Sinopse: economia, política, Previdência e prisões são os destaques das manchetes dos grandes jornais

? Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 230 – A 186 dias do fim do ano de 2019, hoje é sexta-feira, 28 de junho de 2019, 179º dia do ano.

Sinopse dos grandes jornais impressos que circulam nacionalmente

?Edição: Sérgio Botêlho

? Manchetes do dia:

“Guedes reage a Congresso e faz plano para reanimar economia. Anunciada pelo ministro, liberação de R$ 100 bilhões de depósitos compulsórios dos bancos é uma das medidas”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“Governo acelera liberação de verba de emenda para aprovar reforma. Objetivo é apaziguar ânimo de parlamentares e viabilizar votação antes do recesso do Legislativo”. Manchete de capa do O Globo impresso.q

“PF prende 3 por elo com caso dos laranjas do PSL. Um dos detidos é assessor especial do ministro do Turismo, Álvaro Antônio”. Manchete de capa da Folha impressa.

“BNDES cobra multa para aceitar quitação antecipada. O BNDES decidiu cobrar multa das empresas que quiserem antecipar o pagamento de financiamentos. Diante da forte queda da taxa básica de juros nos últimos dois anos, ficou vantajoso quitar antes do vencimento dívidas de longo prazo, contratadas a taxas superiores às vigentes agora.” Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

? Editoriais do dia:

“É inoportuno tratar da lei do abuso de autoridade. A ressurreição de projeto que limita investigações ocorre num momento sem espaço para esta discussão”. Editorial do O Globo.

“Fim da intervenção no BRT não exime governos de responsabilidades. Prefeito anunciou acordo para devolver operação a empresários, que comprarão novos ônibus”. Editorial do O Globo.

“Pior desempenho em três anos. A economia brasileira deve crescer 0,8% neste ano e entrar em 2020 com a indústria ainda muito fraca, segundo o Banco Central e o Ipea, dois órgãos oficiais”. Editorial do Estadão.

“Grave falha de segurança. Para que não se tenha mais que contar com a ‘sorte’, a FAB deve rever procedimentos de segurança”. Editorial do Estadão.

“Uma lei para as autoridades. Senado deu um importante passo para que todos estejam sob o império da lei”. Editorial do Estadão.

“Gás para todos. Ao abrir o setor, objetivo deve ser elevar a concorrência e baratear o produto”. Editorial da Folha.

“Vexame. Prisão de segundo-sargento põe a nu falhas de mecanismos de segurança”. Editorial da Folha.

“G-20 se torna refém do conflito entre EUA e China. O que se prefigura no encontro do G-20 é um aumento da dissonância de propósitos”. Editorial do Valor Econômico.

? Outros destaques de capa:

“Para incentivar crédito, Guedes promete R$ 100 bi. Ministro diz que governo vai injetar recursos na economia com redução da alíquota do compulsório, a parcela de dinheiro dos bancos que fica retida no BC. Autarquia, porém, diz que não há prazo nem valor definido”. Na capa do O Globo.

“Guedes fala em liberar R$ 100 bi de compulsório. Ministro disse que o governo vai liberar recursos do compulsório, parcela de dinheiro dos clientes que fica retida no Banco Central. Em aparente desencontro, o BC não confirmou a decisão.” Na capa da Folha.

“Guedes fala em R$ 100 bi para crédito. O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que vai liberar mais R$ 100 bilhões dos depósitos compulsórios dos bancos – na quarta-feira, o Banco Central havia anunciado redução da alíquota do compulsório de 33% para 31%, o que levaria à liberação de R$ 16,1 bilhões”. Na capa do Valor Econômico.

“’Só a reforma não vai garantir o crescimento’. A não aprovação da reforma da Previdência seria desastrosa, mas sua confirmação não promoverá, sozinha, o crescimento econômico. Para os pesquisadores do Ibre/FGV, fatores que dificultaram a retomada foram choques internos, a forte contenção dos gastos públicos nos últimos cinco anos e o esgotamento do modelo econômico”. Na capa do Valor Econômico.

“Meta de inflação é reduzida para 3,5% em 2022. O Conselho Monetário Nacional decidiu ontem que a meta de inflação para 2022 será de 3,5%. O intervalo de tolerância foi mantido em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.” Na capa da Folha.

“BC prevê alta de 0,8% para o PIB. Estimativa do banco é mais pessimista que a do mercado financeiro, que prevê crescimento de 0,87% para 2019”. Na capa do Estadão.

“GPA comandará os negócios do Casino na AL. A reestruturação dos ativos do Casino na América Latina, anunciada na quarta-feira, transformará o Grupo Pão de Açúcar no controlador dos negócios da varejista francesa na região”. Na capa do Valor Econômico.

“Uma startup para reforço educacional. Startup que inaugurou quatro unidades na periferia de São Paulo nesta semana, a Alicerce nasce com a missão de produzir impacto social, mas também gerar lucro”. Na capa do Valor Econômico.

“Após prisões, cresce pressão por saída de ministro. PF prende assessor de Álvaro Antônio e eleva pressão por sua demissão”. Na capa do O Globo.

“Assessores do ministro do Turismo são presos. Prisões são parte de investigação sobre uso de candidaturas-laranjas do PSL-MG, presidido por Marcelo Álvaro à época”. Na capa do Estadão.

“Bolsonaro chega ao G20 irritado com cobranças. A estreia de Jair Bolsonaro na cúpula do G20, nesta sexta (28), no Japão, ocorre sob críticas de líderes europeus, como Angela Merkel e Emmanuel Macron, quanto à política ambiental do governo —o francês condicionou o pacto Mercosul-UE à permanência do Brasil no Acordo de Paris. O presidente disse não ter ido ao encontro para ser advertido.” Na capa da Folha.

“Bolsonaro reage a críticas de chefes de Estado. Bolsonaro rebate advertência de Merkel”. Na capa do O Globo.

“Encontro entre Bolsonaro e Macron no G-20 é cancelado. G-20. Na véspera da cúpula dos países mais desenvolvidos do mundo, presidente rebate críticas da Alemanha à política ambiental do Brasil; encontro com francês Emmanuel Macron é cancelado”. Na capa do Estadão.

“Trump critica aliados. Diplomacia. Após condenar a Índia por elevar as tarifas sobre produtos americanos, presidente se reuniu com premiê indiano a quem chamou de amigo; em várias outras ocasiões, americano fez críticas ou ameaças para obter vantagens, como no caso do México”. Na capa do Estadão.

“Força Aérea não diz se sargento com droga foi vistoriado. A Aeronáutica se negou a dizer se Manoel Rodrigues, preso na Espanha com 39 kg de cocaína, passou por inspeção antes de embarcar em aeronave de apoio à comitiva de Bolsonaro. O presidente afirmou que o militar parece estar envolvido com tráfico há algum tempo.” Na capa da Folha.

“Conselho do MP arquiva apuração contra procuradores. ‘Veracidade dos elementos de prova não pode ser comprovada’, diz corregedor do MP sobre diálogos atribuídos a procuradores da Lava Jato”. Na capa do Estadão.

“USP quer formar mais doutores em menos tempo. Ensino. Aluno poderá migrar para doutorado ao fim do 1º ano de mestrado, para evitar hiato entre uma etapa e outra; universidade diz que objetivo é diminuir burocracia e aumentar produção científica de grande impacto. Expectativa é iniciar mudança em 2020”. Na capa do Estadão.

“Míriam Leitão é homenageada por contribuição ao jornalismo. Colunista do GLOBO é escolhida pela Abraji por sua contribuição à imprensa e relembra outros colegas já premiados”. Na capa do O Globo.

“Época: Nos 25 anos do Plano Real, criadores da moeda analisam economia do país”. Na capa do O Globo.

“Copa América. Brasil sofre, mas vence Paraguai nos  pênaltis”. Na capa do O Globo.

“Brasil sofre, mas está na semifinal”. Na capa do Estadão.

“‘Stonewall despertou uma luta LGBTI mais organizada’. Cinquenta anos depois, revolta em Nova York segue como referência central da luta pelos direitos civis dos gays nos EUA e inspiração para protestos nos quatro cantos do mundo”. Na capa do O Globo.

“Traficante há mais tempo como chefe em uma favela é morto”. Na capa do O Globo.

? Colunas e artigos:

“Eleição para prefeito do Rio será chance de o PSOL crescer”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“O enredo do samba. O governador do Rio de Janeiro e o prefeito da capital recorreram à palavra preferida das autoridades quando falta assunto —ou, no caso carioca, quando o tema é carnaval: privatização.” Na coluna de Flávia Oliveira, no O Globo.

“Bolsonaro encastelado. Presidência se retrai a círculo cada vez mais fechado de ministros da Casa, tirados de lista curta, de forma espantosa”. Na coluna de Rogério Furquim Werneck, do O Globo.

“Prisões jogam outra crise no colo do presidente”. Na coluna de Leandro Colon, na Folha.

“Investigação sobre o caso Queiroz poupa o casal Bolsonaro. Presidente admitiu ter recebido R$ 40 mil da conta de ex-assessor, mas é poupado na apuração”. Na coluna de Rubens Valente, na Folha.

“Com o nosso dinheiro. Cada decreto estapafúrdio mobiliza um pelotão de gente em Brasília”. Na coluna de Ruy Castro, na Folha.

“Avaliação positiva de Bolsonaro cai para 32%. Motivos não faltam para o presidente Jair Bolsonaro chegar ao Japão cansado, pela longa viagem, e irritado, pela enxurrada de confusões e o “show de besteiras” que envolvem seu governo, dia sim, outro também. Ele e sua comitiva tentam jogar a culpa na imprensa, mas será verdade?”. Avaliação assinada por Eliane Catanhêde, no Estadão.

“Ex-ministro Santos Cruz foi generoso ao definir fatos do governo Bolsonaro como “show de besteiras”. Parece bem pior.” Na coluna de Eliane Catanhêde, no Estadão.

“Em seis meses de governo, a linha mestra do comportamento político de Jair Bolsonaro é flertar com a morte. Neste primeiro período de governo, Jair Bolsonaro afirmou que a cadeira do presidente era sua kryptonita, o metal que enfraquece o super-homem nas histórias em quadrinho. Mais tarde, ele disse que estavam querendo transformá-lo na rainha da Inglaterra. Ambas as afirmações convergem para sua ansiedade sobre o poder escapando entre os dedos. E remetem às primeiras discussões após sua vitória eleitoral.” Na coluna de Fernando Gabeira, no Estadão.

“O general e os jornalistas. O general chegou na reunião de jornalistas carregando a sua mochila nas costas, como todos os participantes do seminário. A diferença ficou na roupa: ele foi de terno e gravata, vermelha por sinal. Santos Cruz exaltou o papel da imprensa, disse que os direitos humanos são para todos e exaltou a democracia.” Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“É a Constituição, estúpido! Mais que economia ou política, a divisa neste momento é a ordem legal”. Na coluna de Reinaldo Azevedo, na Folha.

“Crédito, a faísca que falta. Com economia aquecida, reformas têm mais chance”. Artigo de José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), na Folha.

“O futuro começa agora. Descartamos a tentação política do imediatismo”. Artigo de Renato Casgrande, governador do Espírito Santo pelo PSB (atual e 2011-2014) e ex-senador da República (2007-2010), na Folha.

? Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quinta-feira, 27, em leve alta de 0,04%, a 100.724 pontos. O dólar terminou o dia em queda de -0,39% a R$3,83, e o euro também em queda de -0,32%, a R$4,36.

Destaque histórico:

“28 de junho de 1914: O herdeiro do trono austro-húngaro, arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa, Sofia, são assassinados em Sarajevo. Este acontecimento foi o estopim para a Primeira Guerra Mundial.

?Positivo:

“MPF defende continuidade de políticas públicas para preservação do meio ambiente”. No site do MPF.

?Negativo:

“Sorteados para casas populares são eliminados do processo por falta de documentos em MS”. No TopMídia News.

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