveira”. Manchete da hora do O Globo online.

📃 Editoriais do dia:

“O Senado cumpre seu papel. Senado fez muito bem ao derrubar os decretos sobre posse e porte de armas no País”. Editorial do Estadão.

“Economia sem qualidade. Têm-se observado, em muitas economias do mundo, ganhos de produtividade em períodos de crise. Também nesse ponto o Brasil tem destoado”. Editorial do Estadão.

“Regularização de imóveis. Restrições são da maior importância, porque é indispensável distinguir a anistia ou regularização”. Editorial do Estadão.

“Veto acertado. Jair Bolsonaro segue a racionalidade ao restabelecer cobrança de bagagens”. Editorial da Folha.

“Menos 300 milhões. Revisões de estimativas sobre crescimento populacional se mostram imperativas”. Editorial da Folha.

“Denúncias contra Lava-Jato ganham forte teor político. Moro responde a questões objetivas no Senado, e discurso da oposição começa a ficar repetitivo”. Editorial do O Globo.

“Impulsividade de Trump pode convulsionar a América Central. Ações anti-imigração têm razões eleitorais imediatas e um potencial duradouro de reflexos negativos”. Editorial do O Globo.

📃 Outros destaques:

“Bolsonaro tira articulação política de Onyx e dá PPI. Mudança vem após derrotas no Congresso; Onyx cuidará de programa de investimentos”. Na capa do Estadão.

“Sergio Moro cancela participação em evento de jornalismo investigativo”. Na Folha.

“Oposição vai esperar decisão do STF para avaliar CPI sobre Moro”. Na Folha.

“Procuradores da Lava Jato dizem que mensagens no Telegram foram excluídas”. Na Folha.

“Hacker finge ser ministro. Investigação rastreou mensagem enviada em junho a funcionário do Ministério da Justiça”. Na capa do Estadão.

“Deputados fazem pressão por alívio na aposentadoria”. Na capa da Folha.

“Previdência deve ser votada até julho após acordo”. Na capa da Folha.

“Anac deve retirar autorizações de voo da Avianca. Com alta de 30,9% nos bilhetes, Anac deve retomar autorizações da Avianca”. Na capa do O Globo.

“Recorde histórico na Bolsa. Sinalização do BC americano de que deve cortar juros animou investidores; dólar caiu 0,30% e fechou a R$ 3,85”. Na capa do Estadão.

“Novo recorde do Ibovespa: 100.303 pontos. Copom mantém Selic em 6,5% pela décima vez, mas analistas esperam corte na taxa em julho”. Na capa do O Globo.

“Bolsa fecha acima dos 100.000 pontos pela primeira vez”. Na capa da Folha.

“Toyota corta 840 vagas de trabalho em SP. No mês passado, empresa havia anunciado que faria 340 dispensas, mas reviu planos, alegando redução de exportações e estoques altos”. Na capa do Estadão.

“BC mantém juros e vincula corte à reforma da Previdência. Copom manteve a Selic em 6,5% ao ano, pela 10ª vez consecutiva; apesar da economia fraca e da inflação baixa, o que abre e espaço para um corte de juros, comitê afirmou que, neste momento, risco de as reformas não passarem no Congresso é ‘preponderante’”. Na capa do Estadão.

“Demarcação de terra indígena vai para Agricultura. A pedido de bancada ruralista, Bolsonaro devolve atribuição para Ministério da Agricultura; oposição reage”. Na capa do Estadão.

“’Vivo como se não fosse herdeira’, diz acionista do Itaú. Ana Lúcia Vilella é uma das maiores acionistas da holding Itaúsa, que engloba o Itaú Unibanco e a Duratex”. Na capa da Folha.

“Emílio e Marcelo Odebrecht têm R$ 1 bi bloqueado. Com a recuperação judicial do grupo, ministros da Corte de contas decidem avançar sobre o patrimônio dos donos da companhia. Decisão inédita tem como objetivo garantir ressarcimento de R$ 1,1 bilhão em prejuízos à União”. Na capa do O Globo.

“TCU bloqueia R$ 1,1 bi da família Odebrecht. Segundo ministros, empresários têm atuado para promover o esvaziamento patrimonial de empresas, com objetivo de evitar o pagamento aos cofres públicos; grupo afirma que medida pode inviabilizar suas atividades e colocar em risco obrigações”. Na capa do Estadão.

“Usuários de crack tomam as ruas de Copacabana. Aumento de cracolândia assusta moradores e comerciantes”. Na capa do O Globo.

“57% dos hospitais que governo indica para aborto indica nega aborto legal”. Na capa da Folha.

“Adultos sem o fundamental completo são 40%. Avanços tímidos e ritmo lento mostram cenário de estagnação, dizem especialistas”. Na capa do O Globo.

“Em 2018, taxa de alfabetização bate meta de 2015”. Na capa da Folha.

“Professor brasileiro sofre mais intimidação que a média mundial. Educação. É o que diz pesquisa da OCDE com 250 mil docentes e diretores de 48 países ou regiões. No País, ainda se perde 1/3 do tempo de aula em tarefas administrativas ou com indisciplina; relato de casos de violência, física e verbal, fica no dobro da média mundial”. Na capa do Estadão.

“Senhor Oscar. Rubens Ewald Filho H 1945 – 2019. Um dos principais críticos de cinema do País, Rubens Ewald Filho morreu ontem, aos 74 anos, 25 dias após ter se acidentado num shopping center.” Na capa do Estadão.

📃 Colunas e artigos:

“Moro consegue esvaziar o escândalo. O debate sobre os diálogos entre o então juiz Sergio Moro e o chefe dos procuradores de Curitiba, Deltan Dallagnol, continua onde sempre esteve desde o início, no campo político.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Ministro sai de audiência praticamente ileso. Sergio Moro saiu praticamente ileso da audiência da Comissão de Constituição e Justiça do Senado em que prestou contas dos vazamentos de diálogos seus com o procurador Deltan Dallagnol.” Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“Detratores e apoiadores de Moro exageram. Na desabitada terra do meio é que se pode encontrar a trilha para entender os candentes acontecimentos políticos do Brasil.” Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Moro não dá respostas sobre diálogos, mas ganha o jogo no drible. Ministro deixa dúvidas no ar e adota o diversionismo como estratégia no Senado”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Por que o juiz Bretas pode bloquear seguidores no Twitter? Políticos e magistrados usam as redes com caráter oficial, mas recusam críticas”. Na coluna de Mariliz Pereira Jorge, na Folha.

“República em transe. O Brasil de hoje é um espanto — caso de análise e psicanálise. Nossa República sempre foi portadora de sua própria negação, tanto no setor público quanto no privado, mas agora chegamos a uma situação-limite, com os ataques até ao que foi costurado pelo alto, pós-regime militar. Distopia. O governo de extrema direita, autoritário e obscurantista, desconhece os modos elementares de administrar.” Artigo de Chico Alencar, no O Globo.

“Maia e Alcolumbre querem dizer que Executivo e Legislativo devem governar juntos. Não combinaram isso com Bolsonaro.” Na coluna de William Waach, no Estadão.

“O outono do Executivo-príncipe. Estamos em um momento de aprendizagem para a democracia. Esta semana vimos ruir uma das principais promessas de campanha de Bolsonaro. O governo fez o que pôde. O presidente mobilizou sua base mais fiel, via redes sociais, e lançou mão de um argumento vindo direto do século 18, vinculando a posse de armas à defesa da democracia. Mas não deu.” Na coluna de Fernando Schuler, na Folha.

“A libra, moeda global criada pelo Facebook, parece ter condições de revolucionar os sistemas monetário e de pagamentos.” Na coluna de Celso Ming, no Estadão.

“Facebook vai das fake news à criptomoeda. Acreditar na empresa de Mark Zuckerberg não se mostra tarefa fácil”. Na coluna de Roberto Dias, na Folha.

“Câmara pode ‘premiar’ Estados por reforma. Líderes da Câmara discutem uma forma de incentivar os Estados a fazer suas reformas da Previdência, sem entregar de bandeja o pacote pronto.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“Deus no Itamaraty. Nacionalismo míope e alinhamento automático podem levar o país à insignificância”. Na coluna de Maria Hermínia Tavares de Almeida, na Folha.

“O novo Fundeb e a participação da União. Fundo permanente é essencial para a educação”. Artigo de Fátima Bezerra, governadora do RN, na Folha.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fecha a quarta-feira, 19, em alta de 0,90%, a 100.303 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,26%, a R$ 3,85, e o euro em alta de 0,12%, a R$ 4,33.

Destaque histórico:

“Em 20 de junho de 1963, EUA e URSS criam uma linha de telex, o telefone vermelho. Essa linha direta entre os blocos na Guerra Fria evitou a Crise dos Mísseis. Khrushev ameaçou a instalação em Cuba de lançadores de mísseis capazes de atingir os EUA. Kennedy ordenou então o bloqueio naval de Cuba. Os dois países recuaram.” No portal Terra.

👍Positivo:

“STJ. Sexta Turma mantém prisão de denunciado por feminicídio contra a ex-mulher no Pará”. Agência STJ.

👎Negativo:

“Estudo diz que geleiras no Himalaia estão derretendo mais rápido neste século”. No portal Terra.

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