Lava Jato, investigações e suas vinculações com as eleições 2018 são os destaques dos jornais

SINOPSE DE 20 DE ABRIL DE 2018 JORNAIS: Manchete e destaques do jornal O Globo: Após Lava-Jato, TCE cancela R$ 4 bi em licitações suspeitas. Valor dobrou em relação

SINOPSE DE 20 DE ABRIL DE 2018

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Após Lava-Jato, TCE cancela R$ 4 bi em licitações suspeitas. Valor dobrou em relação a 2016, antes da prisão de cinco conselheiros. Uso de tecnologia aperfeiçoa o trabalho do Tribunal do Rio, que rejeitou contas de 51 cidades em 2017, contra 8 um ano antes. Depois da prisão de cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio pela Lava-Jato, os resultados do órgão tiveram uma melhora exponencial. Em 2017, foram cancelados 66 editais de licitação suspeitos, o que evitou gastos duvidosos de R$ 4 bilhões para os cofres públicos, 125% mais do que em 2016/

O número de municípios com as contas rejeitadas aumentou mais de seis vezes, de oito para 51. O TCE atualizou metodologias e ampliou o uso de tecnologia para aperfeiçoar a fiscalização/

A miséria profunda no mapa da Rocinha. A dor e a exclusão na área mais pobre da favela em guerra. Moradores da área mais pobre da Rocinha enfrentam diariamente a Linha da Morte, beco que tem paredes crivadas de tiros. De 54 mortos na guerra iniciada ano passado, sete foram baleados ali/

Na Macega, aonde poucos chegam, casas são de madeira, crianças estão fora da escola e famílias passam fome, revelam Caio Barretto Briso e Domingos Peixoto/

Brasileiro arrisca mais ao investir. Com a queda dos juros, os brasileiros buscam alternativas à renda fixa, o que elevou em 59% os aportes em fundos multimercados. De maior risco, essas aplicações chegam a render 50% acima das mais conservadoras/

Galinhas dos ovos de grife. Produtores investem no desenvolvimento de marcas para lucrar mais com a venda de ovos. Nos supermercados, surgem rótulos de ovos caipiras, orgânicos e produzidos por “galinhas livres”, por exemplo. Mas produto pode custar o dobro do usual/

Na Câmara, restam 2 na bancada do PMDB-RJ. Antes da Lava-Jato, eram nove; únicos que ficaram no partido, filhos de Cabral e Picciani buscam reeleição/

Juntos de novo, mas sem reconciliação. ‘É o cachorro que abana o rabo ou o rabo que abana o cachorro?’, questiona Cesar Maia, ao descartar a possibilidade de ser vice de Paes/

Ancelmo Gois: STJ julga na terça ação de R$ 173 milhões de João Gilberto contra a EMI/

Merval Pereira: Com advogados na berlinda, um livro defende que eles salvaram o mundo/

Miriam Leitão: Voto anticorrupção atingirá os partidos protagonistas/

Lauro Jardim: Joaquim Barbosa só pretende se definir em julho/

Elio Gaspari: Ou Barbosa dá um passo adiante, ou fritam-no/

Editorial1: Reforma trabalhista passa pelos primeiros testes. Apesar de toda a resistência de corporações, primeiros meses de aplicação das medidas aumentam a formalização de empregos e reduzem volume de processos/

Editorial2: Moradias no Centro precisam ser estimuladas. Construção de habitações em áreas públicas ociosas no coração da capital paulista, onde há boa infraestrutura urbana, poderia servir de inspiração para o Rio.

 

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Desgastados, 9 em cada 10 deputados tentarão se reeleger. Parlamentares buscam manter foro privilegiado e os partidos, preservar suas bancadas. Mesmo em um momento de grande desgaste do Congresso, como mostram as pesquisas, os partidos projetam um recorde de candidatos à reeleição na Câmara, na contramão dos que pedem uma renovação. Pelo menos 447 deputados – 87% dos atuais 513 parlamentares – estão dispostos a tentar mais um mandato. Com a Lava Jato e a disponibilidade de verbas públicas para custeio das campanhas, somados os que ainda estão em dúvida, o índice pode passar de 90%, o que será o maior desde a redemocratização do País. Para os parlamentares, a vantagem é manter o foro privilegiado. Pelas regras atuais, tanto o fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão como o fundo partidário de R$ 888 milhões são divididos de acordo com o número de parlamentares eleitos por legenda/

Votos como juiz revelam pensamento de Barbosa. Se o político Joaquim Barbosa ainda evita comentar temas que deverão ser discutidos na campanha à Presidência da República, o jurista, em seus 11 anos no Supremo Tribunal Federal, defendeu prisão após condenação em segunda instância e políticas públicas para redução da desigualdade. Barbosa também criticou por vezes “privilégios” no serviço público e proferiu, em julgamentos, que era dever do Estado o bem-estar social, previsto na Constituição/

Violência, fome e esperança. Chegada de venezuelanos traz problemas de grandes cidades a Boa Vista/

Distribuidoras da Eletrobrás pagam o triplo do mercado. Com salário médio de R$ 11,7 mil, as distribuidoras da Eletrobrás pagam aos funcionários o triplo da média de uma empresa privada. Na Amazonas Energia – a que dá mais prejuízo –, a média chega a R$ 15,5 mil, ante R$ 4,3 mil na concorrente Neoenergia/

Paraguai vai às urnas em busca de estabilidade/

Moscou e Caracas criam rede para lavar dinheiro. EUA e Suíça investigam suposto esquema entre as estatais russa e venezuelana de petróleo para lavar dinheiro em paraísos fiscais, informa Jamil Chade. As companhias fizeram transferências suspeitas de até R$ 1 bilhão/

Eliane Cantanhêde: Joaquim Barbosa nunca foi testado numa campanha, nunca se expôs às provocações de adversários e a investigações/

Vera Magalhães: Eleitor solteiro procura. Mais que em eleições passadas, o eleitor traído vai querer dos candidatos compromissos claros com o combate à corrupção/

Celso Ming: A velha ordem abalada. O que parece tendência inexorável é que o modelo em formação aponta para mais globalização, e não para menos/

Editorial1: Liberdade e democracia. É preciso fazer com que os valores liberais deixem de ser confundidos, no País, com exploração e ganância/

Editorial2: A crise da Embrapa. A crise da Embrapa. A estatal vive uma deplorável decadência, fruto de desorientação administrativa e estratégica/

Editorial3: Fonte de incerteza. É surpreendente o fato de haver juízes no Brasil que afrontam um dispositivo legal redigido em português cristalino.

 

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Presidenciáveis são alvo de mais de 160 casos na Justiça. Levantamento mostra que processos envolvem ao menos 15 de 20 pré-candidatos. Entre os 20 políticos cotados para disputar a Presidência em outubro, ao menos 15 são alvo de casos em tribunais do país. Levantamento feito pela Folha nas cortes superiores, federais e estaduais indica que são mais de 160 os processos envolvendo presidenciáveis. Da Lava-Jato a barbeiragem no trânsito, há investigados, denunciados, réus, condenados e um preso, o ex-presidente Lula. Investigações de corrupção envolvem ao menos oito. Entre eles estão Lula (PT), Michel Temer (MDB) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). O ex-governador Geraldo Alekmin (PSDB) também é investigado, mas em ação civil, por suspeita de caixa dois. Um segundo grupo responde por declarações que podem ser consideradas crime, incluindo o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). Maia e Alekmin negam irregularidades. Ciro diz que as ações estão relacionadas a opiniões, não a desvio moral. Bolsonaro diz que houve viés político da Procuradoria em ao menos uma das ações. A defesa de Lula e a assessoria do presidente Temer não se manifestaram/

0 que pensam os eleitores que votariam em Lula. A Folha convidou dez moradores da Grande São Paulo, da zona sul da capital à periferia de Osasco, para dizerem as razões pelas quais votariam no presidenciável do PT. O grupo se recusou a indicar uma alternativa a Lula; o encontro ocorreu após a prisão do ex-presidente/

Pensadores Steven Pinker Francis Fukuyama analisam os rumos da política. Em artigo com Robert Muggah, linguista Steve Pinker afirma que a capacidade de resistência da democracia é motivo de otimismo. Bolsonaro é uma ameaça à democracia, diz Francis Fukuyama/

Bruno Boghossian: Temer não está governando nem por decreto. De fato, é mais fácil bater no Michel Temer. “É fácil bater no Michel Temer.” A frase que o presidente decidiu levar à TV na sexta (20) soa como o slogan de sua resignação diante dos pífios índices de aprovação que ostenta/

Janio de Freitas: De origem idêntica, casos de Dirceu e Azeredo coincidem agora em seus desfechos/

Vinicius Torres Freire. Vacas mortas na sala da economia. Análises da recuperação lerda preferem ignorar o colapso do investimento público/

Coronel amigo de Temer deixa parceria com empresa após escândalo vir à tona/

Paraguaios escolhem novo presidente em cenário de alianças improváveis/

Estados cortam R$ 23 bi em investimentos; MG e PE têm 2.700 obras paradas. Desde 2014, 25 estados reduziram recursos para infraestrutura, saúde e segurança/

Clóvis Rossi: Um novo Paraguai vai à urna/

Editorial: Elefantes na sala. Taxas no crédito sem paralelo no mundo chamam a atenção para a concentração no setor bancário.

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