Saúde, economia e justiça são os temas em destaque nos jornais

_SINOPSE NACIONAL DE 21 DE NOVEMBRO DE 2018_ Edição: Sérgio Botêlho *_JORNAIS_*: *Manchete e destaques do jornal O Globo*: Futuro ministro diz que Mais Médicos é ‘convênio Cuba-PT’. Confirmado
Primeira Hora – Anexo 6

_SINOPSE NACIONAL DE 21 DE NOVEMBRO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Futuro ministro diz que Mais Médicos é ‘convênio Cuba-PT’. Confirmado na Saúde, Mandetta quer mudanças no programa. O deputado Luiz Henrique Mandetta foi confirmado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, como ministro da Saúde. Mandetta afirmou que a atual crise no Mais Médicos era um risco iminente porque o programa significou a terceirização de mão de obra essencial dentro de um “convênio entre Cuba e o PT, e não entre Cuba e o Brasil”,abrindo espaço a decisões unilaterais. Ele defendeu mudanças no programa, como avaliação periódica dos profissionais. Mandetta é o terceiro nome do DEM no primeiro escalão do novo governo.

Visita sem ‘sim’ à lista. O presidente eleito,Jair Bolsonaro, visitou ontem a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ele não se comprometeu a respeitar a lista tríplice elaborada pelo MPF,uma tradição da Presidência, para escolher o sucessor de Dodge,que sai em setembro.

‘Está na hora de rever o Mercosul’, diz Tereza Cristina. Em entrevista ao GLOBO, Tereza Cristina, futura ministra da Agricultura, disse que, se o Brasil não conseguir fazer com que o Mercosul volte a ser vantajoso, pode ser o caso de deixar o bloco. Ela defende que morador do campo deve ter arma para se defender e afirma que ainda há áreas que podem ser desmatadas.

Moro escolhe antigo parceiro para dirigir a PF. O atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, Maurício Valeixo, foi indicado pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro,para comandar a corporação. A nova gestão terá como foco o combate à corrupção e ao crime organizado. Valeixo atuou no caso Banestado e na Lava-Jato ao lado de Moro.

Rio dá R$ 128 bi dos royalties para aposentadorias. O Rio é o único estado a ceder toda a receita com royalties do petróleo para o patrimônio do fundo de previdência de seus servidores, o que já o levou a comprometer R$ 128,5 bilhões da arrecadação futura com o pagamento de aposentadorias. O valor equivale a 13 vezes a receita deste ano.

Atual ministro da CGU será mantido no cargo.

Guedes terá secretaria de privatizações.

Enem terá prova de conteúdo específico.

Merval Pereira: Economistas fazem propostas a Bolsonaro. É preciso estabelecer o conjunto de competências para a formação de professores, diz o documento dos economistas.

Elio Gaspari: Se o torturador é aplaudido, a tortura se espalha. Num livro intitulado “Torture”, o professor americano Edward Peters tratou essa questão com magistral clareza ao informar: “O futuro da tortura depende do futuro do torturador”. Se ele é aplaudido e promovido, ela se espalha. Se ele é condenado, ela acaba.

Editorial1: Privatização é o melhor caminho para abater dívida. Venda de subsidiárias da Petrobras ajuda competição nos combustíveis e reduz ônus para a sociedade.

Editorial2: Facções criminosas em países vizinhos desafiam futuro governo. Expulsão de traficante brasileiro preso no Paraguai reforça urgência de cooperação internacional.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Para cumprir teto, Bolsonaro terá de cortar R$ 37 bi por ano. Serão R$ 148,8 bilhões até 2022; aprovação da reforma da Previdência em 2019 é considerada essencial. Para cumprir a lei do teto de gastos, que proíbe alta de despesas em ritmo superior à inflação, o governo de Jair Bolsonaro terá de cortar R$ 37,2 bilhões por ano até o fim do mandato. Serão R$ 148,8 bilhões entre 2019 e 2022, o equivalente a um corte anual de 0,5 ponto porcentual do PIB. Os números foram discutidos pela equipe econômica do governo Temer com assessores de Bolsonaro, que pretende reduzir despesas e não elevar impostos. O processo de contenção de gastos será auxiliado pela extinção de subsídios, mas exigirá a aprovação da reforma da Previdência já em 2019, para que haja efeitos nos anos seguintes. Também serão necessárias suspensão dos reajustes dos servidores e revisão da política de correção do salário mínimo a partir de 2020. Para melhorar a gestão orçamentária, o novo governo também pretende apresentar proposta de desvinculação de receitas e despesas, um dos maiores problemas da gestão orçamentária.

Dificuldade para zerar déficit. Para Felipe Salto, da Instituição Fiscal Independente, Bolsonaro dificilmente eliminará déficit primário em 4 anos.

R$ 20 bi do pré-sal para os Estados. Estados e municípios poderão receber cerca de R$ 20 bilhões, o equivalente a 20% dos recursos do megaleilão de petróleo do pré-sal.

Eleito ouve frente e indica deputado para a Saúde. Depois de Tereza Cristina (Agricultura), que contou com aval da Frente Parlamentar da Agropecuária, Jair Bolsonaro atendeu mais uma indicação de frente parlamentar no Congresso e anunciou o deputado Henrique Mandetta (DEM-MS), médico ortopedista, para a pasta da Saúde. Também ontem foi confirmado que Wagner Rosário, atual ministro da Transparência e Controladoria- Geral da União (CGU), permanecerá no cargo.

Cade faz acordos com empreiteiras da Lava Jato. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica fechará hoje acordos em processos de formação de cartéis ligados à Lava Jato. Entre as empresas que assinarão termos de compromisso, estão Andrade Gutierrez, Carioca Engenharia, OAS e Odebrecht.

STF reabre inquérito que investiga Aécio.

PC chinês convida PSL para visita ao país.

Sócios já gastaram o dobro em Belo Monte.

Summit agronegócio Brasil 2018. Setor vive momento de empolgação e de expectativa. A guerra comercial entre China e EUA impulsiona a exportação de produtos agropecuários. A interrogação é o governo de Jair Bolsonaro e sua sinalização para o segmento. (CADERNO ESPECIAL)

Michel Temer: O acordo de livre-comércio trará benefícios concretos para Brasil e Chile.

Fábio Alves: Campos Neto terá mais trabalho para conduzir expectativas e evitar possíveis críticas.

Editorial1: Nem bala de prata nem bondades. O presidente eleito precisa pensar com urgência em algo menos fantasioso e mais eficiente para controlar o desarranjo das contas públicas

Editorial2: Apenas sorte não basta. Os cidadãos da cidade mais rica do País não podem ficar à mercê da sorte quando se trata da segurança de pontes e viadutos

Editorial3: Novo perfil do agricultor paulista. Para poder acompanhar e absorver os avanços tecnológicos, o produtor rural do Estado de São Paulo investiu na sua formação.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Na Justiça, Moro foca patrimônio de criminosos

Como ministro, ex-juiz quer ampliar para traficantes estratégia da Lava Jato; novo chefe da PF é escolhido. O Ministério da Justiça sob o comando do ex-juiz Sérgio Moro terá como principal foco o combate ao crime de lavagem de dinheiro, com o objetivo de asfixiar organizações criminosas. Nas reuniões do grupo de transição de governo definiu-se que a prioridade da gestão Moro será mirar o patrimônio de criminosos, estratégia que deu certo na Lava Jato e deve ser reproduzida contra traficantes. Moro escolheu para os cargos mais importantes ligados à pasta que comandará pessoas experientes nessa área. Entre eles, o atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, Maurício Valeixo, que substituirá Rogério Galloro como diretor-geral da Polícia Federal. Outro nome é o da delegada Érika Marena, que chefiará o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional. O DRCI tem hoje problemas para conseguir resultados mais efetivos por causa da legislação vigente. Moro deve se dedicar a propor mudanças legais que deem maior liberdade a esse órgão, chave no combate à lavagem de dinheiro. O ex-juiz elogiou Valeixo (“pessoa plenamente capacitada”) e Marena (“não há ninguém melhor que ela”), que já atuaram com ele antes. “Eu seria um tolo se não aproveitasse pessoas que trabalharam comigo, especialmente na Lava Jato, porque já provaram integridade e eficiência.”

Cuba propôs Mais Médicos, revelam textos oficiais. Telegramas da embaixada brasileira em Cuba mostram que o Mais Médicos foi proposto pelos cubanos e negociado um ano antes de a gestão Dilma Rousseff (PT) apresentá-lo, informa Marcelo Soares. As tratativas foram sigilosas e feitas de modo a não precisar de aval do Congresso.

Deputado do DEM, ortopedista será o ministro da Saúde. Médico ortopedista, o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) será ministro da Saúde na gestão Bolsonaro. Ex-secretário da Saúde de Campo Grande (MS), ele disse que se reunirá com a equipe do atual governo para tratar de questões imediatas, como a saída dos cubanos do Mais Médicos.

66% aprovam cobertura da Folha sobre o futuro governo.

Ivanka Trump é acusada de uso irregular de email. Filha de Donald Trump e assessora do presidente, Ivanka é acusada de usar email pessoal para questões de governo, violando regras federais. Deputados devem apurar o caso. Para Trump, que atacou Hillary Clinton, sua rival no pleito de 2016, por ter feito o mesmo na gestão Obama, a notícia é falsa.

Concluir Angra 3 oneraria a conta de luz em R$ 6,6 bi.

Bolsa de NY zera ganhos do ano, e incerteza cresceEditorial1: As caravanas. Trump busca o embate ao tratar da marcha de migrantes da América Central aos EUA.

Editorial2: O projeto sumiu. Documentos do viaduto da marginal Pinheiros desapareceram.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Empresas de tecnologia vivem seu inferno astral. Nas últimas semanas, as principais companhias do setor de tecnologia têm sido atingidas por uma onda sem precedentes de venda de ações.

Bancada da saúde indica novo ministro. A indicação do médico ortopedista e deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para ministro da Saúde no próximo governo foi da bancada do setor de saúde no Congresso e não do DEM, partido que já tem confirmados três ministros para o próximo governo.

Enel destina € 4 bi para o país até 2021. A empresa italiana Enel, que se tornou este ano o maior grupo de distribuição de energia do Brasil em número de clientes, prevê investir € 4 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 17,2 bilhões) no país nos próximos três anos, segundo seu plano estratégico para o período 2019-2021.

Minas terá medidas ‘não muito confortáveis’. Com as finanças em crise, Minas Gerais não terá opção senão aderir ao programa federal de recuperação fiscal, como já fez o Rio. É o que pretende fazer o governador eleito Romeu Zema.

Caso Ghosn põe em xeque poder dos executivos. Escândalo envolvendo o brasileiro Carlos Ghosn, presidente do grupo Renault-Nissan-Mitsubishi, preso na segunda-feira no Japão, põe em xeque o futuro da aliança mais bem sucedida do setor entre empresas de diferentes culturas

Estados podem receber verbas de fundo social do pré-sal. O fundo social do pré-sal pode ser um caminho para dividir parte dos recursos do leilão das áreas da chamada cessão onerosa com os Estados e municípios, segundo apurou o Valor.

PSL vai à Justiça para ser a maior bancada

Transição. Recondução na CGU é sinal positivo para acordos de leniência. Convidado por Bolsonaro a permanecer no cargo, Wagner Rosário assinou com Odebrecht e UTC.

Cade conclui proposta de acordos com empreiteiras na Lava-Jato. Termos estabelecem que as empresas paguem aproximadamente R$ 800 milhões em penalidades.

Senado aprova texto-base de projeto sobre distrato imobiliário. Emendas que podem alterar o conteúdo da proposta serão discutidas hoje.

O telefone sem fio do futuro governo. Equipe de Bolsonaro quer melhorar comunicação.

Editorial: Cuba deixa Mais Médicos, que precisa ser ampliado. O programa precisa ser reforçado, não demolido.

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