‘O Chile despertou’. Atos chilenos, regras a servidores no Brasil, e Coaf no STF fazem as manchetes

‘O Chile despertou’. Atos no Chile, regras para servidores e Coaf no Supremo são os destaques da mídia impressa, neste sábado, 26 de outubro, 299º dia do ano, a 66 dias réveillon 2019-2020.

‘O Chile despertou’. Palavra de ordem ameaça liberalismo chileno. 1,2 milhão de pessoas foram às ruas por mudanças na economia. Dessa forma, foi que Santiago registrou, nesta sexta-feira, 25, o oitavo dia de protesto contra as desigualdades, no país. Com efeito, o próprio presidente Sebastián Piñera reconheceu no ato clamor por ‘um Chile mais justo e solidário’.

‘O Chile despertou’ – as ruas

Segundo cálculos do O Globo, em matéria de capa, 1/5 de toda a população de Santiago foi às ruas. Cálculo da massa, no ato, é do Ministério do Interior e Segurança Pública daquele país, de acordo com a Folha. Assim, a Praça Itália e arredores, na capital chilena, foram tomadas pelas multidões.

‘O Chile despertou’ – maior manifestação chilena

Na avaliação da mídia chilena, conforme reproduz o Valor Econômico, foi a maior manifestação já ocorrida no país. Também em outras cidades do país houve manifestações. Conforme O Globo, os manifestantes pedem melhores serviços públicos, reformas econômicas e uma nova Constituição. Até que Piñera chegou a propor um pacote social urgente. Mas, bem aquém do que reivindica o povo chileno.

‘O Chile despertou’ – herança da ditadura

Segundo analistas, os problemas foram se agravando desde o modelo econômico liberal imposto pela ditadura de Pinochet. Porque, sem contraditório, à época, o resultado é a explosão social de agora. Especialistas consideram que os protestos chilenos se constituem em aviso para as democracias latino-americanas. Igualmente ao que ocorre na Argentina de Macron, que caminha para perder a eleição, no próximo domingo.

Outras manchetes

Enquanto isso, a manchete do Estadão informa que governo proporá estabilidade a servidores apenas depois de 10 anos de serviço. Hoje, o prazo é de três anos. De acordo com o jornal paulista, o estudo pode ser incluído na reforma administrativa. Outrossim, a Folha comenta, na manchete, que decisão de Toffoli, sobre antigo Coaf, trava “ao menos 700 investigações”. De fato, o presidente do Supremo suspendeu apurações baseadas no ex Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“América Latina. Marcha reúne 1,2 milhão para reivindicar mudanças no Chile. Piñera diz que ato pediu mais justo: “Todos escutamos”. Manchete de capa do O Globo.

“Novos servidores podem ter estabilidade após 10 anos. Possibilidade está em estudo pelo governo na proposta administrativa; prazo, hoje, é de três anos”. Manchete de capa do Estadão.

“Decisão de Toffoli trava ao menos 700 investigações. Suspensão de apurações baseadas em dados de órgãos como antigo Coaf afeta casos de sonegação e lavagem”. Manchete de capa da Folha.

 

(Anexo 6 publica diariamente a sinopse da grande mídia impressa, com foco nas manchetes, nos editoriais e nos destaques de capa)

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