Petrobras, Planalto e Congresso, e PF são os temas das manchetes

Sinopse da grande mídia impressa: A Petrobras pode perder a preferência no pré-sal. Segundo a manchete do O Globo, com essa intenção, o governo pretende flexibilizar o modelo de exploração da empresa visando atrair investidores e aumentar a arrecadação.

Enquanto isso, o governo está usando emendas e monitorando redes sociais para garantir apoios no Congresso. Cerca de R$2 bilhões serão distribuídos com parlamentares fiéis ao Planalto.

Na Polícia Federal o clima vivido com a indefinição sobre a direção geral da instituição é de risco de paralisia, segundo a Folha. Moro tem evitando o tema, segundo a manchete do jornal.

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Em busca de recursos. Governo quer fim da preferência da Petrobras no pré-sal. Flexibilização do modelo de exploração visa atrair investidores e aumentar arrecadação”. Manchete de capa do O Globo.

“Governo usa emendas e monitora redes para ter apoio no Congresso. Parlamentares fiéis ao Planalto serão atendidos na liberação de até R$ 2 bilhões”. Manchete de capa do Estadão.

“Indefinição leva a risco de paralisia na PF, que cobra Moro. Provável saída do diretor-geral põe órgão em compasso de espera por decisão de Bolsonaro; ministro evita o tema”. Manchete de capa da Folha.

(Jornais de economia, a exemplo do Valor Econômico, não circulam nos finais de semana e dias feriados)

📃 Editoriais do dia:

“Supremo indica o que se espera das instituições. Na despedida de Raquel Dodge do STF, ministro Celso de Mello demarca o poder do presidente”. Editorial do O Globo.

“Incêndio no Badim mostra que Rio não aprendeu com tragédias. Pelo menos 11 pacientes morreram durante fogo que atingiu hospital no Maracanã na tarde de quinta”. Editorial do O Globo.

“A vez da reforma do Estado. Assim como ocorreu no debate sobre a Previdência, o redimensionamento do Estado deve ser apresentado por seu aspecto técnico e econômico”. Editorial do Estadão.

“A economia ainda morna. O recuo mensal do IBC-Br surpreendeu quem se havia animado com os últimos dados positivos de julho”. Editorial do Estadão.

“Previdência e direitos. Atualmente, uma em cada quatro aposentadorias por idade, benefício que atende os mais pobres, é concedida por via judicial”. Editorial do Estadão.

“Causa própria. Congressistas erram ao tentar afrouxar fiscalização dos partidos políticos”. Editorial da Folha.

“Lamúrias estaduais. Governadores insistem na revisão de dívidas; gasto com pessoal é problema maior”. Editorial da Folha.

📃 Outros destaques:

“A tragédia de quem ainda lutava pela vida. CTI se tornou inferno de fumaça tóxica onde morreram 11 pessoas de 66 a 96 anos”. Na capa do O Globo.

“Rio. Só 22 unidades de saúde têm ‘alvará’ de Bombeiros. Das 329 unidades da rede municipal de saúde, incluindo hospitais e UPAs, só 22 contam com certificado que atesta que estão em dia com o Corpo de Bombeiros.” Na capa do O Globo.

“O incêndio no Hospital Badim, no Rio, deixou 11 mortos, a maioria por asfixia. O fogo foi causado por curto-circuito em um gerador. Só em 2019, foram registrados mais de 20 casos de fogo em complexos hospitalares. Normas de segurança estaduais e federais ainda estão em atualização.” Na capa do Estadão.

“O Rio foi advertido de que pode ser expulso do programa que permitiu ao Estado suspender o pagamento de dívida com a União por três anos. O governador Wilson Witzel (PSC) não estaria cumprindo obrigações impostas pelo plano de socorro. Se não apresentar solução, o Rio terá de pagar dívida que chega a R$ 32,5 bilhões. O governo fluminense afirma estar “em tratativas” para resolver o problema.” Na capa do Estadão.

“Rio pode ser excluído do programa de socorro da União. Segundo parecer técnico, governo estadual descumpriu regras do ajuste fiscal. Reestruturação de carreira na Uerj é ponto mais crítico”. Na capa do O Globo.

“Deltan defende Aras na PGR e é criticado por colegas. Coordenador da Lava-Jato defende Aras, e procuradores veem estratégia de sobrevivência”. Na capa do O Globo.

“Dodge pede que STF suspenda portaria de Moro sobre deportação sumária”. Na Folha.

“Ibama e ICMBio correm risco de ficar sem verba”. Na capa do Estadão.

“Satélite não diferencia fogueira de incêndio, diz Ernesto nos EUA”. Na capa da Folha.

“Governo planeja limitar subsídio do Minha Casa”. Na capa da Folha.

“Nomeação de indicado do DEM gera crítica a Ramos. Marco Feliciano diz que governo ‘passa mau exemplo’ ao ‘premiar’ deputado que fez ataques à atual administração”. No Estadão.

“Proposta de senadores abre brecha para caixa 2. Associações que defendem transparência alertam que projeto pode facilitar crimes como corrupção; proposta permite que cada legenda utilize um sistema diferente de prestação de contas”. Na capa do O Globo.

“Vermelho, o influente da Papuda. Delgatti é assediado por presos como Geddel”. Na capa do Estadão.

“Ouvidoria relata excesso em ação da PM que matou 11. 4 das 11 mortes decorrentes da intervenção da PM em Guararema ocorreram com os presos já rendidos”. Na capa da Folha.

“Delação de Léo Pinheiro. Relator da Lava Jato no Supremo confirma colaboração premiada de empreiteiro; negociação para acordo se arrastou por mais de 2 anos”. Na capa do Estadão.

“Fachin homologa delação, e Léo Pinheiro deve ir para casa. Ex-presidente da OAS deve ir para prisão domiciliar. Anexos atingem políticos de diversos partidos e motivaram crise na PGR”. Na capa do O Globo.

“STF homologa delação de Léo Pinheiro que incriminou Lula”. Na capa da Folha.

“Transporte de valores é acusado de formar cartel. Bancos e varejistas se queixam no Cade da Prosegur, Brink’s e Protege, que detêm 80% do mercado que movimenta R$ 33 bi por ano”. Na capa do Estadão.

“Com abertura prevista para o ano que vem, o Augusta é um dos mais de 120 espaços da capital paulista que têm a transformação em parque prevista em lei desde 2014. O Plano de Metas, divulgado em abril, prevê dez novos parques até dezembro de 2020, maioria na zona sul. A lista com os selecionados já é discutida no Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável desde junho.” Na capa do Estadão.

“TJ libera mototáxis na capital paulista. Em ação movida pelo Ministério Público, tribunal considerou que a Prefeitura usurpou competência da União; lei federal avaliza atividade”. Na capa do Estadão.

“Controle cambial não segura perda de reservas da Argentina. Controles cambiais não conseguem conter corrida por dólares, e país só tem hoje US$ 50 bi. Fontes apontam que FMI pode adiar desembolso de US$ 5,4 bilhões, previsto para a próxima semana, por causa da incerteza política”. Na capa do O Globo.

“Obra de R$1,2 bi, prédio do TJ de São Paulo gera mal estar”. Na capa da Folha.

“Amazon bane livros de cura gay nos EUA, sob protesto de cristãos”. Na capa da Folha.

“Após veto da prefeitura, Justiça libera serviço de mototáxi em SP”. Na capa da Folha.

“Doria avisa que vai desenvolver apostilas com encarte explicativo”. Na capa da Folha.

“Jornal Nacional é homenageado no Senado por seus 50 anos. Independência e direito de informar marcaram trajetória do telejornal, que, para Alcolumbre, é ‘sinônimo de democracia’” Na capa do O Globo.

📃 Colunas e artigos:

“Grupo de cientistas demonstrou que um coquetel de cinco drogas é capaz de rejuvenescer seres humanos. O tempo dirá.” Na coluna de Fernando Reinach, no Estadão.

“Reforma tributária e a nova guerra de vaidade. Enquanto o governo patina, Câmara e Senado, mais uma vez, disputam a paternidade da reforma tributária. Há cerca de um mês, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), conversam para chegar a um acordo parecido com o alcançado na Previdência, pelo menos em torno dos pontos principais, mas ainda sem sucesso. Dessa forma, o Senado toca sua agenda e o relatório de Roberto Rocha (PSDB-MA) deve ser lido na quarta-feira. Na Câmara, o prazo para recebimento de emendas foi reaberto.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

“Mudança de rumos. A escolha do subprocurador Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República consolida o que há algum tempo começou a ser percebido no mundo político e entre os eleitores de Jair Bolsonaro: o presidente da República deu um cavalo de pau em sua principal bandeira de campanha, a do combate à corrupção.” Na coluna de João Domingos, no Estadão.

“Mesmo com reforma, quadro das contas públicas é dramático. A reforma da Previdência, ainda que seja a maior das despesas, é necessária, mas não suficiente”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Governo perde tempo na busca de saída para questão tributária. Governo apostou que a CPMF pudesse desonerar a folha e criar empregos. Perdeu tempo no assunto mais urgente da economia”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Descalabro carioca. O Rio de Janeiro se desmilingue a olhos vistos. Perde vigor, charme, definha. E as constatações são notórias.” Artigo de Ney Carvalho, escritor e historiador, no O Globo.

“Esperança equilibrista. Projetar para classes sociais sem recursos passou a ser um desafio para arquitetos que lutam por cidades mais justas”. Na coluna de Luiz Fernando Janot, no O Globo.

“O que a Bíblia nos ensina. Vereadores de Campina Grande aprovam ‘Leitura Bíblica’ nas escolas da cidade”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“Buraco negro. Brasil está quebrado, mas Congresso quer afrouxar uso de dinheiro público por políticos”. Na coluna de Julianna Sofia, na Folha.

“Vazamentos. Moro teria obrigação de mandar investigar vazamento de dados de David Miranda”. Na coluna semanal de Fernando Haddad, na Folha.

“As mudanças na lei eleitoral aprovadas na Câmara são positivas? NÃO. Projeto blinda líderes partidários de responsabilidades”. Artigo de Fernando Neisser, advogado e presidente da Comissão de Direito Eleitoral do Iasp (Instituto dos Advogados de São Paulo), na Folha.

“As mudanças na lei eleitoral aprovadas na Câmara são positivas? SIM. Propostas valorizam e fortalecem os partidos”. Artigo do deputado Paulo Pereira da Silva, na Folha.

“Governo traça nova estratégia de distribuição de cargos para tentar formar base no Congresso”. Na coluna Painel, da Folha.

“Bolsonaro e o ‘Sistema’. Nas frases claudicantes do 02, descortina-se o programa de governo que resta ao bolsonarismo”. Na coluna de Demétrio Magnoli, na Folha.

“A aposta perdida. Se o Brasil quer ajudar a Venezuela, terá de mudar de posição”. Na coluna de Roberto Simon, na Folha.

“Me dá um dinheiro aí. Socorro aos estados não vai para o pobre, e sim para o procurador dos R$ 68 mil”. Na coluna de Marcos Mendes, na Folha.

“Abrindo caminho. Como interpretar as provocações e estocadas diárias do clã bolsonarista?”. Na coluna de Oscar Vilhena Vieira, na Folha.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 13, em baixa de -0,83%, a 103.501 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,67% a R$4,09. O euro fechou em alta de 0,58%, a R$4,52.

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