Pesquisa Datafolha é o destaque maior das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE DE 26 DE OUTUBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

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*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Diferença entre Bolsonaro e Haddad diminui 6 pontos. Em pesquisa Datafolha, candidato do PSL tem 56% dos votos válidos, contra 44% do petista. A distância entre os candidatos presidenciais do PSL e do PT caiu de 18 pontos para 12 pontos em pesquisa do Datafolha divulgada ontem: Jair Bolsonaro agora tem 56% dos votos válidos (excluídos votos em branco, nulos e eleitores indecisos), contra 44% de Fernando Haddad. Bolsonaro continua liderando em todas as regiões, com exceção do Nordeste. A taxa de rejeição a Bolsonaro subiu para 44%, mas continua inferior à do petista, que oscilou negativamente para 52%.

TREs fazem ações em 17 universidades. Objetivo é coibir propaganda eleitoral nas instituições. Fiscais de Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizaram operações e apreenderam material em 17 universidades de nove estados, a fim de coibir o que magistrados veem como propaganda política dentro das instituições. Na UFF, a Justiça ordenou retirada de faixa contra o fascismo, por entender que há teor eleitoral. Instituições falam em censura.

TSE tira do ar vídeos de Bolsonaro sobre fraude. O TSE ordenou a Google e Facebook que removam vídeos em que o presidenciável do PSL fala de fraude nas urnas eletrônicas.

Haddad faz novo aceno a Ciro; Cid fala em 2022. Fernando Haddad (PT) voltou a pedir apoio de Ciro Gomes (PDT), cujo irmão, Cid, falou ontem no projeto de candidatura para 2022.

‘A virada já começou’, diz Haddad, em ato de campanha no Recife.

Bolsonaro diz que não vai tirar o Brasil do Acordo de Paris.

Educação avança, mas não impacta economia. Mesmo com os brasileiros tendo hoje mais anos de estudo, produtividade da economia não avança por causa da baixa qualidade do ensino e da jornada escolar insuficiente.

Distância de Witzel para Paes se reduz a 12 pontos.

Joe Biden e De Niro são alvos de bombas nos EUA.

Merval Pereira: Emoções inesperadas na reta final.

Míriam Leitão: Equipe de Temer na economia deixa legado.

Bernardo Mello Franco: Sem debate, quem perde é o eleitor.

Editorial1: Democracia modera discursos de candidatos. Lula já havia recuado em 2002, agora Bolsonaro e Haddad fazem o mesmo, mas não se aceitam recaídas.

Editorial2: Implantação de novo modelo de estacionamento é desafio para o Rio. Sistemas de gestão adotados na cidade não prosperaram, e vagas foram tomadas por flanelinhas.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Bolsonaro avalia mudança radical na Previdência em 2019. Economistas da campanha também estudam fazer uma reforma de transição. A equipe de Jair Bolsonaro (PSL) avalia dez modelos de reforma da Previdência e divide-se hoje entre dois caminhos, caso o candidato seja eleito: apresentar, no início do ano, pacote com mudanças no sistema atual, como idade mínima e tempo de contribuição, para “acalmar o mercado”, ou encaminhar uma alteração mais profunda, com a adoção do sistema de capitalização. A avaliação do grupo capitaneado por Paulo Guedes é de que o texto em tramitação no Congresso, enviado pelo presidente Michel Temer, não deve ser levado adiante. A equipe ainda trabalha no formato de sua reforma ideal. O objetivo é que ela contemple três eixos: assistência social, capitalização e repartição sob novas bases, ou seja, com exigências mais duras para acesso ao benefício.

Capitão pede força às bases; Haddad amplia corpo a corpo. O capitão reformado Jair Bolsonaro e Fernando Haddad adequaram discursos e estratégias para o final da campanha. O candidato do PSL, que chegou a dizer que estava com a “mão na faixa”, procura conter o otimismo. A campanha petista, animada com as pesquisas, investe no convencimento nas ruas.

Petista reduz diferença. Bolsonaro tem 56% das intenções de voto e Haddad, 44%, segundo pesquisa Datafolha divulgada ontem. A diferença caiu de 18 para 12 pontos porcentuais em uma semana.

Doria e França disputam legado de Alckmin no último debate. Candidatos ao governo de SP, João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) disputaram pela primeira vez o legado de Geraldo Alckmin. Em outro debate tenso, desta vez na TV Globo, o atual governador falou de queda da criminalidade. O ex-prefeito disse que ele “se apropria” de feitos da gestão tucana.

Empate técnico em SP. João Doria (PSDB) tem 52% das intenções de voto e Márcio França (PSB), 48%, empatados na margem de erro, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Datafolha.

Para Regina, Bolsonaro tem alma democrática. Regina Duarte disse a Ubiratan Brasil que Jair Bolsonaro “tem alma democrática”. Para a atriz, que em 2002 fez campanha contra Lula, declarações do candidato consideradas homofóbicas e racistas são resultado de seu estilo “brincalhão, machão”.

Gabinete vira alvo de cobiça na Câmara. Ele não tem banheiro privativo, não é dos mais espaçosos e fica no anexo da Câmara conhecido como ‘puxadinho’. Mas o gabinete hoje ocupado por Jair Bolsonaro, que tem na parede fotos de presidentes militares, é um dos mais cobiçados pelos deputados eleitos. Já há fila de novatos do PSL querendo sentar na cadeira do capitão.

Pacotes-bomba nos EUA podem ser da Flórida. O FBI, que investiga o envio de pacotes suspeitos a críticos de Donald Trump, concentra investigações na Flórida, de onde teriam sido postados. Mais três pacotes foram interceptados ontem, dois endereçados ao ex-vice Joe Biden e um ao ator Robert De Niro, num total de dez desde segunda-feira.

PF apura tiroteio em Juiz de Fora. Confronto entre policiais de SP e MG teve um agente mineiro morto e apreensão de R$ 14 milhões em notas falsas. Ontem, empresário envolvido morreu.

General diz que Bolsonaro sofreu ‘ameaça terrorista’. Augusto Heleno afirma que a orientação é que presidenciável aumente medidas de segurança antes de sair de casa.

Para empresário, manifesto da construção é ‘hipócrita’. Empresário {dono da rede Centauro} afirma que manifesto da construção civil que defende a democracia é ‘eleitoreiro e hipócrita’.

Eliane Cantanhêde: Não vai ser de goleada. Bolsonaro é franco favorito, mas a diferença entre ele e Haddad vem caindo e isso mexe com os nervos das campanhas.

Editorial1: A hora da Previdência. Há excepcional oportunidade para aprovar a reforma. Convém agir com urgência, já que essa aprovação será o alicerce para as esperanças de um futuro promissor.

Editorial2: A segurança da urna eletrônica. A falta de planos claros dos candidatos é razão para apreensão, não a confiabilidade das urnas.

Editorial3: Mais uma delação vazia. Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o arquivamento de um inquérito da Polícia Federal (PF) que apurava o envolvimento do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, num suposto esquema de propina para financiar sua campanha ao Senado em 2010.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Diferença cai 6 pontos; taxa de sem candidato é recorde. Margem de Bolsonaro sobre Haddad vai de 18 para 12 pontos após casos WhatsApp e STF e fala na Paulista. A distância entre os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) diminuiu de 18 para 12 pontos, segundo o Datafolha. O deputadofederal tem 56% dos votos válidos, e o ex-prefeito de São Paulo, 44%. É a primeira pesquisa após repercussão de reportagem da Folha que mostrou que empresas bancaram disparo de mensagens anti-PT e da exposição de vídeo em que um filho de Bolsonaro cogita a hipótese de fechar o STF. O levantamento também é posterior ao discurso em vídeo que o capitão reformado fez a apoiadores na avenida Paulista, no domingo, quando declarou que os “bandidos vermelhos” seriam presos ou exilados do Brasil. A três dias do segundo turno, 14% dos eleitores afirmam não ter um candidato. É o maior índice registrado nesse momento de uma eleição presidencial, considerando as disputas desde 1989.

Análise : Mauro Paulino e Alessandro Janoni. Arroubo autoritário faz deputado perder votos na reta final. Ameaças à presidente do TSE, insinuações de intervenção no STF, estímulo à perseguição a jornalistas e a adversários podem ter minado parte da confiança que Jair Bolsonaro( PSL) vinha obtendo em diferentes setores.

A três dias da eleição, Doria tem 52%, e França, 48%. Foi de 6 para 4 pontos a diferença entre candidatos ao Governo de São Paulo, segundo pesquisa Datafolha. João Doria(PSDB) oscilou um ponto para baixo e tem 52%,e Márcio França( PSB),um ponto para cima, chegando a 48%.Contabilizando o total de votos, eles estão tecnicamente empatados(43% a 40%). No Rio, Wilson Witzel (PSC)caiu para 56% e Eduardo Paes (DEM) subiu para 44%.

Ministro manda PF investigar ameaça a profissionais da Folha. A ordem partiu de Raul Jungmann (Segurança Pública). Já a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou contrária a direito de resposta pedido por Jair Bolsonaro pela reportagem sobre disparos anti- PT no WhatsApp.

TSE censura fala de Bolsonaro sobre voto em urna eletrônica. O Tribunal Superior Eleitoral determinou a remoção de 55 links com vídeo em que Jair Bolsonaro questiona o sistema de votação em urna eletrônica.Google e Facebook tinham 24 horas para cumprir a ordem.

Pacotes suspeitos são enviados a vice de Obama e De Niro. A Polícia Federal dos EUA confirmou que pacotes que teriam explosivos foram enviados a Joe Biden, vice no governo Obama, e ao ator Robert De Niro, crítico de Donald Trump. O presidente culpou a imprensa pela “raiva” na sociedade americana.

João Doria: Proponho liberar energia produtiva dos setores público e privado.

Márcio França: Novo governador terá uma tarefa a mais: a de orientar e unir o país.

Apenas 6 dos 20 artistas mais ouvidos declararam em quem vão votar.

Acordo pode acabar com escassez de água em Guarulhos.

Editorial1: Reta final. Datafolha mostra queda na vantagem de Jair Bolsonaro sobre Fernando Haddad.

Editorial2: Bombas de intolerância. Envio de pacotes com explosivos caseiros traz natural apreensão para os americanos.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Vantagem de Bolsonaro cai a 12 pontos. Na reta final da campanha presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) viu sua vantagem sobre Fernando Haddad (PT) se reduzir de 18 para 12 pontos percentuais, segundo o Datafolha (56% a 44%).

‘Recluso’, líder nas pesquisas administra sua dianteira. Na campanha para o segundo turno da eleição, Jair Bolsonaro percorreu trajetos de no máximo 30 quilômetros para pedir o apoio de 147 milhões de eleitores em todo o país. Com vantagem folgada sobre Fernando Haddad, ele se manteve longe das ruas, evitou debates e contato direto com simpatizantes.

Esperança, erros e frustrações marcam campanha de Haddad. Trombadas e equívocos do PT não foram poucos, passando por divergências de estratégias sobre a ampliação de apoios além do partido, falta de autonomia de Haddad para agir e de definições sobre como mostrar Lula na campanha e, por fim, ausência de um comando único na comunicação.

Armas já atraem investimentos. Empresas fabricantes de armas de fogo estão otimistas com relação a futuros negócios no Brasil. A razão é o favoritismo de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição presidencial.

A força do voto ‘contra tudo e contra todos’. Em 2017, Bolsonaro teve quatro votos para a presidência da Câmara. Agora, foi o mais votado no 1º turno. Para Cláudio Couto (FGV), os quatro votos representavam a negação da política e passam a ideia de que ele gritava só num Congresso corrompido.

Com foco e rotina, fundador da XP cria ’26h’ no dia. Guilherme Benchimol, fundador da XP, é um homem do foco e da rotina. “À Mesa com o Valor”, diz que raramente come fora. Para ele, apesar de a empresa estar estabelecida, relaxar não é uma opção. “A sensação é de que está só começando”

Yellen alerta sobre aumento dos riscos nos empréstimos. Os Estados Unidos precisam tomar cuidado com a “enorme deterioração” dos critérios para a concessão de empréstimos corporativos, em vez de apenas se concentrar na desregulamentação. O alerta é de Janet Yellen, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano)

Em vantagem, Bolsonaro fica longe da rua. Clima de “já ganhou” começou a esfriar às vésperas do segundo turno, com aumento da rejeição.

Haddad ganha fôlego, mas tempo é curto. PT se agarra à esperança de virada na reta final.

Reflexos do envolvimento em casos de corrupção levam companhias a evitar exposição nas campanhas.

Bem sucedida nas urnas, direita se mostra heterogênea.

TSE tira do ar vídeo que questiona segurança de urnas.

Hegemonia tucana é posta em xeque em SP. Nacionalização da campanha estadual racha o PSDB e o PSL em São Paulo em disputa de segundo turno. Rejeitado na capital, Doria aposta no interior do Estado. França tenta assegurar caráter suprapartidário.

Paes tenta superar fardo emedebista. Líder nas pesquisas, o estreante Wilson Witzel enfrenta desgaste de sua candidatura no Rio de Janeiro.

Barbalho amplia apoios para evitar nova virada no PA.

Chapa de PSD e PT é favorita para o governo de SE.

Clãs Alves e Maia definem futuro no RN. Com a derrota dos senadores Garibaldi Alves (MDB) e de Agripino Maia (DEM) nas disputa por vagas no Senado e na Câmara, a eleição para governador no Rio Grande do Norte será tudo ou nada para os clãs Alves e Maia, que dominam a política no Estado há 60 anos. Eles estão apostando todas as fichas no ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), que declarou apoio ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) para enfrentar a senadora Fátima Bezerra, do PT.

Eleições. Novo pode ter primeiro governo em Minas Gerais. Romeu Zema é franco favorito em disputa com Anastasia.

Voto na ‘mudança’ sai na frente no AM. Para tentar reverter a diferença de 30 pontos percentuais favorável a Wilson Lima (PSC), o governador do Amazonas Amazonino Mendes (PDT) mudou o discurso e adotou um tom mais agressivo na campanha.

Contestado pela Justiça, PSB lidera no Amapá. Capiberibe só foi liberado pela Justiça para concorrer nove dias após o primeiro turno.

Pesquisas indicam virada em RO com vitória do candidato do PSL Na última pesquisa divulgada pelo Ibope na sexta-feira, Marcos Rocha, que ficou com a segunda posição no primeiro turno, aparece com 63% da preferência do eleitorado. Já o candidato Expedito Júnior (PSDB) registrou 37% dos votos válidos. Expedito terminou o primeiro turno vitorioso, mantendo a dianteira ao longo de toda a apuração.

Efeito Bolsonaro deve levar o novato Antônio Denarium ao governo em RR. O candidato de Jair Bolsonaro mantém boa vantagem frente ao adversário do PSDB, o ex-governador José de Anchieta.

Eleições. Propostas parecidas disputam voto no RS. Ex-aliados, José Sartori (MDB) e Eduardo Leite (PSDB) defendem planos parecidos e buscaram apoio de Bolsonaro. O último levantamento do Ibope mostra o tucano com 60% dos votos válidos, contra 40% de Sartori.

No DF, novato {Ibaneis} tem ampla margem sobre Rollemberg.

Ex-bombeiro do PSL deve vencer em SC, maior reduto bolsonarista do país. Estão no páreo Comandante Moisés (PSL), um ex-bombeiro estreante na política, que saltou do absoluto anonimato para o favoritismo na disputa impulsionado pela onda pró-Jair Bolsonaro no Estado; e Gelson Merísio (PSD), com três décadas de experiência parlamentar e três vezes presidente da Assembleia Legislativa, que juntou a maior coligação de partidos da disputa em torno da sua candidatura.

Apoios polêmicos esquentam disputa entre tucano e juiz aposentado no MS. Azambuja teve que se dirigir aos seus eleitores em redes sociais para explicar o apoio “pessoal” recebido de Zeca do PT no segundo turno. Odilon recebeu o apoio de Junior, do MDB, terceiro colocado nas eleições. O partido é controlado no Estado por André Puccinelli, governador entre 2007 e 2014, preso desde julho sob a acusação de ter recebido propinas durante sua gestão.

Editorial: Desorientado, PT subestima sua rejeição e a atração de Bolsonaro. Na reta derradeira, Haddad fez um périplo melancólico atrás de aliados, que, recalcitrantes, lhe desferiram mais críticas que apoio.

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