Sinopse 11.07.2019: aprovação da Reforma da Previdência na Câmara é destaque unânime das manchetes

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 244 – A 172 dias do fim do ano de 2019, hoje é sexta-feira, 12 de julho de 2019, 192º dia do ano.

Sinopse dos grandes jornais impressos que circulam nacionalmente

🖋Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Liderada por Maia, Câmara aprova com folga a reforma da Previdência. 379 deputados votaram a favor, e 131 contra. Destaques podem reduzir ganho fiscal de R$ 1 trilhão. Segundo turno está previsto para acontecer esta semana.” Manchete de capa do O Globo impresso.

“Liderada por Maia, Câmara aprova Previdência em 1º turno com 379 votos. Emendas e destaques dos partidos, que ainda podem alterar texto, serão analisados hoje; ganho previsto é de R$ 987,5 bilhões em 10 anos”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“Câmara aprova idade mínima para a Previdência por 379 votos a 131 votos. “Centrão, esta coisa do mal, é que está fazendo a reforma”, diz Rodrigo Maia antes de anunciar placar a favor do texto-base”. Manchete de capa da Folha impressa.

“Reforma é aprovada na Câmara. A Câmara dos Deputados aprovou, por 379 votos a 131, o texto principal da reforma da Previdência, que prevê que os homens só poderão se aposentar com, no mínimo, 65 anos de idade e as mulheres, com 62”. Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

“Ameaça do centrão faz Maia suspender votação da reforma após aprovar texto-base. Centrão se aliou à oposição e pretendia passar propostas que desidratariam o texto, que teve 379 votos a favor e 131 contra”. Manchete da hora da Folha online.

📃 Editoriais do dia:

“Uma boa reforma. Texto da Previdência é um avanço rumo à racionalidade orçamentária e à justiça social”. Editorial da Folha.

“O Congresso se impõe. O pacote anticrime, ao lado da reforma da Previdência, é uma das principais propostas legislativas do governo de Jair Bolsonaro”. Editorial do Estadão.

“A disputa por Hong Kong. É bom que Pequim tenha excentricidades políticas e econômicas postas à prova”. Editorial da Folha.

“Mercosul-UE amplia atenção com a preservação ambiental no Brasil. Qualquer deslize no trato com o meio ambiente representará grandes prejuízos às exportações”. Editorial do O Globo.

“Avanços e perda de oportunidade na reforma. Se idade mínima para a aposentadoria é positiva, redução de desníveis esbarrou nas corporações”. Editorial do O Globo.

“O que contém os preços. Por causa da baixa demanda, altas dos preços no atacado estão sendo repassadas apenas parcialmente para os preços ao consumidor”. Editorial do Estadão.

“Liberdade econômica, na medida. Na Medida Provisória 881, a MP da Liberdade Econômica, é preciso evitar a confusão entre ampliar a liberdade, restringir direitos e afrouxar de forma injustificável o poder de fiscalização do Estado”. Editorial do Estadão.

“Crise também prejudica investimento em inovação. Um país só pode investir pesadamente em inovação se sua população tiver educação de qualidade”. Editorial do Valor Econômico.

📃 Outros destaques de capa:

“Resultado é vitória pessoal de Rodrigo Maia. A equipe econômica liderada pelo ministro Paulo Guedes formulou proposta de reforma da Previdência ambiciosa, mas quem aprovou as medidas que tornam mais duras as exigências para aposentadoria e eliminam privilégios do funcionalismo foi o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Personagens da reforma: Os articuladores da aprovação. Maia, Marinho, Guedes e Lorenzoni foram fundamentais nas negociações pela reforma.” Na capa do Estadão impresso.

“A dissidente: Tabata enfrenta PDT e vota a favor. Apesar de PDT ter fechado questão contra reforma, oito deputados do partido declararam votos a favor”. Na capa do Estadão impresso.

“Partidos ameaçam expulsar deputados com voto dissidente”. Na capa da Folha.

“’Ou eu ou ele’, diz Covas sobre Aécio manter-se no PSDB”. Na capa da Folha.

“Investidor de longo prazo não investe em país que ataca as instituições”. De Rodrigo Maia, na capa do O Globo.

“’Um será terrivelmente evangélico’. De Jair Bolsonaro ao falar sobre quem pretende indicar ao STF”. Na capa do Estadão.

“Bolsonaro diz que indicará para o STF ministro ‘terrivelmente evangélico’”. Na capa da Folha.

“Negociações no Congresso: Deputados terão mais verbas. Recursos fazem parte da negociação do Planalto, que prometeu R$ 40 milhões; deputados, porém, querem R$ 10 bilhões para usar em suas bases eleitorais”. Na capa do Estadão impresso.

“Entrevista: Felipe Salto (diretor da Instituição Fiscal Independente do Senado Federal): “É preciso abrir uma avenida de ajustes que podem ser feitos na questão fiscal”, diz.” Na capa do Estadão impresso.

“Bolsa bate recorde antes mesmo da votação. Os mercados viveram ontem clima de quase euforia graças a boas notícias nos EUA e à expectativa de aprovação da reforma da Previdência em votação de 1º turno na Câmara. O Ibovespa bateu novo recorde ao subir 1,23%, para 105.817 pontos. O dólar caiu 0,99%, para R$ 3,756, menor nível desde 28 de fevereiro”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Regras fiscais devem ter um novo desenho. Um novo arcabouço institucional para as regras fiscais brasileiras começou a ser discutido pela Câmara dos Deputados com representantes do governo. O objetivo é construir uma proposta que compatibilize a chamada “regra de ouro” das finanças públicas com o teto de gastos”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Aposta nas rodas. Enquanto não houver carros voadores, a roda continuará sendo peça importante na indústria de veículos. E a Iochpe Maxion, empresa brasileira, seguirá sendo a maior fabricante de rodas do mundo, com receita anual de R$ 9,6 bilhões. É o que espera Marcos Oliveira, presidente da empresa”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Ibirapuera terá novo museu e deques. Administração. Empresa detalha propostas, como uma ‘vacina’ a boatos sobre o futuro do parque nas redes sociais; obras em marquise e situação de ambulantes continuam em aberto. Grupos da sociedade civil, porém, mantêm críticas ao modelo adotado”. Na capa do Estadão.

“Entidades reagem a fundo de R$ 3,7 bi. Eleições. Presidente da Câmara defende reajuste do porcentual do Fundo Eleitoral, que deve alcançar R$ 3,7 bi; entidades questionam ampliação dos gastos das campanhas”. Na capa do Estadão.

“Venezuelanas são obrigadas a se prostituir no Caribe. Crise regional. Jovens são atraídas com promessa de que terão comida e emprego, mas são levadas para bordeis onde ficam presas até pagar despesas; soldados da Guarda Nacional Bolivariana foram detidos, indicando envolvimento de funcionários do chavismo”. Na capa do Estadão.

“Avianca arrecada R$ 560 mi em leilão que pode ser nulo. Sub judice. Aérea vende autorizações de pousos e decolagens para Gol e Latam, mas certame pode ser cancelado porque espaços não são considerados de sua propriedade; agência reguladora já tem autorização judicial para distribui-los a outras companhias”. Na capa do Estadão.

“’China freia transição econômica’. O conflito comercial com os Estados Unidos levou a China a colocar em compasso de espera o processo de transição de sua economia de um modelo voltado para investimento público e exportação para outro baseado no estímulo ao consumo interno”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Claro absorve os serviços e marca da NET. A América Móvil, do magnata mexicano Carlos Slim, inicia hoje a consolidação de suas principais operações no Brasil. A Claro, que oferece serviços de telefonia celular, vai absorver a NET, do segmento de TV por assinatura e banda larga”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Cotonicultores vão à Justiça contra Monsanto. A Associação dos Produtores de Algodão do Mato Grosso inicia hoje na Justiça Federal um processo contra a americana Monsanto (adquirida pela alemã Bayer em 2018) pedindo a anulação da patente da semente geneticamente modificada Bollgard II RR Flex, uma das mais utilizadas no país”. Na capa do Valor Econômico impresso.

“Doria corta ônibus fretados de alunos da rede estadual. O governo João Doria (PSDB) retirou do transporte escolar milhares de alunos de unidades estaduais de ensino em São Paulo. A gestão atribui o ajuste à necessidade de tirar estudantes que não se encaixam nas regras do programa.” Na capa da Folha.

“Governo propõe projeto que limita conselhos profissionais”. Na capa da Folha.

“Procuradoria abre inquérito para apurar Fundo Amazônia”. Na capa da Folha.

📃 Colunas e artigos:

“Bolsonaro tem a dimensão de Collor. Todos os movimentos do presidente na reforma foram para oferecer privilégios”. Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“Claro que a Lava-Jato exagera. Os ‘recursos não contabilizados’ viraram lavagem de dinheiro. Caixa 2 passou de infração eleitoral para crime grave”. Na coluna de Carlos Alberto Sardenberg, no O Globo.

“Congresso mudou, mas a mais profunda alteração é o amadurecimento da sociedade.” Artigo de José Roberto Savoia, professor da Faculdade de Engenharia e Arquitetura da USP, no Estadão.

“Algo mudou no debate e a esquerda nem percebeu”. Na coluna de Igor Gielow, na Folha.

“Uma vitória para o governo, e não do governo”. Na coluna de Leandro Cólon, na Folha.

“Reforma é ampla, mas impacto fiscal será menor do que o governo previa”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Deputados mostram visão liberal da economia”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Presidente quer atropelar o Estado laico e dar poder aos pastores”. Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

“Foi um imenso triunfo de Rodrigo Maia”. Na coluna de Vinícius Torres Freire, na Folha.

“É fim da Previdência Social no Brasil”. Artigo de Marcus Orione, na Folha.

“Os Estados e municípios, com buracos explosivos, deveriam estar na reforma.” Artigo de Raul Velloso, no Estadão.

“A reforma tributária, que deveria ser a próxima prioridade do governo, está atrasada.” Na coluna de Zeina Latif, no Estadão.

“O fato a ser registrado é o razoável consenso sobre uma reforma necessária, mas insuficiente.” Na coluna de William Waack, no Estadão.

“Oposição fica isolada com placar folgado”. Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“O presidente da Câmara, até agora, vem se cacifando como fiador da agenda econômica no Congresso e “player” político independente do Planalto, fora da área de controle do bolsonarismo.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“Maia dá avisos ao governo, e aliados veem anúncio de agenda própria do Congresso”. Na coluna Painel, da Folha.

“Outra eleição se inicia para país nenhum. Campanha de 2022 já começou, mas veremos se sobrará nação para o vencedor”. Na coluna de Roberto Dias, na Folha.

“Quer pagar quanto? Talvez esteja na hora de Bolsonaro construir um cadastro positivo para governar. A desconfiança que semeou entre os colegas da política faz com que o governo tenha que desembolsar hoje valores mais altos em emendas parlamentares do que Michel Temer e Dilma Rousseff fizeram em votações relevantes no passado.”. Na coluna de Mariana Carneiro, na Folha.

“Diga não às drogas. Jura? Nova campanha do governo é datada e ineficiente. É cópia purinha da frase que marcou a Guerra Contra as Drogas, nos EUA, na década de 1980. Just Say No, lembra-se? Datada e ineficiente”. Na coluna de Mariliz Pereira Jorge, na Folha.

“O tempo do IVA já passou. Tributo teria sido bom para o Brasil dos nossos avós. A prioridade indiscutível da reforma da Previdência tem desviado a atenção de outra igualmente relevante: a tributária.” Artigo de Flávio Rocha, presidente do Conselho de Administração da Riachuelo, na Folha.

“A real fonte do problema. Não há reforma possível sem atacar o gasto público”. Artigo de Fernando Aurelio Zilveti, professor do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT), na Folha.

“Milagre brasileiro. A reforma é quase um milagre porque nosso sistema político é disfuncional”. Na coluna de Fernando Schüler, na Folha.

📃 Mais notícias:

“Carlos é ‘traumatizado’ por atentado contra o pai, diz Heleno. Ministro rebateu crítica do vereador, filho de Bolsonaro, ao trabalho do GSI no caso da prisão do militar na Espanha”. No Estadão.

“Jornalista foi correspondente internacional e âncora de TV. Paulo Henrique Amorim morreu aos 76 anos, no Rio, vítima de enfarte; ele estava desde 2003 na TV Record”. No Estadão.

“Mestre da dialética, sociólogo Francisco de Oliveira morre aos 85 anos”. Na Folha.

“Relator da Previdência no Senado articula PEC para incluir estados e municípios na reforma”. Na Folha.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quarta-feira, 10, em alta de 1,63%, a 105.234 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -1,37%, a R$ 3,76, e o euro fechou também em baixa de -0,94%, a R$ 4,23.

Destaque histórico:

“Em 11 de julho de 1895, os irmãos Auguste e Louis Lumière demonstram a tecnologia cinematográfica aos cientistas.” Na Wikipedia.

👍Positivo:

“Estudantes de Taguatinga-DF são premiados em torneio mundial de robótica. Equipe de estudantes de Taguatinga conquistou prêmios em duas categorias de torneio mundial de robótica, em Sydney, na Austrália”. No Correio Braziliense.

👎Negativo:

“Amazônia perde ‘um campo de futebol’ de floresta por minuto”. Na BBC News.

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