Sinopse: desmatamento, acordo UE-Mercosul, reforma e BNDES são os destaques das manchetes

📰 UEBirô de ImprensaUE – Ano 2 – Número 234 – A 182 dias do fim do ano de 2019, UEhoje é terça-feira, 02 de julho de 2019UE (feriado cívico, na Bahia, relativo à guerra da Independência), 183º dia do ano, UEquando ultrapassamos a metade do ano de 2019UE.

Sinopse dos grandes jornais impressos que circulam nacionalmente

🖋UEEdiçãoUE: Sérgio Botêlho

📃 UEUEManchetes do diaUEUE:

“Desmatamento cresce 60% na Amazônia. Inpe mostra perda de 762,3km2 de mata em junho. Acumulado de 2019 é o pior registro desde 2016”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“União Europeia vai reduzir tarifas mais rápido que o Mercosul. Brasil negocia que acordo passe a valer após a ratificação pelo Legislativo do país, mesmo sem aprovação dos demais”. Manchete de capa da Folha impressa.

“Professoras devem ter regra de aposentadoria mais branda. Relator da Comissão Especial deve propor tempo mínimo de contribuição de 25 anos e salário integral aos 57”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“BNDES obtém ganho com ações de R$ 75 bi em 5 anos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve um ganho econômico de R$ 74,8 bilhões em cinco anos com empresas listadas na bolsa de valores das quais é sócio”. Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

“📃 UEUEEditoriais do diaUEUE:

É vital que reforma cubra toda a Federação. A possibilidade de estados e municípios não entrarem no projeto põe a população em risco”. Editorial do O Globo.

“Prefeitura não pode recuar sobre demolições de prédios na Muzema. Derrubada de seis edifícios condenados está suspensa por uma liminar da Justiça”. Editorial do O Globo.

“Corda bamba. Escândalo dos laranjas do PSL se agrava e complica ainda mais ministro do Turismo”. Editorial da Folha.

“Ciência nas sombras. Ajudaria se lideranças políticas e religiosas cessassem o envio de desinformação”. Editorial da Folha.

“Agora, o jeito é modernizar. Modernizar é mais do que nunca um imperativo, uma condição de sobrevivência e de crescimento imposta pelo acordo entre Mercosul e União Europeia”. Editorial do Estadão.

“Baixa competitividade. No estudo do IMD, o Brasil está à frente apenas da Croácia, da Argentina, da Mongólia e da Venezuela”. Editorial do Estadão.

“Bolsonaro nos passos do PT. Preocupação em relação às agências reguladoras foi manter a ingerência política”. Editorial do Estadão.

“Acordo com UE será primeiro teste para valer de abertura. Cabe agora ao governo ser ágil na remoção dos obstáculos que impedem a indústria de ser competitiva”. Editorial do Valor Econômico.

📃 UEUEOutros destaques de capaUEUE:

Mercosul-UE prevê elevação de tarifas em casos especiais. O acordo fechado por Mercosul e União Europeia (UE) prevê que os países dos dois blocos vão poder elevar tarifas caso haja “aumento inesperado e significativo” na importação de produtos agrícolas e industriais. A medida terá de ser temporária (dois anos, prorrogáveis por mais dois anos), mas poderá ser tomada até 18 anos após a entrada em vigor do tratado.” Na capa do Estadão.

“Relatório da MP 881 acaba com o eSocial. O relatório da Medida Provisória nº 881, conhecida como MP da Liberdade Econômica, inclui uma série de mudanças que não constavam da proposta original do governo, como o fim do e-Social”. Na capa do Valor Econômico.

“Medidas virão após a reforma da Previdência. O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, afirma que a aprovação da reforma da Previdência acrescentará 0,4 ponto percentual ao crescimento do PIB no primeiro ano após sua aprovação”. Na capa do Valor Econômico.

“Governo admite deixar estados fora da reforma. Diante da dificuldade de acordo com governadores, o Planalto já admite deixar estados e municípios fora da reforma da Previdência. Governadores que apoiam a inclusão não têm força para obter votos necessários à aprovação do texto. As negociações continuaram na noite de ontem, e hoje haverá outra reunião.” Na capa do O Globo.

“’Governo tem de dizer o que quer’. Para o ex-presidente do BNDES, que pediu demissão do cargo após críticas públicas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, o governo precisa dar uma orientação clara sobre o que pretende para o futuro do banco. Levy afirma que faltou planejamento sobre o processo de venda de ações e participações do BNDES. “É preciso saber o que fazer com o dinheiro. O governo tem de dizer o que quer.” Na capa do Estadão.

“Ex-ministros da Ciência lançam manifesto contra governo”. Na capa da Folha.

“Toffoli sobre manifestações: ‘Ministros têm que ter couro’. O presidente do STF minimizou pressão contra a Corte nos atos de domingo. “Quem está no Supremo tem que aguentar críticas”, disse Dias Toffoli. Deputados criticaram apoio de Bolsonaro às passeatas.” Na capa do O Globo.

“Dias Toffoli tenta blindar Supremo no Congresso. Diante de propostas contra o “ativismo judicial”, o presidente do STF intensificou encontros no Legislativo. Sobre a hipótese de a corte soltar o ex-presidente Lula, disse que os ministros têm “couro suficiente” ante pressões”. Na capa da Folha.

“CPI sugere punição de ex-presidente da Vale. A CPI do Senado sobre o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho vai sugerir o indiciamento de 14 pessoas – entre elas Fábio Schvartsman, ex-presidente da empresa –, além da própria mineradora e da Tüv Süd, responsável por auditar a área. A Vale e Schvartsman só se pronunciarão após a apresentação hoje do relatório do senador Carlos Viana (PHS-MG).” Na capa do Estadão.

“Senado arquiva caso do 82º voto em eleição”. Na capa do Estadão.

“Delcídio se aposenta com R$ 11 mil mensais”. Na capa do Estadão.

“Polícia Federal indicia trio por esquema de laranjas no PSL. A PF indiciou três assessores ligados ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, pelo esquema de candidaturas laranjas no PSL. Eles deixaram ontem a prisão.” Na capa do O Globo.

“PF indicia 4 candidatas do PSL no caso dos laranjas. A PF indiciou quatro candidatas do PSL de Minas nas eleições de 2018, suspeitas de integrar um esquema de campanhas de laranjas para desviar verba pública. A Folha revelou o caso em fevereiro. Também foram indiciados um assessor e dois ex-auxiliares de Álvaro Antônio (Turismo), que dirigia o PSL mineiro. Sob prisão temporária, eles foram soltos ontem.” Na capa da Folha.

“Planalto não cogita saída de ministro ‘neste momento’”. Na capa da Folha.

“Procurador é preso no Rio acusado de vender parecer. Acusado pelo MPF de dar parecer a favor de mudança no traçado do metrô do Rio em troca de propina de R$ 1,2 milhão, Renan Saad foi preso.” Na capa do O Globo.

“Peste suína valoriza ações de frigoríficos. A suspeita de que as autoridades de Pequim estariam reportando menos casos de peste suína do que os ocorridos de fato fez as ações dos frigoríficos brasileiros dispararem na bolsa”. Na capa do Valor Econômico.

“SP faz projeto para regularizar 45 mil camelôs. Permissões de trabalho para camelôs serão válidas por 90 dias e será admitido um ambulante por quarteirão fora das áreas de grande concentração. Hoje, 7 mil camelôs estão legalizados – número deve subir para 45 mil.” Na capa do Estadão.

“Pets já vão ao cinema e movimentam R$ 35 bi. A tendência de “humanização” dos animais de estimação ajudou a movimentar R$ 35 bilhões em vendas de produtos e serviços. Há 15 dias, um shopping de São Paulo realizou o CinePets, uma sessão de cinema em que os cães puderam acompanhar os donos”. Na capa do Valor Econômico.

“Para Huawei, ‘é crescer para sobreviver’. Instalado perto da montanha de Hu Yu, cortada pela Muralha da China, o centro de pesquisa e desenvolvimento da Huawei, em Pequim, tem 9 mil engenheiros. Nestes tempos de tensão com os EUA, a prioridade da empresa é crescer, disse ao Valor Arina Tian, diretora de marketing no Brasil”. Na capa do Valor Econômico.

“Prevista há anos, venda de remédio fracionado é rara. Contemplada em decreto de 2006, a venda pelas farmácias de medicamentos de forma fracionada, p ara o cliente comprar só o número necessário de comprimidos, não ocorre na prática. A indústria cita dificuldade de rastrear e controlar lotes.” Na capa da Folha.

“Paraty pode ganhar um título inédito. Município fluminense tenta se tornar o primeiro do país a virar patrimônio mundial da Unesco em categoria que une cultura e natureza. Contrapartida é a preservação.” Na capa do O Globo.

📃 UEUEColunas e artigosUEUE:

“Negar a política exige esforço de Bolsonaro. Jair Bolsonaro é um político profissional. Já passou 47% da sua vida no Legislativo, o triplo do tempo em que esteve no Exército, que o prendeu, processou e afastou por indisciplina. Mesmo assim, continua no autoengano da negação da política e esgrimindo uma suposta ignorância sobre o que diz a Constituição.”. Na coluna de José Casado, no O Globo.

“Filho de Mourão escolhido para marketing do BB tem nome contestado por falta de experiência”. Na coluna de Bela Megale, no O Globo.

“Amesquinhado, Moro senta-se no banco dos réus da Câmara. Ex-juiz vê, ouve e dá as mãos ao que de pior há no bolsonarismo”. Na coluna de Ranier Bragon, na Folha.

“Governo estimula manifestações que atacam o Congresso quando deveria concentrar energia na reforma da Previdência.” Na coluna de Eliane Cantanhêde, no Estadão.

“Nas ruas para quê? A ideia de que os domingueiros possam carregar o governo nas costas nunca pareceu tão distante”. Na coluna de Joel Pinheiro da Fonseca, na Folha.

“Conservadores exercem respeito seletivo a autoridade. Grupo tem se mostrado leniente com infrações de trânsito e crimes ambientais”. Na coluna de Pablo Ortellado, na Folha.

“A educação não precisa de polêmicas e muito menos de piadas. Fazer graça não ajuda a resolver o que só educação resolve.” Na coluna de Ana Carla Abrão, no Estadão.

“O Fundeb na agenda de urgências da educação. A educação é daquelas locomotivas da civilização que sempre demandam investimentos renovados para ultrapassar os desafios do caminho, muitos deles dinâmicos e até inesperados, e também para abrir novos trilhos para fazer avançar a História em bases humanísticas.” Artigo de Paulo Hartung,  economista, presidente da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ), foi governador do Espírito Santo (2003-2010 E 2015-2018), no Estadão.

“O real que ficou após a travessia. A inflação chegou a dois dígitos nos anos 1940, mas a ditadura militar, ao estabelecer a correção monetária, armou a bomba que só foi desarmada naquele 1º de julho. O Plano Real reduziu a inflação a um dígito, taxa que o país não havia visto por 50 anos.” Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Para procuradores, CNMP piorou o cenário. O projeto de abuso de autoridade deve chegar hoje à Câmara em um timing considerado ruim por procuradores. A decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) de arquivar o processo disciplinar contra o procurador Deltan Dallagnol serviu de presente a parlamentares que procuravam argumento para defender um projeto mais duro, avaliam.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“Em meio a crise de mensagens, procuradores pressionam Dodge a defender instituição”. Na coluna Painel, da Folha.

“TCU decidiu que a OAB comprovará o tempo de advocacia que poderá ser levado em conta para aposentadoria de alguns juízes e promotores. Um certo deep state teima em sabotar as reformas.” Na coluna de Pedro Fernando Nery, no Estadão.

“Ônus eleitoral afasta estados da reforma. A reunião de hoje do governador do Piauí, o petista Wellington Dias, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, provavelmente será infrutífera. Se resultar em acordo, com a inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência, será uma grata surpresa para todos, e um benefício para a economia do país, que terá uma organização horizontal do sistema de previdência.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Reforma é o caminho certo. Nova Previdência favorece o equilíbrio fiscal”. Artigo de Abram Szajman, presidente da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), na Folha.

“A missão da imprensa. É buscar as soluções que aos grupos em disputa pelo poder só interessa esconder…”. Artigo de Fernão Lara Mesquita, jornalista, no Estadão.

“Da carroça à Fórmula 1. Quem paga mais leva: nos próximos anos corrida deve continuar em São Paulo”. Na coluna de Alvaro Costa e Silva, na Folha.

“Para Irã, a lógica é ter bomba atômica como a Coreia do Norte. O Irã não tem armas atômicas, é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) e cumpria o acordo assinado com as grandes potências até hoje. Já a Coreia do Norte tem dezenas de bombas atômicas, sempre desrespeitou acordos internacionais e saiu do TNP. Em troca, o regime de Teerã é ameaçado pelos EUA enquanto o ditador da norte-coreano, Kim Jong-un, se encontra três vezes com Donald Trump”. Na coluna de Guga Chacra, no O Globo.

📊 UEUEMercadoUEUE: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 01, em alta de 0,47%, a 101.340 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,10%, a R$ 3,84, e o euro em baixa de -0,85%, a R$ 4,33.

⏳UEUEDestaque históricoUEUE:

“A partir da Conjuração Baiana (1798), pode-se afirmar que na Bahia, mais até que em Minas Gerais quando da Inconfidência Mineira (1789), estava arraigado na população o sentimento de independência em relação a Portugal. A Independência da Bahia foi um movimento que, iniciado em 19 de fevereiro de 1822 e com desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, terminou pela inserção da então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da Independência do Brasil.” Na Wikipédia.

👍UEUEPositivoUEUE:

“Balança comercial registra superávit de US$ 5,019 bilhões em junho. Valor é resultado de US$ 18,05 bilhões em exportações e de US$ 13,03 bilhões em importações”. No Valor Econômico.

👎UEUENegativoUEUE:

“Atividade industrial volta a recuar em maio, mostra pesquisa da CNI. A indústria continua mostrando dificuldades em sustentar sequência de dados positivos e está sem forças para uma retomada, diz a entidade”. No Valor Econômico.

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