Pesquisa Ibope sobre eleição 2018 é o tema mais destacado das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

_SINOPSE NACIONAL DE 16 DE OUTUBRO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho 

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Distância entre Bolsonaro e Haddad é de 18 pontos. Rejeição ao presidenciável do PT é de 47%; ao candidato do PSL, de 35%. Na primeira pesquisa do Ibope do segundo turno, já com o impacto da propaganda de rádio e TV, Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL, aparece com 18 pontos de vantagem sobre Fernando Haddad, do PT. Ele tem 59% dos votos válidos (excluindo nulos, em branco e indecisos), contra 41% do petista. A rejeição a Haddad cresceu: é de 47%, contra 35% do candidato do PSL. A pesquisa confirma a tendência detectada pelo Datafolha na semana passada. A diferença de 18 pontos percentuais entre os dois candidatos é a maior para um início de segundo turno desde as eleições de 2002. No horário eleitoral e nas campanhas nas redes sociais, Bolsonaro e Haddad investem mais na rejeição ao adversário do que em propostas.

Presidenciáveis suavizam discursos e propostas. Para ampliar seu arco de eleitores, Bolsonaro e Haddad moderam o discurso e reveem propostas, como a convocação de Constituinte.

Haddad sugere filósofo Cortella para Educação. O presidenciável Fernando Haddad indicou o filósofo Mario Sergio Cortella para a pasta da Educação, em eventual governo petista.

Centrão articula reeleição de Maia na Câmara. Centrão, que elegeu 207 deputados, já articula reeleição de Rodrigo Maia à presidência da Câmara, temendo avanço de nomes do PSL.

Merval Pereira: Candidatos não são convincentes ao se aproximar do centro (PÁGINA 2)

José Casado: Bolsonaro já cria ruído na relação com China e países islâmicos.

Bernardo Mello Franco: Petistas associam maré contra Haddad a bombardeio nas redes.

Míriam Leitão: Crise dos estados baterá à porta do novo presidente em Brasília.

Com roubos de veículos em queda, seguro pode baixar 15%. Com a redução do índice de roubos de veículos, que chegou a 17% no último trimestre, seguro pode ter queda de até 15%. O cenário é melhor em bairros da Zona Sul.

Clientes pagam maior parte de briga bilionária do setor elétrico. Parte da conta de R$ 38 bilhões da geração de eletricidade por termelétricas ficará para o próximo governo. Cliente residencial deve arcar nas tarifas com R$ 25 bilhões.

Editorial1: A simbólica perda de votos do PT na classe C. De 2014 a 2018, partido teve 10 milhões de votos a menos em faixas de renda mais baixa, algo sugestivo.

Editorial2: Fechamento de livraria expõe falta de políticas públicas para o Centro. Desativação de espaço onde funcionou antigo Cine Vitória é baque na revitalização da região.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Bolsonaro tem 59% dos votos válidos; Haddad, 41%. Pesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostra que candidato do PSL lidera em todas as regiões do País, menos no NE. Na primeira pesquisa Ibope/Estado/ TV Globo do segundo turno, Jair Bolsonaro lidera a corrida presidencial com 59% das intenções de voto. A duas semanas da eleição, o candidato do PSL tem 18 pontos porcentuais de vantagem sobre Fernando Haddad (PT), que aparece com 41%. O levantamento considera apenas os votos válidos, ou seja, exclui os nulos, brancos e indecisos. No eleitorado total, o placar é de 52% a 37% a favor de Bolsonaro. Há ainda 9% dispostos a anular ou votar em branco, e 2% não souberam responder. Bolsonaro lidera em todas as regiões do País, com exceção do Nordeste. O candidato do PSL é o que tem mais simpatizantes convictos: 41% votariam nele com certeza, e 35% dizem que não votariam de jeito nenhum. Haddad tem a maior rejeição: 47% não o escolheriam em nenhuma hipótese; outros 28% manifestaram certeza na escolha.

Márcia Cavallari: Eleitor se posiciona. Segundo turno é uma nova eleição. E, com o realinhamento das forças políticas, Bolsonaro começa a campanha com cerca de 19,3 milhões de eleitores mais do que Haddad.

Candidato do PSL visita o Bope; petista revê estratégia. Jair Bolsonaro foi ontem à sede do Batalhão de Operações Especiais da PM do Rio, o Bope. Segundo assessor do presidenciável, foi uma “visita a amigos”. Bolsonaro afirmou que a área militar terá “um dos nossos em Brasília”. Sem conseguir consolidar uma frente de apoios, líderes petistas defendem que o programa de governo de Fernando Haddad adote pauta mínima capaz de aglutinar forças.

PDT anuncia apoio a Márcio França.

Caiado quer Bolsonaro sem ‘fanfarrões’.

Rui Costa diz ser preciso ‘diálogo’.

País despenca em ranking de investimentos. Dados da Unctad, organismo da ONU, mostram que o País caiu, de janeiro a junho, do 6.º para o 9.º lugar entre os principais destinos de investimentos estrangeiros, com US$ 25,5 bilhões, queda de 22% ante o mesmo período de 2017. Incerteza política é apontada como principal causa.

Abilio Diniz é indiciado pela PF: Ex-presidente do Conselho da BRF foi indiciado por estelionato, organização criminosa e falsidade ideológica em desdobramento da Operação Carne Fraca. Diniz nega irregularidades.

Menina de 11 anos é estuprada em cadeia.

Horário de verão vai começar no dia 4 de novembro.

Eliane Cantanhêde: Enquanto o Ibope confirma a virtual vitória de Bolsonaro, civis e militares temem a simbiose entre governo e Forças Armadas.

Ana Carla Abrão: Não há mais espaço para ignorar a gravidade da situação dos Estados e a urgência de se buscar uma solução estrutural.

Editorial1: A prepotência petista. A título de arregimentar apoio fora do curral lulopetista, Haddad agora quer fazer o País acreditar que nada tem a ver nem com o PT nem com Lula.

Editorial2: Produtividade em marcha lenta. Falta muito para o Brasil recuperar a capacidade de competir que já teve.

Editorial3: Ainda o problema dos lixões. Situação só tende a piorar, a julgar pela constatação de que despejo inadequado continua a aumentar.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Guedes sugere desvincular gasto social do Orçamento. Reforma fiscal de guru de Bolsonaro mantém teto e prevê imposto único federal. A menos de duas semanas do segundo turno, com Jair Bolsonaro (PSL) favorito nas pesquisas, Paulo Guedes começa a delinear as partes em aberto da política econômica que pretende implantar em eventual governo de seu candidato. Além da reforma da Previdência, Guedes quer diminuir a rigidez do Orçamento. Em palestras a empresários e integrantes do mercado financeiro, o economista sugeriu mudanças que dependeriam de alteração constitucional —hoje, 92% dos recursos federais têm destino definido em lei, como Previdência, folha de pagamento, abono e renda para deficientes e idosos. Há também as chamadas despesas vinculadas, com percentuais fixos da receita, como saúde e educação (o orçamento do ano anterior mais inflação). Em suas apresentações, Guedes falou de um novo arranjo fiscal, com descentralização de recursos e atribuições, manutenção do teto de gastos, venda de estatais e a criação de um imposto único federal. A maioria das contribuições também seria abolida, em um aceno aos governos estaduais, que não compartilham esse tipo de receita.

Aliados de Bolsonaro já disputam espaço e indicações de ministros.

Haddad cita Cortella e diz que conversou com Joaquim Barbosa.

Candidato no Rio, Witzel foi um dos organizadores da ‘farra dos juizes’.

Vantagem de Bolsonaro é de 18 pontos, aponta Ibope. Jair Bolsonaro (PSL) aparece à frente de Fernando Haddad (PT) na primeira pesquisa do Ibope sobre o 2o turno da eleição presidencial. O deputado tem 59% dos votos válidos, e o ex-prefeito de SP, 41%. A rejeição a Haddad é maior. Dos entrevistados, 47% declararam não votar no petista, contra 35% em Bolsonaro.

Forças ocultas vão ter de se moderar, afirma Giannotti. O professor de filosofia José Arthur Giannotti diz que as eleições trouxeram para a política as forças ocultas, que terão de se moderar. “Você não governa com ameaças.” Para ele, caso Jair Bolsonaro ganhe, os conservadores terão de se civilizar.

Joel P. da Fonseca: Há novas formas de mentir e o PT ficou para trás.

Polícia Federal indicia Abilio Diniz após Carne Fraca Mercado.

Do auge à bancarrota. Crise após denúncias da Lava Jato paralisa estaleiro na Bahia e extingue 7.462 vagas.

Editorial1: O preço do voto. Custo das campanhas eleitorais cai, mas com alta de verba orçamentária.

Editorial2: Michael em fúria. Na mesma semana em que furacão atingiu a costa da Flórida, IPCC divulga novo e sombrio relatório.

*Manchete do jornal Valor Econômico*: Gol quer fechar capital da Smiles, que perde R$ 2,5 bi. A Smiles, empresa que administra o programa de fidelidade da Gol, perdeu, em apenas um dia, R$ 2,5 bilhões de seu valor de mercado. A queda resultou da decisão da companhia de anunciar ao mercado o interesse em fechar o capital da subsidiária, cinco anos depois de promover seu IPO

BC prepara modelo para ‘open banking’. O Banco Central define até o fim do ano o modelo de funcionamento do “open banking” no país, para implementação em 2019. Em linhas gerais, essa tecnologia possibilita a terceiros acessar e até movimentar contas bancárias de outrem, desde que autorizados pelo correntista.

Volta de investimentos. Com a demanda por papéis de embalagem em alta no exterior e perspectiva de aquecimento do mercado interno, a Voith Paper vê retomada de investimentos em 2019, diz Hjalmar Fugmann.

À frente, Bolsonaro já escala ministros. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, segue estável na liderança da disputa presidencial com 52% das intenções de voto contra 37% de Fernando Haddad (PT). Com a vantagem, o candidato do PSL avança na formação de sua equipe de governo e já confirmou três eventuais ministros

Candidato quer aumento da produtividade do trabalhador. O grupo de economistas responsável pelo plano de governo do candidato Jair Bolsonaro (PSL) propõe a criação de um “superconselho”, ligado à Presidência da República ou ao Ministério da Economia, para coordenar e monitorar programas que aumentem a competitividade da economia brasileira.

CVM investiga se Eike é engenheiro. Uma questão envolvendo a prisão de Eike Batista em 2017 virou alvo de novo processo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contra o empresário. O regulador do mercado de capitais aponta inconsistências no currículo apresentado aos investidores e quer que ele seja responsabilizado.

Artigo. Capitalismo na América: uma história. Alan Greenspan, ex-presidente Fed, lança livro sobre a história do capitalismo americano, escrito com Adrian Wooldridge. Autor analisa os fatores que possibilitaram os EUA se tornarem a maior economia do mundo.

Conjuntura. Indicadores sugerem mais um mês fraco para indústria em setembro. Bancos e consultorias projetam 3º mês seguido de queda ou crescimento modesto para atividade fabril.

Norte e NE, economias parecidas e votos distintos. Os Estados da Bahia e do Acre, que tiveram forte alta da extrema pobreza e homicídios e eram ambos governados pelo PT, são os exemplos mais claros do quadro.

Incerteza sobre reforma pode levar a desativação de térmicas da Petrobras. Volume equivale a cerca de 2% da oferta de energia no sistema hoje.

Bolsonaro abre vantagem de 15 pontos sobre Haddad no Ibope. Pesquisa deve consolidar disposição de candidato do PSL de não debater.

Centrão e PSL miram lugar de Maia.

MP que favorece entidades hospitalares está na pauta.

Para onde vai a onda que Bolsonaro surfa. Vitória de Bolsonaro enfraqueceria ainda mais os partidos.

Eleições. PSL define ministros, Haddad sugere Cortella.

Mourão diz que há ‘pilhas’ de profissionais competentes no país; petista fala em ‘equipe dos melhores’.

Na energia, promessa de diálogo. Partido de Bolsonaro lança Janaina para comandar Assembleia de SP.

Economista propõe à campanha de Bolsonaro ampliar abertura comercial.

Eleições. Equipe de Bolsonaro quer produtividade 20% maior até 2022.

Redução unilateral de tarifas de importação e criação de ‘superconselho’ estão entre as propostas.

“Quem vai mandar no Brasil serão os capitães”, diz Bolsonaro.

Josué descarta participar de ministério.

TSE dá sinais opostos sobre fake news.

Eleições. Haddad patina em amarrar apoios de FHC, Barbosa e Ciro.

Petista diz que não faz outra coisa a não ser falar com pessoas, mas tempo é curto.

Wagner tenta choque de comunicação tardio. “Se você desligar o WhatsApp por cinco dias, o Bolsonaro some”.

PT admite mudar novamente programa.

Culpar o mensageiro não ganha a eleição; é preciso olhar para os próprios erros.

Editorial: Velhas fragilidades da educação no novo índice do Banco Mundial. O esforço, como sempre, passa por medidas de resultado a longo prazo, como melhorar a formação dos professores.

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