Rio de Janeiro, economia e eleição 2018

SINOPSE NACIONAL DE 03 DE AGOSTO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Estado do Rio acumula dívida de R$ 6,2 bi na saúde. Relatório do MP mostra que déficit é o maior entre todos os setores, até segurança pública/

Sem verba, Capes ameaça cortar 200 mil bolsas em 2019. Em ofício ao Ministério da Educação, o presidente da Capes, Abilio Baeta Neves, alerta que terá que suspender o pagamento de 200 mil bolsas de estudo e pesquisa em agosto de 2019, caso corte no orçamento do órgão seja mantido. Medida afetaria todos os beneficiados de mestrado, doutorado e pós-doutorado/

Morte e pânico na via expressa. Em estado de choque, o idoso João Reis exibe documento a policiais, enquanto espera por socorro no asfalto da Avenida Brasil junto a seu irmão, que foi ferido na perna. Baleado na cabeça por traficantes em guerra, o motorista Luiz Vidal Júnior, que os levava à ABBR, morreu/

Ana Amélia será vice de Alckmin, e MDB lança Meirelles ao Planalto/

Com 1%, Meirelles é o nome do MDB e do governo. Aprovado na convenção, ex-ministro terá de superar a impopularidade sua e da gestão Temer para convencer o eleitorado a manter no poder o partido, que não tinha candidato próprio desde Orestes Quércia, em 1994; parceiro de chapa está indefinido/

Aécio disputa vaga na Câmara para evitar riscos. Da Presidência por um fio à candidatura a deputado/

Lacerda diz que vai manter candidatura em Minas. Ex-prefeito de Belo Horizonte contraria decisão do PSB de não concorrer para apoiar o PT/

Fachin envia inquérito de Lindbergh para 1ª instância. Investigação trata de suposto crime cometido quando petista era prefeito/

Assessor de Bolsonaro atua em página de ódio. Funcionário do gabinete de pré-candidato em Brasília recebe salário de R$ 2,1 mil; ‘Bolsonaro Opressor 2.0’ foi criada em 2015 e tem mais de um milhão de seguidores. Postagens no Facebook atacam adversários, como o PT e o tucano Geraldo Alckmin/

Dodge quer registros negados a condenados por improbidade. Procuradores foram orientados a usar Ficha Limpa para barrar candidaturas/

Ciro tenta atrair Avante, e nome de Silvio Costa surge como possível vice/

Merval Pereira: Da cadeia, Lula comanda PT com mão de ferro/

Míriam Leitão: Indústria se recuperou, mas a crise continua/

Editorial1: Aborto deve ser tratado como questão de saúde. Criminalização não tem impedido que mulheres morram por falta de cuidados em procedimentos clandestinos/

Editorial2: Lula impõe limitações ao PT em benefício próprio. Ex-presidente manobra para impedir crescimento de Ciro, o que reduziria seu poder de pressão sobre o Judiciário.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Desembolsos do BNDES caem à metade no governo Temer. Encolhimento reflete estratégia de tornar a instituição menor e focada especialmente no setor de infraestrutura/

Alckmin terá senadora do PP como vice. Coligações. Ana Amélia, do PP-RS, aceita convite para compor chapa de pré-candidato tucano/

Parlamentar acumula críticas ao PT e votou para afastar Aécio/

Eduardo Jorge, do PV, será o vice de Marina. A pré-candidata Marina Silva (Rede) fechou acordo com o PV, que indicou o ex-deputado federal Eduardo Jorge (SP) para a vaga de vice na chapa para concorrer ao Planalto. Ao Estado, Marina criticou aliança PSDB-Centrão/

Aécio será candidato a deputado federal. Senador diz que não vai tentar a reeleição para fortalecer a candidatura de Anastasia ao governo de Minas Gerais/

Rifados resistem a acordo PT-PSB. Após terem candidaturas sacrificadas por acordo entre as siglas, neta de Arraes e ex-prefeito de BH dizem que se mantêm nas disputas estaduais/

Metrô pede ao MP que investigue empreiteira. Estatal diz que construtora interferiu em perícia realizada em obra; empresa nega contato indevido/

Valor da Apple passa barreira do US$ 1 trilhão. Revolução do iPhone transformou a empresa de Steve Jobs na maior do mundo, batendo as rivais Amazon, Google e Microsoft; com redução do ritmo de vendas de smartphones, futuro da companhia deve estar em serviços/

Pedro Doria: Que se ponha este número de US$ 1 tri da Apple na conta de Steve Jobs, morto há 7 anos/

Elena Landau: A função da agência reguladora não é definir preços, mas estimular a concorrência/

Eliane Catanhêde: O diabo está solto! Mesmo com Lula imobilizado em Curitiba, PT rifa seus nomes por hegemonia e alianças, mas nem todos engolem calados/

Coluna do Estadão: PT pode pedir suspeição de Fux no caso Lula. Advogados eleitorais do PT não descartam ingressar na Justiça questionando o presidente do TSE, Luiz Fux, por ter antecipado sua posição a favor da inelegibilidade do ex-presidente Lula. A preocupação não é com o julgamento na Corte Eleitoral. O mandato dele termina no dia 14 e quem vai conduzir o caso é a ministra Rosa Weber. Mas a discussão sobre a candidatura deve chegar ao Supremo. É nesse momento que a defesa vai bater o martelo sobre um eventual pedido de suspeição por declarações de Fux que podem indicar um prejulgamento/

Coluna do Estadão: Michel Temer se referiu ontem, na convenção do MDB, a adversários como “pigmeus” e “uns pobres coitados” de maneira genérica, mas o discurso tinha um alvo: Ciro Gomes. A indireta do presidente é uma resposta aos frequentes ataques que recebe de Ciro Gomes. Na quarta, o candidato do PDT chamou Temer de “ladrão”. Em outras ocasiões, já disse que ele é “quadrilheiro” e “grande canalha”/

Coluna do Estadão: O ministro Carlos Marun alfinetou o senador Renan Calheiros (MDB-AL) por ter desistido de discursar contra a candidatura de Henrique Meirelles na convenção do MDB: “Acho que cheguei atrasado, pois não vi o Renan discursar”. Renan fugiu do palanque após ser alertado de que seria recebido aos gritos de petista e traidor/

Coluna do Estadão: O acerto entre Geraldo Alckmin e Ana Amélia representa mais uma baixa na campanha de Jair Bolsonaro. Luis Carlos Heinze (PP-RS), que daria palanque ao militar, deve abrir mão de sua candidatura ao governo/

Coluna do Estadão: Fiadores da candidatura de Geraldo Alckmin ao Planalto, DEM e PP continuam indicando nomes para assumir cargos no governo Temer. O Diário Oficial da União de hoje traz a nomeação de Henrique Sartori (DEM-MS) para a secretaria executiva do Ministério da Educação. O PP também vai preencher uma diretoria da ANS. O partido indicou Davidson Tolentino, mas ele pediu para ser substituído. O presidente da sigla, Ciro Nogueira, disse à Coluna que vai apresentar outro nome ao governo/

Coluna do Estadão: Antes de fechar com Henrique Meirelles (MDB), Marcelo Aro, presidente do PHS, foi assediado por Geraldo Alckmin, que o visitou em Belo Horizonte no sábado/

Editorial1: Um poder desmedido. Um ministro do Supremo não pode suspender leis senão em situações excepcionais, nas quais o interesse público e a defesa da Constituição demandem uma resolução urgente/

Editorial2: Os juros, o alento e a cautela. É importante evitar um novo aperto do crédito/

Editorial3: A privatização da Telebrás. Não é exagero dizer que a privatização da Telebrás, há 20 anos, completados domingo passado, foi uma das maiores políticas de inclusão social já implementadas no País. Em 1998, ser proprietário de uma linha telefônica – e o termo é este, dada a natureza patrimonial do bem na época – era mais do que ter acesso a um serviço hoje corriqueiro, era uma distinção. Linhas telefônicas eram declaradas ao Fisco tal como um bem imóvel ou um investimento.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Com vice gaúcha, de direita, Alckmin mira Jair Bolsonaro. Aliança de tucano e senadora Ana Amélia (PP) envolve acertos no estado; Eduardo Jorge (PV) comporá chapa de Marina Silva/

Apple é a primeira empresa a atingir US$ 1 trilhão em valor de mercado/

Neymar minimiza estrago na imagem e descarta mudar de carreira/

Venezuela libera compra de moeda estrangeira/

Papa muda doutrina e torna a pena de morte inadmissível/

Candidato, Meirelles diz ser o único capaz de resolver os problemas do país/

Professor da UFSC é intimado após criticar ação da PF/

Painel: Ala do STF critica ação da ANPR que tenta viabilizar candidatura de procuradores/

Ana Amélia aceita ser vice de Alckmin, mas condiciona apoio a acertos no RS. Antes da confirmação, a senadora condicionara a aliança a acertos no Rio Grande do Sul. PP e PSDB têm candidatos ao governo do estado. O deputado Luiz Carlos Heinze (PP), com apoio de DEM, PSC, Pros e PSL, enfrenta o ex-prefeito de Pelotas Eduardo Leite (PSDB), com apoio de PTB, PRB, PHS, Rede e PPS. Heinze poderia deixar a disputa para ser candidato ao Senado em uma composição entre as legendas/

Reinaldo Azevedo: Lula e Temer põem Ciro em Xeque/

Editorial1: Provocação barata. Judiciário deve decidir com presteza sobre a situação eleitoral de Lula/

Editorial2: O fantasma do incentivo. Concessão tornou-se em diversos ramos um emaranhado de benesses à espera de revisão.

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