Justiça e planos de saúde, juros nos EUA e Copa do Mundo são os destaques das manchetes dos jornais

Justiça e planos de saúde, juros nos EUA e Copa do Mundo são os destaques das manchetes dos jornais. Plano de saúde individual aumentará 5,72%; EUA aumenta juros e pressiona

Justiça e planos de saúde, juros nos EUA e Copa do Mundo são os destaques das manchetes dos jornais. Plano de saúde individual aumentará 5,72%; EUA aumenta juros e pressiona Brasil; começa a Copa do Mundo

SINOPSE DE 14 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo: Justiça limita a 5,72% alta de plano de saúde individual. ANS, que propôs reajuste de 10%, diz que vai recorrer da decisão. Liminar foi concedida em resposta a ação com base em relatório do TCU, que aponta falta de transparência nos cálculos da agência reguladora. Nos últimos três anos, aumentos foram de 13,5%. Única modalidade com correção regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde individuais tiveram reajuste fixado pela Justiça em 5,72%, após três anos de aumentos de 13,5%. O índice corresponde à inflação de saúde medida pelo IPCA. A ANS, que havia proposto 10% de majoração, ainda não fez o anúncio oficial do índice porque aguarda parecer do Ministério da Fazenda, mas já informou que vai recorrer da decisão judicial. A liminar foi concedida em resposta a ação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), com base em relatório do TCU que aponta falta de transparência na metodologia de cálculo da ANS. Para associação de planos de saúde, há risco de se agravar oferta de planos individuais/

Roubos e homicídios têm queda em maio. Em contrapartida, autos de resistência aumentam no Rio. O Rio teve menos homicídios e roubos de carga e de rua no mês passado na comparação com março ou mesmo com maio de 2017, anunciou o interventor da Segurança Pública no estado, general Braga Netto. No entanto, subiram os autos de resistência, que são as mortes decorrentes de confronto com a polícia. O interventor atribuiu essa piora à reação de enfrentamento dos criminosos/

PF reforça acusação contra Temer. Em relatório final da Operação Cui Bono, Polícia Federal destaca “indícios suficientes de materialidade e autoria” que o presidente Temer está envolvido na tentativa de comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do operador Lúcio Funaro/

Governo libera R$ 39 bi do PIS. Governo federal assinou decreto que libera o saque de recursos do PIS/Pasep depositados entre 1971 e 1988. A medida deve injetar R$ 39 bilhões na economia/

Crivella prevê liberar ‘puxadinhos’. O prefeito Marcelo Crivella enviou à Câmara do Rio projeto que regulariza os “puxadinhos” mediante uma taxa, inclusive de imóveis em construção. Meta é faturar R$ 300 milhões/

Editorial1: O reencontro da política com o futebol. Político tem o reflexo condicionado de se aproximar de tudo que é popular. Mas o esporte consegue pairar acima disso e também vencer paixões ideológicas/

Editorial2: Guinada monetária do Fed pressiona Brasil por reformas. BC americano vê crescimento consistente da economia dos EUA e indica que era de juros extraordinariamente baixos chegou ao fim após dez anos.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo :  Como a alta dos juros nos Estados Unidos pressiona o Brasil. Medida enfraquece o real, pode elevar a inflação e ter impacto nos juros. O banco central americano anunciou ontem a segunda elevação da taxa de juros do ano e indicou novos aumentos em 2018. Com os juros mais altos nos EUA, investidores tendem a transferir para lá os recursos de países onde o risco é maior, como Brasil e Argentina, desvalorizando moedas locais. Esse movimento pode provocar aqui uma pressão inflacionária, uma vez que muitos insumos são cotados em dólar. Analistas também não descartam um aumento na Selic. Ontem, o BC interveio para segurar a cotação do dólar, que fechou o dia em R$ 3,71/

PF vê indício de R$ 105 mi em propina para Cunha e Geddel. A PF vê indícios de que o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ) tenha recebido R$ 89 milhões e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA), R$ 16 milhões, em propinas para influenciar liberação de empréstimos da Caixa. Os pagamentos teriam sido feitos pela J&F e pelos grupos Marfrig, Bertin e Constantino. A defesa de Cunha afirma que não teve acesso ao caso e a de Geddel não se manifestou. As empresas dizem colaborar com a Justiça/

Juiz limita em 5,72% reajuste de plano de saúde individual. Liminar fixou teto de 5,72% para o reajuste dos planos de saúde individuais no período 2018-2019 – a expectativa era de que o aumento fosse de 10%. Na decisão, o juiz da 22.ª Vara Cível Federal de São Paulo, José Henrique Prescendo, disse haver falta de clareza na metodologia usada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) para determinar o reajuste. A agência vai recorrer da decisão. Cerca de 9 milhões de pessoas têm planos individuais/

Sem caminhões, soja lota silos em Goiás/

William Waack: Desânimo com política e pouco interesse por futebol se espelham, mas não se explicam/

Celso Ming: Há mais de 40 ações na Justiça contra a decisão do governo de tabelar os fretes/

Editorial1: Os estragos da greve. O estrago causado pela crise no transporte, ainda sem solução, fica mais claro a cada nova notícia positiva sobre a evolução da economia em abril, o mês anterior à paralisação/

Editorial2: As metas da Educação. Ao divulgar o relatório do 2.º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que é elaborado a cada dois anos, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) trouxe mais informações desalentadoras sobre a já dramática situação do ensino no País/

Editorial3: O Sistema Único de Segurança. Os dados oficiais mostram o medo que faz parte da vida de milhões de brasileiros.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Copa começa equilibrada em campo. Envolto em tensão política com o Ocidente, governo Putin injetou 60% dos R$ 38,4 bilhões gastos no Mundial da Rússia. A Copa do Mundo da Rússia começa hoje em meio à tensão política em torno do presidente, Vladimir Putin, e com a expectativa de alta competitividade em campo. Sob Putin, que concentra o poder desde 1999, o governo injetou 60% dos R$ 38,4 bilhões consumidos no Mundial. Entre os 12 estádios preparados, alguns ficarão ociosos após a competição. Fora deles há tensão, devido às crises com o Ocidente. A mais recente decorreu do envenenamento de um ex-espião russo na Inglaterra, que levou a um pedido, malsucedido, de boicote do torneio pelo Reino Unido. O primeiro jogo terá início às 12h (de Brasília), quando Rússia e Arábia Saudita se enfrentarão em Moscou. Não há um favorito muito destacado. Brasil (o maior vencedor), Alemanha (atual campeã) e Espanha lideram as apostas/

Impopularidade de Temer se deve principalmente à economia. A impopularidade recorde de Michel Temer (MDB), de 82%, se deve essencialmente à insatisfação coma economia, citada por 51% dos que o reprovam, mostra o Datafolha. Só 15% mencionaram corrupção como fundamento/

Impopularidade de Temer se deve principalmente à economia. A impopularidade recorde de Michel Temer (MDB), de 82%, se deve essencialmente à insatisfação coma economia, citada por 51% dos que o reprovam, mostra o Datafolha. Só 15% mencionaram corrupção como fundamento/

Banco central dos EUA eleva juros e sinaliza novas altas. O Fed elevou os juros americanos e sinalizou novos aumentos. O anúncio, que pode levar à alta do dólar no Brasil, teve impacto moderado no mercado após atuação do Banco Central. Amoeda subiu 0,10%, para R$ 3,715/

Obras de mobilidade para o Mundial de 2014 estão inacabadas em 8 capitais do Brasil/

Diretor da ANP critica política de preço da Petrobras. Para Décio Odonne, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, a Petrobras visa os próprios interesses, não os do Brasil. A saída contra choques nos preços dos combustíveis, diz, inclui maior competição no refino/

Decisão inédita do governo põe militar à frente da Defesa/

Editorial1: Ainda um mistério. Significado e causas da onda de protestos de 5 anos atrás continuam a desafiar analistas/

Editorial2: Razões da rejeição. Temer é desaguadouro de frustrações mais gerais com práticas políticas comuns no país.

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