Sinopse 06.08.2019: Guerra comercial EUA-China e ações de Bolsonaro são destaques das manchetes da grande imprensa

? Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 269- A 147 dias do fim do ano de 2019, hoje é terça-feira, 06 de agosto de 2019, 218º dia do ano.

Sinopse da grande mídia impressa:

? Edição: Sérgio Botêlho

? Manchetes do dia:

“Guerra comercial se agrava, e mercados refletem tensão. China desvaloriza moeda em resposta aos EUA e derruba Bolsas pelo mundo”. Manchete de capa da Folha impressa.

“China move câmbio e abala mercados. Em mais um capítulo da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, a China desvalorizou sua moeda em 1,56% em relação ao dólar. A depreciação do yuan abalou os mercados mundo afora, aumentando as tensões quanto à perspectiva de desaceleração adicional do comércio e da economia mundiais”. Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

Bolsonaro quer novo projeto para respaldar ação de policiais. Para presidente, criminosos ‘vão morrer igual barata’ com isenção de punição em confronto”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“‘Governadores do Nordeste agem para dividir o País’. Ao ‘Estado’, Bolsonaro diz ainda que o futuro chefe do Ministério Público não pode ser um ‘xiita ambiental’ e que a Amazônia é alvo de interesses desde o Descobrimento”. Manchete de capa do Estadão impresso.

? Editoriais do dia:

“Mercados têm forte correção com temor de guerra cambial. Os mercados agora apostam em mais cortes de juros do Fed e contam com nova rodada de estímulos na zona do euro”. Editorial do Valor Econômico.

“Entulho burocrático. Governo acerta ao simplificar normas obsoletas que regulam segurança no trabalho”. Editorial da Folha.

“Comissão esvaziada. Bolsonaro desfigura entidade encarregada de listar vítimas da ditadura militar”. Editorial da Folha.

“A pauta que interessa. Os arroubos presidenciais não têm abalado o ambiente no Congresso, que retoma seus trabalhos hoje, para tocar os projetos de interesse do País”. Editorial do Estadão.

“Ganhador certo, o Tesouro. Com a taxa básica reduzida de 6,50% para 6%, o governo terá um custo menor para rolar a enorme dívida pública”. Editorial do Estadão.

“Uma novidade promissora. Decorridos mais de seis meses da nova legislatura é possível afirmar que ela é muito diferente da legislatura anterior”. Editorial do Estadão.

“Segurança jurídica é abalada por inquérito no STF. Investigação feita pelo Supremo aguça divisões, e a PGR registra que STF vira ‘tribunal de exceção’”. Editorial do O Globo.

“O Rio é prova do erro de não se estender reforma à Federação. Crivella pede aos vereadores mais recursos para aposentadorias e pensões, mas este poço é sem fundo”. Editorial do O Globo.

? Outros destaques:

“Governo quer Previdência votada até o mês que vem. A Câmara dos Deputados deve concluir nesta semana a votação da reforma da Previdência. A expectativa do governo é de que o Senado aprove o texto, também sem mudanças, entre 20 e 30 de setembro, o que o tornaria apto para promulgação. Havia um receio de que parlamentares pudessem sofrer pressões de suas bases durante o recesso parlamentar.” Na capa do Estadão.

“Bolsonaro usa Cade para obter apoio do Senado. Jair Bolsonaro (PSL) cedeu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a indicação de nomes para dois dos quatro assentos em aberto no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). A negociação é vista como afago à Casa, que assume a condução da Previdência e vai sabatinar Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos EUA.”. Na capa da Folha.

“Vagas no Cade viram moeda de troca. A provável indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como embaixador do Brasil nos EUA e a necessidade da aprovação de seu nome pelo Senado Federal acabou paralisando o Cade, que está sem quórum mínimo para julgar as operações de compra e venda de empresas feitas no país”. Na capa do Valor Econômico.

“Congresso votará só uma reforma tributária, afirma Alcolumbre”. Na capa da Folha.

“Caixa libera cronograma de saques do FGTS. Saque-aniversário veda acesso ao valor integral da conta em caso de demissão. A Caixa liberou o cronograma de pagamento do FGTS para o saque emergencial de R$ 500 e o saque-aniversário. Correntistas do banco serão os primeiros beneficiados. Quem optar pelo saque-aniversário, a partir de 2020, e for demitido não poderá retirar todo o saldo da conta vinculada imediatamente”. Na capa do O Globo.

“Saque do PIS começa este mês; FGTS, em setembro”. Na capa do Estadão.

“Saque do FGTS começa em 13 de setembro para poupadores da Caixa”. Na capa da Folha.

“MP torna permanente o adiantamento do 13º do INSS. Governo quer assegurar calendário fixo para o pagamento da primeira parcela do 13º do INSS, feito por decreto desde 2006.” Na capa do O Globo.

“Dinheiro do FAT pode ir para bancos. Além de reduzir repasses do FAT ao BNDES, a equipe econômica quer permitir que bancos privados tenham acesso aos recursos. Hoje, o Fundo transfere anualmente algo entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões ao banco estatal. Em 30 de junho, o estoque no BNDES estava em R$ 281,36 bilhões” Na capa do Valor Econômico.

“Combustíveis terão venda direta. O governo pretende aplicar um “choque de concorrência” para reduzir o preço dos combustíveis no país. Relatório elaborado pelo Ministério da Economia recomenda que atacadistas e usinas sejam autorizados a vender combustíveis diretamente aos postos”. Na capa do Valor Econômico.

“Planalto veta campanha do pacote anticrime. A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) vetou mais uma propaganda oficial, informa BELA MEGALE. Desta vez foi a gravação da campanha de defesa do pacote anticrime com homem baleado por fazendeiro. Para a Secom, a história vai contra a bandeira do governo de flexibilizar o uso de armas no campo.” Na capa do O Globo.

“Militar assume o Inpe como diretor interino. Anunciado como novo diretor do Inpe, o oficial da Aeronáutica Darcton Damião ficará na função até a elaboração de lista tríplice da qual sairá o nome definitivo. O Sistema Deter, um dos pivôs da exoneração de antecessor de Damião, mostrou aumento de 304% no desmatamento na Amazônia em julho.” Na capa do O Globo.

“Coronel promete ‘transparência total’ no Inpe. O coronel da reserva da Aeronáutica Darcton Policarpo Damião assume a direção do Inpe prometendo “transparência total”. Ele disse ao Estado que “ninguém vai esconder dado nenhum, até porque não se consegue fazer isso”. Damião substitui Ricardo Galvão, que foi exonerado após se envolver em polêmica com Jair Bolsonaro sobre o desmatamento na Amazônia.” Na capa do Estadão.

“‘Maus brasileiros’ divulgaram dados mentirosos, diz presidente. Jair Bolsonaro declarou, dias após a exoneração do diretor do Inpe, que “maus brasileiros” divulgaram “números mentirosos” sobre o desmate na Amazônia. Na sexta, ele anunciou Richard Rasmussen, que acumula infrações ambientais, como embaixador de ecoturismo.” Na capa da Folha.

“MP apura ‘rachadinha’ em gabinete de deputado. Coronel Nishikawa, do PSL, é investigado por suspeita de desviar salários de assessores”. Na capa do Estadão.

“Após dias foragido, bilionário Walter Faria se entrega. O controlador do Grupo Petrópolis, Walter Faria, se entregou ontem à Polícia Federal em Curitiba, depois de permanecer foragido por cinco dias. Ele é o principal alvo da Operação Rock City, 62ª fase da Lava Jato, deflagrada na última quarta (31).” Na capa da Folha.

“PM tira torcedor de clássico após canto contra Bolsonaro”. Na capa da Folha.

“Cresce número de mulheres nas Forças Armadas. Instituições historicamente marcadas pela presença do gênero masculino, as Forças Armadas colocaram em ação iniciativas para aumentar a participação feminina em todos os níveis da cadeia de comando”. Na capa do Valor Econômico.

“120 municípios têm metade dos homicídios do país. Apenas 2,1% das cidades concentraram 50% dos 65.602 homicídios ocorridos no país em 2017. Foram registradas 32.801 mortes em 120 dos 5.570 municípios, a maior parte em regiões metropolitanas. Os dados são do Atlas da Violência 2019.” Na capa da Folha.

“China desvaloriza a moeda e derruba os mercados. Em resposta às novas tarifas comerciais anunciadas pelos EUA, a China desvalorizou sua moeda, o yuan, para a cotação mais baixa em relação ao dólar desde 2008, medida que favorece suas exportações. O presidente americano, Donald Trump, atacou a manipulação do câmbio, enquanto os mercados no mundo desabavam com a escalada na tensão comercial. O Ibovespa teve sua maior queda desde maio.” Na capa do O Globo.

“Briga EUA-China derruba Bolsas; dólar vai a R$ 3,96. Quatro dias após Donald Trump anunciar tarifa de 10% sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses, a China desvalorizou sua moeda. O temor de que a disputa comercial entre os dois países inclua uma guerra cambial desestabilizou os mercados. No Brasil, o Ibovespa caiu 2,51%. O dólar avançou 1,66% e atingiu R$ 3,96, a maior cotação desde 30 de maio.” Na capa do Estadão.

“Embate entre EUA e China coloca Brasil em cenário adverso. Disputa deve se estender, afetando ritmo de crescimento global”. No Valor Econômico.

“Depreciação do yuan tem limite, diz Pettis. A China pode continuar desvalorizando o yuan em relação ao dólar, mas há limites. Segundo Michael Pettis, economista americano radicado em Pequim, a depreciação contínua, ao encarecer os produtos importados, reduz o consumo interno e adia a transição da economia chinesa”. Na capa do Valor Econômico.

? Colunas e artigos:

“Bolsonaro tem estilo ruim para a economia”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Inpe também foi pedra no sapato de Lula”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

? Mercado: A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 05, em baixa de 2,51%, a 100.098 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 1,67%, a R$3,96, e o euro também em alta de 2,57%, a R$ 4,43.

Destaque histórico:

“Em 6 de agosto de 1945, a cidade japonesa de Hiroshima é destruída pela primeira bomba atômica detonada pelo homem como arma de guerra. A bomba foi lançada de um avião americano modelo B-29, batizado de “Enola Gay”.” No portal Terra.

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