Ministro da Saúde entrega cargo; presidente quer adotar cloroquina

Ministro da Saúde entrega cargo; presidente quer adotar cloroquina. Esses são destaques da grande mídia, neste sábado, 16 de maio de 2020, na seção DESTAQUES DA GRANDE MÍDIA IMPRESSA, do Anexo 6.

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Em plena pandemia, país perde 2º ministro da Saúde em 30 dias. Desautorizado diversas vezes por Bolsonaro, Teich decide sair. General Pazuello será o interino e vai liberar cloroquina. Deputado, médica, general e almirante estão no páreo ao cargo.” *Manchete de capa do O Globo*.

“DESGOVERNADO, Em menos de um mês, caem dois ministros da Saúde. Divergência sobre uso da cloroquina contra covid-19 causou saída de Nelson Teich. Bolsonaro orienta general que assumiu como interino a ampliar uso do medicamento. Número de mortes avançou 666% entre troca de ministros.” *Manchete de capa do Estadão*.

“Bolsonaro empurra segundo ministro da Saúde para demissão em um mês. Após fritura e ultimato por cloroquina, Nelson Teich anuncia saída e surpreende o presidente; país tem quase 15 mil mortes.” *Manchete de capa da Folha*.

“Tech se recusa a ampliar o uso da cloroquina e sai. Ministro durou menos de um mês no cargo. Bolsonaro manda general liberar droga. ” *Manchete de capa do Correio Braziliense*.

📃 *Destaques de capa*:

_O GLOBO_

“Ajuda a estados vira moeda de troca do governo. Governo pretende negociar socorro em busca de apoio à reabertura gradual”.

“Ato de Bolsonaro contraria versão sobre reunião. Troca no GSI contradiz alegação de Bolsonaro sobre reunião com Moro”.

“‘Com a esquerda dividida, para que ser candidato? ’Com críticas à desunião da esquerda no país, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) desistiu de concorrer à prefeitura do Rio. “Não vejo cabimento, diante de uma ameaça fascista, nos comportarmos como sempre fizemos: divididos e fragilizados”, diz ele.”. 

“Merval Pereira: Voluntarismo do presidente põe a população em risco. A Cloroquina é a pílula do câncer da vez de Bolsonaro. ”. 

“Ana Lúcia Azevedo: Que profissional de respeito vai aceitar ser o próximo?”.

“Ascânio Seleme: Para nossa sorte, ministro da Saúde não importa. Para nossa sorte, o ministro da Saúde não tem muita importância. Quem comanda as ações nacionais no combate ao coronavírus são governadores e prefeitos. O Supremo Tribunal Federal já deixou isso resolvido.”.

_FOLHA_

“Ex-ministro Mandetta vê tempo desperdiçado no meio da pandemia”.

“Na Venezuela Madura faz como Bolsonaro e festeja a cloroquina”.

“Estudo analisa pacientes que usavam remédio e contraíram o vírus”. 

“Igor Gielow: Obsessão de Bolsonaro vira política de estado”. 

“C. Collucci: Saúde federal já está sem comando há um mês”.

“Luís F. Carvalho Fº: Presidente conduz o Brasil para o abismo”.

“Transcrição reforça Moro, mas ainda não prova crime”.

“Um milhão deixa força de trabalho no 1º trimestre”. 

“Bolsonaro completa 500 turbulentos dias fragilizado”. 

“Doria completa 500 dias como presidenciável”.

“Morte cardíaca fora de hospitais preocupa médicos. Um estudo feito no norte da Itália mostrou aumento de 58% desses óbitos durante crise”.

“Quarentena em Cuba mina turismo e agrava escassez”.

“Demora para ceder cargos faz Centrão desconfiar de pacto”. 

“Reajuste a servidor é subir em cadáveres, diz Paulo Guedes”. 

_ESTADÃO_

“Desorientação dificulta combate à covid, dizem médicos. Especialistas alertam que a crise revela o despreparo do governo para lidar com a pandemia e pode levar ao colapso sanitário no País. Eles temem que o novo ministro ponha fim ao isolamento social.”.

“Dívida em dólar das empresas explode. Custo já acumula alta de R$ 907 bi no ano; mercado vê 20% de empresas sem proteção”.

“Nome em teste é de filho de farmacêutica. Codinome aparece em um exame de Bolsonaro para detecção da covid-19; mãe de jovem de 16 anos é tenente-coronel da Aeronáutica”. 

“José Alvaro Moisés: Pergunta que surge. A quem interessa a adoção da cloroquina sem certificação?”. 

“Sergio Cimerman: Droga ‘mata’ ministros. Cloroquina, a provável gota d’água de Mandetta e Teich.”.

“Sem pessoal, metrô tem 1/4 da frota parado. Mesmo em horários de pico, pátios estão cheios de composições paradas e tempo de espera aumenta nas estações paulistanas”.

“‘Foi um mês perdido’, diz Mandetta. Chefes de Executivos estaduais criticam governo federal por segunda troca no ministério da Saúde; ‘foi um mês perdido’, diz Mandetta”.

“Trump se afasta de cloroquina como solução. Presidente fazia propaganda do medicamento, mas abandonou a defesa da droga no momento em que a Fox News, emissora de TV preferida dos conservadores americanos, começou a divulgar estudos que indicam a ineficácia da substância no tratamento da covid-19”. 

“5% têm anticorpos em 6 distritos de SP”. 

“Panelaços ocorrem em 4 capitais. O anúncio da demissão de Nelson Teich do Ministério da Saúde foi seguido por panelaços em ao menos quatro capitais ontem.”.

 _CORREIO BRAZILIENSE_

“Pandemia. Brasil chega a 13,9 mil mortes. Infectados superam 202 mil”.

“Servidores. “Governo quer volta presencial do funcionalismo ao trabalho”

“GDF quer reabrir o comércio na segunda. Empresários apoiam”

“Guedes: veto a reajuste para “gigante não ser saqueado”. Ministro da Economia voltou a defender que o governo não permita aumento salarial a servidores. Segundo ele, “é inaceitável que tentem saquear o gigante que está no chão” neste período de pandemia. A decisão ainda está nas mãos do presidente Bolsonaro”.

“Vida nova no Zoo. Um filhote de sauim-de-coleira, espécie criticamente ameaçada de extinção, nasceu no Zoológico de Brasília por reprodução assistida. O nome do primata da Amazônia será escolhido pelos brasilienses. “

“Brasil chega perto das 15 mil mortes. Com 824 óbitos em 24 horas, o país contabiliza 14.817 vítimas da covid-19, com 218.223 infectados. O número de curados da doença é alto: 84.970. No DF, as mortes chegaram a 54; e os casos, a 3.861”.

“Hora de repensar a humanidade. O Correio ouviu atores, atrizes, músicos, poetas e escritores sobre o Brasil da pandemia e sobre o mundo que vai surgir depois dela. Há muita expectativa, mas uma constatação quase unânime: a doença escancarou as desigualdades do país, difíceis de combater.”

“Interferon mostra bons resultados. Testes são promissores: pessoas com sintomas moderados da covid-19 têm se recuperado mais rapidamente com o remédio do que com antivirais”.

“BRB tem lucro de R$ 107,6 milhões. A instituição manteve a curva de ascensão no primeiro trimestre de 2020. Programas contra os efeitos econômicos da covid-19 são prioridade.”

📃 *Editoriais do dia*:

_FOLHA_

“A queda. Nova troca na Saúde explicita derrocada de Bolsonaro, ele próprio uma crise.” 

“Desigualdade em tela. Aulas online são necessárias, mas insuficientes para compensar dano da pandemia.”

_O GLOBO_

“BOLSONARO DECIDE MULTIPLICAR OS RISCOS À VIDA NA PANDEMIA. Ao confrontar a Ciência, presidente assume responsabilidade histórica pela politização da epidemia.” 

“Acabam as dúvidas sobre referência do presidente à PF em reunião. Até material divulgado pela AGU comprova que Bolsonaro não falava de sua segurança pessoal.” 

_ESTADÃO_

“Teich rejeita a opção pela morte. Assim como Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich pediu demissão do cargo de ministro da Saúde provavelmente em respeito a seu juramento profissional.”

“Os juros e o perigo da gastança. Banco Central aponta risco político de recaída na gestão frouxa das contas públicas.” 

“Isolamento é vida. Não há outra medida capaz de frear a disseminação sem controle do coronavírus.” 

“Alta abrupta da incerteza econômica. Dúvidas devem ser combatidas com políticas públicas bem definidas e objetivos claros, ao contrário do que ocorre no País.” 

_CORREIO BRAZILIENSE_

“A saúde fica mais doente. O oncologista Nelson Teich renunciou ontem ao cargo de ministro da Saúde. Foram 28 dias à frente da pasta. A decisão ocorre quando o país tem mais de 218 mil infectados e quase 15 mil mortos pelo novo coronavírus, segundo dados do ministério..” Editorial do Correio Braziliense.

📈 Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 16, em queda de -1,84%, a 77.557 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,40%, a R$ 5,84.

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