Justiça, investigações e economia são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE DE 08 DE MAIO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: STJ inicia devolução de ações contra governadores. Processo de Ricardo Coutinho, da Paraíba, volta à 1a. instância. Ministro Salomão aplica princípio da simetria com decisão do STF. Pezão pode ser o próximo. O STJ começou a aplicar a nova regra de restrição ao foro privilegiado, aprovada no STF para deputados federais e senadores, a governadores investigados. A decisão do Supremo não abrangia autoridades com foro no STJ. Mas o ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, decidiu adotar o princípio da simetria, e enviou à Justiça da Paraíba processo contra o governador Ricardo Coutinho, sobre supostos crimes praticados por ele antes de assumir o cargo. Salomão deu prazo de cinco dias para que defesa e Ministério Público Federal opinem sobre a remessa de outros casos, entre eles o inquérito que investiga o governador Luiz Fernando Pezão/

Sem mudanças. No poder desde 1999, Vladimir Putin tomou posse ontem, no Grande Palácio do Kremlin, para seu quarto mandato presidencial na Rússia. Ele manteve Dmitri Medvedev como primeiro-ministro, sinalizando poucas mudanças/

Roubo a caixa eletrônico: maior índice desde 2003. Estado do Rio teve 20 casos no primeiro trimestre. Uso de explosivos por criminosos aterroriza a população/

Aeroportos privatizados dão sinais de crise. O pedido de recuperação judicial feito pela concessionária do terminal de Viracopos, em Campinas, expôs a situação dos aeroportos privatizados na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Os seis terminais que passaram para a iniciativa privada, entre eles o Galeão, operam no vermelho/

Alckmin ensaia aliança com PMDB. Para impulsionar sua candidatura a presidente, Geraldo Alckmin confirmou conversa com o presidente Michel Temer em torno da união PSDB-PMDB/

MP dos Portos. Inquérito se alonga por mais 60 dias/

Pacto com Irã pode seguir sem os EUA. Líderes europeus afirmam que vão manter acordo nuclear com Irã após presidente Donald Trump ter anunciado que vai antecipar sua decisão. Editorial1: Os calotes da diplomacia terceiro-mundista. O ciclo do lulopetismo no poder também gerou negócios temerários em países maus pagadores, cujas dívidas estão sendo pagas pelo contribuinte brasileiro/

Editorial2: Governo argentino foi leniente com a inflação. Eleito para mudar os rumos da economia do país, após o fracasso das gestões do casal Kirchner, presidente Mauricio Macri deve focar nas reformas necessárias.

 

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Brasil quer punir empresas que subornem no exterior. Rede de colaboração está sendo formada com países da América Latina para investigar crimes transnacionais. O Ministério da Transparência e Controladoria- Geral da União (CGU) está montando uma rede de colaboração internacional para investigar e punir empresas brasileiras ou com presença no País que são suspeitas ou condenadas por corromper funcionários públicos no exterior. O Ministério já firmou parcerias com outros órgãos de controle do governo e países da América Latina, como a Colômbia, para receber notificações de escândalos chamados de suborno transnacional. O envio dos dados pode levar à abertura de processos administrativos de responsabilização, com punições que incluem multas de até 20% do faturamento bruto e veto à celebração de contratos. No mês passado, a Anvisa assinou acordo com a CGU para troca de dados. Parceria também deve ser formalizada com o Cade. Há conversas com bancos públicos, CVM e ministérios ligados à exportação/

‘Passo para melhorar a punição’. O ministro da Transparência e Controladoria- Geral da União (CGU), Wagner de Campos Rosário, diz que a formação de uma rede de colaboração é o primeiro passo para melhorar a punição de empresas por corrupção no exterior/

Petrobrás gasta R$ 2,7 bi em usina paralisada. Recursos pagaram contratos e obras realizadas; Comperj é um dos maiores símbolos da corrupção que envolveu a Petrobrás. Após anunciar a paralisação das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a Petrobrás ainda teve gastos de R$ 2,7 bilhões com o projeto. Em 2015 e 2016, os recursos pagaram obras já realizadas no complexo e encerramento de contratos. No ano passado, houve novos desembolsos, para a retomada da unidade de processamento de gás natural, que custará mais R$ 1,9 bilhão. Localizado na cidade de Itaboraí, o Comperj começou a ser construído em 2008 com o objetivo de processar petróleo e gás extraídos do pré-sal e se tornou um dos maiores símbolos da corrupção que envolveu a Petrobrás. As investigações desembocaram na Operação Lava Jato/

Vigília por uma vaga incerta. Mesmo sem a perspectiva de contratação, desempregados fazem vigília há 8 meses em Itaboraí em busca de vaga nas futuras obras do Comperj/

Pence cobra união contra Maduro. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, anunciou ontem sanções contra 16 empresas venezuelanas e pediu que governos vizinhos imponham medidas mais duras ao país. O Brasil resiste/

Produção de veículos cresce 40% em abril/

Lula cogitou comprar sítio, diz Okamotto em depoimento. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou em depoimento a Sérgio Moro que o ex-presidente Lula chegou a ter a intenção de comprar o sítio em Atibaia “como presente para dona Marisa”. Ele disse que frequentou o local “algumas vezes” e que parte do acervo de Lula ficaria no imóvel após o fim do mandato. Okamotto falou como testemunha de defesa na terceira ação penal contra o petista/

Venezuelanos começam a se adaptar a SP. Isaid Pérez , de 23 anos, chegou a São Paulo vindo da Venezuela no começo de abril e já conseguiu emprego em um restaurante no Itaim. Outros dois compatriotas, de um total de 30, também estão trabalhando. Língua ainda é a grande barreira/

‘Populismo pode minar instituições dos EUA’. Para o economista Barry Eichengreen, medidas de Trump em relação ao comércio internacional refletem sua visão populista e podem, no curto prazo, levar a guerras comerciais e, no longo prazo, enfraquecer as instituições dos EUA/

Eliane Cantanhêde: Esta eleição é diferente porque, nas anteriores, a esta altura já havia favorito ou se sabia quem iria para o segundo turno/

Ana Carla Abrão: Desabamento do prédio em SP mostra que o Brasil se consolida como país em que a burocracia é um fim em si mesmo/

Editorial1: Terra sem lei. É urgente que o Estado cumpra o seu papel na segurança pública do campo. Deixar que a produção se torne atividade de alto risco é um crime contra o País/

Editorial2: O sinal vital do investimento. A surpreendente retomada do investimento em capacidade produtiva é o sinal vital mais notável da economia brasileira/

Editorial3: A Argentina e seus fantasmas. Com um conjunto de medidas fortes anunciadas na sexta-feira passada para conter a disparada do dólar – que incluiu a alta dos juros para 40% e a redução da meta de déficit fiscal para 2018 –, as autoridades econômicas da Argentina conseguiram acalmar os investidores e provocar a queda da cotação da moeda americana. É uma vitória modesta e que, longe de configurar o início da superação da crise de confiança que cerca o governo do presidente Mauricio Macri, pode ser fugaz.

 

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Receita com petróleo sobe e ajuda estados e municípios. Arrecadação com royalties soma R$ 11,8 bilhões até abril, alta de 30% ante 2017. A disparada do petróleo tem ajudado estados e municípios em dificuldades. A arrecadação com royalties do produto subiu 23,4% nos quatro primeiros meses do ano, chegando a R$ 6,4 bilhões. Considerando o pagamento de participações especiais — cobradas sobre grandes campos —, a receita chega a R$ 11,8 bilhões no quadrimestre, 30% a mais que no mesmo período de 2017. O número já representa mais do que o dobro da receita de 2016 (R$ 5,7 bilhões). Ontem, o petróleo WTI, negociado nos EUA, passou dos US$ 70 por barril pela primeira vez desde 2014. Dentre os maiores beneficiados com o aumento está o estado do Rio, que sofre grave crise, e municípios com grande produção, como Macaé, Maricá e Niterói (RJ), e Ilhabela, em SP/

PF diz que Yunes recebeu R$ 1 milhão. Laudo obtido pela Folha indica que José Yunes, amigo do presidente Michel Temer, recebeu R$ 1 milhão da Odebrecht, em duas parcelas. No inquérito, que apura repasses ilícitos de R$ 10 milhões para campanha do MDB, foram usadas planilhas recuperadas da empresa. A defesa de Yunes nega. Ontem, o STF prorrogou a apuração de outro inquérito que envolve Temer, sobre o setor portuário/

Alvaro Dias rejeita laço com o PSDB na corrida presidencial. O senador e presidenciável Alvaro Dias (Pode-PR) descarta qualquer aliança com o PSDB nas eleições para o Planalto em outubro. Dias, que já compôs os quadros tucanos, disse em sabatina de Folha, UOL e SBT que o partido é sustentáculo do sistema que ele combate/

Marcela Temer entra em lago para salvar cão e segurança que não ajudou é afastada/

Prefeitura de SP afrouxa fiscalização de zeladoria. Ao atribuir novas funções a fiscais, portaria da gestão PSDB desincentivou o acompanhamento do serviço terceirizado de varrição e limpeza/

João Pereira Coutinho: Problema de Marx é ter sido profeta, não um cientista. Nos 200 anos do nascimento de Karl Marx e nos 50 anos do Maio de 68, a conclusão talvez seja que um homem livre não precisa de falsos profetas. Apenas de lucidez e coragem para reformar o mundo sem esperar o paraíso/

Editorial1: Temer no telhado. Presidente indica ter perdido entusiasmo pela ideia de concorrer à reeleição e acena a aliados/

Editorial2: Putin, capítulo 4. Presidente tem o desafio de sanar problemas internos para não pôr em risco a sua imagem.

 

 

 

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