Sinopse 28.07.2019: ameaça de prisão feita por Bolsonaro a Greenwald e investigações sobre hackers são os destaques das manchetes

? Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 260 – A 156 dias do fim do ano de 2019, hoje é domingo, 28 de julho de 2019, 209º dia do ano.

Sinopse da grande mídia impressa:

? Edição: Sérgio Botêlho

? Manchetes do dia:

“Bolsonaro diz que jornalista pode ‘pegar cana’ aqui. Presidente afirma que Glenn Greenwald, responsável pela divulgação de mensagens vazadas, corre risco de ser preso”. Manchete de capa da Folha impressa.

“Movimentação financeira dos hackers é foco da investigação. Bolsonaro diz que jornalista Glenn Greenwald, do site Intercept, ‘pode pegar uma cana aqui.”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“Só Centro-Oeste e Sul retomam ritmo da economia pré-crise. ‘Lanterna’, Sudeste sofre com desempenho do Rio e com números da indústria”. Manchete de capa do Estadão impresso.

? Editoriais do dia:

“Boas expectativas para o agronegócio. Sucesso dependerá crucialmente de pesquisa, investimentos em infraestrutura e condições de financiamento. Governo terá um peso determinante”. Editorial do Estadão.

“A chance de uma conjunção positiva para crescer. Boa perspectiva para a reforma, inflação baixa e possíveis cortes nos juros são alento para a economia”. Editorial do O Globo.

“Sínodo incomoda governo, que não possui um plano para a Amazônia. Retórica governista sobre suposta cobiça internacional na região ecoa uma fase do regime militar”. Editorial do O Globo.

“A exploração dos sem-teto. Velha cantilena de que mensalidades cobradas são destinadas apenas às despesas de manutenção dos imóveis não engana mais ninguém”. Editorial do Estadão.

“Questão de Estado. Trocas de mensagens entre autoridades continuarão vulneráveis caso estas se recusem a mudar seus hábitos”. Editorial do Estadão.

“Desigualdade global. Antes subestimados, efeitos da concentração de renda se fazem notar na política”. Editorial da Folha.

“Cerco ao cabide. Governo Bolsonaro acerta ao fixar critérios para o preenchimento de cargos”. Editorial da Folha.

? Outros destaques:

“Bolsonaro fala em ‘cana’ para Greenwald. Presidente diz que confia em ministro e sugere que jornalista pode ser preso; editor do The Intercept rebate: ‘comentários perturbados’”. Na capa do Estadão.

“Reação. Entidades e oposição veem ataque à liberdade de imprensa’”. Na capa do O Globo.

“Diplomacia. Nos EUA, Eduardo buscará parceiros para mineração”. Na capa do O Globo.

“Finanças Pessoais. Novas regras do FGTS: hora de discutir a relação”. Na capa do O Globo.

“Depoimento. DJ diz que Delgatti se vangloriou ao hackear Sergio Moro”. Na capa do O Globo.

“Presidente diz que, nos EUA, filho buscará mineradores. Segundo Bolsonaro, Eduardo, como embaixador, vai atrair parceiros para extração mineral em terras indígenas”. No O Globo.

“Petrobrás abastece cargueiros iranianos. O cargueiro Termeh seguiu para o Porto de Imbituba e o Bavand voltaria para o Irã, após Petrobrás cumprir decisão da Justiça”. Na capa do Estadão.

“Guarda-costas agora são digitais. Por pelo menos R$ 50 mil ao mês, empresas contratam “guarda-costas” digitais para proteger executivos de ataques na web. Plano pode incluir família e secretária.” Na capa do Estadão.

“Após gastar R$ 7 milhões, CNJ vai alugar prédio novo. Judiciário. Novo prédio do Conselho Nacional de Justiça tem 30,9 mil m² e aluguel de R$ 1,9 milhão/mês; falta de espaço e distância do STF justificam mudança, diz órgão”. Na capa do Estadão.

“Estudos ligam uso de redes a depressão entre jovens. Comportamento. Multiplicação de imagens que sugerem vidas perfeitas pode criar ansiedade e sensação de fracasso; pesquisa mostra que aumento do tempo de tela de adolescentes está associado ao surgimento de sintomas, principalmente entre as meninas”. Na capa do Estadão.

“Os novos boias-frias. Usinas começam a retomar plantio manual de cana e, para isso, contratam mão de obra mais qualificada que os antigos trabalhadores rurais.” Na capa do Estadão.

“Esquerda assume dificuldade para lidar com Bolsonaro. Após reveses, oposição diz que ficar refém da agenda econômica é um erro”. Na Folha

“MBL admite culpa por polarização no país e exagero em sua agressividade retórica. Líder diz que grupo quer ser ‘paz e amor’”. Na Folha.

“Discreto: Governador da Paraíba vira inimigo em remendo de Bolsonaro sobre nordestinos. Governador da Paraíba vira inimigo em remendo de Bolsonaro sobre nordestinos. ‘Atitude é inaceitável para um presidente’, diz. Na Folha.

“Reformulado, Mais Médicos terá bônus de produtividade”. Na capa da Folha.

“Não cabe a Moro decisão sobre destruir ou não mensagens, diz Bolsonaro”. Na Folha.

“Sem citar Promotoria do Rio, Bolsonaro fala em ‘crime’ na investigação do caso Flávio”. Na Folha.

“Bolsonaro defende carona a parentes em voo da FAB: Vou negar helicóptero e mandar de carro?”. Na Folha.

“Guerra jurídica deve selar destino de mensagens apreendidas da Lava Jato”. Na Folha.

“Juiz diz que há indícios firmes de que grupo de hackers cometeu ao menos três crimes”. Na Folha.

? Colunas e artigos:

“Relação pessoal. Nos últimos dias tivemos várias demonstrações do governo brasileiro de que não mede esforços para ter o apoio dos Estados Unidos. Desde o caso dos navios iranianos, que a Petrobras não queria abastecer com receio de sanções americanas, até a nomeação esdrúxula do filho de Bolsonaro para a embaixada dos Estados Unidos. A questão não é legal, é moral, é ética, de imagem do país.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Os papéis do superministro. Amanhã completam-se 50 dias desde que o site Intercept Brasil divulgou os primeiros diálogos da LavaJato. De lá para cá, a Polícia Federal identificou e prendeu os responsáveis por interceptar conversas de agentes públicos. As instituições parecem estar funcionando na apuração dos vazamentos. Falta se interessarem pelo teor das mensagens.” Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

“A questão do conteúdo dos grampos persiste. Os procuradores blindaram-se na recusa a comentar o que apareceu nos grampos. Muitos deles, como Sergio Moro, dizem que já apagaram os arquivos. Se o serviço da PF foi de primeira, essa blindagem é de quinta. A ideia de Moro de destruir as mensagens era primitiva e cheirou mal.” Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“A segunda facada. Qualquer erro na condução desse inquérito que resulte em parecer estar a serviço de Bolsonaro ou de Moro, e contra o PT, pode ser uma bomba atômica na reputação presidencial. E, claro, é preciso esperar um pouco para ver se Bolsonaro não vai queimar rapidamente esse capital acumulado com mais algumas das suas.” Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“Há uma competição macabra: quem é mais vítima, quem é mais criminoso nessa crise dos hackers. Agosto, mês das bruxas na política, vem aí com o País, Moro e Greenwald na fogueira”. Na coluna de Eliane Catanhêde, no Estadão.

“Mais sobre os vazamentos. Imprensa tratou a Lava Jato com condescendência e agora colhe os frutos”. Na coluna de Flávia Lima, na Folha.

“Tinta política se acumula no debate sobre hackers e mensagens. Embate sobre Moro e nome de Manuela acirram disputa partidária em torno do caso”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Nada de destruição. Queremos ouvir e ler o que Moro e Deltan diziam às escondidas”. Na coluna de Jânio de Freitas, na Folha.

“Porto Rico não é aqui. a partir de agora, Porto Rico deixa de ser este país dócil que aceita o que lhe é dado. Como se sabe, o detonador do despertar de agora foi o vazamento de 889 páginas de chats criptografados envolvendo o governador e 11 pessoas de seu círculo mais próximo. A decisão e a responsabilidade de divulgar a íntegra desse material politicamente demolidor foram de uma pequena mas perseverante equipe local, o Centro de Jornalismo Investigativo.” Na coluna de Dorrit Harazim, no O Globo.

“Brasil verde. Como a emergência está próxima, é de nosso interesse agirmos logo, por conta própria. Imaginem um país onde as praias, lagoas e rios são limpos. Onde todos têm acesso a esgoto e água corrente. Onde o ar que se respira é puro. Onde os alimentos são saudáveis. Onde a natureza é preservada e apreciada. Que tal? Um país assim melhoraria nossa saúde, qualidade de vida e autoestima, atrairia muito mais turismo, de maior poder aquisitivo, e viabilizaria a abertura de mais e melhores mercados para exportações.” Artigo de Armínio Fraga, na Folha.

“Bajuladores aplaudem patrimonialismo, nepotismo e ataques à ciência e à liberdade de imprensa.” Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

? Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) é fechada nos finais de semana.

Destaque histórico:

“Um dos maiores compositores de todos os tempos, Bach morre em 28 de julho de 1750, aos 65 anos. Ele nasceu em Eisenach, na Alemanha. Algumas de suas grandes obras são Paixão Segundo São Mateus, os Concertos Brandeburgueses, Cantata de Natal e O Cravo Bem Temperado.” No portal Terra.

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