Internet, judiciário e economia são os temas em destaque nas manchetes dos jornais

Internet, judiciário e economia são os temas em destaque nas manchetes dos jornais. Banda larga no interior é dominada pelas miniteles; liminar espera há oito anos decisão no STF; indenização de planos econômicos sofrem golpes de espertos.

SINOPSE DE 30 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: ‘Miniteles’ expandem conexão de banda larga no interior. Pequenas empresas respondem por 23,5% do segmento no país Fila de espera pelo serviço chega a oito meses no Piauí/

Boulevard, do sucesso ao descuido. Visitantes reclamam que não há banheiros, restaurantes e manutenção na área revitalizada/

Com ex-desafetos, Paes põe foco em contas e segurança. Paes promete foco em segurança e finanças/

Debate de projetos para os graves problemas do Rio está atrasado. O eleitor que está acompanhando a précampanha presidencial desde maio já sabe o que pensam Jair Bolsonaro, Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin em temas nacionais. Rasas ou não, existem algumas propostas na mesa, além de equipes constituídas para planejá-las/

O GLOBO lança novo serviço de checagem. Seção vai identificar as mensagens que causam desconfiança e esclarecer o que é real e o que é falso. Apuração será feita em conjunto com jornalistas de G1, Extra, Época, Valor, CBN, GloboNews e TV Globo. Discursos de políticos serão conferidos/

Na Flip, equilíbrio entre literatura, política e mercado. Encerrada ontem, festa literária chegou a um bom equilíbrio entre debates com temas de “suplemento literário”, na programação oficial, e conversas sobre política e mercado editorial nas mais de 20 casas alternativas. Paraty, entretanto, segue com desafios estruturais para receber cerca de 50 mil pessoas/

Primeiras delações da Lava-Jato condenaram só uma autoridade. Apesar de fundamentais para crescimento da operação, acordos de colaboração resultaram em 22 investigações no STF, e metade delas foi descartada na Justiça/

Fernando Gabeira: Congresso sentiu cheiro de sangue. Depois da Copa, começa a campanha eleitoral no Brasil. O momento é de composições, alianças, escolha de vice. Costumo defini-lo como um momento em que os jogadores ainda estão no vestiário, antes de saírem para o campo aberto sob o olhar da plateia. Mas as notícias que vêm do túnel indicam um personagem que parece rivalizar com os candidatos: o centrão/

Demétrio Magnoli: O PT e o PSOL diante de Ortega. O filósofo Guilherme Boulos, um lulista próximo do PT, tornou-se o candidato presidencial do PSOL. A filósofa Marcia Tiburi deixou o PSOL e tornou-se candidata do PT ao governo do Rio. As portas giratórias da filosofia borram a fronteira entre a extrema-esquerda e a esquerda. Haverá, ainda, alguma diferença de fundo entre os dois partidos? Daniel Ortega indica que sim: enquanto o PT declarava seu apoio à repressão na Nicarágua, o PSOL a condenava. A diferença, porém, não é o que parece — como indica Nicolás Maduro. A Venezuela aboliu as prerrogativas da maioria parlamentar oposicionista eleita em 2005. O regime chavista cassou os direitos políticos dos líderes da oposição e encarcerou centenas de oposicionistas. Apesar de tudo, em notas oficiais, PT e PSOL ofereceram solidariedade incondicional a Maduro. Por que, tal como o PT, o PSOL perfilase à ditadura venezuelana, mas repudia as violências cometidas pelo governo nicaraguense?/

Editorial: Ilusões populistas podem agravar a crise em 2019. A fragmentação no Congresso continuará, daí as dificuldades adicionais para as reformas.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Liminar contra lei espera julgamento há 8 anos no STF. Levantamento mostra que 75% das medidas concedidas por ministros ainda aguardam apreciação do plenário/

Páginas não oficiais pedem votos e apoio em rede social. Apoiadores anônimos de presidenciáveis obtêm alcance maior que perfis oficiais; professores dizem que conteúdo pode ser tirado do ar/

Entrevista. ‘MP PRECISA OBSERVAR BOA-FÉ’. Para especialista em delação e leniência, exigências desmesuradas e ameaças de rescisão afastam colaboradores/

Hospitais criam programas para captar doações. Saúde. Apesar de pouca cultura de ajuda financeira voluntária no Brasil, unidades de referência – como Hospital das Clínicas, Incor e A.C. Camargo Cancer Center – têm investido em campanhas publicitárias e escritórios para fazer busca ativa de filantropos/

Avião cai em SP com 7 pessoas. Piloto não resistiu e seis passageiros ficaram feridos; aeronave de pequeno porte partiu do interior catarinense e caiu no Campo de Marte/

Aumento de informalidade não estimula vagas formais. Mercado de trabalho. No ano passado, economistas afirmavam que aumento no número de trabalhadores informais traria de volta as vagas formais, mas levantamento feito pelo Credit Suisse com base em outras seis recessões vividas pelo País descarta tese/

Maduro quer regular venda de gasolina. Aposta de risco. Presidente da Venezuela convoca todos que têm um veículo para censo que determinará como usar de ‘forma racional’ o combustível produzido no país; congresso de partido governista também discute o tema, além de flexibilização cambial/

Editorial1: As transformações no campo. O mostra que se produz proporcionalmente mais por área plantada e por trabalhador empregado. Aumento do número de tratores, maior emprego de defensivos e insumos, crescimento de mais de 50% no número de estabelecimentos que utilizam irrigação e notável busca de acesso à internet (aumento de 1.790% no total de produtores que utilizam a rede mundial de computadores) estão entre as mudanças no campo que explicam o espetacular crescimento da produção agropecuária nos últimos anos mesmo com um aumento muito mais modesto da área cultivada e a redução da mão de obra empregada. Dados preliminares do Censo Agropecuário 2017 que acabam de ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que se produz proporcionalmente muito mais por área plantada e por trabalhador empregado. São esses avanços que asseguram posições cada vez mais destacadas do Brasil na produção e no comércio mundial de produtos agropecuários e saldos comerciais expressivos para o País/

Editorial2: Cacoete autoritário. O cacoete autoritário do petista Fernando Haddad é da natureza do partido. O petista Fernando Haddad deu várias entrevistas nos últimos dias apresentando-se como “coordenador do programa de governo do PT”. É também, como se sabe, cotado para ser o candidato do partido nas eleições presidenciais, já que o dono do PT, Lula da Silva, provavelmente não poderá concorrer porque está condenado e preso. Logo, não seria exagero considerar que o ex-prefeito de São Paulo fala hoje pelo partido e por Lula – e, nesse sentido, não decepciona/

Editorial3: Investimento travado. O ano eleitoral, que leva políticos a propor medidas que agradam aos eleitores, mas não são sustentáveis do ponto de vista financeiro, está tornando mais grave um problema que afeta duramente os investimentos: a insegurança jurídica. O surgimento de propostas que beneficiam determinados grupos sociais, mas que podem resultar em quebra de contratos e ônus não previstos para empresas concessionárias de serviços públicos, deixa mais nebuloso o ambiente de negócios e inibe o investidor já atormentado por um cenário político marcado por incertezas. Sem investimentos suficientes, a recuperação econômica, ainda incipiente e fraca, tende a perder força.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Golpes são ameaça a indenizações dos planos econômicos. Entidade registra fraudes e golpes desde que a Justiça determinou o pagamento de até R$ 12 bilhões em ressarcimentos/

Corrupção. Lava Jato já recuperou quase um terço do que foi desviado. Passados quatro anos da primeira delação operação, foi firmado um total de R$ 13,4 bilhões em devoluções/

PF fez acordo com Palocci para provar que tinha o poder de fazer, diz procurador da Lava Jato. Carlos Fernando defende delações, mas diz que há acordos que são mais benéficos aos réus/

Celso Rocha de Barros: Não há mais como Bolsonaro vencer como Trump venceu. Sem um pé no sistema partidário, candidato não será como presidente dos EUA/

Servidor de estatal emprestado custa R$700 mil por ano/

Bolsonaro aproveita limbo jurídico e se beneficia com outdoors pelo país/

Encontrar candidato a vice se torna desafio para presidenciáveis/

Paes lança candidatura ao governo do Rio sem atacar corrupção de ex-aliados/

Declarações de Ciro sobre aliança com PT dificultam acordo, diz Haddad/

Mangabeira Unger é absolvido após sequência de erros da Justiça/

Marina estreará série de debates sobre educação/

Painel: Por reajuste, Judiciário diz que diferença entre salário do STF e teto do INSS caiu/

Editorial1: Arbítrio à solta. Inquérito aberto contra professor da UFSC por causa de uma entrevista evidencia que apuração de desvios descambou para intimidação inaceitável/

Editorial2: Imprevisão do tempo. Se nada for feito para conter as emissões de carbono, o planeta esquentará, com impacto devastador.

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