Movimentações do futuro governo são os destaques dos jornais

_SINOPSE NACIONAL DE 23 DE NOVEMBRO DE 2018_ Edição: Sérgio Botêlho *_JORNAIS_*: *Manchete e destaques do jornal O Globo*: BB e Caixa terão de cortar pessoal e privatizar setores.

_SINOPSE NACIONAL DE 23 DE NOVEMBRO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: BB e Caixa terão de cortar pessoal e privatizar setores. Bancos públicos, cujos presidentes já foram escolhidos, deverão focar em negócios estratégicos.

Regra do pré-sal pode mudar para arrecadar mais. Equipe de Jair Bolsonaro estuda trocar regime de partilha pelo de concessão. Mudança seria válida para o megaleilão de petróleo. Objetivo é aumentar arrecadação para reduzir a dívida pública mais rapidamente.

Educação terá conservador como ministro. Professor emérito do Exército, conservador Ricardo Vélez Rodríguez será o novo ministro.

‘Favelas rurais’ do MST vão acabar, diz futuro secretário. Assessor para Assuntos Fundiários do governo eleito diz que reforma agrária começará por assentamentos improdutivos.

Witzel vai propor militares nas ruas do Rio até junho. Witzel quer Forças Armadas até junho.

Carlos Bolsonaro deixa a equipe de transição. Vereador rejeita ideia do pai, que cogitou indicá-lo para chefiar a Secretaria de Comunicação, deixa de comandar redes sociais do presidente eleito e diz que vai reassumir mandato na Câmara Municipal do Rio.

Bernardo Mello Franco: Olavo de Carvalho indica 2º ministro. Jair Bolsonaro correu o risco de acertar na escolha do ministro da Educação. Mozart Ramos tinha currículo para o cargo. Ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, hoje diretor do Instituto Ayrton Senna, conquistou respeito no meio privado e na academia. Sua indicação parecia boa demais para ser verdade. E era.

Míriam Leitão: Governo se forma, e articulação política é dúvida. Governo Bolsonaro começa a tomar forma mas ainda não se sabe como será a articulação política nesta tentativa de reinvenção do modelo de coalizão.

Cuba, volver médicos cubanos sofrem na hora de partir. Profissionais relatam ter recebido mensagens curtas da entidade que gerencia o programa e se dividem entre críticas a Cuba, a vontade de ficar no Brasil e a tristeza de abandonar uma vida estabelecida; governo decide prorrogar inscrições.

Filme conta história de cantora sumida há 40 anos. ESTREIA NO BRASIL documentário que desvenda mistérios sobre a cantora, ex-mulher de Miles Davis e amiga de Jimi Hendrix, que revolucionou o funk e sumiu.

Varejistas montam ‘gabinetes de guerra’ para impulsionar vendas. Empresas montam equipes para monitorar os estoques e o desempenho de campanhas publicitárias minuto a minuto.

Haiti tem 16 mortos em protestos que pedem renúncia do governo. Protestos no Haiti pressionam presidente para saber onde foram parar bilhões em assistência.

Editorial1: A montagem de um governo sem o toma lá dá cá. Bolsonaro tenta escapar da barganha clássica, mas há o perigo do fisiologismo de cunho ideológico.

Editorial2: Prefeitura erra ao não conter expansão da Favela da Rocinha. Estudo de órgão municipal constatou crescimento anual de 1.265 metros quadrados.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Indicados para Caixa e BB terão missão de vender ativos. Nomes de Pedro Guimarães e Rubem Novaes enfrentavam resistência da ala política da equipe de transição.

Professor de escola militar será o ministro da Educação. Ricardo Vélez atribui indicação a Olavo de Carvalho, próximo da família de Bolsonaro.

Em atrito com Bebianno, filho de Bolsonaro deixa transição. Equipe. Carlos Bolsonaro, que foi cotado para assumir a Secom, faz anúncio depois de atrito com o futuro titular da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

Montadoras usam realidade virtual para vender carros. Inovação. Uso de sistemas e de equipamentos como tablets e óculos 3D permite que consumidor veja linha completa dos produtos das montadoras, mesmo sem carros em exposição; redução de custos pode variar de 30% a 70% em relação à loja convencional.

Capanga de Chávez tinha fortuna de US$ 1 bilhão. Suíça e EUA descobrem carros, relógios e casas em nome de guarda-costas de líder venezuelano.

Na Black Friday, 40% dos clientes devem ir a loja física. Querer ver o produto de perto e não ter acesso a cartões de crédito estão entre os motivos que levam o consumidor ao comércio.

Líder da UDR ganha pasta de Assuntos Fundiários. Escolhido, presidente da UDR, Luiz Antonio Nabhan Garcia, diz que desafio da secretaria será agregar famílias acampadas ao agronegócio.

Sushiman ameaça clientes e é morto pela polícia. Em aparente surto psicótico, jovem ameaçou vítimas com facas e manteve 5 reféns; ele disse sofrer bullying, conta PM que atirou no rapaz.

Trump ignora CIA e sai em defesa de príncipe saudita. Agência de inteligência dos EUA conclui que herdeiro saudita ordenou morte de jornalista, mas presidente americano culpa ‘mundo cruel’.

Eliane Catanhêde: Teste de forças com a Frente Evangélica é aviso do que Bolsonaro enfrentará.

Elena Landau: Estado brasileiro está obeso. Dieta não adianta; só uma bariátrica resolve.

Editorial1: O simbolismo de um acordo. O livre-comércio entre Brasil e Chile é um passo para acordo com a Aliança para o Pacífico e pragmatismo comprometido com globalização.

Editorial2: Duro golpe contra o chavismo. A terrível história do saque do país está prestes a ser revelada em detalhes por um dos mais graduados membros do regime.

Editorial3: Os rumos do agronegócio. A agropecuária tem oportunidades animadoras, conforme se constatou durante o 4.º Summit Agronegócio Brasil.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Mourão recomenda cautela com China, Mercosul e Israel. Vice-presidente eleito, general adota tom distinto em relação a posições de Bolsonaro e do futuro ministro da economia.

Professor conservador comandará a Educação. Novo ministro da Educação defendeu conselhos de ética em ‘todas as escolas’. Colombiano Ricardo Vélez Rodríguez já defendeu grupos ‘que zelassem pela reta educação moral dos alunos’. Golpe de 1964 deve ser comemorado, diz Rodríguez.

Bolsonaro terá que negociar com partidos, dizem líderes das frentes parlamentares.

Procuradores pedem multa de R$ 100 mi para Havan por suposta coação de funcionários.

Folha é eleita Mídia do Ano por sua luta pela liberdade de expressão.

Substituta de Moro deve continuar à frente da Lava Jato até abril.

Luta contra corrupção terá ganho com Moro em Brasília, diz Deltan Dallagnol.

Poder absoluto corrompe e sem controle degenera, diz Temer.

Painel: Escolha está longe da unanimidade.

Doria cogita retomar sem PPP obras do metrô de São Paulo.

Polícia identificou envolvidos na morte de Marielle, afirma general.

STF deve adiar julgamento da Escola Sem Partido.

Editorial1: Vícios de origem. Telegramas revelam negociações sigilosas entre Brasil e Cuba sobre o Mais Médicos.

Editorial2: Separação litigiosa. Primeira-ministra Theresa May busca mitigar efeitos colaterais do brexit.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Bolsonaro reduz poder dos partidos. O presidente eleito adotou três eixos na montagem da equipe: interlocução direta com bancadas “transversais” no Congresso, diminuindo o poder dos partidos que o apoiam; criação de superestruturas, como a da Economia; e nomeação de militares de alta patente para cargos relevantes.

Transição. Futuro governo tropeça na articulação de pauta fiscal no Congresso. Deputados queixam-se de dificuldade para chegar a Bolsonaro e falta de interlocução com Onyx.

A lógica da educação. Ricardo Paes de Barros, um dos formuladores do Bolsa Família apresentou um diagnóstico sobre a educação, na semana passada, à equipe de transição do futuro governo. “À Mesa com o Valor”, disse que a boa política promove crescimento e beneficia os pobres.

Guedes faz mescla entre Chicago e a FGV do Rio. Com a escolha dos presidentes dos bancos federais, a equipe de Paulo Guedes começa a tomar forma, com preponderância de nomes do mercado financeiro com passagem pelo antigo banco Bozano, Simonsen e de economistas da Universidade de Chicago e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio.

“Visão do mercado é simplista”. O mercado tem uma “visão bastante simplista” sobre Jair Bolsonaro, acreditando que o presidente eleito escolheu uma equipe tecnocrática competente e a deixará fazer o que quiser, diz James Barrineau, chefe de dívida de mercados emergentes da gestora britânica Schroders.

O grande salto chinês em inovação. Em 2004, o valor de mercado de todas as companhias chinesas do setor de tecnologia somava cerca de US$ 3 bilhões. Hoje, a capitalização dessas empresas alcança US$ 2,5 trilhões. O salto, em 14 anos, ilustra a revolução que ocorre no país em termos de inovação.

Transformação digital é ‘poço’ de ganhos para as petroleiras. Mais rapidez na perfuração de poços, maior taxa de sucesso na localização de reservatórios e menor risco de acidentes com a utilização de robôs na inspeção de equipamentos submarinos. Esses são apenas alguns dos benefícios já alcançados a partir da transformação digital na indústria do petróleo.

Transição. Protagonismo de igrejas cria nova ordem. Embate para a definição do futuro ministro da Educação é reflexo da situação.

STF toma decisão que pode beneficiar Battisti. Maioria votou para impedir a expulsão de estrangeiros que, após cometer o delito que motivou o procedimento, tenham tido filhos no Brasil.

Argentina espera impulso com Bolsonaro. Em forte crise, a Argentina precisa que o Brasil volte a crescer. Essa é a principal expectativa no país em relação ao governo de Jair Bolsonaro.

Editorial: Cenário externo sugere urgência para reformas. A economia brasileira tem boas defesas que podem ser insuficientes se entre os investidores prevalecer a impressão de que a solvência fiscal do Estado não está garantida.

 

 

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