Sinopse: crise econômica e social e novas revelações do The Intercept são os destaques das manchetes

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 225 – A 191 dias do fim do ano de 2019, hoje é domingo, 23 de junho de 2019, 174º dia do ano.

🖋Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Lava Jato articulou apoio a Moro em momento crítico. Mensagens mostram procuradores tentando ajudar juiz que vivia tensão com STF. Sérgio Moro para Deltan Dallagnol: ‘Tremenda bola nas costas da PF. E vai parecer afronta’. Deltan para Moro: Saiba não só que a imensa maioria da sociedade está com vc, mas que nós faremos tudo o que for necessário para defender Vc de injustas acusações’” Manchete de capa da Folha.

“Com crise, trabalhador perde até 16% da renda em 5 anos. Queda atingiu 5 de 9 setores pesquisados; construção, transportes e alimentação sofreram maiores perdas”. Manchete de capa do Estadão.

“Desemprego e violência tiram trabalhador qualificado do Rio. Entre estados, só de Roraima saem mais empregados com nível superior”. Manchete de capa do O Globo.

📃 Editoriais do dia:

“A hora dos juros. Piora da atividade econômica justifica uma taxa mais baixa”. Editorial da Folha.

“Dança das cadeiras. Propensão do governo Bolsonaro a criar instabilidade transparece, de modo mais frequente nos últimos dias, nas substituições prematuras de ministros e assessores graduados”. Editorial da Folha.

“Um ranking vergonhoso. O saneamento básico está longe de ser uma prioridade para a esmagadora maioria dos administradores públicos no Brasil”. Editorial do Estadão.

“Tapa-buraco mais rápido. Um dos pontos principais da nova postura adotada pela Prefeitura é o encurtamento de prazo para tapar os buracos, que passa a ser de 10 dias no máximo”. Editorial do Estadão.

“Um presidente para todos. Jair Bolsonaro deveria comportar-se como o presidente de todos os brasileiros”. Editorial do Estadão.

“Legislativo acerta ao debater a revisão do SUS. Administração por ‘organizações sociais’ pode aumentar prestação de serviços de hospitais públicos”. Editorial do O Globo.

📃 Outros destaques de capa:

“Congresso barra ‘agenda Bolsonaro’, mas apoia economia. Das 32 propostas enviadas pelo presidente, só três foram aprovadas. Apesar de impor derrotas a temas caros a Bolsonaro, como o decreto sobre armas, o Congresso tem levado adiante medidas na área econômica.” Na capa do O Globo.

Presidente critica parlamentares: ‘Querem me deixar como rainha da Inglaterra?’ .” Na capa do O Globo.

“Congresso quer tirar meu poder, diz Bolsonaro”. Na capa do Estadão.

“Congresso quer uma rainha da Inglaterra, diz Bolsonaro. O presidente disse ontem que o Legislativo quer transformá-lo em uma “rainha da Inglaterra”, que reina, mas não governa. “É o caminho certo?”, questionou, ao comentar projeto que transferiria a parlamentares as indicações para agências.” Na capa da Folha.

‘Governo e oposição me veem com bons olhos’. Ex-comunista, Marcelo Ramos (PL-AM), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, diz circular bem entre governo e oposição. ‘O governo me vê com bons olhos porque eu defendo a reforma. E a oposição, porque eu ataco o governo’, disse a Luiz Maklouf Carvalho”. Na capa do Estadão.

“Hotel de luxo e novas sedes no PSL versão 2019. Com bom resultado nas eleições do ano passado, quando elegeu 52 deputados, o partido do presidente Jair Bolsonaro viu sua verba no fundo partidário disparar. O PSL alugou novas sedes, ampliou seu quadro de pessoal e agora faz evento em hotel de luxo. O partido deve receber R$ 737 milhões até 2022.” Na capa do O Globo.

“Parada LGBT de SP celebra memória e conquistas em sua 1ª edição sob Bolsonaro”. Na capa da Folha.

“Sistema falido. Risco de liberdade a jovens perigosos. Uma análise de 282 processos de jovens que poderão ser beneficiados pela ordem do STF de conceder liberdade a menores do Rio, por causa das péssimas condições e da superlotação nos abrigos, mostra que 80% cometeram crimes graves. As decisões sobre soltura começaram a ser tomadas na semana passada.” Na capa do O Globo.

“CPI vê falhas em operações externas do BNDES. Criada para investigar empréstimos do BNDES, Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara já tem elementos para concluir que houve falha no financiamento de obras na Venezuela, em Cuba e em Moçambique, entre outros países. As operações foram feitas durante os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma. O banco nega problemas na concessão dos empréstimos”. Na capa do Estadão.

“Empresas pedem à Justiça proteção contra credores. Das 16 integrantes do “clube” das empreiteiras — como investigadores da Lava Jato apelidaram empresas que atuavam como cartel—, 9 pediram proteção à Justiça contra os credores, para reduzir dívidas e ampliar prazo de pagamento. Enfrentaram melhor a tormenta as que agiram rápido, admitindo seus crimes à Justiça.” Na capa da Folha.

📃 Colunas e artigos:

“Fim do mistério sobre quem pagou defesa de Adélio. O advogado resolveu assumir o caso de graça e inventou uma história. A motivação foi a mesma que o levou a defender gratuitamente Bola, o ex-policial que se envolveu no caso do goleiro Bruno. Zanone queria faturar com os holofotes de um caso supermidiático.” Na coluna de Lauro Jardim, no O Globo.

“Bolsonaro coroa debate sobre armas com distorções e trapaças. Em festival de enganações, presidente só oferece ao cidadão a opção de ‘se virar’”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Bolsonaro faz bem ao reconhecer que errou. A prática até aqui adotada, de entregar tudo ao Congresso e deixar que deputados e senadores se entendam e resolvam como achar melhor, pode parecer democrática porque valoriza o Poder Legislativo. Mas não é. Ela é resultado de uma mistura de preguiça com medo.” Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“Cercado de acólitos, Bolsonaro continuará escalando gente errada para a função errada.” Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

“É a credibilidade! Com bobagens, Bolsonaro a gastou rapidamente”. Coluna semanal de Marta Suplicy, na Folha.

“O terreno escorregadio da reeleição. Uma mesma pergunta sobre Trump e Bolsonaro intriga analistas políticos e exigirá tempo até ser desvendada por historiadores: independente da (des)qualificação para o cargo e das crises acumuladas até agora, são eles presidentes calculistas nos erros e acertos, ou improvisadores no poder? Difícil dizer qual seria a resposta mais inquietante.” Na coluna de Dorrit Harazim, no O Globo.

“Bolsonaro e a importância dada aos caminhoneiros. Supostamente para beneficiar os caminhoneiros, e outros motoristas profissionais, o presidente Bolsonaro enviou um projeto de lei ao Congresso alterando o Código Nacional de Trânsito em pontos relevantes: ampliou o tempo de validade das carteiras, aumentou o número de pontos para sofrer penalidades e acabou com a obrigatoriedade de exames toxicológicos. São medidas populistas, como o aumento do preço do frete, que não resolvem a questão em si, a crise do transporte rodoviário e a crescente presença de empresas de transportes, reduzindo o campo de atuação dos caminhoneiros autônomos. Uma profissão em decadência, mas que ainda pode parar o país.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Ainda sem saber o que liga o Exército ao bolsonarismo, estamos sob um teste novo do nosso futuro democrático e das perspectivas do país. As consequências que o Poder Judiciário der às transgressões de Sergio Moro vão indicar a determinação de sustentar o Estado de Direito ou a capitulação a um vale tudo irremediável, escancarando o país, ainda mais, ao que nele haja de pior.” Na coluna de Jânio de Freitas, na Folha.

“Uma viagem com Moro e Petra Costa. O ministro da Justiça não cabe no papel do juiz exibido em documentário. Petra Costa é cineasta, e Moro era juiz. O documentário tem um explícito viés simpático a Lula, mas não se deve cobrar imparcialidade a uma cineasta. Imparcial seria o juiz Moro. Era?” Na coluna de Elio Gaspari, na Folha.

“Anular tudo feito pela Lava Jato seria o fim do mundo. Decisão está com o STF.” Na coluna de Eliane Catanhêde, na Folha.

“Desemprego entre jovens é de 36% no Rio”. Na coluna de Ancelmo Gois, no O Globo.

“A perda imperdoável. Imagine se a ‘Mona Lisa’ queimasse e só restasse uma cópia digitalizada. A notícia sobre o incêndio nos depósitos da gravadora Universal, em Hollywood, em 2008, e cuja dimensão só se soube agora, ainda não repercutiu à altura. Nele perderam-se os masters de metal e as fitas magnéticas de 70% da música americana gravada a partir de 1925 e que estava em poder da Universal.” Na coluna de Ruy Castro, na Folha.

“Proposta atrapalhada. Aumento da tributação do lucro de instituições financeiras exemplifica confusão entre tamanho da empresa e do acionista”. Na coluna de Marcos Lisboa, na Folha.

“Educação e ressocialização. Estímulo ao estudo é política de segurança pública”. Artigo de Gilmar Mendes, ministro do STF, na Folha.

““Computadores contra a leitura. Para especialista, evidências sugerem que a proliferação de meios digitais pode ter impacto na formação do cérebro leitor”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“Valores universais estão em conflito no Brasil. Esse é o momento de entender o que nos une, nos separa, nos identifica e nos trouxe até aqui. Antes que nos acostumemos à banalidade do mal. Divisão no Brasil hoje não é entre esquerda e direita, mas sobre valores universais, como o meio ambiente e a autonomia da mulher”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo não funciona aos finais de semana.

Destaque histórico:

“Em 23 de junho de 1894, o francês Barão de Coubertin criou o Comitê Olímpico Internacional (COI) junto com representantes de 15 países. Provável autor de “o importante não é vencer, é competir”, ele resgatou a tradição olímpica dos gregos. Dois anos depois, em Atenas, começavam os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.” No portal Terra.

👍Positivo:

“Aos 19 anos, brasileiro é o mais jovem do mundo a passar no mestrado em Harvard”. Na Agência Estado.

👎Negativo:

“Dono da Havan pede ao SBT a demissão de Sheherazade”. No JB online.

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