Sinopse 18.07.2019: saque do FGTS, intervenção de Moro em delações e imposto de transações são os destaques

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 250 – A 166 dias do fim do ano de 2019, hoje é quinta-feira, 18 de julho de 2019, 199º dia do ano.

Sinopse da grande imprensa

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Governo vai autorizar nos próximos dias saques do FGTS. Alternativas em análise chegarão a até 35% do saldo em contas ativas de menor valor”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“Liberação do FGTS pode fazer economia crescer 1,1% em 2019. Medida, que deve ser anunciada hoje, pode incluir contas ativas e inativas e deixar recursos da habitação de fora; antes da proposta, previsão de alta do PIB era de 0,81%”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“Moro interferiu em acordo com delatores da Lava Jato. Então juiz impôs condições a negociações em 2015, apontam mensagens”. Manchete de capa da Folha impressa.

“Imposto sobre transações pode ter alíquota de 0,6%. O Ministério da Economia vai propor, na tramitação da reforma tributária, a recriação do imposto sobre transações financeiras (ITF), com alíquota de 0,60%. A ideia é que o novo imposto substitua todos os tributos federais, com exceção do Imposto de Renda”. Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

📃 Editoriais do dia:

“É inaceitável obstruir contatos entre Coaf e MP. Precisa-se definir com clareza o relacionamento entre conselho e procuradores, mas sem separá-los”. Editorial do O Globo.

“A pressa de Toffoli. Decisão sobre investigações com dados do Coaf deve ser levada ao plenário do STF”. Editorial da Folha.

“Fazendo a América menor. Trump insiste na prática de apontar origem de adversários para desmerecê-los”. Editorial da Folha.

“Reflexos das agressões de Trump de cunho racista a democratas. O ensaio de uma dura campanha no ano que vem, quando o presidente busca a reeleição”. Editorial do O Globo.

“Enfim, medidas contra a crise. Com a liberação de dinheiro do FGTS e do PIS/Pasep, governo decidiu dar alguma atenção aos desempregados e aos empresários atolados na crise”. Editorial do Estadão.

“Os desafios da EU. Futura presidente do bloco terá de enfrentar questões como o Brexit, relações com os EUA e confirmação do acordo com o Mercosul”. Editorial do Estadão.

“A proteção da privacidade. Criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados é um passo para garantir direito que corre risco de extinção”. Editorial do Estadão.

“Telenovela do Brexit terá logo um novo protagonista. O governo britânico, que costumava ser dos mais pragmáticos e realistas, está atado a um dilema disfuncional”. Editorial do Valor Econômico.

📃 Outros destaques:

“Governo estuda saque anual nas contas do FGTS. O presidente Jair Bolsonaro analisa duas possibilidades para o saque de recursos do FGTS. O acesso parcial ao dinheiro das contas ativas seria uma espécie de 14º salário e seria permanente, repetindo-se todos os anos. A outra contemplaria apenas a liberação das contas inativas”. Na capa do Valor Econômico.

“O influente major Oliveira prevê batalha da Previdência. Alçado ao posto de ministro da Secretaria-Geral da Presidência há menos de um mês, mas com uma proximidade de anos com a família Bolsonaro, Jorge Oliveira admite a possibilidade de uma batalha jurídica em torno da reforma da Previdência”. Na capa do Valor Econômico.

“Volta progressiva. Após a reforma da Previdência, o país não será inundado pelo capital externo. Os recursos voltarão devagar, à medida que a economia mostrar recuperação. “O Brasil vai começar a aparecer em pesquisas mais técnicas. Isso vai trazer o investidor global que não estava nem olhando para o país”, diz Will Landers”. Na capa do Valor Econômico.

“As profissões que podem sumir com a automação. ‘Na era das máquinas, o emprego é de quem?’ pergunta um trabalho da Universidade de Brasília (UnB) sobre o avanço da tecnologia no mercado de trabalho brasileiro. A resposta é complexa, mas em resumo diz que boa parte das ocupações conhecidas serão radicalmente transformadas, ou mesmo extintas”. Na capa do Valor Econômico.

“Ataques racistas de Trump são autodestrutíveis. Na superfície, os ataques racistas feitos por Trump parecem autodestrutivos. A economia dos EUA está em alta. O objetivo de sua campanha à reeleição deveria ser ampliar sua base para incluir pessoas não brancas ou ao menos tranquilizar eleitores brancos moderados. Ainda assim, ele saiu espumando na direção oposta”. Na capa do Valor Econômico.

“Vendas de moda íntima reagem em meio à crise. A moda íntima deve ser o primeiro setor da indústria têxtil a mostrar crescimento neste ano, segundo levantamento da consultoria Iemi – Inteligência de Mercado. As vendas no varejo previstas para o ano são de 1,588 bilhão de peças, alta de 2,1% em relação a 2018”. Na capa do Valor Econômico.

“Plano individual de saúde pode voltar mais enxuto. De olho nos brasileiros atendidos pelo SUS, as operadoras de saúde querem voltar a vender planos individuais, porém mais segmentados. O objetivo é ampliar número de usuários, que encolheu em cerca de 3 milhões desde 2014. Empresas condicionam oferta a mudanças nas regras do setor.” Na capa do O Globo.

“MEC propõe parcerias para financiar universidades. Programa Future-se, que prevê captação, inclusive de recursos privados, de R$ 102 bilhões, irá ao Congresso após consulta pública.” Na capa do O Globo.

“MP reage a decisão de Toffoli; STF está dividido. Para Ministério Público, ato de Toffoli põe em risco investigações sobre lavagem de dinheiro no país. PGR estuda recorrer, e STF está dividido sobre o tema.” Na capa do O Globo.

“Bolsonaro: ‘Embaixadores não fizeram nada de bom’. O presidente Jair Bolsonaro disse, na Argentina, que os embaixadores do Brasil nos EUA “não fizeram nada de bom” desde 2003. Bolsonaro, que vai indicar o filho 03 para o posto, viajou com o 04.” Na capa do O Globo.

“Decisão de Toffoli já interfere em processos na Justiça. Relacionada ao caso de Flávio Bolsonaro, a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de condicionar o compartilhamento de dados de órgãos do governo a autorização judicial já interfere em casos na Justiça. Em SC, advogados apresentaram pedido para suspender processos. A defesa do médium João de Deus também vê margem para “questionamento”. Procuradores falam em prejuízo para investigações até de tráfico de drogas.” Na capa do Estadão.

“Planalto quer ‘Semana do Brasil’ com patriotismo e Black Friday. Comemorações estendidas pelo Sete de Setembro, promoções no comércio – numa “Black Friday brasileira” -e descontos em hotéis para estimular o turismo são ações para a “Semana do Brasil”, que o governo planeja para incentivar o patriotismo. Para atrair turistas estrangeiros, o slogan será“Brazil, visit and love us”. Agências de propaganda trabalham no projeto, que pretende também melhorar imagem externa de Bolsonaro.” Na capa do Estadão.

“OAB reage a PEC que acaba com adesão obrigatória. Associações de classe, como a OAB, tentam barrar no Congresso a “PEC dos conselhos”. O texto prevê que não poderão ser estabelecidos limites ao exercício de atividades profissionais nem ser obrigatória a inscrição em conselhos.” Na capa do Estadão.

“MEC quer usar até Lei Rouanet em fundo de federais. Programa Future-se, do MEC, prevê fundo único, de R$ 102 bilhões, para universidades federais – incluindo captação de R$ 1,2 bilhão via Lei Rouanet. O projeto propõe captação de recursos via doações e até “namingrights”.” Na capa do Estadão.

“Aliados querem ‘blindar’ Eduardo. Troca de integrantes em comissão do Senado tentaria evitar ambiente hostil em sabatina e votação do nome de Eduardo Bolsonaro para embaixada nos EUA.” Na capa do Estadão.

“PDT suspende Tabata e mais sete ‘infiéis’.” Na capa do Estadão.

📃 Artigos e colunas:

“Ao decidir tornar o filho embaixador em Washington, Jair Bolsonaro ignora que países não têm amigos, têm interesses.” Na coluna de William Waack, no Estadão.

“Na ânsia por mais recursos, os países mais ricos se atiram agora ao projeto de taxar as gigantes digitais. Conseguirão?”. Na coluna de Celso Ming, no Estadão.

“Ciro e PDT transformam caso Tabata em peça de propaganda. Ex-ministro busca primazia na esquerda, mas depende de ataques a outros personagens”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Tabata incomoda muita gente. Deputada conquistou, em pouco tempo, um protagonismo que não passa impune”. Na coluna de Mariliz Pereira Jorge, na Folha.

“Integrantes de Conselho do Ministério Público apostam em oito votos a seis por investigação de Deltan”. Na coluna Painel, da Folha.

“Depois de terem sido chamados de “partidos clandestinos” por Ciro Gomes, movimentos políticos se reuniram em Brasília para analisar a conjuntura. O balanço feito pelos dirigentes do Agora, Livres e Acredito (deste último, faz parte Tabata Amaral) é positivo: avaliam ter o apoio da opinião pública e acham que Ciro e Carlos Lupi tomaram o carimbo da velha política ao punir a parlamentar de 25 anos por ter votado pela reforma da Previdência. Na outra ponta, o PDT pensa em recorrer ao TSE questionando a atuação dos movimentos.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo fechou em leve alta de 0,08%, a 103.856 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,21%, a R$ 3,76, e o euro também em baixa de -0,07%, a R$4,22.

Destaque histórico:

“Em 16 de julho de 1841, D. Pedro II é coroado Imperador do Brasil aos 15 anos de idade.” No portal Terra.

👍 Positivo:

“Instagram deixa de mostrar número de curtidas das postagens”. Na Agência Brasil.

👎 Negativo:

“VÍDEO: pacientes encontram ratos na entrada do pronto-socorro de hospital público do DF”. No G1.

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