Sinopse do noticiário (11.06.2019)

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 214

🖋Edição: Sérgio Botêlho

📅 A 202 dias do fim do ano de 2019, hoje é quarta-feira, 12 de junho de 2019, 163º dia do ano.

📃 Manchetes do dia:

“Governo Bolsonaro se blinda e adota cautela com Moro. Auxiliares do presidente temem desdobramentos da revelação de gravações do ex-juiz à época da Lava Jato.”. Manchete de capa da Folha.

“Conversas de Moro com procuradores e ação de hacker serão investigadas. PF vai apurar ataque, enquanto Corregedoria abre procedimento sobre atuação de Dallagnol”. Manchete de capa do O Globo.

“Governo quer usar recursos do PIS/Pasep para fechar Orçamento. Plano é que o dinheiro não sacado, que pode chegar a R$ 20 bilhões, seja centralizado no caixa do Tesouro”. Manchete de capa do Estadão.

“Governo quer usar dinheiro do PIS para reduzir déficit. O governo estuda concentrar no Tesouro os recursos do PIS/Pasep não sacados pelos beneficiários em bancos federais, segundo informou ao Valor o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. A medida pode gerar alívio de R$ 20 bilhões nas contas públicas”. Manchete de capa do Valor Econômico.

📃 Editoriais do dia:

“Muito a esclarecer. Fariam bem o ministro Sérgio Moro e os procuradores envolvidos nesse escândalo, o primeiro, se renunciasse e, os outros, se se afastassem da força-tarefa, até que tudo se elucidasse”. Editorial do Estadão.

“Pelo devido processo. Mensagens oriundas de ato ilícito mostram comportamento às raias da promiscuidade. Trechos de mensagens privadas divulgados pelo site The Intercept sugerem que o juiz nem sempre observou a equidistância entre acusação e defesa. Deu dicas de estratégia processual aos procuradores sob o comando de Deltan Dallagnol, repassou-lhes o nome de um possível denunciante e cobrou-lhes pelo estio de operações policiais.” Editorial da Folha.

“As controversas mensagens entre Dallagnol e Moro. Faltam informações sobre contexto e sentido de conversas divulgadas de forma fracionada.” Editorial do O Globo.

“Cedae deixa de prestar bom serviço, mesmo obtendo lucro elevado. Apesar da boa saúde financeira da empresa, número de reclamações não resolvidas quadruplicou”. Editorial do O Globo.

“Cidades em movimento. Numa cidade como São Paulo, com 11 milhões de habitantes e 100 anos de crescimento descomunal e descontrolado, as soluções mais profundas passam por uma reformulação da malha urbana”. Editorial do Estadão.

“O pessimismo já alcança 2020. O ano está perdido e o próximo será pior do que se esperava, segundo previsões do BC”. Editorial do Estadão.

“O indomável PSL. Partido se notabiliza por desarticulação e preocupa o núcleo bolsonarista”. Editorial da Folha.

“Violência sobe de patamar e amplia custos da sociedade. Calcula-se que as despesas do país tenham um impacto equivalente a 6% PIB, sem falar na fuga de investimentos”. Editorial do Valor Econômico.

📃 Outros destaques:

“Conselho do MP investigará conduta de Dallagnol. Lava Jato. Presidente se reúne hoje com o ministro, enquanto conselho do Ministério Público vai investigar conduta de procurador; 2ª Turma do Supremo julga recurso de Lula”. Na capa do Estadão.

“Para Moro, não houve orientação. Ministro não confirma autenticidade de diálogos e Dallagnol vê ‘ataque gravíssimo’ à Lava Jato”. Na capa do Estadão.

“Diálogos constrangem Lava-Jato. O presidente Jair Bolsonaro convocou o ministro da Justiça, Sérgio Moro, para uma conversa hoje no Palácio do Planalto sobre as mensagens trocadas entre seu auxiliar e o procurador Deltan Dallagnol, que encabeça a Operação Lava-Jato”. Na capa do Valor Econômico.

“OAB recomenda afastamento temporário de Moro e Deltan após vazamento de conversas”. Na Folha.

“Bolsonaro evita caso Moro”. No Estadão.

“Líderes projetam Moro refém do presidente”. Na Coluna do Estadão.

“Segunda Turma do Supremo deve julgar pedido de liberdade de Lula nesta terça. Recurso começou a ser discutido em abril no plenário virtual da Corte”. No Estadão.

“Defesa pode alegar suspeição de juiz e tentar anular atos”. Na capa da Folha.

“2ª Turma deve decidir no fim de junho se Moro foi parcial ao condenar Lula”. No Estadão.

“Doria pede cautela sobre mensagens entre Moro e procurador da Lava Jato”. Na Folha.

“’Conversa privada é conversa privada’, diz Mourão sobre mensagens de Moro”. Na Folha.

“Filhos de Bolsonaro saem em defesa de Moro e criticam vazamento de mensagens”. Na Folha.

“Centro no twitter tende mais a #vazajato que a #EuApoioaLavaJato”. Na capa da Folha.

“Congresso deve autorizar União a obter crédito, afirma relator. Para aprovar empréstimo de R$ 248,9 bi, deputados querem recursos para o MCMV. Segundo o relator, o acordo para votar o crédito envolve a posterior liberação de R$ 2,8 bilhões adicionais para o Minha Casa Minha Vida, para a conclusão de obras no São Francisco e para a defesa civil, ações com as quais os parlamentares podem “faturar” politicamente.”. Na capa do Estadão.

“Cúpula do Congresso quer blindar PEC da Previdência. Notícias sobre diálogos entre Sergio Moro e Dallagnol podem levar a pressão contra ministro”. No Valor Econômico.

“Governadores devem formalizar apoio à PEC. Parecer sobre reforma será apresentado quinta-feira”. No Valor Econômico.

📃 Colunas e artigos:

“O julgamento da Lava-Jato. Ninguém gostaria de ser julgado por um juiz aliado da parte adversária”. Na coluna de José Casado, no O Globo.

“Paixões não ajudam. O pior caminho para analisar o caso é o das paixões do lavajatismo fanático ou do petismo cego.” Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

Tempestade. Caso é menos jurídico e mais político. É provável que Moro fique debaixo de chuvas e trovoadas.” Na coluna de Eliane Catanhêde, no Estadão.

“Sete meses após ‘pendurar’ a toga, Moro vê cair a capa de juiz imparcial. Conversas expõem a ‘operação mãos não tão limpas’ do ex-xerife da Lava Jato”. Na coluna de Ranier Bragon, na Folha.

“Repercussão política é a questão maior. Faltam informações sobre contexto e sentido de conversas divulgadas de forma fracionada”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Lava-Jato tem que estar longe da briga político-partidária. A Lava-Jato sempre temeu tentativas de enfraquecê-la, mas o maior golpe veio dela mesmo. Contudo, ela tem números incontestáveis”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Nada de ilícito em fundações como a da Lava-Jato. Se tal instrumento pode trazer mais eficiência, por que tanta resistência?”. Artigo de Antônio do Passo Cabral, professor da UERJ e procurador da República, no O Globo.

“A tragédia do normal. Relacionamentos promíscuos entre juízes e partes são normais demais. Moro tem muitas explicações a dar. Até sua nomeação para uma vaga no STF se tornou mais difícil.” Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“Divulgação de mensagens de Moro e Dallagnol leva a falso dilema. Debate polarizado da Lava Jato obriga a escolher entre atropelo e impunidade. Por isso, mais do que nunca, é preciso articular uma posição independente na qual se reconheça a gravidade do que foi revelado pela Operação Lava Jato, a atribuição da responsabilidade política de quem governava durante o período e a necessidade de que a investigação e o julgamento dos ilícitos aconteçam dentro dos parâmetros da lei e da Constituição, equilibrando o rigor e a proteção de direitos.” Na coluna de Pablo Ortellado, na Folha.

“Em início de crise, ministro fica isolado, e Lava Jato prova do seu próprio veneno. Moro só pôde contar com manifestações de militares com assento no governo”. Na coluna de Igor Gielow, na Folha.

“Conselho do Ministério Público rachou em relação a investigação de Dallagnol. Dos 14 integrantes do órgão, 4 encaminharam pedido para que a corregedoria investigue o procurador”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“A ilegalidade não tolera o jornalismo. Militância bolsonarista dá mostras explícitas de autoritarismo e ataca repórter”. Na coluna de Joel Pinheiro da Fonseca, na Folha.

“Mensagens abrem margem para suspender decisões de Moro, dizem especialistas. Lei cita suspeita de juiz que tiver aconselhado qualquer das partes; já ação por irregularidade esbarra em origem da prova”. Na coluna de José Marques, na Folha.

“Membros do Supremo e do STJ passaram a noite deste domingo (9) e todo o dia desta segunda (10) discutindo as implicações do material do The Intercept. Na avaliação de ministros, para o universo jurídico, uma confirmação do que veio à tona seria “a pá de cal moral no veredito de Lula”. Um integrante do STF diz que a lei é clara ao vedar orientação do magistrado às partes e que, pelas mensagens, Sergio Moro teria direcionado o trabalho dos procuradores em ao menos dois momentos –o mais explícito deles ao supostamente indicar uma fonte à acusação.” Na coluna Painel, da Folha.

“Manadas de WhatsApp. Lava Jato foi embate entre políticos corruptos e justiceiros”. Artigo de José Padilha, na Folha.

“A democracia bolsonarista. Há desprezo pela atividade política”. Na coluna de Carlos Andreazza, no O Globo.

“República dos toscos. Em enquete, 70% dos caminhoneiros respondem ser a favor do exame toxicológico”. Na coluna de Ancelmo Gois, no O Globo.

📃 Mais notícias:

“Reforma prevê Anhangabaú com cafés e pista de skate. Covas retoma projeto de Haddad para reformar área, com investimento de R$ 80 milhões”. Na capa do Estadão.

“Sob pressão, presidente da Funai pode deixar o cargo. Em reunião, ruralistas pediram a Bolsonaro para general Franklimberg deixar cargo pela segunda vez; presidente deve atender à solicitação”. Na capa do Estadão.

“D. João critica primo por ‘pauta conservadora’. Defensor do Estado laico e do suprapartidarismo, João Henrique de Orléans e Bragança, trineto de Pedro II, critica o apoio do primo, d. Bertrand, à pauta conservadora. “Não representa valores que temos desde d. Pedro I”, diz.” Na capa do Estadão.

“Venda de ações da Petrobrás pela Caixa pode movimentar R$ 7,2 bilhões”. No Estadão.

“Caixa venderá ações da Petrobras a investidores. Banco vai se desfazer de ações da Petrobras. Parte dos recursos pagará aportes ao Tesouro”. Na capa do O Globo.

“Governo quer usar PIS-PASEP para reduzir rombos nas contas”. Na capa da Folha.

“Telegram tem fama de seguro, mas é mais vulnerável que rivais”. No Estadão.

“Google faturou US$4,7 bi com notícias em 2018, diz estudo”. Na capa da Folha.

“Em dois anos, 56% dos usuários de drogas deixam tratamento”. Na capa da Folha.

“Dez candidatos para suceder May no Reino Unido”. Na capa da Folha.

“Processo de impeachment de Crivella não deve ir adiante”. Na capa do O Globo.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia em queda de -0,09%, a 97.734 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,15%, a R$ 3,89, e o euro, em baixa de -0,23%, a R$4,39.

Destaque histórico:

“Em 11 de junho de 1748, a Dinamarca adota a bandeira característica da cruz nórdica, adotada posteriormente por todos os outros países escandinavos”. Na Wikipedia.

👍Positivo:

“Ministério da Saúde reconhece legitimidade do uso do termo ‘violência obstétrica’”. No G1. 👎Negativo:

“Boletim Focus. Economistas reduzem previsão do PIB a 1%, abaixo de 2017 e 2018”. Na Isto É online.

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