Lava Jato, PF, BNDES e agronegócio são os motes das manchetes

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📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 324- A 92 dias do fim do ano de 2019, hoje é segunda-feira, 30 de setembro de 2019, 273º dia do ano.

*Sinopse da grande mídia impressa*: Lava Jato, PF, BNDES e agronegócio são os motes das manchetes. O Globo destaca que “Lava Jato já obteve R$1,8 bi de delatores”, 60% do que eles se comprometeram a devolver. Cai o número de operações da PF sob Moro, diz a manchete da Folha, já sendo o menor nos últimos cinco anos. No Estadão, o destaque da manchete é o prejuízo que a Odebrecht deu ao BNDES, na ordem de R$14,6 bi. O Valor Econômico, que não circula às segundas-feiras, em sua versão impressa, conta na sua edição online que o agronegócio quer reduzir alíquota na reforma tributária, com o argumento de que a que está sob a mesa onera a produção de alimentos.

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

📃 *Manchetes do dia*:

“Lava-Jato já obteve R$ 1,8 bi de delatores. Valor equivale a quase 60% do dinheiro que colaboradores se comprometeram a devolver”. Manchete de capa do O Globo.

“Sob comando de Moro, cai número de operações da PF. Foram 204 doações no primeiro semestre, menor resultado nos últimos 5 anos”. Manchete de capa da Folha.

“BNDES pode perder R$ 14,6 bi com créditos para Odebrecht. Grupo deu maior prejuízo ao banco em sua história, diz presidente; R$ 3,7 bi em perdas são de obras no exterior”. Manchete de capa do Estadão.

“Agronegócio já se movimenta por alíquota menor na reforma tributária. Para o setor, a reforma como está sobre a mesa onera a produção de alimentos”. Manchete da hora do Valor Econômico online.

📃 *Editoriais do dia*:

“Ativismo climático ganha densidade na política global. Fenômeno se reflete no crescimento dos partidos Verdes na eleição para o Parlamento da UE”. Editorial do O Globo.

“No Uruguai, Frente Ampla avança em direitos e tropeça na economia. Desgaste natural de uma década e meia de poder se soma a equívocos de política econômica”. Editorial do O Globo.

“A resistência do populismo. Os fatores que geraram a onda populista no mundo continuam se impondo, e em alguns casos, como no Brasil, estão ainda mais potentes”. Editorial do Estadão.

“Esperança em meio mandato. Pelos cálculos do Banco Central e do Ipea, este ano e o próximo, os dois primeiros do atual governo, serão lembrados entre os piores da história brasileira”. Editorial do Estadão.

“O ‘custo Bolsonaro’. O presidente faria muito bem se parasse de impor custos extras aos agricultores do País, que temem boicote”. Editorial do Estadão.

“Tímidos sinais. Indicadores econômicos sugerem certa melhora; governo precisa contribuir para restaurar confiança”. Editorial da Folha.

“Anistia ao puxadinho. Aprovado pelos vereadores paulistanos, perdão a construções irregulares é medida deseducativa”. Editorial da Folha.

📃 *Outros destaques*:

“Toffoli deve propor que ações não voltem à estaca zero. Sugestão será levada ao plenário na quarta-feira, após STF decidir que réus apresentam defesa depois de delatores”. Na capa do O Globo.

“Delegado da PF diz que Lava Jato tentou destruir provas em inquérito. Defesa apresenta mensagens que sugerem tentativa de substituição de depoimento de doleira”. Matéria na Folha.

“Aliados do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), contam que, na semana passada, o ministro Sergio Moro (Justiça) demonstrou preocupação com o pedido de instalação da CPI da Vaza Jato. Deputados querem investigar mensagens da força-tarefa da Lava Jato obtidas pelo The Intercept que incluem o ex-juiz.” Na Folha.

“Ex-presidente da OAS relata propina a Fernando Bezerra. Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira, sustenta que líder do governo no Senado recebeu vantagens indevidas por obras públicas no Nordeste. No dia 19, gabinete de senador foi alvo de busca e apreensão, determinada pelo STF”. Na capa do O Globo.

“Witzel mira 2022 e busca alianças com DEM, PP e MDB”. Na capa da Folha.

“Doria quer aliança com MDB para isolar Skaf. Acordo envolve apoio nas eleições de 2020 e 2022; emedebistas têm só 3 deputados estaduais, mas esperam comandar uma pasta”. Na capa do Estadão.

“Fiscais do Ibama acusam Exército de falta de apoio. Fiscais reclamam que militares não cooperam contra garimpos ilegais”. Na capa do O Globo.

“Pauta ambiental bolsonarista é desafio para Aras. No Supremo, dez processos de interesse à pauta bolsonarista para a área aguardam parecer do novo procurador-geral. Casos vão da flexibilização da fiscalização ambiental e da mineração a maus-tratos a animais durante rodeios”. Na capa do O Globo.

“Alta de mortes não reduz os homicídios, indicam dados. Números do Instituto de Segurança Pública analisados pelo ‘Estado’ mostram que, em diferentes momentos entre 2003 e 2019, redução da criminalidade nas cidades fluminenses foi acompanhada pela queda da letalidade policial, o que contradiz governo”. Na capa do Estadão.

“Mercado trabalha com R$4 como o novo piso do dólar”. Na capa da Folha.

“Número de pessoas físicas na Bolsa cresce 64%. Pessoas físicas mais que dobram em metade das empresas do Ibovespa”. Na capa do O Globo.

“Natal deve criar 103 mil empregos temporários. Varejistas e setor de serviços esperam abrir o maior número de vagas de fim de ano desde 2014, antes do início da recessão”. Na capa do Estadão.

“42% das crianças abusadas são vítimas mais de uma vez”. Na capa da Folha.

“Vítimas do voo da Chape lutam por justiça. Quase três anos após o acidente, familiares e sobreviventes ainda buscam indenização”. Na capa do Estadão.

“Senador gasta R$ 566 mil de verba pública em firmas da família e de assessor. Angelo Coronel (PSD-BA) contratou empresas de parentes quando era deputado estadual”. Matéria na Folha.

“Entrevista da 2ª. País só terá sucesso se pacificar a política, diz dono da MRV. Rubens Menin diz também que não dá para crescer se a classe média ficar para trás”. Na capa da Folha.

“Entrevista com Gustavo Montezano, presidente do BNDES. Para executivo, Estado “é um péssimo detentor de empresa”. Ele promete mudar perfil do banco com foco em concessões e privatizações. Para presidente do BNDES, papel do banco será elaborar projetos e coordenar concessões e privatizações”. Na capa do Estadão.

“Relato de Janot e reação do STF dão combustível a novas manifestações contra ministros. Redes de apoiadores de Bolsonaro falam em acampar; autor da CPI da Lava Toga vê manobra”. Na Folha.

“Magistrados vão ao STF contra lei de abuso de autoridade”. No Valor Econômico online.

“Faltam evidências para tratamentos com maconha. A maioria das pesquisas envolve número pequeno de pacientes e pouco tempo de acompanhamento”. Na capa da Folha.

“Republicanos lançam ofensiva pró-Trump. Após alguns dias de indecisão, Casa Branca escala uma equipe de assessores e conselheiros, liderados por Rudy Giuliani, advogado pessoal de Donald Trump, para percorrer programas dominicais de TV em defesa do presidente americano”. Na capa do Estadão.

“Metrô vira palco do hip hop paulistano. Cerca de 20 jovens participam de grupo que marca encontro nos vagões pelo WhatsApp”. Na capa do Estadão.

“Cantoras nacionais dominam Rock in Rio. Música. No último dia do primeiro fim de semana do Rock in Rio, a atenção foi dividida com Elza, Ivete, Alcione, Iza e Jade Baraldo”. Na capa do Estadão.

“Mulheres mostram sua força no festival. Rock In Rio encerra sua primeira fase com muito mais acertos do que erros. Veja o que rolou e o que enrolou no festival, que recomeça na quinta-feira”. Na capa do O Globo.

📃 *Colunas e artigos*:

“Sucessão de reveses faz com que procuradores defendam novo julgamento para Lula. Segundo integrante do MPF, seria a única forma de afastar suspeitas pesando sobre o órgão e Moro”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“A crise da Lava Jato. Já está claro que Bolsonaro não tem o mais remoto interesse em brigar pela operação”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“Polarização afetiva e desejo de matar. O affair Janot marca a escalada do conflito no ciclo da Lava Jato”. Na coluna de Marcus André Melo, na Folha.

“Caso Janot coroa a crise entre Supremo e Ministério Público”. Na coluna de Eloísa Machado de Almeida, na Folha.

“Podcasts vivem era de ouro na Internet. Os áudios tomaram conta do Brasil. Sua expansão é sintoma de transformação maior”. Na coluna de Ronaldo Lemos, na Folha.

“Há uma atividade econômica empacada, que depende visceralmente de recursos privados para voltar a se mover. A economia, como se vê, não suporta mais sustos. Investimento precisa de segurança. Tudo que está em falta no Brasil”. Na coluna de Cida Damasco, no Estadão.

“Incentivo ao conhecimento. Iniciativas como o Prêmio Fundação Bunge contribuem para um Brasil melhor”. Artigo de Ruy Altenfelder, no Estadão.

“O que é conservador? Significaria conservar os valores da família, a tradição libertina ou a liberdade de escolha?”. Artigo de Denis Lerrer Rosenfield, no Estadão.

“Lobo e o cordeiro no STF. A semana que passou foi complicada demais para caber num só artigo. Começou com aquele discurso de Bolsonaro na ONU e, no final, nem se falava mais nele.” Na coluna de Fernando Gabeira, no O Globo.

“Nem CLT nem funcionário. O atual regime das universidades federais — em que todos os professores são funcionários do Ministério da Educação, e não das universidades, têm a mesma carreira em todo o país e estabilidade desde o dia em que passam no primeiro concurso — é totalmente inadequado, inclusive porque vai contra o princípio da autonomia universitária, que supõe que elas devam administrar com independência seus recursos humanos.” Artigo de Simon Schwartzman, no O Globo.

“Meu discurso na ONU. Se a mim coubesse discursar na abertura da 74ª Assembleia Geral da ONU, se eu tivesse essa honra por causa de nossos antepassados políticos que a mereceram por suas ideias, elegância e dignidade, evitaria levar comigo uma pobre moça com cara de indígena que serviria apenas para me filmar encantada, com seu celular progressista de homem branco. Eu não teria coragem de dizer que a menina representa os índios do meu país.” Na coluna de Cacá Diegues, no O Globo.

“Livros livres. Livros devem ser livres. Plurais. Ideias alheias em confronto com as nossas nos enriquecem. Sem imposição de pensamento único. Mesmo se o que está escrito em algum livro for uma bobagem.” Na coluna de Ana Maria Machado, no O Globo.

📊 *Mercado*: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reabre nesta segunda-feira, 30, após o fim de semana.

⏳ *Destaque histórico*:

“Em 30 de setembro de 1937, o general Eurico Gaspar Dutra e o presidente Getúlio Vargas divulgam o Plano Cohen. O documento forjado citava uma conspiração comunista para tomar o poder.” Na Wikipedia.

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