Petróleo e delações são os temas em destaque nas manchetes

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📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 310- A 106 dias do fim do ano de 2019, hoje é segunda-feira, 16 de setembro de 2019, 259º dia do ano.

Sinopse da grande mídia impressa: Destaque maior do noticiário desta segunda-feira, 16, fica por conta das consequências sobre os preços do petróleo, no mundo, como fruto dos ataques feitos por rebeldes do Iêmen a instalações petrolíferas sauditas. Na Ásia, o petróleo subiu quase 20%, diz a manchete do O Globo. Valor Econômico online, também em manchete, informa que a Arábia Saudita busca retomar ao menos 1/3 da produção perdida. Colunistas avaliam consequências do quadro para o Brasil.

A manchete da Folha trata de detalhes da delação da empreiteira OAS e conta que a empresa revelou que Lula pressionou por obra deficitária na Bolívia. Ex-presidente nega irregularidade no caso, ressalva a Folha.

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Petróleo dispara após ataques na Arábia Saudita. Barril subiu quase 20% na Ásia, e alta deve atrair mais interessados pelo pré-sal”. Manchete de capa do O Globo.

“Arábia Saudita busca retomar ao menos 1/3 da produção perdida até segunda-feira. Mercados reagem a quebra na produção saudita e preços do petróleo têm altas históricas”. Manchete de capa do Valor Econômico online (a versão impressa do final de semana engloba, também, a segunda-feira).

“Com teto menor, Judiciário tem de cortar até estagiário. Benefício concedido pelo governo para que órgãos possam cumprir limite de gastos termina em 2020”. Manchete de capa do Estadão.

“OAS relatou intervenção de Lula por obra na Bolívia. Caso foi compartilhado por procuradores da Lava Jato; ex-presidente nega ilícito”. Manchete de capa da Folha.

📃 Editoriais do dia:

“Câmara precisa acelerar o fim dos supersalários. Procurador que acha um ‘miserê’ ganhar R$ 24 mil, embora receba muito mais, não é caso isolado”. Editorial do O Globo.

“Queda nos homicídios é ofuscada pelo aumento da letalidade policial. Número de mortes decorrentes de intervenção por agentes do Estado cresceu 19,6% em 2018”. Editorial do O Globo.

“Federação e autonomia. Ainda que a Constituição tenha assegurado aos Estados e municípios autonomia faltam-lhes meios para um governo de fato livre e responsável”. Editorial do Estadão.

“Enfim, os contratos de ônibus. Nada justifica tal demora, durante a qual, na maior e mais rica cidade do País, um serviço de tal importância foi regido por contratos emergenciais, renovados a cada seis meses”. Editorial do Estadão.

“O governo e a realidade. Em qual governo, afinal, os investidores devem apostar? Naquele que aceita a realidade ou naquele que a afronta?”. Editorial do Estadão.

“Bolha de privilégios. Judiciário e Ministério Público não acordaram para a realidade orçamentária”. Editorial da Folha.

“O alarme da dengue. Casos da doença disparam; governos e cidadãos precisam evitar tragédia no verão”. Editorial da Folha.

“República chega aos 130 cheia de contradições. Pesquisa historiográfica preenche lacunas e questiona entendimentos tradicionais sobre o período”. Na coluna de Vinícius Mota, na Folha.

“O recado do STF a Moro. Cresce a aposta de que Segunda Turma votará pela suspeição do ex-juiz no caso do tríplex”. Na coluna de Leandro Colon, na Folha.

“A velocidade que almejamos na democracia. Trilema: reconciliar democracia, constitucionalismo e eficiência”. Na coluna de Marcus André Melo, na Folha.

“A próxima reforma essencial. Por um sistema tributário que possa gerar empregos”. Na coluna de Robson Braga de Andrade, na Folha.

“Cannabis medicinal é esperança. Passei a ter uma visão técnica acima da ideológica”. Artigo de Carla Zambelli, deputada federal do PSL, na Folha.

“Esforço para emplacar Eduardo em embaixada faz de Alcolumbre o articulador do governo no Senado”. Na coluna Painel, da Folha.

“Movimento bolsonarista reflui e radicaliza. Eleitor puramente antipetista parece ter abandonado o presidente”. Na coluna de Celso Rocha de Barros, na Folha.

“Petróleo dispara após ataque ao ‘coração’ da Arábia Saudita. Na noite de domingo, preços saltaram até 20%; FT prevê ‘semanas’ de produção reduzida”. Na coluna de Nelson de Sá, na Folha.

“São Paulo é a única capital global onde ninguém quer ser candidato. Cidade que rejeitou Doria em 2018 tem sido desdenhada pelos progressistas”. Na coluna de Mathias Alencastro, na Folha.

“Educação versus atividades regulamentadas, entenda a diferença e se proteja. Curso disfarça oferta de produtos”. Artigo de Márcia Dessen, na Folha.

“Tik Tok e Kwai brigam pelo Brasil. Disputa chinesa no país prenuncia reorganização do ecossistema digital”. Na coluna de Ronaldo Lemos, na Folha.

“Quanto valem os direitos. Entre a austeridade e a defesa de direitos sem lastro econômico, mora a política”. Na coluna de Thiago Amparo, na Folha.

“Damares diz não ter ‘dever algum’ de custear construção de Memorial da Anistia. O ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos cancelou as obras de um museu na UFMG”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

📃 Outros destaques:

“Ataque à Arábia Saudita eleva o preço do petróleo em 18%. Disparada. Valores do barril aumentaram 18% por causa de temor de diminuição na oferta de petróleo provocada pela interrupção de 50% da produção saudita; Teerã nega qualquer envolvimento com os atentados de sábado, assumidos pelos rebeldes houthis do Iêmen”. Na capa do Estadão.

“Aumenta a instabilidade. Rapidez para retomar produção e chances de confronto militar são as questões cruciais para o reino saudita”. Do jornal The Economist, na capa do Estadão.

‘Irã nega ataque, e EUA não descartam encontro com líder do país”. Na capa da Folha.

“Na viagem de trem, homens armados e feira de drogas. Sem qualquer repressão, um ponto de venda de drogas funciona ao ar livre, com grande movimentação de usuarios de crack e traficantes, no ramal Belford Roxo da linha férrea administrada pela SuperVia”. Na capa do O Globo.

“Imóveis devolvidos atrasam retomada da construção. Os cinco principais bancos do país já concentram ao menos 90 mil imóveis retomados de mutuários por inadimplência, totalizando R$ 18,1 bilhões em bens. Para representantes do setor, a situação é mais um entrave à recuperação da construção civil pelo aumento da oferta ou pelo crédito mais restrito. Na Suíça, autoridades de 26 bancos centrais farão sabatina com criadores do projeto.”. Na capa do O Globo.

“Pós-Lava-Jato, Rio tem novo mapa político. No Rio, jogo está entre marcas da Lava-Jato e eclosão do PSL”. Na capa do O Globo.

“Estradas têm 2 milhões de bichos mortos. Mais de 2 milhões de bichos morrem por ano nas rodovias do país, mostra levantamento”. Na capa do O Globo.

“Atrasos em grandes obras federais custam R$ 200 bi. Levantamento do GLOBO analisou 14 empreendimentos com recursos federais e alvos de operações nos últimos anos”. Na capa do O Globo.

“TRF-3 define destino de fundo cobiçado por Moro. Justiça. TRF-3 retoma julgamento de ação que pede liberação de R$ 2,5 bi arrecadados com indenizações cobradas pelo MPF e órgãos como o Cade; AGU alega prejuízo fiscal e recorre”. Na capa do Estadão.

“Para economista, reforma tributária tem risco de falhar. Para economista, falta liderança do Executivo em relação à proposta para redesenhar sistema de impostos do País”. Na capa do Estadão.

“Fundos imobiliários devem ter crescimento. Além de resultados positivos no mercado de imóveis, perspectiva de queda dos juros básicos deve animar investidor”. Na capa do Estadão.

“Na BR-319, sobram promessas e buracos. Aberta nos anos 1970 e ícone da ideia de ‘integrar para não entregar’, a estrada esteve em projetos de governos seguidos, como o atual, mas nunca voltou a ser asfaltada; a reocupação preocupa ambientalistas e é vista com ceticismo pela população”. Na capa do Estadão.

“Entrevista da 2ª. Marcelo Crivella. ‘Não atuo como bispo evangélico na prefeitura”. Na capa da Folha.

“MP investiga se há máfia das creches em São Paulo”. Na capa da Folha.

“Dados descrevem a realidade das ONGs no Brasil”. Na capa da Folha.

“Grileiros, eólicas e famílias em disputa por terra no Sertão da Bahia”. Na capa da Folha.

“Receita passa por enxugamento de agência e serviços”. Na capa da Folha.

“Ativistas de Hong Kong pedem proteção ao Reino Unido”. Na capa da Folha.

📃 Colunas e artigos:

“Diretor da ANP acredita que Brasil será favorecido. A produção de petróleo da Arábia Saudita foi cortada pela metade, ontem, depois que rebeldes iemenitas houthis usaram drones para atacar instalações da estatal Aramco. Para Décio Oddone, diretor-geral da ANP, os ataques terão reflexo internacional: ‘Aumenta a percepção de risco e naturalmente sobe o interesse pelo pré-sal e os próximos leilões por aqui. E ainda pode crescer a busca da Aramco por diversificação, comprando, quem sabe, refinarias no Brasil’. É uma das vantagens de o Brasil ser um país pacífico —pelo menos até antes de Bolsonaro.” Na coluna de Ancelmo Gois, no O Globo.

“Houthis mostram vulnerabilidade da ditadura saudita. O ataque reivindicado pelos houthis contra instalações de petróleo da Arábia Saudita estão dentro do contexto da Guerra do Iêmen e demonstram a vulnerabilidade da ditadura saudita do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.” Na coluna de Gugra Chacra, no O Globo.

“Crivella e seus talibãs tropicais. Se os gays desaparecessem do mundo, Crivella ficaria amuado, sem um tema para aquecer a sua campanha”. Na coluna de Fernando Gabeira, no O Globo.

“Eaí, compadre? Em 1893, Rui Barbosa escreveu o seguinte: “A República não é o bastão do marechal com um barrete frígio no topo. Não é nem o compadrio de nossos amigos, nem a hostilidade aos nossos adversários. É a defesa da autoridade e a sua fiscalização à luz dos princípios constitucionais. É o direito de ter todas as opiniões e a obrigação de respeitar todas as consciências.” Artigo do advogado Helio Saboia Filho, no O Globo.

“Políticas públicas e ‘modismos’. Criar soluções para problemas que não existem não parece ser um caminho promissor”. Artigo de José Goldenberg, professor emérito da USP e ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, no Estadão.

“Futuro incerto. Passados oito meses do novo governo, a incerteza impera. O presidente continua entendendo a política como atividade voltada para contemplar seus amigos e sua família, enquanto considera todos os que dele discordem ou o critiquem como um inimigo potencial ou atual.” Artigo de Denis Lerrer Rosenfield professor de Filosofia na UFRGS, no Estadão.

“Investimento público reforça polarização no debate sobre retomada do crescimento econômico brasileiro.” Na coluna de Cida Damasco, no Estadão.

“Por causa da saga do Brexit, a GrãBretanha está se aproximando rapidamente de um confronto democrático.” Artigo de Timothy Garton Ash, professor de Estudos Europeus Na Universidade de Oxford, no Estadão.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reabre nesta segunda-feira, após o feriado de final de semana.

Destaque histórico:

Em 16 de setembro de 1810 o padre Miguel Hidalgo y Costilla dá início a um levante que oito anos depois haveria de fazer do México um país independente. Portanto, nesta segunda-feira, 16, o México comemora seu Dia da Independência.

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