Justiça, saúde, economia, eleições 2018 e Trump-Putin são os destaques dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Justiça, saúde, economia, eleições 2018 e Trump-Putin são os destaques dos jornais. Regras da ANS para planos de saúde são suspensas para o STF; dólar alto pressiona setor industrial; ao lado de Putin, Trump defende Russia; multinacionais de alimentos buscam renovação; mercado de olho na corrida eleitoral.

SINOPSE DE 17 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Cármen Lúcia suspende regras fixadas pela ANS. Coparticipação de usuário de até 40% é questionada. Em decisão liminar, ministra acolheu pedido da OAB. Tema será debatido pelo Supremo depois do recesso. A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, suspendeu resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que definia parâmetros para cobrança de franquia e fixava a coparticipação do cliente de plano de saúde em até 40% do valor de procedimentos médicos. A decisão, em caráter liminar, atendeu a pedido do Conselho Federal da OAB. Antes de editar a medida, que entraria em vigor no fim de dezembro, a ANS apenas advertia que percentuais acima de 30% dificultavam o uso do plano. A ministra citou o “quadro de insegurança jurídica” e destacou que regras para o setor teriam que ser debatidas no Congresso. O assunto voltará à pauta do Supremo após o recesso/

Justiça aceita denúncia do MP contra Crivella. Prefeito é alvo de outra ação, em Brasília. O juiz da 7ª Vara de Fazenda Pública da Capital aceitou a denúncia do MP estadual contra o prefeito Marcelo Crivella pelo uso da máquina pública para interesses religiosos. Se descumprir alguma das 12 exigências listadas pelo magistrado, o prefeito pode ser afastado do cargo. Em Brasília, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias de Crivella, por suposta irregularidade quando foi ministro da Pesca/

Foto-legenda: ‘CSI’ no Ministério. Policial registra digital encontrada em janela do Ministério do Trabalho, que teve duas salas invadidas. A pasta é alvo de operação da PF por fraude em registros sindicais/

BC: greve fez economia cair 3,34% em maio. Com a maior queda desde que o BC começou a calcular o índice que mede a atividade econômica, há 15 anos, o IBC-Br mostra que a economia encolheu 3,34% em maio, mês da greve dos caminhoneiros/

Blocão rachado. Partidos não se entendem e traçam caminhos opostos na primeira semana de convenções. Formado há dois meses para discutir uma aliança conjunta nas eleições de outubro, o bloco de partidos capitaneado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEMRJ), dá sinais de que pode estar perto do fim/

Ciro faz ofensiva para ter apoio do PCdoB de Manuela. Pré-candidato foi ao Maranhão para encontro com governador Flávio Dino, mas partido resiste/

Mais longe de Bolsonaro. Voto evangélico. Em evento com pastores da Assembleia de Deus, Magno Malta se apresenta como pré-candidato à reeleição ao Senado; ele era cotado como vice do ex-capitão/

Havia um ‘bunker’ no meio da ‘Pedra no Caminho’. Lava-jato paulista Investigação aponta que ex-secretário de Alckmin guardava documentos da Dersa na sede da Cesp/

Planilha reforça que Argeplan intermediava propinas a Temer. Supostos pagamentos tinham como destino inicial empresa do coronel Lima/

PF investiga novos repasses ilícitos da Engevix a Dirceu. Inquérito apura existência de outra conta abastecida por lobista/

Investigado, Ministério do Trabalho é invadido. Servidores encontram documentos espalhados no chão, e PF apura se há tentativa de destruição de provas/

Para PGR, Lindbergh atuou a favor da OAS. Raquel Dodge vê ‘indícios’ de ação em troca de R$ 700 mil em caixa dois/

Bernardo Mello Franco: Partido em leilão. É perda de tempo buscar motivos ideológicos para a indecisão do PR, que negocia com Lula e Bolsonaro/

Editorial1: Judiciário não equacionará questão dos planos de saúde. Presidente do STF suspende norma sobre coparticipação e franquia, e mais uma vez faz falta um enfrentamento mais amplo do custo do atendimento médico de planos não podem subsidiar seus clientes. Falirão, e os serviços entrarão em colapso/

Editorial2: Copa da Rússia manda mensagem de integração. Num momento em que EUA e países europeus fecham as fronteiras e veem recrudescer uma perigosa retórica xenófoba, a Copa do Mundo da Rússia coloca em campo um festival de diversidade. Com seleções multiétnicas, como a bicampeã França, a Inglaterra, a Bélgica, entre outras, o torneio serviu como um vigoroso simbolismo das possibilidades que um mundo integrado pode gerar em termos de prosperidade e congraçamento. O torneio reforçou, assim, um sentido de nacionalismo amplo, feito da soma de talentos e individualismos distintos em prol da sociedade.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Dólar sobe 18% no ano e pressiona indústria. Consumo em baixa faz com que fabricantes repassem apenas parte dos custos extras aos consumidores. A alta de 18% do dólar no primeiro semestre fez subir os custos das matérias- primas e dos investimentos, principalmente na indústria. Entre os setores mais afetados estão eletroeletrônicos, automóveis, alimentos e produtos químicos. Como as empresas já vivem aperto financeiro, o quadro pode levar ao adiamento de investimentos e contratações. Em condições normais, as empresas reajustariam preços, mas com as famílias consumindo menos, as altas de custo no atacado não têm chegado ao varejo. Levantamento do Bradesco mostra que as empresas já estão absorvendo essas altas desde o início do ano passado. Na conta dos economistas do banco, se o padrão histórico dos repasses fosse mantido, a inflação de manufaturados ao consumidor deveria estar em 3,5% no acumulado em 12 meses até junho, quase o dobro do efetivamente registrado (1,9%)/

Investimento chinês. Nos últimos 15 anos, a China investiu US$ 54 bilhões no Brasil, mas só 11% do total em projetos novos/

China vai à OMC contra EUA, que retaliam UE e vários países. A China fez reclamação contra os EUA na Organização Mundial do Comércio por causa da decisão americana de impor tarifas sobre US$ 200 bilhões de exportações chinesas. Mais tarde, os EUA entraram com queixas contra China, União Europeia, Canadá, México e Turquia/

Partidos vão às convenções sem definição. Numa situação atípica, presidenciáveis ainda negociam alianças e nenhum dos principais candidatos definiu candidato a vice. PSDB, Rede, MDB e Podemos marcaram convenção para 4 de agosto. O PSB fará no dia 5, a data-limite/

STF suspende cobrança de até 40% por exame. A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, suspendeu resolução que permitia que planos de saúde cobrassem dos clientes até 40% do valor dos procedimentos. As regras valiam para duas modalidades: coparticipação e franquia/

Casa de Dirceu em SP é vendida em leilão. Uma casa na zona sul de São Paulo foi o único imóvel arrematado em leilão dos três pertencentes ao ex-ministro José Dirceu postos à venda. Os bens estão sendo negociados para restituir prejuízos com desvios na Petrobrás/

Juiz proíbe Crivella de beneficiar igrejas. Em reunião secreta com grupos evangélicos, prefeito do Rio prometeu facilitar acesso a exames; em outra ação, Justiça bloqueia R$ 3,1 mi/

‘Passarinho na muda não pia’, afirma Josué Gomes. PR. Josué Gomes é apontado como ‘vice ideal’. Desde que deixou o MDB e se filiou ao PR, no início de abril, o empresário Josué Christiano Gomes da Silva já foi apontado como eventual nome de partidos do centro na disputa presidencial e citado como vice ideal do PT e de Ciro Gomes (PDT). Presidente da indústria têxtil Coteminas, o filho do ex-vice-presidente José Alencar (que morreu em 2011) chegou a ser estimulado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a se aventurar como cabeça de chapa/

Meirelles vê ‘voo solo’ do MDB na disputa ao Planalto. Presidenciável diz que sua sigla é a única que pode concorrer sozinha na eleição; em culto, pastor duvida da capacidade de ex-ministro ‘decolar’/

Partido tira do cargo presidente do diretório mineiro. Antônio Andrade é pré-candidato ao governo de Minas; manobra pode esvaziar palanque para Henrique Meirelles/

Coluna do Estadão: Governo vai combater boatos sobre vacinas. Preocupado em garantir o alcance das campanhas de vacinação, o governo federal iniciou uma ofensiva contra as fake news que associam vacinas a doenças como autismo e obesidade. Em reunião na sexta-feira, representantes de diversos ministérios e da Secretaria de Comunicação da Presidência definiram ações para identificar os emissários e combater o desconhecimento. Além do avanço de informações incorretas, fatos novos aumentam a preocupação com o assunto. A entrada de venezuelanos no País sem imunização para algumas doenças é um deles/

Coluna do Estadão: Dirigentes do PR dizem que o petista Jaques Wagner admite ser vice de Josué Gomes na eleição presidencial, mas não topa ser cabeça de chapa. A Coluna revelou que o PT propôs à sigla apoiar o nome do empresário. Cotado para substituir Lula, Jaques Wagner (BA) tem negado intenção de concorrer ao Planalto. Quem acompanha explica que a vaga de vice é mais atrativa porque a exposição seria muito menor/

Coluna do Estadão: PP, DEM, SD e PRB definem esta semana quem apoiar ao Planalto. Se não forem de Ciro há chance de ficarem neutros/

Ana Carla Abrão: Ao proteger os recursos de alguns, nossos congressistas estão colaborando para que faltem recursos para todos/

Editorial1: Desrespeito contumaz. Todo abuso no exercício do poder público é grave. Mas se o abuso provém de quem tem a função de guardar a Constituição, como o STF, ganha proporções singulares/

Editorial2: O tropeção, segundo o BC. IBC-Br mostra extensão do tombo provocado, principalmente, pela paralisação do transporte rodoviário.

Editorial3: O desafio do saneamento. A Medida Provisória (MP) 844/18, editada pelo presidente Michel Temer no último dia 6, novo marco regulatório do saneamento básico, é a proposta do governo – agora nas mãos do Congresso – para resolver um dos mais graves problemas enfrentados pelo País. Ela busca criar condições para superar a incapacidade do poder público, à míngua de recursos, de responder ao desafio de incorporar 70 milhões de brasileiros ao sistema público de coleta de esgoto. Uma situação inaceitável, que acarreta graves riscos de saúde para essa população.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Trump contesta investigação e nega interferência russa. Em encontro com Putin, americano adota tom amigável e não questiona negativa sobre ação nas eleições dos EUA. Após trocarem provocações, os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, se encontraram ontem na Finlândia. Na cúpula, classificada por eles como importante passo para melhorar a relação, a dupla aproveitou para negar interferência russa nas eleições americanas de 2016, vencidas pelo republicano. “Devemos nos guiar por fatos, não rumores”, disse Putin. Segundo Trump, o presidente russo deu “poderosa negativa” à acusação e não havia motivos para duvidar dele. Poucos dias antes, o Departamento de Justiça havia denunciado agentes de inteligência da Rússia no caso. O tom amigável repercutiu mal nos Estados Unidos. “Essa foi uma das performances mais vergonhosas de um presidente americano na história”, declarou o senador John McCain, decano do Partido Republicano. Em uma rara nota, o chefe da inteligência nacional dos EUA, Dan Coats, reafirmou as conclusões sobre a interferência do Kremlin na disputa de 2016/

EUA e China vão à OMC contra tarifas. Os EUA ingressaram com uma reclamação contra China, União Europeia, Canadá, México e Turquia na Organização Mundial do Comércio. Após taxarem US$ 100 bilhões em importações, os americanos protestam contra sobretaxas retaliatórias aplicadas a seus produtos. Também ontem a China acionou a OMC, contra a ameaça de novos US$ 200 bilhões em tarifas impostas pelos EUA/

Painel: Após disputa na esfera criminal, advogados eleitorais de Lula travam batalha/

Programa do PT não será contrário ao mercado, afirma Rui Falcão/

Por ora, descrevo meu descontentamento em carta a Lula, diz Sepúlveda Pertence/

Joel Pinheiro da Fonseca: Com Donald Trump, a ordem global americana corre o risco de falir/

Bruno Boghossian: Deputados tocam projetos que favorecem empresas de suas famílias. Políticos deveriam recusar relatoria de propostas que possam gerar ganho próprio/

PCC conduziu ações em presídios com bloqueador. Chefes da facção fizeram ligações de prisões que têm bloqueador de celular, em SP e MS. O governo paulista diz investigar o caso. O de MS, ter intensificado a vistoria nas celas/

Geração de empregos deve atingir só 20% do previsto. Após a desaceleração da criação de empregos, iniciada em março, o país pode terminar o ano com um saldo líquido de 220 mil vagas com carteira assinada. Esse número é cerca de 20% do previsto no começo do ano de 2018. Como foram perdidos 3 milhões de postos formais durante a crise, no ritmo atual, o mercado de trabalho levaria dez anos para se recompor/

Cármen suspende cobrança por plano de 40% da consulta. A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, suspendeu liminarmente resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar. A norma permitia que operadoras de planos de saúde cobrassem de usuários até 40% do valor dos atendimentos/

Editorial1: Entidades patronais. Sinecura patronal. Representantes do empresariado se perpetuam no comando de entidades sustentadas por recursos da sociedade/

Editorial2: América em qual lugar? Donald Trump depõe contra si mesmo ao depreciar instituições norte-americanas.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Múltis de alimentos perdem mercado e buscam inovação. Grandes fabricantes de alimentos perdem participação no mercado global e estão sendo pressionadas pelos consumidores – que têm novas exigências – a inovar/

STF veta regra da ANS para coparticipação. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, suspendeu ontem resolução da Agência Nacional de Saúde que permitiria aos planos de saúde cobrar dos clientes até 40% por atendimento. A resolução foi formulada para regulamentar a cobrança da coparticipação dos usuários/

As três opções de Obrador para o Nafta. Em meio à transição para um inédito governo de esquerda – o presidente eleito Andrés Manuel López Obrador toma posse em 1º de dezembro -, o México tem a difícil missão de convencer os EUA a continuarem no Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta)/

Amigos. Durante entrevista à imprensa, em Helsinki, Donald Trump se recusou a condenar o Estado russo por interferir na eleição americana e lançou dúvidas sobre as investigações das agências de inteligência dos EUA

Maquininha avança, mas banco domina. A concorrência no mercado de cartões de crédito aumentou nos últimos anos, mas ainda esbarra no modelo em que as empresas Visa-Visanet e Mastercard-Redecard detinham controle quase absoluto do segmento/

Cronograma da cessão onerosa está por um fio. O cronograma para assegurar a venda dos excedentes da cessão onerosa de petróleo na camada pré-sal está por um fio, segundo assessores presidenciais/

Carf admite FIP na venda de empresa. Em decisão recente, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) entendeu que a venda de empresa pode ser feita por meio de Fundo de Investimentos em Participações (FIP)/

Sob nova direção. Alexandre Gibim assume a presidência da Novartis no Brasil com a missão de expandir as pesquisas clínicas de novos medicamentos e acelerar o crescimento do laboratório suíço no país

Conjuntura. Atividade tem queda recorde em maio, mas deve estabilizar no 2º tri. Índice de atividade do Banco Central tem pior resultado da série histórica, mas ministro vê ‘recuperação em junho’/

Dúvida é sobre efeito da piora da confiança na economia/

Prévia mostra impacto menor de paralisação sobre os preços/

Antecipação do 13º do INSS vai injetar perto de R$ 21 bilhões, prevê Planalto/

Focus indica 1ª baixa para o IPCA em oito semanas/

São Paulo renova concessão de ônibus sem licitação pelo quinto ano seguido/

PF investiga possível invasão no Ministério do Trabalho. Policiais apuram se ocorrência tem ligação com investigação da operação “Registro Espúrio” ou se ação foi efetivada por moradores de rua/

Após briga com Pertence, Zanin critica “fogo amigo” no Whatsapp. Mensagem em rede social deixa evidente desavença dentro da defesa de Lula/

PT age para manter advogado com Lula/

O pior inimigo de Ciro é o próprio Ciro/

DEM esteve junto de presidenciável na eleição de 2002/

Maia usa FAB para ir a reunião política. Presidente da Câmara viajou do Rio para São Paulo para reuniões com Ciro Gomes e com o “Centrão”/

Ciro será primeiro a formalizar candidatura. Bolsonaro, Castro, Boulos e Alvaro serão lançados até domingo; nenhuma aliança foi estabelecida/

Editorial: IBC-Br cai e reforça previsões pessimistas para a economia. Na verdade, não há consenso a respeito da consistência de uma recuperação da economia, tampouco de sua intensidade.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI): Corrida eleitoral definirá grau de confiança no 2º semestre. Indicadores de confiança passam a refletir, a partir de agora e com mais clareza, o humor de empresas e consumidores em relação ao processo eleitoral/

‘MP do Frete’ força empresas a repensar operação da logística. A possível sanção da medida provisória (MP) que criou a tabela mínima de frete deve criar no mercado logístico uma corrida por novas formas de operar e manter clientes, diz o diretor da GKO Informática, Ricardo Gorodovits/

Procedimentos de energia nuclear. Baixa oferta de fármacos limita a expansão/

Necessidade básica puxa crescimento do varejo em 2018/

Redução de juro no rotativo dos cartões só aconteceria em 2023/

Segundo trimestre foi de novo recorde de produção na Vale/

Economia deve avançar só 1,5% neste ano/

DEM estica negociação de apoio na eleição. [1]Um dos maiores partidos do país e da base de sustentação do governo Temer, o DEM está esticando a corda para anunciar a quem apoiará na corrida presidencial. Quer ampliar o tempo para negociar condições mais vantajosas/

Editorial: O risco de piorar o que está ruim. Já é consenso que a economia brasileira vai crescer menos que o esperado tanto em 2018 como e 2019 e que o novo governo que emergir das urnas em outubro vai ter bastante dificuldade em conciliar suas promessas de campanha com a realidade fiscal do país. Além da histórica resistência em cortar gastos não discricionários, há sobre o enfraquecido governo Temer uma forte pressão por reajustes do funcionalismo e agora uma ameaça por parte de alguns candidatos de reversão do teto de gastos aprovado em 2016.

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