Lei partidária e eleitoral e salário mínimo são os destaques das manchetes

Sinopse da grande mídia impressa: Pelas manchetes, foco maior dos jornais diz respeito à votação, no Senado, do projeto de lei que muda regras para os partidos e para as eleições. Mídia foca na rejeição, pelos senadores, do item que tornava mais difícil o controle do uso de verbas públicas pelos partidos. O projeto volta para a Câmara dos Deputados, onde teve início. Deputados podem refazer o que já aprovaram e recompor o projeto original.

No Valor Econômica a manchete aborda a proposta de desindexação do salário mínimo lançada por setores do governo, que, segundo o jornal, sofre resistência. O tema é abordado por analistas da mídia impressa.

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Sob pressão, Senado recua e não muda regra eleitoral. Texto aprovado pela Câmara esvaziava controle do uso de verbas públicas eleitorais”. Manchete de capa da Folha.

“Senado corta benesses a partidos, mas fundo eleitoral pode crescer. Sob pressão, parlamentares retiram regras mais brandas que facilitariam caixa 2”. Manchete de capa do Estadão.

“Senado desiste de afrouxar regras para os partidos. Centrão tentará trazer de volta pontos polêmicos em votação na Câmara”. Manchete de capa do O Globo.

“Desindexação do salário mínimo sofre resistências”. Manchete de capa do Valor Econômico.

📃 Editoriais do dia:

“Pregação de Maduro. À Folha, ditador constrói fantasias para dissimular as ruínas do chavismo”. Editorial da Folha.

“Susto com o petróleo. Ataque leva a salto inicial da cotação; por ora não se vê risco de dano grave”. Editorial da Folha.

“O avanço do gasto obrigatório. Sem uma urgente revisão das despesas obrigatórias, a margem do governo para investimentos públicos tende a simplesmente desaparecer em poucos anos”. Editorial do Estadão.

“Os cartórios e o interesse público. Órgãos pressionam o presidente Jair Bolsonaro a vetar o dispositivo que dispensa os fundos de investimento de fazer o registro de seus regulamentos”. Editorial do Estadão.

“Apoio para quê? Bolsonaro recorre à ‘velha política’ na relação com Congresso para obter apoio em iniciativas de caráter pessoal”. Editorial do Estadão.

“Partidos tentaram mudar as regras que dificultam caixa 2. Partidos querem usar dinheiro público até mesmo para se defenderem da acusação de que o utilizaram ilegalmente”. Editorial do Valor Econômico.

📃 Outros destaques:

“Sob pressão, senadores derrubam proposta que afrouxava regras e elevava gastos eleitorais”. Na capa do Valor Econômico.

“Mudança de plano da senadora. Juíza Selma (PSL-MT) apresentou emenda que poderia beneficiá-la no TSE. Questionada pelo Estado, recuou”. Na capa do Estadão.

“Ida de Bolsonaro à assembleia da ONU corre risco. Apesar de promessa do presidente, recuperação pós-cirurgia e risco de protestos pela Amazônia ameaçam ida a Nova York”. Na capa do O Globo.

‘Orçamento prevê R$4,7 bi de vantagens para militares. Benefícios são instituídos pela reforma previdenciária das Forças Armadas”. Na capa da Folha.

“Guedes reafirma independência da Petrobras. Vice-presidente diz que preços são definidos ‘pelo pessoal da livre empresa’. Governo monta dois comitês para monitorar possíveis efeitos dos ataques à petrolífera saudita, que começa a retomar produção, na economia brasileira”. Na capa do O Globo.

“Dodge acusa Brazão no caso Marielle. Conselheiro afastado do TCE do Rio, Domingos Brazão, é acusado de atrapalhar as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco”. Na capa do Valor Econômico.

“PGR cita político como suspeito de mandar matar Marielle. Se o pedido for aceito pelo STJ, o principal alvo será o conselheiro afastado do Tribunal de Contas Domingos Brazão, que a procuradora também denunciou à Justiça por obstrução do processo; a polícia fluminense não comentou, mas o MP-RJ criticou Dodge”. Na capa do Estadão.

“Raquel Dodge denuncia Brazão e pede federalização do caso Marielle. Procuradora-geral deixa comando do MPF, faz defesa da liberdade de expressão e diz que sua gestão não vazou dados”. Na capa do O Globo.

“Raquel contesta Bolsonaro. Em parecer e ações, procuradora-geral ataca bandeiras do presidente, como porte de armas e Escola sem Partido”. Na capa do Estadão.

“MP do Rio defende foro especial para Flávio Bolsonaro. Soraya Gaya diz que crimes investigados no caso Queiroz teriam sido cometidos quando filho do presidente era deputado estadual”. Na capa do Estadão.

“MP é favorável a foro especial para Flávio. Defesa do senador pede que apuração seja analisada por órgão especial e deixe primeira instância. TJ vai julgar habeas corpus”. Na capa do O Globo.

“Apuração mantida. Justiça Federal no Rio mantém ações com dados do Coaf ligadas à operação que originou caso Queiroz.” Na capa do Estadão.

“Lewandowski diz que, se plenário demorar, pode decidir sobre anulações na Lava Jato. Tema será discutido pelo Supremo após Segunda Turma da corte anular condenação de ex-presidente da Petrobras”. Na Folha.

“Redução do IR pode não sair. Após ‘nova CPMF’ ser vetada, equipe econômica estuda alternativa para bancar a redução dos tributos sobre salários, aposta de Guedes para retomada do emprego; entre as opções está descartar a ampliação da isenção do IR, mas medida é bandeira de Bolsonaro”. Na capa do Estadão.

“ANAC pode vetar plano de recuperação judicial do Aeroporto de Viracopos. Se o plano for rejeitado, será decretada a falência da concessionária”. Na capa do Valor Econômico.

“IVA é uma tempestade perfeita. A Comissão de Valores Imobiliários abriu debate com o mercado para permitir que as empresas que tenham emitido debêntures possam recompra-las oferecendo um prêmio para convencer os investidores a entregarem os papéis. A percepção é que a medida vai estimular a realização de emissões”. Na capa do Valor Econômico.

“Brasil rejeita ação da França sobre a Amazônia. O governo Bolsonaro decidiu não participar da iniciativa sobre a Amazônia que o presidente francês Emmanuel Macron, tenta lançar na segunda-feira, em Nova York, por considera-la uma afronta à soberania dos países da região”. Na capa do Valor Econômico.

“Anistia a Maduro e cúpula une núcleos militar e olavista. As alas do governo com maior influência sobre Jair Bolsonaro (PSL) concordaram sobre a necessidade de oferecer anistia a Nicolás Maduro”. Na capa da Folha.

“Integrantes do PSL resistem a fazer oposição ao governo Witzel. Flávio Bolsonaro determina que PSL abandone o governo Witzel, mas desembarque é tímido”. Na capa do O Globo.

“SP vende área de 112 shoppings via outorga onerosa.” Na capa da Folha.

“Doria quer reduzir valor do precatório de liberação rápida”. Na capa da Folha.

“Agressor terá de ressarcir o SUS. Responsabilização financeira, mesmo antes de condenação, também faz parte de lei sancionada por Bolsonaro. Dinheiro deve ir para fundo”. Na capa do Estadão.

“Feirão de emprego na capital atrai centenas para fila”. Na capa da Folha.

“Sol, fila e sono ao relento na esperança de um emprego. São 5,2 mil vagas disponíveis no programa promovido pela UGT e por 40 empresas; seleção vai ocorrer até a próxima sexta-feira”. Na capa do Estadão.

“Preço do etanol sobre a reboque do ataque as refinarias”. Na capa da Folha.

“Arena de Itaquera vai para o Serasa. Justiça acata pedido feito pela Caixa e coloca nome da administradora do estádio no cadastro de inadimplentes”. Na capa do Estadão.

“Rio. Angolano e filho bebê morrem em incêndio na Zona Norte”. Na capa do O Globo.

“Eleição não forma maioria em Israel, indica boca de urna”. Na capa da Folha.

“Eleição apertada aproxima Israel de novo impasse. Em busca de consenso. Eleição israelense tem alto comparecimento, mas apuração aponta resultado inconclusivo; formação de um novo governo depende de negociações e Avigdor Lieberman, ex-ministro de Netanyahu, pode ser decisivo para o futuro do premiê”. Na capa do Estadão.

“Boca de urna em Israel: empate entre oposição e Netanyahu. Boca de urna mostra empate, e futuro de Netanyahu está em jogo”. Na capa do O Globo.

“Líder supremo do Irã descarta dialogar com os EUA”. Na capa da Folha.

“Sauditas voltam a produzir e preço do petróleo cai 6,5%. No Brasil, ANP diz que ‘não há preocupação com abastecimento, muito menos com aumento de preços’”. Na capa do Estadão.

“FED injeta US$ 53 bilhões para conter juros. Pela primeira vez em mais de uma década, o Federal Reserve de Nova York tomou medidas para aliviar as pressões que estavam elevando as taxas de juros no overnight, que se encontravam acima da meta do banco central”. Na capa do Valor Econômico.

“Imóveis de Lisboa leiloados no Brasil. De olho nos brasileiros que pretendem se mudar para Portugal, duas empresas colocam 45 imóveis à venda na região de Lisboa”. Na capa do Estadão.

📃 Colunas e artigos:

A dúvida agora é saber se os fatos recentes não mudaram o cenário externo benigno esperado pelo Copom”. Na coluna de Cristiano Romero, no Valor Econômico.

“Há muitos anos temos criado as condições para importarmos mais exportarmos menos produtos manufaturados”. Artigo de Marconi, Magacho, Leão e Machado, no Valor Econômico.

“A estridência vende. Mercado editorial brasileiro está dividido num fla-flu ideológico”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“O fundão eleitoral, o carguinho do filho e a república do miserê. Bolsonaro, o Congresso e outros órgãos se movem por interesses particulares”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Racionalidade. As propostas de reforma tributária que temos são de boa qualidade”. Artigo de Antonio Delfim Neto, na Folha.

“Bolsas de pós-graduação para quê? Corte de recursos terá impacto direto na sociedade”. Artigo de Vahan Agopyan, reitor da USP, na Folha.

“Mais Pará, mais Amazônia, mais Brasil. Reivindicação de recursos pelos estados é indenização”. Artigo de Helder Barbalho, governador do Pará, na Folha.

“Aras sinaliza que quer dar mais poder às câmaras temáticas do MPF”. Na coluna Painel, da Folha.

“Guedes, ouça o silêncio de Simonsen. O pior para uma economia sonâmbula é a explosão de um posto de gasolina”. Na coluna de Elio Gaspari, na Folha.

“Bilhões em armas dos EUA não protegeram sauditas, diz WP. Região é ‘particularmente vulnerável a armamentos baratos e ágeis’, diz FT, que vê ‘guerra de drones’”. Na coluna de Nelson de Sá, na Folha.

“Choque do petróleo foi adiado até que desordem mundial cause outra crise. Apocalipse petrolífero parece adiado, mas política mundial em ruínas facilita crises”. Na coluna de Vinícius Torres Freire, na Folha.

“Ilusão e falência. Enfrentar nossa crise fiscal não é um tema ideológico”. Artigo de Hélio Beltrão, na Folha.

“Direita pró-Bolsonaro também racha no meio empresarial. Presidente do Instituto Brasil 200 diz que slogan foi ‘Brasil acima de tudo. Não Bolsonaro acima de tudo’”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“Ideia de congelar salário mínimo tem jeito de balão de ensaio. Jogar proposta para ver se cola tem sido método recorrente de Guedes.” Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

“O Brasil tem um trunfo na questão ambiental: o BC foi pioneiro na compreensão do impacto de suas ações nessa área.” Na coluna de Monica de Bolle, no Estadão.

“Uma causa muito nobre e seus infectos parasitas. Muita gente tece loas à democracia para usar a vontade do cidadão em proveito próprio”. Artigo de José Nêumanne Pinto, no Estadão.

“A caminho. Cabe a todos nós a tarefa de construir a história da República inaugurada pela Constituição de 1988 tal como a almejou o sonho constituinte. Não há atalhos. Como sentenciou, em discurso memorável, Ulysses Guimarães: “Não roubar, não deixar roubar”. O trajeto pode ser longo, mas vamos semear e colher. Não há senda milagrosa nem responsabilidade indolor. Cumpre, pois, seguir em frente”. Artigo de Edson Fachin, no Estadão.

“Netanyahu pode seguir como ‘rei de Israel’ ou acabar na prisão”. Na coluna de Guga Chacra, no O Globo.

“O presidente do STF, Dias Toffoli, diz que nunca viu o presidente Bolsonaro “atuar em ondas de ódio, pelo contrário’’, mas afirma que o Judiciário, “uma vez chamado, sempre decidirá a favor da democracia’’ e que o Supremo garantirá o direito das minorias e a liberdade de expressão no país.” Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Melhor ainda, prevaleceu a pressão da opinião pública, e o projeto de um simulacro de reforma eleitoral voltará para a Câmara, onde deverá ser discutido da maneira correta, à luz do dia e com amplo debate.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Guedes se amarrou em ideias inviáveis”. Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“A versão de Temer. Temer alegrou os adversários ao chamar o impeachment de golpe. Para quem já o chamava de golpista, o ato falho soou como uma confissão”. Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira, 17, em alta de 0,90%, a 104.617 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,29%, a R$4,08. O euro fechou em alta de 0,31%, a R$4,52.

Destaque histórico:

Em 18 de setembro de 1851 é publicada a primeira edição do The New-York Daily Times, que mais tarde se torna The New York Times. E nunca mais parou, até hoje, diariamente.

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