Sinopse 04.07.2019: Reforma da Previdência é tema de destaque nas manchetes dos grandes jornais

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 236 – A 180 dias do fim do ano de 2019, hoje é quinta-feira, 04 de julho de 2019, 185º dia do ano.

Sinopse dos grandes jornais impressos que circulam nacionalmente

🖋Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Bolsonaro tenta ajudar policiais na reforma e proposta é recusada. Presidente propõe mudanças para suavizar regras de aposentadoria, mas a própria categoria não aceita”. Manchete de capa do Estadão impresso.

“Relator cede a pressões para acelerar votação da reforma. Bolsonaro interveio a favor de policiais federais, mas oferta foi rejeitada pela categoria”. Manchete de capa do O Globo impresso.

“Divergência sobre policiais atrasa votação da reforma. Em um vai e vem nas negociações sobre a reforma da Previdência, os deputados chegaram a fechar um acordo em torno de regras mais brandas para a aposentadoria de policiais federais. À noite, porém, o relator da proposta rejeitou alterações e manteve as regras originais do texto sobre o tema”. Manchete de capa do Valor Econômico impresso.

“Nunca sofri coação, afirma empresário delator de Lula. Ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro nega pressão de procuradores da Lava Jato”. Manchete de capa da Folha impressa.

📃 Editoriais do dia:

“Casos do ‘laranjal’ e de Queiroz têm de ser resolvidos. Bolsonaro se elegeu com a promessa de combater a corrupção e não pode fingir que nada acontece a seu lado”. Editorial do O Globo.

“Cúpula militar da Venezuela se expõe na conivência com a tortura. Comissão de Direitos Humanos da ONU é impedida de verificar condições de presos políticos”. Editorial do O Globo.

“A boa batalha. O Estado irá se insurgir, por meio dos instrumentos que as leis e a Constituição oferecem, contra toda e qualquer agressão à liberdade de imprensa. Assim tem sido há 144 anos”. Editorial do Estadão.

“A bendita herança cambial. A importância fica mais clara quando se compara o financiamento no Brasil com outros emergentes”. Editorial do Estadão.

“Um espetáculo deprimente. O ministro Sérgio Moro e deputados protagonizaram espetáculo deprimente na CCJ”. Editorial do Estadão.

“Real, 25. Como no lançamento da moeda; conserto da economia depende de acerto político”. Editorial da Folha.

“Remédio na conta. Vantagens da venda fracionada são maiores que os riscos apontados pela indústria”. Editorial da Folha.

“Projeto de reforma recebe pressão renovada de lobbies. Deixou-se de lado por questões paroquiais da politicagem, a inclusão de Estados e municípios na reforma, que pouparia a eles R$ 350,7 bilhões em uma década”. Editorial do Valor Econômico.

📃 Outros destaques de capa:

“‘Pacto’ entre os Poderes acaba após 5 semanas. Embate. Presidente diz em cerimônia militar que ‘política mudou’ e cobra ‘exemplo’ dos outros Poderes; proposta apresentada por Toffoli foi rechaçada pelo Legislativo”. Na capa do Estadão.

“Presidente diz que não é preciso pacto formal de Poderes. Jair Bolsonaro afirmou que “a política mudou” e disse que não é necessário “pacto assinado no papel” para que Executivo e Legislativo caminhem juntos. O documento que o governo chegou a negociar com os dois Poderes travou e não foi assinado.” Na capa da Folha.

“‘Mais imposto não é reforma’. Texto da reforma da Previdência acaba com isenção de pagamento sobre exportações, e bancada ruralista quer que item saia do projeto”. Na capa do Estadão.

“Alívio na Previdência de policiais gera atrito. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), em articulação com líderes partidários da Câmara, negociou ontem regras de aposentadoria mais suaves para policiais federais, rodoviários e legislativos. O acordo, porém, caiu após a recusa da categoria às mudanças apresentadas, consideradas insuficientes.” Na capa da Folha.

“Entrada de Bolsonaro na reforma gera críticas”. Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“CPI vai investigar uso de fake news na última eleição. Comissão terá 180 dias para investigar; requerimento é do deputado Alexandre Leite (DEM-SP)”. Na capa da Folha.

“Odisseia no espaço. Bolsonaro e o astronauta Marcos Pontes, atual ministro da Ciência e Tecnologia, posam em cenário lunar na festa da Embaixada dos EUA em Brasília para comemorar os 243 anos de independência americana. Em discurso, presidente disse que Donald Trump pode vir à América do Sul ainda neste ano “visitar países que abandonaram a esquerda”.” Fotolegenda, na capa do Estadão.

“Acordo com bloco europeu será teste para montadoras. Segundo executivos, Brasil pode se beneficiar de livre-comércio com a UE, mas precisará melhorar competitividade e adequar investimentos”. Na capa do Estadão.

“Vinho e leite terão ajuda para disputa com Europa. As cadeias produtivas do vinho e do leite ganharão incentivos governamentais para competir com os produtos importados após a entrada em vigor do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a UE”. Na capa do Valor Econômico.

“ProUni amplia oferta de bolsa para ensino a distância. O volume de bolsas integrais do ProUni, voltadas a alunos mais pobres, vem caindo, enquanto avança a oferta de subsídios para cursos de educação a distância — as vagas EAD passaram a dominar os auxílios integrais. Alterações no perfil de bolsas ocorrem pelo menos desde 2016 e se intensificaram sob o atual governo.” Na capa da Folha.

“Governo planeja Enem totalmente digital até 2026. O governo Bolsonaro vai iniciar em 2020 um projeto-piloto para aplicação do Enem em computadores. O plano é migrar totalmente para o digital até 2026. A finalidade é reduzir custos de logística e permitir mais de uma aplicação do exame por ano.” Na capa da Folha.

“MEC planeja Enem totalmente digital em 2026. Ensino. No 1º ano, versão eletrônica será aplicada para 50 mil candidatos; governo prevê reduzir custos a longo prazo e permitir a realização da prova mais de uma vez no ano. Especialistas dizem que ministério precisa aumentar estoque de questões do exame”. Na capa do Estadão.

Enem se tornará 100% digital até 2026, diz MEC. A partir do ano que vem, com a aplicação de provas digitais do Enem para 50 mil candidatos, em 15 capitais, o MEC dá o primeiro passo para acabar com as provas em papel no exame. Pelos planos do ministério, em 2026 não haverá mais o teste impresso. Para quem faz o exame este ano, não haverá mudanças.” Na capa do O Globo.

“Estatal {Petrobras} venderá até 33,75% das ações da BR. Estatal lança oferta pública que deve diminuir sua fatia na subsidiária de combustíveis a menos de 50%. Operação pode render até R$ 9,27 bi para a empresa, que se desfaz de ativos para reduzir dívidas e concentrar investimentos no pré-sal”. Na capa do O Globo.

“Bolsonaro quer reunir Trump e países alinhados. Em celebração do 4 de Julho na embaixada americana, presidente sobe ao palco ao som de ‘Born in the USA’ e diz querer aproximação com países de ‘ideologias semelhantes’” Na capa do O Globo.

“Banco sobe juro mesmo com tributo menor. A redução na alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), de 20% para 15%, não fez os bancos reduzirem suas taxas de juros. O corte no tributo, que funciona como um adicional do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, entrou em vigor em janeiro”. Na capa do Valor Econômico.

“Oferta de ações privatizará BR Distribuidora. Por meio de oferta secundária de ações ao mercado, a Petrobras reduzirá, de 71,25% para 45,25%, sua participação no capital da BR Distribuidora. Se a demanda aumentar a ponto de os lotes adicional e suplementar também serem negociados, ficará com 37,5% das ações”. Na capa do Valor Econômico.

“Revisão contratual. A concessionária do aeroporto de Guarulhos estuda pedir o reequilíbrio financeiro de seu contrato, sob alegação de perda de receitas com o fim dos voos da Avianca, em recuperação judicial. Segundo o presidente da GRU Airport, Gustavo Figueiredo, o prejuízo chega a R$ 20 milhões por mês”. Na capa do Valor Econômico.

“Frio valoriza o café, mas não anima comércio. O frio que vai chegar hoje ao Sudeste pode provocar perdas nas lavouras de café, mas também ganhos financeiros. Cotações já subiram quase 4% nesta semana e atingiram maior patamar desde novembro de 2018. A onda de frio não anima o comércio, a demora na chegada do frio antecipou as liquidações de inverno”. Na capa do Valor Econômico.

Patinetes: condutor precisa ter idade mínima de 18 anos. Decreto proíbe uso por menores e em calçadas, mas dispensa capacete”. Na capa do O Globo.

“Flagrante de um roubo gigantesco com guindastes e maçarico. Com maçaricos e guindastes, dois homens cortaram parte de reservatório de condomínio do Minha Casa Minha Vida em Triagem, e, após perceberem que estavam sendo filmados, fugiram. Polícia apura se a estrutura, avaliada em R$ 100 mil, seria vendida”. Fotolegenda na capa do O Globo.

“Alemanha suspende verba para Amazônia. País europeu trava doação de R$ 151 milhões por indefinição em programa antidesmate”. Na capa do Estadão.

“Ministro diz que Fundo Amazônia pode acabar. Embaixadores da Noruega e da Alemanha e o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) admitiram que o impasse no Fundo Amazônia, criado com a extinção de comitês, pode levar ao seu fim.” Na capa da Folha.

“Ataque mata 44 imigrantes em abrigo líbio. Ataque aéreo em local com 600 pessoas mata dezenas de imigrantes na Líbia”. Na capa do O Globo.

“EUA e México buscam criança brasileira em rio. Crise na fronteira. Pais detidos no Estado do Texas tentando entrar em território americano afirmam que Alia, de 2 anos, nasceu no Brasil e teria escapado dos braços da mãe durante a travessia; mergulhadores, botes e helicópteros tentam localizar criança”. Na capa do Estadão.

📃 Colunas e artigos:

“Bolsonaro insiste em governar sem o Congresso. O presidente Jair Bolsonaro tem uma fixação: não depender do Congresso para governar. É o sonho de consumo de todo político populista com pendores autoritários.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Vitória de um. Estilo Bolsonaro de governar parece premiar o ‘fominha’ em detrimento da consagração do time”. Na coluna de Mariana Carneiro, na Folha.

“Intimidação já é marca do governo. Bolsonaro se elegeu deixando claro como trataria críticos, adversários e imprensa”. Na coluna de Mariliz Pereira Jorge, na Folha.

“Mudou o clima. Governo Bolsonaro terá de alterar o discurso e a orientação de suas políticas”. Na coluna de Mariliz Hermínia Tavares de Almeida, na Folha.

“Quem detém o monopólio da virtude? Sociedades plurais supõem um arranjo no qual diferentes verdades morais possam coexistir: a democracia liberal”. Na coluna de Fernando Schüler, na Folha.

“Índios sob risco de virar uma questão agrícola. O primeiro ato do presidente, ao remodelar o Ministério, foi devolver os índios ao controle dos agricultores brancos, transferindo a demarcação de terras indígenas da Funai para o Ministério da Agricultura.” Na coluna de Ascânio Seleme, no O Globo.

“Comemorar, mas com moderação. País volta à liga principal do comércio internacional”. Artigo de Hussein Kalout, ex-secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2017-2018), ex-colunista da Folha, cientista político e pesquisador da Universidade Harvard, na Folha.

“Incautos da periferia. Não estamos diante de um acordo de livre-comércio”. Artigo de Paulo Nogueira Batista Jr., economista, ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (estabelecido pelos Brics em Xangai) e ex-diretor executivo no FMI pelo Brasil e mais dez países, na Folha.

“Policiais tiveram como lobista o presidente. A entrada do próprio presidente da República para desidratar a reforma da Previdência é algo realmente inusitado. Mas foi o que Jair Bolsonaro fez ontem. A mudança pela qual o presidente se bateu beneficiava quem já é beneficiado.” Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Operação de Bolsonaro pró-policiais na reforma deixa arestas e dá munição à oposição”. Na coluna Painel, da Folha.

“Proferir frases contundentes em reuniões internacionais de cúpula, como o G-20, energiza e mobiliza o público cativo interno. Mas é pouco. O Brasil tem lições a dar em questões ambientais, mas está na defensiva”. Na coluna de William Waack, no Estadão.

“Bilionários querem que Trump cobre mais impostos dos ricos. Não se sabe se o grupo vai conseguir convencer o governo a adotar seu programa, que já está pronto: é o socialismo, ou o remorso precavido.” Na coluna de Veríssimo, no Estadão.

“Boa notícia: nossos prefeitos não desprezam evidências científicas, diz pesquisa. Estudo observou 2.150 dos 5.570 chefes do Executivo municipal”. Na coluna de Roberto Dias, na Folha.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quarta-feira, 03, em alta de 1,43%, a 102.043 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,83%, a R$ 3,83, e o euro em baixa de -0,80%, a R$ 4,32.

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