Enquanto SP e BH se resguardam, Rio apressa a abertura

Enquanto SP e BH se guardam pouco mais, Rio apressa a abertura. Esses são destaques da grande mídia, neste sábado, 27 de junho de 2020, na seção DESTAQUES DA GRANDE MÍDIA IMPRESSA, do Anexo 6.

DESTAQUES DA GRANDE MÍDIA IMPRESSA

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Flexibilização. Na contramão de SP e BH, Rio apressa a abertura. Crivella anuncia que hoje passa a funcionar comércio de rua.” *Manchete de capa do O Globo*.

“SP libera bares e restaurantes, mas donos temem prejuízos. Possibilidade de contágio pelo coronavírus e de falta de clientes assusta; nos shoppings, lojas vendem até 85% menos.” *Manchete de capa do Estadão*.

“Maioria é contra retomar aulas nos próximos 2 meses. Para 76%, escolas devem ficar fechadas por causa da pandemia.” *Manchete de capa da Folha*.

“Ibaneis reabre clubes e libera treino no futebol. Decreto do governador do Distrito Federal autoriza a reabertura de clubes recreativos e permite a realização de treinos pelas equipes de futebol profissional. ” *Manchete de capa do Correio Braziliense*.

📃 *Editoriais do dia*:

_FOLHA_

“Eles são 32%. Apoio a Bolsonaro é sólido, mas deixa claro o espaço limitado do presidente.” 

“Crédito para quem precisa. BC acerta ao estimular financiamentos a empresas de menor porte.”

_O GLOBO_

“O período de calmaria por que passa o presidente. A causa pode ser a prisão de Queiroz, mas importa é que ele saiba da inviabilidade do poder absoluto.” 

“É preciso desmontar estrutura de corrupção na Secretaria de Saúde. Ex-secretário Fernando Ferry,que pediu exoneração do cargo, sugere que pasta é ingovernável.” 

_ESTADÃO_

“O silêncio vale ouro. Pode ser que, a qualquer momento, a natureza de Bolsonaro fale mais alto, mas o clima de Brasília desanuviou um pouco em razão desse mutismo bolsonarista.”

“A rejeição é mera consequência. Bolsonaro abre um fosso, cada vez maior, entre seu governo e a população.” 

“Ritos estranhos. A atuação de Flávio Bolsonaro se limita a levantar questões processuais.” 

“Efeito secundário da crise sanitária sobre o emprego. A taxa de desocupação poderá se situar entre 17% e 18% da força de trabalho até o fim deste ano.” 

_CORREIO BRAZILIENSE_

“Desafios de Carlos Decotelli. Na dianteira, o ministro vê três desafios urgentes. O primeiro: a volta às aulas pós-pandemia. O segundo: a definição do Enem. O terceiro: a renovação do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb), cuja vigência expira em dezembro de 2020.” Editorial do Correio Braziliense.

📈 Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda de -2,24%, a 93.834 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 2,36%, a R$ 5,46.

Destaque histórico:

Informações sobre o dia de hoje na história, é só clicar.

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