Política, sindicatos e Petrobras são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Política, sindicatos e Petrobras são os destaques das manchetes dos jornais. Centrão domina o cenário político; reforma trabalhista derruba receita de sindicatos; Eunício e Maia veem dificuldade para governo reduzir preço do combustível.

SINOPSE DE 04 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Centrão avança e reduz peso de partidos maiores. Fragmentação pode dificultar governabilidade. Cai a fatia de MDB, PT, PSDB e PP no total de filiados a legendas. Com pulverização de siglas, há mais apetite por cargos. A participação dos quatro maiores partidos do país no número total de filiados caiu 17% desde 2002, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). MDB, PT, PSDB e PP têm, juntos, 41% da fatia de eleitores que estão associados a alguma legenda. Essas siglas perderam espaço para as legendas que surgiram entre 2002 e 2018, como PRB, PSD, PROS e Solidariedade. A queda de influência também aconteceu na Câmara dos Deputados, abrindo caminho para o fortalecimento de partidos do centrão, em um cenário que pode dificultar a governabilidade do próximo presidente da República/

Entre impeachment e sentença de Lula, PT perdeu filiados. Após decisão de Moro, número de petistas parou de cair e voltou ao patamar do governo Dilma/

Empresas recorrem ao crédito privado. Com queda dos juros, Bolsa instável e menos subsídios no BNDES, empresas emitem títulos para se financiar/

Samy Dana: A vingança e o custo da greve. População vai pagar a conta. Mas apoio aos caminhoneiros mostra que foi mais forte o prazer da vingança/

Documento dos EUA relata corrupção na ditadura militar. No governo do general João Figueiredo, a Embaixada dos EUA em Brasília enviou ao Departamento de Estado um telegrama confidencial, para dizer que a corrupção dominava o regime militar e que o Brasil era o país onde “jeito is king” (onde o jeitinho reinava). O documento de 1984 sustenta que a sociedade deixou de confiar no governo. O Ministério da Defesa não comentou o teor do documento/

Editorial: Modelo da falência. Demissão do presidente da Petrobras não pode permitir que voltem à empresa o dirigismo e o populismo.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Receita de sindicatos cai 88% após reforma trabalhista. Agora mais enxutas, entidades querem se mostrar atuantes aos trabalhadores e buscam aumentar quadro de associados. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que após a entrada em vigor da reforma trabalhista, que acabou com o imposto sindical, as entidades viram sua receita despencar 88% nos quatro primeiros meses do ano. Apenas em abril, o volume total arrecadado pelas associações que representam trabalhadores foi de R$ 102,5 milhões – queda de 90% em relação ao mesmo mês de 2017. Enxutos, os sindicatos agora querem se mostrar mais atuantes junto aos trabalhadores. Eles tentam compensar parte da queda de receita com a conquista de novos associados e cortam despesas. Com a nova legislação, em vigor desde novembro, a cessão obrigatória do equivalente a um dia de trabalho destinada a sindicatos, centrais e federações foi extinta. A contribuição ainda existe, mas agora é voluntária e a empresa só pode fazer o desconto com autorização por escrito do funcionário/

‘Estado’ inicia coberturas regionais das eleições. O Estado inicia hoje cobertura regional das eleições 2018. Repórteres em Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Pernambuco (em breve também no Paraná) acompanharão a corrida a governos, Senado, Câmara e Assembleias. A novidade se soma a iniciativas como o site BR18 (notícias e análises das eleições) e o blog Estadão Verifica (que checará fake news)/

Candidatos não revelam planos para impostos. A greve dos caminhoneiros levou o tema da reforma tributária para o centro das campanhas à Presidência. Na busca de se mostrar capazes de resolver algo tão complexo sem perder votos, os pré-candidatos prometem soluções que não incluem alta de impostos, mas evitam detalhar suas propostas/

Maduro solta 79 presos; oposição chama de ‘farsa’. A Venezuela libertou, entre sexta-feira e ontem, 79 presos políticos. A ação é parte da estratégia do governo para se aproximar da oposição, mas ONGs de direitos humanos e opositores dizem que tudo não passa de uma manobra do presidente Nicolás Maduro para tentar se legitimar no poder/

Governo quer ‘seguro’ para preço da gasolina/

Cida Damasco: A saída de Pedro Parente da Petrobrás mostra que a instabilidade não dá trégua/

Editorial1: Dependência do Estado. Existe a presunção de que o Estado tem de ter a capacidade de oferecer tudo a todos, como se os recursos à disposição fossem infinitos/

Editorial2: O STF tarda. Se todo o Judiciário tivesse o ritmo do STF, a Lava Jato seria diferente: muito mais lenta/

Editorial3: Lula, ONU e o mundo real. É bem conhecida do distinto público a destreza de Lula da Silva para driblar as verdades inconvenientes que surgiram ao longo de sua trajetória política e, pouco a pouco, galgar os muitos degraus que o levaram do chão de fábrica em São Bernardo do Campo até a Presidência da República. Na construção de sua persona pública, as versões sempre importaram mais do que os fatos.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Congresso não vê opção para reduzir preço de combustível. Presidentes do Senado e da Câmara apontam travas no Orçamento e na legislação que impedem ação do governo. Encerrada a paralisação de caminhoneiros e normalizado o abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha para consumidores. Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena. Além disso, eles lembram que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal e do teto constitucional de gastos. Maia considera que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência suaviza oscilações de preço dos combustíveis, mas não reduz seu patamar. Essa medida ganha força no Ministério de Minas e Energia. Está prevista para hoje uma reunião de representantes da pasta com técnicos da Fazenda e da Agência Nacional de Petróleo para aprofundar a discussão. O governo ainda discute mecanismo para compensar a Petrobras/

Preço do petróleo não cai tão cedo, dizem especialistas/

Eleição para governo do Tocantins vai a 2º turno. Com 30% dos votos, o interino Mauro Carlesse (PHS) disputará o 2º turno como senador Vicentinho Alves (PR) no dia 24/

Marcelo Odebrecht critica Odebrecht por elogios a investigado. Em mensagem a amigos, Marcelo Odebrecht criticou a Odebrecht por “inocentar enfaticamente” executivos investigados. Newton de Sousa, que substituiria seu pai, Emílio, no conselho de administração, foi derrubado por Marcelo. À Folha Emílio disse que Sousa declinou do Convite/

Os malucos que pedem ditadura não têm formação. Para o sociólogo Reginaldo Prandi, a cidadania frágil é o principal problema do país. “Há uns malucos querendo a ditadura. Não têm ideia do que foi a intervenção militar no país”, diz o docente da Universidade de São Paulo/

Editorial1: Fora da ordem. Especulação em torno do parlamentarismo é descabida, a despeito dos méritos do sistema/

Editorial2: Avanços paulatinos. Brasil deve debater a eutanásia, por compreensíveis que sejam as resistências.

 

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