Rio de Janeiro e guerra comercial EUA-China são os destaques das manchetes dos jornais

Rio de Janeiro e guerra comercial EUA-China são os destaques das manchetes dos jornais. Governo do Rio deve permitir aumento de cotas nas Universidades; Brigam China com EUA, e sofre
Primeira Hora – Anexo 6

Rio de Janeiro e guerra comercial EUA-China são os destaques das manchetes dos jornais. Governo do Rio deve permitir aumento de cotas nas Universidades; Brigam China com EUA, e sofre o Brasil.

SINOPSE DE 16 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Pezão propõe liberar aumento de cotas nas universidades. Pelo projeto enviado à Alerj, cada instituição decidirá se amplia limite. Avaliação mostra que alunos cotistas têm a mesma nota média dos demais. Um projeto enviado pelo governador Luiz Fernando Pezão à Assembleia Legislativa do Rio propõe a liberação do aumento de cotas nas universidades estaduais. A medida estabelece um percentual mínimo de vagas para determinados grupos, como negros e índios, e caberá à instituição decidir se vai ampliá-lo. Pela nova proposta, estudantes da rede estadual ganham prioridade na cota de 20% destinada a alunos egressos de instituições públicas. Estudo revela que a nota média dos cotistas é igual à dos demais universitários, e a evasão escolar entre eles é menor, na comparação/

Ministro do TCU faz crítica a Moro. O ministro Bruno Dantas, do TCU, chamou de “carteirada” decisão do juiz Sergio Moro de não compartilhar provas com órgãos federais. Força-tarefa de Curitiba reagiu/

TSE pode rejeitar Lula de imediato. TSE pode rejeitar registro de candidatura do ex-presidente Lula antes mesmo de haver uma solicitação formal. STF marca para dia 26 análise do pedido de liberdade do petista/

Holandesa quer comprar a Braskem. A Odebrecht negocia vender sua fatia na Braskem à holandesa LyondellBasell, criando a maior empresa do setor. A ação da Braskem subiu 21,4%/

Retrato cruel de abrigo infantil. Filho de um brasileiro, Antar Davidson relata o drama de filhos de imigrantes ilegais em centro de acolhimento nos EUA onde trabalhou/

Editorial1: Lava-Jato enfrenta mais um obstáculo. O fim das conduções coercitivas, pelo STF, está dentro do conhecido contexto de resistência no governo, no Congresso e no Judiciário ao avanço do combate à corrupção/

Editorial2: É preciso mudar o SUS, única alternativa de 145 milhões. Rever o SUS na perspectiva do interesse coletivo deveria ser prioridade zero de partidos e candidatos na eleição geral. É fator decisivo na redução das desigualdades.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo:  Guerra comercial entre EUA e China assombra mercados. Conflito envolvendo as duas maiores economias do mundo derruba Bolsas e deve ter reflexos negativos no Brasil. Os EUA impuseram ontem tarifas de 25% sobre importações da China no valor de US$ 50 bilhões. A taxação será imposta principalmente sobre bens que utilizam tecnologias consideradas “significativas” do ponto de vista industrial. Horas depois, o governo chinês anunciou retaliação na mesma proporção, apesar da ameaça de Donald Trump de impor barreiras adicionais caso isso ocorresse. A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo derrubou Bolsas de Valores em diversos países. O conflito com a China é mais um front da ofensiva que já opõe os EUA a seus mais próximos aliados, em razão de tarifas impostas sobre aço e alumínio. Analistas dizem que essa guerra terá impacto negativo para o Brasil tanto no mercado financeiro – caso os EUA resolvam elevar novamente seus juros – como nas exportações, em especial as ligadas ao agronegócio/

BC intervém e dólar recua. O Banco Central despejou US$ 5,75 bilhões no mercado e o dólar fechou ontem em baixa de 2,04%, cotado a R$ 3,73. Foi a maior intervenção do BC em um dia. Na quinta-feira, a moeda americana havia alcançado R$ 3,80/

CNJ proíbe juízes de opinar sobre política nas redes. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) proibiu magistrados de fazer ataques a candidatos, lideranças políticas ou partidos nas redes sociais. A decisão foi assinada pelo corregedor do CNJ e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio Noronha. Entidades de classe criticaram a medida e apontaram que o texto pode permitir perseguições a magistrados/

Odebrecht negocia Braskem com grupo holandês. A Odebrecht anunciou ontem acordo de exclusividade com a holandesa LyondellBasell para a venda ou fusão da Braskem, petroquímica responsável por 60% das receitas do grupo e avaliada em R$ 40 bilhões. Se concretizado, o negócio deve criar a maior petroquímica do mundo, com receita de US$ 49 bilhões (R$ 182 bilhões)/

Arquiteta diz que encontrou Marisa para falar de obra em sítio. A arquiteta Maria Cecília de Castro disse ontem em depoimento a Sérgio Moro que mostrou para a ex-primeira-dama Marisa Letícia o projeto de reforma da cozinha do sítio de Atibaia. A obra, segundo ela, não foi executada porque dona Marisa não teria gostado. A arquiteta afirmou ainda que o projeto foi pago por Fernando Bittar/

2% das cidades têm mais morte violenta. Atlas da Violência 2018 mostra que 2,2% das cidades concentram metade das mortes violentas no País – a maior parte desses municípios tem os piores indicadores sociais. Queimados (RJ) é a cidade mais violenta do País/

Criminosos saqueiam petrolífera venezuelana/

Adriana Fernandes: É preciso saber quais instituições financeiras falharam, os erros, e o que está sendo feito para puni-las/

Fernando Reinach: Cientistas descobriram que o aumento do processamento do lixo celular retarda o envelhecimento/

Editorial1: Propostas consistentes. Os desafios do País são enormes e cabe ao eleitor definir como deseja enfrentá-los, mas há candidatos que pensam não ser necessário apresentar propostas/

Editorial2: A incerteza política e o câmbio. O País derrapa na recuperação econômica e os políticos ignoram desafios urgentes/

Editorial3: A notícia e a política. Recente estudo do Pew Research Center joga luzes sobre o modo como as pessoas lidam hoje com a notícia, fato que produz consequências sobre a vida social e política de cada país. Realizada nos Estados Unidos entre fevereiro e março de 2018, a pesquisa contou com a participação de mais de 5 mil adultos. O estudo confirma a atual facilidade de acesso à notícia, bem como o interesse da maior parte da população por estar informada. Dois terços dos entrevistados (65%) disseram que, na maioria das vezes, acompanham as notícias mesmo que não esteja acontecendo “algo importante”.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Brasil perde com disputa comercial de EUA e China. Preço das commodities, das quais o país depende, devem cair; associação revisa projeção do superávit em 2018. O Brasil perderá com a guerra comercial entre EUA e China. Para analistas, a disputa deve deprimir os preços das commodities, das quais o país é dependente. Segundo José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, a escalada protecionista terá impacto sobre o crescimento mundial, o que reduzirá a demanda por matérias-primas. Ele previa exportações de US$ 219 bilhões e importações de US$ 168 bilhões para 2018, com superávit de US$ 51 bilhões. Agora, revisa os números para baixo. Além da escalada protecionista, a greve dos caminhoneiros e barreiras, como as medidas antidumping da China ao frango, prejudicam as exportações. As importações cairão porque o PIB brasileiro desacelerou. Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou mais tarifas contra produtos chineses de tecnologia. Ele disse proteger “as joias da coroa” do país, em referência ao Vale do Silício. Pequim afirmou que o comportamento dos EUA é míope e anunciou, horas depois, tarifas sobre produtos americanos/

Banco Central e Fazenda apuram ataque especulativo no câmbio. A Fazenda e o Banco Central criaram força-tarefa contra ataques especulativos no mercado cambial brasileiro. Ontem o dólar caiu 2,15%, para R$ 3,73. O movimento foi o oposto do registrado pela moeda no exterior/

Avaliação de curso superior é falha, indica auditoria. O sistema de avaliação do ensino superior do Ministério da Educação superestima a qualidade dos cursos universitários, indica o Tribunal de Contas da União. Foram analisados procedimentos e metodologia dos indicadores federais. O governo diz que iniciou processo de planejamento para a revisão do sistema/

Fundo partidário é 86,5% das receitas de legendas. O fundo representou, em média, 86,5% dos recursos utilizados pelos 35 partidos que declararam suas contas ao TSE. Os dados são inéditos e foram compilados pela Folha/

Candidatos a governador têm só 15% de mulheres. Entre as 175 candidaturas cogitadas pelas siglas para os governos dos estados e Distrito Federal até o momento, 27 são de mulheres. Em 2014, elas representavam 12%/

Editorial1: Lacuna na lei. Condução coercitiva de fato dava margem a abusos, mas eliminá-la pode ter efeitos colaterais/

Editorial2: Eleição. Colômbia à direita. É provável o retorno ao poder do grupo liderado pelo popular ex-presidente Álvaro Uribe.

 

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