Leitos públicos de UTI devem acabar; DF adia abertura do comércio

Leitos públicos de UTI devem acabar; abertura do comércio é adiada, no DF. Esses são destaques da grande mídia, neste domingo, 03 de maio de 2020, na seção DESTAQUES DA GRANDE MÍDIA IMPRESSA, do Anexo 6.

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Leitos públicos de UTI devem acabar na maioria dos estados. Até fim de junho, mais da metade do país pode ficar sem unidades do SUS ou privadas para doente grave.” *Manchete de capa da Folha*.

“A escalada da pandemia. Desigualdade acelera avanço da Covid-19 nas periferias. Áreas pobres do Rio e SP têm taxas de letalidade até 10 vezes maiores.” *Manchete de capa do O Globo*.

“Centrão avança em cargos antes restritos a militares no governo. Estratégia de Bolsonaro é distribuir postos em agências, fundações e estatais a bloco de partidos em troca de uma frente anti-impeachment no Congresso.” *Manchete de capa do Estadão*.

“Curva da Covid em alta adia abertura do comércio. ” *Manchete de capa do Correio Braziliense*.

📃 *Destaques de capa*:

_O GLOBO_

“Uma doença de evolução inesperada. Conforme a Covid-19 se espalha, novos sintomas emergem. As complicações respiratórias permanecem, mas agora as sociedades médicas registram manifestações como dedos dos pés inchados, conjuntivite, erupções na pele, dores articulares e sinais neurológicos, como perda de equilíbrio”.

“O fim do sonho português para muitos brasileiros. Atingidos pela crise provocada pela pandemia, centenas de brasileiros que foram trabalhar em Portugal perderam empregos e a vontade de viver no país. Sem dinheiro para comprar passagens, eles lutam por uma vaga nos voos de repatriamento para o Brasil, chegando a passar dias dormindo no aeroporto de Lisboa”.

“Comércio via internet ganha 4 milhões de clientes. Com as portas fechadas devido ao coronavírus, varejistas brasileiros não tiveram outra alternativa senão reforçar a presença na internet para chegar aos consumidores, que gastaram 30% mais na rede em abril. O comércio eletrônico ganhou 4 milhões de novos clientes, que devem permanecer após a pandemia e acentuar a crise das lojas físicas.”. 

“Onda verde em casa. Para aliviar a sensação de clausura, cariocas ampliam aáreade plantas e hortas caseiras. Empresário Andrei Lopes diz que nunca vendeu tantas sementes como agora.”. 

“Míriam Leitão: Não há outra via fora do impedimento. Jair Bolsonaro nunca foi contra a corrupção e nunca foi um democrata. Mas usou a bandeira que estava em alta e foi eleito dentro das regras da democracia. Os que acreditaram que ele era o melhor antídoto contra a corrupção escolheram o autoengano. Os que apostaram que ele respeitaria as instituições têm provas diárias de que erraram. ”.

“Merval Pereira: O risco de mau uso de ampla base de dados”.

“Elio Gaspari: Fila única para leitos está na mesa. O médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto defendeu a instituição de uma fila única para o atendimento de pacientes de Covid-19 em hospitais públicos e privados. Nas suas palavras: “Dói, mas tem que fazer. Porque senão brasileiros pobres vão morrer e brasileiros ricos vão se salvar. Não tem cabimento isso”. 

“Bernardo Mello Franco: A visão de Ruy Fausto. O ‘Primeiro de Maio levou o filósofo Ruy Fausto. Professor emérito da USP, ele era um exemplo de intelectual público. Participava ativamente do debate brasileiro, sem fazer concessões para agradar torcidas. ”. 

“Fernando Henrique Cardoso: Não nos esqueçamos. O tema é repetitivo e desafiador: o coronavírus. Procuro me afastar dele dia e noite, mas ele nos envolve”. 

“Candido Bracher: Sairemos mais solidários. Pessoalmente, quero poder dizer que fui parte de um grupo de pessoas engajadas, que fizeram doações significativas, e líder de uma organização que ajudou afazer a diferença para que crescesse, nesta crise, a oportunidade de um Brasil melhor para todos. *Candido Bracher é presidente do Itaú Unibanco”.

“Joaquim Falcão: Bolsonaro e a Constituição. No dia seguinte ao seu discurso em frente ao Quartel do Exército, para um grupo, o presidente Bolsonaro justificou-se: ‘Eu sou, realmente, a Constituição’. Não é, evidentemente. Nem precisa explicar.”.

“Patrícia Kogut: Pandemia consagra TV colaborativa”.

_FOLHA_

“Moro depõe na PF sob protestos a favor e contra”.

“Comércio de rua em São Paulo já demite e perde estabelecimentos”.

“Painel: Verba para ações sociais está parada no governo federal”. 

“Empobrecimento médio do brasileiro acelera com crise”. 

“Entrevista. Yang Wanming: Apesar dos ruídos, China quer ajudar”.

“Imunidade ao novo coronavírus é pouco entendida. Não está claro se todos os que sobreviveram ao vírus carregam anticorpos para neutralizá-lo”.

“Mònica Bergamo: Foi bom ter vivido, afirma Raul Cutait, após ter Covid-19”.

“Reinaldo José Lopes: Vírus sob medida para humanos”. 

“STF barra expulsão de diplomatas de Maduro”. 

“PSL vê Janaína Paschoal como opção para 2022”.

“Espanha sai às ruas após sete semanas de confinamento por pademia”.

“Samu socorre idoso em série e faxina ambulância”.

_ESTADÃO_

“Depoimento de Moro à PF dura mais de oito horas”.

“Senado aprova R$ 60 bi para Estados e municípios”.

“TRF-3 dá mais prazo para Bolsonaro mostrar testes. Desembargador afirma que informação sobre saúde do presidente Jair Bolsonaro é de ‘interesse público’”. 

“‘Novo normal’ amplia jornadas das mulheres. Conheça as jornadas triplas, às vezes, quádruplas, durante a quarentena”. 

“JOVENS MÉDICOS ENTRAM NO COMBATE AO CORONAVÍRUS. Eles anteciparam a formatura e hoje atuam na linha de frente do combate à covid-19”.

“Receita cai e há risco de revisão de concessões”.

“Auxílio multiplica valor do Bolsa Família. Benefício de emergência durante pandemia deve durar ao menos três meses; economistas falam em manter aumento após quarentena”.

“Sortear dinheiro vira moda no Instagram. Influenciadores prometem quantias em torno de US$ 5 mil a fãs; tática é nova forma de contas ficarem populares”. 

“Eliante Catanhêde: Fim do Mundo. O País no epicentro da pandemia, o presidente Bolsonaro continua sem entender nada, Moro depondo. E o povo na rua.”. 

“Vera Magalhães: O ‘e daí’ como política. Ao agir como um inimputável sem sê-lo, o presidente dá uma banana para as instituições e para seus governados.”.

“Rosely Sayão: Família à prova. De repente, sem aviso prévio, foram todos colocados lado a lado, frente a frente, nos mesmos cômodos da casa.”.

“Landro Karnal: O deus errado. Descobrir o outro é um desafio para ateus, agnósticos e crentes. Creia ou não creia, apenas não seja idiota.”.

 _CORREIO BRAZILIENSE_

“Oito horas que podem complicar Bolsonaro. No depoimento que começou por volta das 14hs e entrou pela noite de sábado, o ex-ministro Sergio Moro confirmou as denúncias que fez contra o presidente da República”.

“Um grito de socorro. Manifesto do fotógrafo Sebastião Salgado, em defesa dos povos indígenas ameaçados pelo avanço do coronavírus, ganha apoio de personalidades como Paul McCartney; Oprah Winfrey, Almodóvar e Chico Buarque

“Juros: expectativa de novas reduções”. 

“Senado: servidor fica sem reajuste”. 

“Espanha relaxa quarentena”.

📃 *Editoriais do dia*:

_FOLHA_

“Tombo global. Coronavírus derruba economias em escala recorde; emergentes devem sofrer mais.” 

“Máscaras já. Amplia-se convicção de que artefatos devem ser obrigatórios contra coronavírus.”

_O GLOBO_

“Sérias decisões a serem tomadas nesta crise. Os políticos e a sociedade aceitam manter o Brasil da mesma forma como este que o vírus expõe?.” 

_ESTADÃO_

“Um vírus derruba os gigantes. Estimada em US$ 87 trilhões em 2019, a economia global está sendo derrubada por seres microscópicos, num desastre pior do que a crise de 2008-2009..”.

“Suprema união. Para conter os abusos do presidente, formou-se uma aliança informal entre os ministros do STF.” 

“Como nasce uma notícia falsa. Projeto Comprova transformou crise em oportunidade. Somente o jornalismo profissional é capaz de investigar à exaustão os fatos na busca da verdade.”

_CORREIO BRAZILIENSE_

“Coragem e imparcialidade. Hoje o mundo comemora o Dia da Liberdade de Imprensa. Instituído pela Assembleia Geral da ONU em 1993, o evento reveste-se de importância excepcional neste ano de pandemia. O extraordinário dos acontecimentos levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a criar um neologismo. Chamou o fenômeno de infodemia.Trata-se da disseminação de informações inverídicas e perigosas”. Editorial do Correio Braziliense.

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    ominasajuota
    14/05/2020 00:56