Negociação com o Congresso permite ao governo aprovação de crédito extra

Sinopse do noticiário

📅 A 202 dias do fim do ano de 2019, hoje é quarta-feira, 12 de junho de 2019, 163º dia do ano.

📃 Manchetes do dia:

“Governo cede, e Congresso aprova R$248,9 bilhões extras. Gestão Bolsonaro libera R$1 bilhão à educação e leva créditos para honrar benefícios”. Manchete de capa da Folha.

“Governo faz acordo com Congresso e evita apagão nas contas. Planalto poderá captar R$ 248 bi; em troca, vai liberar verbas para programas”. Manchete de capa do Estadão.

“Bolsonaro faz concessões e fecha acordos no Congresso. O presidente Jair Bolsonaro celebrou ontem acordos com partidos do centro e até da oposição. As negociações foram bem-sucedidas – o Congresso Nacional aprovou, por unanimidade, projeto de lei que libera crédito extra de R$ 248,9 bilhões, a ser destinado ao pagamento de despesas correntes”. Manchete de capa do Valor Econômico.

“Moro decide ir ao Senado para explicar conversas vazadas. Rodrigo Maia desencoraja adesão do centrão a proposta de CPMI”. Manchete de capa do O Globo.

📃 Editoriais do dia:

“Em meio a tumulto, Congresso aprova projetos importantes. Acolher a pauta econômica diante de uma economia em frangalhos é a coisa certa a fazer”. Editorial do Valor Econômico.

“A defesa de pontos-chave da reforma. Relatório será entregue à Comissão Especial, e as negociações começam a definir alcance das mudanças”. Editorial do O Globo.

“Frota própria é má notícia para caminhoneiros. O aumento das vendas de caminhões novos se explica pelo risco de novas paralisações”. Editorial do Estadão.

“Governando sem calendário. Incertezas marcam o lançamento do Plano Safra, programa fundamental para o País”. Editorial do Estadão.

“Dos heróis e das leis. O País terá dado um dos mais significativos saltos civilizatórios de sua história quando – e se – deixarmos de ser uma sociedade carente de heróis e nos tornarmos devotos das leis”. Editorial do Estadão.

“Autoridades precisam conter onda de intolerância religiosa no país. No Rio, traficantes mandam fechar instalações ligadas a religiões de matriz africana”. Editorial do O Globo.

“Gambiarras fiscais. Trata-se de um paliativo a ideia do governo de utilizar recursos do PIS/Pasep”. Editorial da Folha.

“Redenção difícil. Política de drogas instituída por João Doria tem resultados pouco animadores”. Editorial da Folha.

📃 Outros destaques do noticiário:

“PF coleta dados em celular. Peritos da PF coletaram dados do celular de Sérgio Moro na investigação para tentar descobrir de onde partiu o ataque de hackers.” Na capa do Estadão.

“Para evitar CPI, Moro falará a deputados e senadores. Executivo. Ministro da Justiça faz investida para atenuar desgaste no Parlamento após divulgação de mensagens e se reúne com Bolsonaro, que manteve o silêncio sobre o caso”. Na capa do Estadão.

“Mesmo sem perícia, STF pode usar em decisões diálogos de Moro e Deltan. Acesso a celular sob ataque é imprescindível, diz associação de peritos da PF”. Manchete da hora da Folha online.

“Análise: do pacote anticrime à vaga no STF, os impactos da conversa entre Moro e Dallagnol. Vazamento de mensagens entre Moro e procuradores é evidentemente negativo para os envolvidos”. Manchete da hora do O Globo online.

“Barroso rejeita ‘euforia’; Gilmar vê possível prova. Ministros do Supremo voltam a repercutir divulgação de conversas atribuídas a Moro e Dallagnol; para Marco Aurélio Mello, ministro da Justiça está mais longe de ser indicado e aprovado pra uma vaga na Corte”. No O Globo.

“Supremo analisa anulação de julgamento do tríplex dia 25. Segunda Turma agendou exame de habeas corpus com pedido de ex-presidente”. No Valor Econômico.

“STF votará em plenário habeas corpus sobre prisão em 2ª instância”. Na capa do O Globo.

“Lula vê promiscuidade em mensagens entre ex-juiz e procuradores”. Na capa da Folha.

“Perguntado sobre diálogos, Bolsonaro encerra coletiva. Mais cedo, presidente chegou em solenidade em Brasília acompanhado do ministro da Justiça, que permaneceu ao seu lado”. No O Globo.

“Presidente evita defesa de ministro, que irá ao Senado”. Na capa da Folha.

“Em discurso na Fiesp, Bolsonaro elogia cinco ministros, mas ignora Moro”. No Estadão.

“STF decide voltar a julgar prisão em 2ª instância. Presidente do Supremo recebe pedido da OAB para ‘imediata’ discussão do tema. Após apelo do decano Celso de Mello, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, vai marcar para o segundo semestre novo julgamento sobre a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância – a previsão é de que fique para outubro.” Na capa do Estadão.

“Congresso aprova crédito extra de R$ 248,9 bilhões. Depois de o governo costurar um acordo com a oposição e o centrão para liberar verbas do Orçamento, o Congresso aprovou, por unanimidade, a concessão de um crédito emergencial de R$ 248,9 bilhões para a União. A verba vai viabilizar o pagamento de aposentados e beneficiários do Bolsa Família.” Na capa do O Globo.

“Relator promete concessões a governadores. Reforma ganha apoiado condicionado de 25 dos 27 Estados”. No Valor Econômico.

“Estados querem reforma sem capitalização. Governadores condicionam mudança em quatro pontos para trazer apoios a projeto”. Na capa do Estadão.

“Senado também resiste a Estados na Previdência. Enquanto governadores negociam na Câmara a manutenção dos Estados na Nova Previdência, senadores começam a avaliar o termômetro do outro lado do Congresso. O diagnóstico é de que também haverá dificuldade com os parlamentares do Nordeste e com o medo do fator “Rogério Marinho”, relator da reforma trabalhista que não se reelegeu.” Na Coluna do Estadão.

“PSDB fecha questão a favor de PEC, mas libera bancada em relação a destaques”. No Valor Econômico.

“Cresce na Câmara dos Deputados o apoio à reforma da Previdência. Monitoramento da empresa Atlas Político detecta o apoio total ou parcial de 235 deputados à reforma da Previdência”. No Valor Econômico.

“Com mudanças, reforma corre risco de perder R$ 300 bilhões. Economia cairia R$ 300 bilhões, mas relator deve propor compensações”. Na capa do O Globo.

“‘Quadrilhão’ do PP. Segunda Turma do Supremo aceita denúncia contra parlamentares por organização criminosa.” Na capa do Estadão.

“Plano de saúde individual teve reajuste de 382%. No período, o IPCA, índice oficial de preços, acumula 208%. Já a chamada inflação da saúde fica em 180%, segundo estudo do Ipea. Pesquisa aponta falha na regulação do setor e falta de estímulo à eficiência”. Na capa do O Globo.

“Déficit atuarial de servidores vai a R$ 1,3 tri. O Relatório Contábil do Tesouro Nacional, que será divulgado hoje, mostra discrepâncias entre os regimes previdenciários. O Tesouro revela que, em dezembro de 2018, já estava em R$ 1,3 trilhão o passivo atuarial da Previdência dos servidores civis e militares”. Na capa do Valor Econômico.

“México inclui Brasil no controle de imigrantes. Solidariedade. Marcelo Ebrard, chanceler mexicano, diz que mais países da América Latina deveriam se envolver na crise migratória e afirma que território brasileiro é utilizado para passagem de imigrantes de fora do continente que tentam chegar à fronteira”. Na capa do Estadão.

📃 Colunas e artigos:

“Um recado claro para o governo. O Congresso negociou o que quis e levou o governo a reboque. Quanto aos vetos, mostrou a Bolsonaro que um governo sem base de apoio nada pode”. Na coluna de João Domingos, no Estadão.

“Em política, os agentes costumam sentir cheiro de sangue na água. E o ex-todo-poderoso Moro sangrou pela primeira vez.” Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

“Muito mais do que intervenções militares, as armas prediletas do presidente Donald Trump são as tarifas.” Na coluna de Gilles Lapouge, no Estadão.

“Congresso aprova crédito extra de R$ 248,9 bilhões. Emergência fiscal de ontem foi resolvida com a aprovação do crédito extra, mas o governo está perdendo partes da reforma”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Governadores criticam proposta de Guedes para militares. Governadores criticam a proposta do governo de nivelar a contribuição de militares e integrantes das forças de segurança, já aposentados, nos estados. A ideia era unificar a cobrança dos que estão na reserva, partindo de 8,5% corrigidos anualmente. Problema: muitas unidades da federação já cobram 14%.” Na coluna Painel, da Folha.

“Partidos querem esperar Moro ‘sangrar’ mais antes de abrir guerra contra ele. Partidos de oposição e legendas de centro têm feito reuniões para decidir como agir no caso do escândalo das mensagens”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“Elogios de Glenn Greenwald à Lava Jato foram divulgados por Dallagnol. O jornalista foi pressionado, em 2017, a boicotar uma premiação da Lava Jato no Canadá. Greenwald não apenas foi como fez rasgados elogios aos procuradores. Deltan Dallagnol postou o vídeo do discurso em suas redes sociais, fazendo com que ele viralizasse.” Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“Diálogos permitem várias versões. Como a palavra escrita não tem entonação, é possível ter-se versões diferentes sobre o mesmo tema”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Crise na Lava Jato reaviva debates sobre abuso de autoridade e prisão em segunda instância”. Na coluna Painel, da Folha.

“Permanência de Moro ofende bom senso e moral. O viés militante de Moro e Dallagnol na Lava-Jato afasta-os do devido processo legal, aproximando-os da República do Galeão, instalada em 1954 em cima de um Inquérito Policial Militar que desaguou no suicídio de Getúlio Vargas.” Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“Moro, pede pra sair”. Na coluna de Elio Gaspari, na Folha.

“Caso Moro deflagra operação para chancelar erros da Lava Jato. Alguns têm pressa para defender vale-tudo, mas combate à corrupção não autoriza abuso”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Cai a máscara de Moro e companhia. Ligação entre juiz e procuradores desmoraliza em definitivo a Operação Lava Jato”. Na coluna de Marcelo Coelho, na Folha.

📃 Mais notícias:

“Por estradas, governo planeja reduzir parques. Administração. Ministério da Infraestrutura pediu à pasta do Meio Ambiente para mudar perímetros ou categorias de unidades de conservação onde há empreendimentos de transporte; Executivo diz que esse é só um ajuste legal para uma situação conflituosa”. Na capa do Estadão.

“Transpetro e Codesp abrem litígio no porto. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e a Transpetro, subsidiária da Petrobras, travam disputa sobre contrato de arrendamento no porto de Santos que vence no dia 21 de junho”. Na capa do Valor Econômico.

“Caixa começa a ‘despedalar’ e devolve R$ 3 bi. A Caixa fará hoje um pagamento de R$ 3 bilhões ao Tesouro Nacional, de uma dívida total de R$ 43,2 bilhões. Trata-se do primeiro passo concreto para desmontar a herança da chamada “contabilidade criativa” adotada no governo de Dilma Rousseff”. Na capa do Valor Econômico.

“Petrobras fecha com Cade acordo para negociar 8 de suas 13 refinarias”. Na capa da Folha.

“Petrobras aumenta investimentos em 25%. A Petrobras pretende investir US$ 105 bilhões nos próximos cinco anos, incluindo R$ 21 bilhões que devem vir da cessão onerosa, anunciou seu presidente, Roberto Castello Branco. O valor é 25% maior que o previsto no plano de negócios 2019/23”. Na capa do Valor Econômico.

“Petrobras diz que já fez o possível para baixar preços. Presidente da estatal afirma que companhia já perdeu R$ 180 bilhões com a política de interferência no valor dos combustíveis, principalmente entre 2011 e 2014. Empresa fecha acordo com o Cade e se compromete a vender 8 refinarias”. Na capa do O Globo.

“Castello Branco nega mudança na regra do diesel. Presidente da Petrobras afirma que problema não é preço do combustível, mas excesso de caminhões”. No Valor Econômico.

“Na mira, o assédio dos robôs de telemarketing. Escapar do assédio dos robôs atendentes de telemarketing está cada vez mais difícil. Com recursos de inteligência artificial, esses sistemas cercam os consumidores. As reclamações pressionaram as autoridades responsáveis por barrar essa chateação constante”. Na capa do Valor Econômico.

“País vai enviar informações sobre reforma à OIT. Entidades patronais também contestam inclusão brasileira na “lista curta””. No Valor Econômico.

‘Descendentes de Canudos lutam contra megafazenda”. Na capa da Folha.

“Faxina na Casa Civil expõe falta de diálogo. Exonerações na Secretaria Especial da Câmara, da Casa Civil, expõem dificuldades da articulação polítca do governo”. No Valor Econômico.

“Mudança climática eleva consumo de energia, diz BP. Relatório anual da BP mostrou que o crescimento continuado do consumo de petróleo, gás e carvão significou que, de forma geral, os combustíveis fósseis mantiveram seu domínio como principal fonte de energia primária do mundo”. No Valor Econômico.

“Anvisa fará consulta pública sobre maconha. Nova regra, que vai para análise pública, sofre resistência dentro do governo e prevê produção restrita e em local fechado para empresas”. Na capa do Estadão.

“Oito dirigentes do Flamengo são indiciados. Delegado conclui que Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, e mais sete agiram com dolo e assumiram o risco de causar as dez mortes”. Na capa do Estadão.

“Patinete: lei prevê multa e capacete para condutor. Alerj aprova projeto para patinetes, mas legalidade é questionada”. Na capa do O Globo.

“11 peritos exonerados. Bolsonaro desmonta órgão de combate à tortura”. No Estadão.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fecha a terça-feira, 11, em alta de 1,53%, a 98.960 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,90%, a R$ 3,85, e o euro também em baixa de -0,69%, a R$4,37.

Destaque histórico:

“Em 12 de junho de 1948, Genebra é designada sede da Organização Internacional do Trabalho e da Primeira Conferência Mundial de Saúde.” No portal Terra.

👍Positivo:

“CPI de Brumadinho vai ao STF em busca de alternativas para investigação”. Na Agência Câmara.

👎Negativo:

“MP recebe 4,3 mil denúncias de trabalho infantil por ano”. Na Isto É online.

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