Sinopse 22.07.2019: economia, sociedade, telefonia e reforma são os destaques das manchetes dos grandes jornais

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 254 – A 162 dias do fim do ano de 2019, hoje é segunda-feira, 22 de julho de 2019, 203º dia do ano.

*Sinopse da grande imprensa*

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Empresas captam ao menor custo no exterior desde 2014. Depois de cinco anos, empresas brasileiras estão captando recursos no exterior a um custo menor que o da média dos países emergentes. Nos últimos dias, pela primeira vez desde 2014, o prêmio médio das firmas de economias emergentes foi superior – 257 pontos-base”. Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

“Risco de morte da mulher sobe 8 vezes com a violência. Estudo analisou cerca de 800 mil notificações e 16,5 mortes em 2011 e 2016”. Manchete de capa da Folha impressa.

“Leilão da telefonia 5G pode movimentar R$ 20 bilhões. Previsão é do relator do edital e conselheiro da Anatel; metade desse valor deve ir para o caixa do governo”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“Alvo de reforma, custo da elite de servidores é o triplo dos demais. Salário inicial acima de R$ 20 mil, perto do topo da carreira, deverá sofrer mudanças”. Manchete de capa do O Globo.

📃 *Editoriais do dia*:

“Legislativo já debate o fim da estabilidade. É preciso cumprir a Constituição, que impõe parâmetros de produtividade e qualidade ao funcionalismo”. Editorial do O Globo.

“Mercosul precisa ser reestruturado para ter poder de competitividade. Governos têm de realizar, de forma rápida e coordenada, uma revolução organizacional”. Editorial do O Globo.

“Os impulsos do presidente. A esta altura, está mais do que evidente que Jair Bolsonaro não sabe agir com a impessoalidade que há de caracterizar o exercício da Presidência da República”. Editorial do Estadão.

“Varejo fraco, produção travada. O diagnóstico sombrio do Banco Central – a recuperação foi interrompida – é confirmado pelos números”. Editorial do Estadão.

“Informação e autonomia. Não há liberdade – não há exercício livre da cidadania – onde vige a ignorância ou onde as ‘fake news’ ditam o debate público”. Editorial do Estadão.

“Censura com filtro. Falas de Bolsonaro sobre Ancine mostram inclinação autoritária”. Editorial da Folha.

“Pagando o pato. Gigantes da tecnologia se tornaram gigantes de mídia e precisam prestar contas”. Editorial da Folha.

“Governo deve rever sistema de crédito direcionado do FGTS. Melhor seria criar incentivos, como remuneração mais alta aos cotistas, para quem transformar o FGTS em uma conta de capitalização individual”. Editorial do Valor Econômico.

📃 *Outros destaques*:

“Na Justiça, o drama de ser mãe no Rio. Juiz aponta criminalidade do Rio para tirar guarda de mãe carioca”. Na capa do O Globo.

“Projetos para a segurança ganham força em Assembleias. Projetos para combater violência crescem mais de 50% em assembleias legislativas”. Na capa do O Globo.

“Fogo amigo agora mira porta-voz de Bolsonaro. Agenda dos primeiros 200 dias de governo aponta que, ao rodar o país já eleito, presidente priorizou municípios em que saiu vitorioso nas urnas. Das 22 cidades visitadas, então candidato do PSL ganhou em 20 no 2º turno”. Na capa do O Globo.

“Violência contra mãe e filho no estádio. Após agressão, Ministério Público do Rio Grande do Sul vai investigar o caso”. Na capa do O Globo.

“Casos de hepatite viral têm alta de 20% em uma década. Casos da doença no Brasil aumentaram 20% na última década”. Na capa do O Globo.

“Nos TCEs, há quem ganhe mais do que o presidente. Gastos. Com “penduricalhos”, remuneração nos estados supera limite constitucional de R$ 39,2 mil; conselheiros ou auditores chegam a ganhar mais que o presidente Bolsonaro”. Na capa do Estadão.

“Entrevista. Capitão Augusto. ‘Há má vontade com o pacote anticrime’. Relator do projeto, deputado diz que atraso na votação acontece porque ‘há gente contra Sérgio Moro e a Lava Jato’”. Na capa do Estadão.

“Jabutis caem da reforma da Previdência do governo. A Câmara derrubou jabutis da proposta original da reforma da Previdência apresentada por Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes”. Na capa da Folha.

“Deltan receou comentar caso Flávio e questionou reação de Moro, apontam mensagens”. Na Folha.

“Posso ser demitido, mas INPE resistirá a ataques, diz diretor”. Na capa da Folha.

“PSL de Bolsonaro terá R$480 milhões se fundo for ampliado”. Na capa da Folha.

“80% dos presos brasileiros não têm documentos. Levantamento do CNJ alerta que falha impede exercício da cidadania; sem CPF, por exemplo, o detento não consegue nem estudar”. Na capa do Estadão.

“Bolsonaro privilegia bases eleitorais. Início de governo é marcado por atendimento de pautas de grupos que deram maior apoio à eleição do presidente, como militares e evangélicos”. Na capa do Estadão.

“Medida provisória amplia aposta em corridas de cavalos”. Na capa da Folha.

“CPMF exibe ‘currículo’ frustrante. A recriação de um tributo nos moldes da CPMF vai ocupar o centro do debate no segundo semestre. Uma nova versão do tributo, de alcance ainda mais amplo, deve integrar a proposta de reforma tributária do governo. No entanto, a experiência internacional comprova que o tributo tem vários problemas”. Na capa do Valor Econômico.

“Butantan pede R$ 1,8 bi ao BNDES. Referência nacional na produção de soros e vacinas, o Instituto Butantan caminha para fornecer, pela primeira vez, a vacina contra gripe para o mercado internacional”. Na capa do Valor Econômico.

“Meta difícil. Pedro Lima, presidente da 3 Corações, líder no setor de café torrado e moído do país, teme não atingir meta de faturar R$ 5 bilhões: crise, competição acirrada e preços em baixa”. Na capa do Valor Econômico.

“Extinção de multas do FGTS deve ser gradual. O governo pretende extinguir, em até cinco anos, a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) cobrada das empresas que demitem sem justa causa. O presidente Jair Bolsonaro admitiu ontem que a multa de 40% também pode ser revista no futuro”. Na capa do Valor Econômico.

“Brasileira Afya capta R$ 1,1 bi na Nasdaq. O grupo brasileiro de educação Afya, com foco em faculdades de medicina, captou US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão) com sua abertura de capital na Nasdaq, com demanda 14 vezes superior à oferta de ações”. Na capa do Valor Econômico.

“Promessa de vinhos. O empresário francês Philippe Rothschild, da PNR Import, promete ampliar a oferta de vinhos europeus e repassar ao consumidor a redução do Imposto de Importação. “O acordo União Europeia-Mercosul é a melhor notícia para o consumidor de vinhos dos últimos 50 anos”, disse”. Na capa do Valor Econômico.

“EUA acusam Venezuela de agir com agressividade. Guerra de versões. Venezuelanos dizem que aeronave entrou primeiro em área de voo controlada pelo aeroporto de Caracas, em uma violação da segurança aérea e de tratados internacionais; incidente teria ocorrido na sexta-feira, em espaço aéreo internacional”. Na capa do Estadão.

“País se alinha aos EUA, diz Bolsonaro sobre navios”. Na capa da Folha.

“Líder de Hong Kong vira alvo de ato violento. Mais de 430 mil pessoas saem às ruas do território pela renúncia de Carrie Lam”. Na capa do Estadão.

“Incêndio em área montanhosa de Portugal deixa ao menos 30 feridos”. Na capa da Folha.

📃 *Artigos e colunas*:

“Por que Jair Bolsonaro fala tanto? Arroubos de nacionalismo, grosseria e preconceito fazem barulho”. Na coluna de José Henrique Mariante, na Folha.

“Refúgio na galera. Estratégia de Bolsonaro é falar o que quer e correr para as ruas”. Na coluna de Leandro Colon, na Folha.

“Anotações a bordo. Pedalinhos, ambulâncias ou montado numa mula não são lugares ideais para se tomar notas”. Na coluna de Ruy Castro, na Folha.

“Reforma tributária. Desta vez é diferente? O incrementalismo marca mudanças na área, mas apoio congressual inédito cria janela de oportunidade”. Na coluna de Marcus André Melo, na Folha.

“Hiperativismo legislativo da Câmara. Maior autonomia do Congresso avança rapidamente”. Artigo de Lucio Rennó, professor do Instituto de Ciência Política da UnB, doutor em ciência política pela Universidade de Pittsburgh (EUA) e ex-presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (2015-2018), na Folha.

“Após ataque a governadores do NE, ato com Bolsonaro na BA é inflado com rivais do PT”. Na coluna Painel, da Folha.

“Chamado pelo presidente de “melancia” (verde por fora e vermelho por dentro), o general da reserva Luiz Rocha Paiva disse à Coluna que não se arrepende de ter classificado como “antipatriótico” o comentário de Jair Bolsonaro sobre o Nordeste e que continuará sendo aliado do capitão.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“Não foi Toffoli, foi Bolsonaro. A decisão a favor de Flávio foi um dos gestos mais claros contra a Lava Jato”. Na coluna de Celso Rocha de Barros, na Folha.

“O objetivo em comum de PT e Bolsonaro. Surge uma convergência entre os Bolsonaro e um ministro ligado ao PT porque os objetivos são comuns”. Na coluna de Fernando Gabeira, no O Globo.

“Simplificação é o mote da reforma tributária, mas o público em geral quer menos impostos.” Na coluna de Cida Damasco, no Estadão.

“Ezra Pound, poeta generoso que tanto ajudou Joyce, também colaborou com nazistas e fascistas.” Na coluna de Mario Vargas Llosa, no Estadão.

“FGTS é mais uma tentação para gastar. A liberação das contas seria boa. Mas receber uma quantia inesperada costuma ser a senha para muitos gastarem mais do que deviam”. Na coluna de Samy Dana, no O Globo.

📊 *Mercado*: Bolsa de Valores de São Paulo volta a funcionar nesta segunda-feira, 22, após o final de semana.

⏳ *Destaque histórico*:

“Em 22 de julho de 1944, termina a Conferência Internacional Monetária de Bretton Woods. O encontro estabeleceu a criação do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial e criou medidas para assegurar estabilidade monetária internacional e restringir a especulação com as moedas mundiais.” No portal Terra.

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