Guerra comercial, lava-jato e eleição 2018 são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE DE 26 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo:  EUA e União Europeia anunciam trégua na guerra comercial. Acordo, que suspende aplicação de novas tarifas enquanto os dois lados discutem, pode atrapalhar negociações do Mercosul com a UE. Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciaram trégua na guerra comercial deflagrada pelo americano ao impor sobretaxas a aço e alumínio importados. O acordo suspende a aplicação de novas tarifas enquanto os dois lados negociam questões comerciais. Analistas avaliam que, a curto prazo, o Brasil pode se beneficiar da redução na percepção de risco no mercado internacional. Mas, a longo prazo, o anúncio pode atrapalhar acordos do Mercosul com a União Europeia e levar o Brasil ao isolamento comercial/

Míriam Leitão: Acordo desarma uma das frentes da guerra comercial/

Brasil cobra rigor da Nicarágua. O Itamaraty pressiona autoridades da Nicarágua para esclarecer a morte da estudante de Medicina brasileira Raynéia Gabrielle Lima. Relatos dão conta de clima de terror na capital, Manágua/

Parada de plataforma da Petrobras pode aumentar conta de luz. A manutenção da plataforma de Mexilhão, na Bacia de Santos, pode aumentar a conta de luz. A unidade fornece gás, combustível mais barato para produzir energia, a sete termelétricas, e deve ficar parada até 8 de setembro. As alternativas têm preços mais elevados: usar gás importado ou recorrer a usinas movidas a outras fontes, como diesel. A Aneel questiona a decisão da Petrobras de parar em período de seca/

Debate sobre vice de Alckmin cria divergências no centrão. 2018 Partidos do bloco não querem que cargo seja ocupado pelo DEM/

Bolsonaro tenta aliança com o PROS. Partido foi acusado de ter recebido R$ 7 milhões para apoiar Dilma em 2014/

Senado faz parecer ao STF contra showmício. PT, PSB e PSOL alegam que proibição de eventos gratuitos em campanha eleitoral é inconstitucional/

Facebook tira do ar contas falsas operadas pelo MBL. Na maior operação desse tipo já feita no Brasil, o Facebook removeu 196 páginas e 87 perfis que difundiam conteúdos políticos, incluindo fake news, por meio de contas falsas. A estrutura era toda controlada por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). De acordo com a empresa, houve violação da “política de autenticidade.” A partir de perfis reais foram criadas identidades falsas em grande quantidade/

Em 2047, país terá teto populacional. A nova Projeção de População divulgada pelo IBGE estima que, em 2047, o Brasil atingirá o teto populacional, com 233 milhões de habitantes. A partir daí, população irá declinar/

Prefeitura e Cedae brigam por esgoto. A Cedae abriu fogo contra a proposta da prefeitura do Rio de criar parceria público-privada para cuidar do saneamento da região de Barra, Recreio e Jacarepaguá, a AP-4, que abrange 19 bairros. A companhia estadual alega ter contrato até 2057 com o município. A prefeitura argumenta que a PPP resolveria o problema ambiental com um custo menor/

Flávia Oliveira: Criticar é dever. Crivella não é vítima nem de intolerância nem de racismo. Criticá-lo é dever cívico/

Editorial1: Nicarágua é um peso sobre o PT na campanha. Talvez o PT queira disputar com o candidato Ciro Gomes, do PDT, quem radicaliza mais, para atrair eleitores à esquerda. Mau negócio, até pela quantidade de votos deste grupo/

Editorial2: Com vacina, aumento de mortes por gripe é inaceitável. Chama a atenção o fato de que o número de mortes pela doença aumenta à medida que diminui a cobertura de vacinas. A campanha de imunização contra a gripe, iniciada em 23 de abril, foi prorrogada duas vezes, porque não atingiu os patamares estabelecidos. Lá se vão três meses.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Para Moro, resultado da eleição pode pôr em risco a Lava Jato. Juiz diz que País precisa do ‘exemplo de lideranças honestas’ no combate à corrupção. O juiz Sérgio Moro afirmou ontem que o resultado das eleições de outubro está inserido no que ele chama de “risco de retrocesso” no combate à corrupção, simbolizado na Operação Lava Jato. Moro disse que o País precisa “do exemplo de lideranças honestas” e “de políticas mais gerais para diminuir os incentivos e oportunidades da corrupção”. O magistrado participou do Fórum Estadão Mais Governança e Mais Segurança, promovido pelo Estado, ao lado do advogado criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira e do promotor Marcelo Mendroni, do Ministério Público paulista. Após o debate, Moro destacou que essas discussões precisam ser feitas no período eleitoral, pois “a corrupção espalhada, disseminada e profunda” é um problema que a sociedade brasileira precisa resolver. “Precisamos do exemplo de lideranças honestas e, por outro lado, precisamos de reformas de políticas mais gerais”, disse/

Ministro vê risco de se armar civis. Raul Jungmann (Segurança Pública) disse que há risco de o Congresso “rasgar” o Estatuto do Desarmamento, mas defendeu flexibilização da lei/

Facebook desativa rede de páginas ligadas ao MBL. O Facebook desativou ontem uma rede de 196 páginas e 87 perfis pessoais, que, segundo a rede social, são relacionados ao Movimento Brasil Livre (MBL), após investigação sobre contas abertas com identidades falsas, o que é vetado pela plataforma. Conforme a empresa, a rede “escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”. O MBL vai recorrer à Justiça/

Consultor de Bolsonaro, general critica campanha. Um dos consultores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) afirma que há um “certo radicalismo nas ideias, até meio boçal” entre os apoiadores da candidatura. Em entrevista a Leonencio Nossa, Mourão diz que considera a campanha “meio amadora” e reclama que a imprensa trata Bolsonaro com “estereótipo”. No Rio, o candidato cancelou participação em evento, que foi adiado/

Acordo dos EUA com a UE anima Bolsa e derruba dólar. EUA e União Europeia fizeram acordo para evitar escalada de disputas comerciais. Donald Trump anunciou que a UE concordou em zerar tarifas, barreiras e subsídios enquanto houver negociações e que vai comprar soja e gás natural americano. No Brasil, a Bolsa fechou em alta de 1,34%. O dólar caiu 1,05%, para R$ 3,70/

Nicarágua omite detalhes sobre morte de brasileira. Diplomatas brasileiros e entidades de direitos humanos da Nicarágua enfrentam dificuldades para obter informações do assassinato da brasileira Raynéia Gabrielle Lima em Manágua. A polícia não divulga detalhes do caso. ONGs denunciam omissão e acusam paramilitares a serviço do governo de Daniel Ortega pelo crime/

Em 2060, País terá mais idoso que criança/

Willian Waack: Miséria, pobreza e infraestrutura precária ainda são temas de muito peso numa campanha/

Editorial1: O Brasil em busca de acordos. Um Brasil em busca de integração na economia global e comprometido com o comércio livre é um dos melhores legados para o próximo governo/

Editorial2: O caos financeiro de Minas. Do ponto de vista fiscal, Minas Gerais está à beira de se tornar um novo Rio de Janeiro/

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Trégua entre EUA e Europa ameaça acordo com Mercosul. Americanos e europeus negociarão para amenizar tensão no comércio. Estados Unidos e União Europeia iniciarão negociações para amenizar as tensões no comércio transatlântico, anunciaram ontem Donald Trump, presidente dos EUA, e Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia. Em uma declaração divulgada depois de se reunirem em Washington, os dois líderes concordaram em trabalhar juntos para eliminar tarifas, barreiras comerciais e subsídios relacionados a bens industriais não automobilísticos. A pacificação pode ter diferentes impactos sobre o Brasil, em particular no segmento do agronegócio. Entre as medidas acertadas está o compromisso da UE de comprar mais soja dos EUA. As tratativas podem ser uma ameaça ao acordo costurado há mais de 20 anos entre Mercosul e o bloco europeu, de acordo com especialistas ouvidos pela Folha. O governo brasileiro, contudo, afirma que a negociação não deverá prejudicar as conversas da Europa com o Mercosul/

Facebook retira rede de páginas e perfis do ar e atinge o MBL. Uma rede de 196 páginas e 87 perfis no Facebook foi retirada do ar no Brasil por, segundo a empresa, criar, gerenciar ou perpetuar conteúdo enganoso. Páginas e perfis ligados ao MBL (Movimento Brasil Livre), grupo político de direita, integram a lista. Para o MBL, a ação da empresa americana foi arbitrária e irônica/

EUA atendem só 2% dos pedidos de asilo de brasileiros. O asilo, recurso citado por brasileiros que entraram ilegalmente nos EUA, é proteção ao imigrante concedida de forma criteriosa pelo país. De 2012 a 2016, apenas 2% dos 1.500 pedidos foram atendidos, diz a Justiça americana. A média global é 17%/

PSDB terá de saber dividir espaços de poder, diz Maia/

Painel: Sem vice e sem alianças, Bolsonaro agora precisa debelar crise na cúpula do PSL/

PDT usa fundo público para defender dirigentes/

Lula só terá chance de sair da cadeia se assumirmos o poder, diz Ciro/

Michel Temer: Avanço tecnológico é meta dos Brics. Na cúpula dos Brics, a meta é fortalecer a cooperação em ciência e inovação. É o desenvolvimento tecnológico que permite avançar nas pesquisas/

Editorial1: A conta da eleição. Proibição de doações empresariais reduzirá gastos, mas ao custo de elevar o poder de caciques/

Editorial2: Benefícios. Desperdício social. Colapso orçamentário tornou urgente que se repensem regras e procedimentos da seguridade.

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