Ocupações urbanas, saúde e negócios são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Ocupações urbanas, saúde e negócios são os destaques das manchetes dos jornais. Desordem urbana no Rio; queda nos negócios das construtoras; crescimento da mortalidade infantil. São esses os destaques do noticiário.

SINOPSE NACIONAL DE 16 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS
*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Leis dão respaldo a invasões e ampliam desordem urbana no Rio. Técnicos alertam: milícia se beneficia de projetos que apoiam ocupações. Com um crescimento de áreas de favela de 28,8% entre 2004 e 2017, Vargem Grande e Vargem Pequena são, ao lado de Guaratiba, cenário de uma exploração imobiliária sem precedentes que tem por trás grupos paramilitares. Leis aprovadas na Câmara dos Vereadores contribuem para a insegurança jurídica sobre o solo na região. A mais recente, aprovada em maio deste ano, permite que sejam legalizadas construções que não seriam autorizadas pelo Código de Obras. Vereadores também aprovam projetos como as “áreas de especial interesse”, em que regras são flexibilizadas, contribuindo para o crescimento desordenado. Especialistas alertam para os impactos econômico e urbanístico/
Impasse na privatização de aeroporto de Macaé/
Em carta a Lula, Sepúlveda diz que sairá de sua defesa/
Bolsonaro fará convenção sem escolher nome de vice. 2018 Deputado reconhece que dificilmente convencerá Magno Malta/
Alckmin investe para que PSB fique neutro. Ex-governador se encontrou com Márcio França às vésperas de decisão/
Encontro de Trump e Putin eleva tensão na Europa/
Editorial: O papel da tecnologia. Não se pode prescindir do controle dos alimentos, bem como do uso de tecnologia na sua produção.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Receita de construtoras cai R$ 55 bi com crise e Lava Jato. Dados abrangem seis das principais empreiteiras do País; 200 mil trabalhadores foram demitidos em três anos. Os efeitos da Operação Lava Jato e a crise econômica fizeram com que a receita de seis das maiores empreiteiras do País – Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Mendes Júnior e Constran – passasse de R$ 77 bilhões, em 2015, para os atuais R$ 22 bilhões, uma queda de 72%. Para se adequar à nova realidade, as empresas tiveram de reduzir estrutura. Nas seis construtoras, o corte no número de trabalhadores beira os 200 mil nos últimos três anos, cerca de 40% dos 500 mil postos de trabalho que todo o setor perdeu no período, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). Num esforço para se recuperar, as empreiteiras adotam estratégias que vão de descontos elevados para a conquista de novos negócios a mudança de nome, mas as poucas obras previstas ainda são insuficientes para dar fôlego às empresas/
Foco em crédito. Nos últimos anos, as empresas concentraram seus esforços na solução de pendências jurídicas e financeiras. Sem dinheiro em caixa, tiveram de correr atrás de crédito novo para cobrir empréstimos e para capital de giro/
Processos contra juízes travam na esfera criminal. Levantamento feito pelo Estado com base em dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e de Ministérios Públicos Estaduais mostra que, desde 2008, 58 magistrados foram punidos com aposentadoria compulsória e só dois foram condenados em ações criminais na Justiça. São 146 casos analisados, sobre uso do cargo para vantagem pessoal, venda de sentenças e desvio de recursos, entre outros/
Deputados querem teto salarial de R$ 38 mil/
Barroso posterga decisão sobre candidatura avulsa nas eleições. Ministro do Supremo diz que pedido, feito por advogado, tem de passar primeiro por audiência pública/
Cida Damasco: O pior que pode acontecer é que as discussões sobre impostos sejam conduzidas de uma forma torta/
Editorial1: Caminho para a estabilidade. A tentativa atabalhoada de libertar Lula da Silva da cadeia foi um prenúncio da agitação que deve marcar as eleições que se avizinham/
Editorial2: O Estado refém. O que se vê hoje é o Estado refém de poderosas corporações de funcionários públicos, como da Polícia Federal.
Editorial3: Parlamentares condenados. Manter ou não o mandato de um parlamentar condenado pela Justiça é uma questão que não deveria ocupar o tempo dos brasileiros. É evidente que em nada ajuda o País – e tampouco o resgate da imagem institucional do Congresso Nacional – haver parlamentares condenados pela prática de crimes deliberando normalmente sobre projetos de interesse nacional. Isso ocorre, no entanto, com o apoio da Constituição de 1988 e, evidentemente, do exacerbado espírito de corpo dos políticos.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Mortalidade infantil tem aumento desde 1990. Houve piora de 5% no cômputo mais recente; retrocesso está ligado a zika e crise econômica, segundo governo. O Brasil contabilizou em 2016 o primeiro aumento da taxa de mortalidade infantil desde 1990, segundo dados do Ministério da Saúde. Houve 14 mortes de crianças a cada mil nascimentos, alta próxima de 5% sobre o ano anterior. Entre as causas para o retrocesso, na avaliação da pasta, estão a epidemia do vírus da zika e a recessão econômica. A primeira, por causar queda de nascimentos e mais mortes por malformações graves. A segunda estaria ligada a óbitos evitáveis, causados por diarreias e pneumonias, que sofrem influência da perda de renda. Desde os anos 1990, a taxa vinha caindo em média 4,9% ao ano/
Comparação com Hitler não deve ser feita levianamente. Criador da lei de Godwin, segundo a qual longos debates desembocam em citações ao nazismo, critica paralelo feito levianamente. Mas diz que ela não impede comparações envolvendo Donald Trump/
Impasse em coligações nos estados trava negociação de Bolsonaro com PR/
Só 1 em cada 4 processos contra deputados na Câmara gera punição/
Mulheres no Senado enfrentam dificuldade para disputar reeleição/
Análise: Cota de gênero não contribui para aumentar a representação feminina/
Ricardo Balthazar: Bolsonaro ganhou aplauso de empresários até quando errou. Na CNI, presidenciável se mostrou equivocado no diagnóstico e no remédio para a Previdência/
Eliseu Padilha: O desafio do saneamento básico no Brasil. MP moderniza regulação para atrair setor privado/
Editorial1: Tensão elétrica. Se bem feitas, privatizações do setor elétrico podem ser positivas para a sociedade/
Editorial2: Corda esticada. Insistência na candidatura de Lula podem prolongar indefinição até poucos dias antes do primeiro turno.

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