Semana sem contagem para a reforma

A contagem de 40 sessões do plenário da Câmara para que a comissão especial da Reforma da Previdência encerre seus trabalhos não deve avançar, nesta semana, em virtude da dificuldade de quórum por conta do Dia do Trabalho.

Amanhã (quarta-feira, 01) é o tal feriado do Trabalho e, hoje, é muito difícil encontrar 51 deputados em Brasília para oferecer o quórum a fim de que o plenário registre oficialmente uma sessão. Ontem, ainda há dois dias do feriado, isso não foi possível.

Contudo, hoje haverá atuação do presidente da Comissão no sentido de organizar um cronograma de trabalho, ao se reunir com os outros dois dirigentes do órgão, e, mais, técnicos do governo.

Polêmicas

Na ausência de atividade do Congresso, outros assuntos vão ganhando destaque, como, por exemplo, a entrevista concedida pelo secretário da Receita, Marcos Cintra, ao jornal Folha de São Paulo, sugerindo um novo imposto que atingiria até o dízimo das Igrejas.

Pressionado por pastores, o presidente Bolsonaro terminou gravando um vídeo para desmentir o secretário, de forma cabal, visando não deixar qualquer dúvida sobre a ausência de vontade do governo na criação do tal imposto.

Juros

Em encontro com agropecuaristas, ontem, o presidente terminou cravando uma declaração, feita em tom de brincadeira, mas, que deixou o mercado em suspense. Bolsonaro pediu para que o presidente do BB baixasse os juros em recursos para a agropecuária.

Foi o suficiente para que as ações do banco sofressem queda, somente recuperada após o desmentido do Palácio do Planalto sobre a intenção do governo em uma decisão do Banco do Brasil na redução de juros.

Alento

Enfim, registrar o entusiasmo do Palácio do Planalto em nova rodada de conversas entre Bolsonaro e Rodrigo Maia, que pode acabar beneficiando uma mais rápida tramitação da Reforma da Previdência, ao gosto do Planalto.

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