Receita, congresso e segurança são temas das manchetes

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📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 307- A 109 dias do fim do ano de 2019, hoje é sexta-feira, 13 de setembro de 2019, 256º dia do ano.

Sinopse da grande mídia impressa: Efeitos da demissão de Marcos Cintra, ex-secretário da Receita Federal, são abordados nas manchetes do O Globo e Valor Econômico. Globo destaca contradições entre pretendido ajuste fiscal da equipe econômica e a pressão por aumento de gastos. E, segundo o Valor Econômico, Guedes quer desonerar folha mesmo sem criação de nova CPMF.

Projeto que estabelece mudanças nas regras eleitorais e partidárias, já aprovado na Câmara, e que deve ser votado na próxima semana, pelo Senado Federal, é referido pela manchete da Folha de São Paulo, que enxerga na proposta brecha a Caixa 2 e controle de gastos.

O jornal Estado de São Paulo anuncia, em manchete, proposta do ministro Sergio Moro de propor normas semelhantes à Lei Rouanet, na cultura, para o setor de segurança pública, prevendo abatimentos fiscais a quem fizer contribuição à área.

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Equipe de Guedes teme perder apoio do Planalto após crise da CPMF. Também impopular, ajuste fiscal esbarra na pressão crescente por aumento de gastos”. Manchete de capa do O Globo.

“Guedes quer desonerar folha mesmo sem criação de nova CPMF. A desoneração da folha de pagamento é uma das principais propostas de Guedes para a criação de empregos”. Manchete de capa do Valor Econômico.

“Congresso prepara brecha a Caixa 2 e controle de gastos. Projeto, já aprovado pela Câmara, dificulta fiscalização do uso de verbas pelas siglas”. Manchete de capa da Folha.

“Moro prepara ‘Lei Rouanet’ para a segurança pública. Texto da MP em elaboração prevê abatimento no Imposto de Renda de doações de pessoas físicas e jurídicas”. Manchete de capa do Estadão.

📃 Editoriais do dia:

“Um bode no altar do governo. Marcos Cintra foi sacrificado por Paulo Guedes para atender a mais um rompante de Jair Bolsonaro. O altar do sacrifício foi a incompetência do governo”. Editorial do Estadão.

“Governo cria confusão em torno da CPMF. Demissão de Cintra, que também pode ter sido motivada por fiscalizações da Receita, prejudica expectativas”. Editorial do O Globo.

“Tempo perdido. Insistência tola em CPMF derruba chefe da Receita e retarda reforma tributária”. Editorial da Folha.

“Instituições têm de ficar alerta contra ataques à democracia.” Editorial do Valor Econômico.

Bola dividida. Projeto para incentivar clube-empresa no futebol precisa evitar paternalismo”. Editorial da Folha.

“Cortesia com chapéu alheio. Câmara dos Deputados e a Advocacia-Geral da União celebraram um novo acordo para definir a destinação dos recursos relativos às penalidades impostas à Petrobrás”. Editorial do Estadão.

“O êxito da reforma trabalhista. Inovações sensatas reduziram ações judiciais e coibiram a indústria das reclamações”. Editorial do Estadão.

“Concluir estação de metrô na Gávea é decisão mais sensata. Usar recursos devolvidos por delatores da Lava-Jato seria forma de compensar sociedade”. Editorial do O Globo.

📃 Outros destaques:

“Pânico e morte durante incêndio em hospital. Incêndio atinge hospital no Maracanã; pelo menos nove pacientes morrem”. Na capa do O Globo.

“Um incêndio no Hospital Badim, no Maracanã, zona norte do Rio, motivou remoção de urgência e a acomodação de pacientes em macas e em colchões no meio da rua. Pelo menos uma pessoa – uma mulher – morreu. A suspeita é de que o fogo tenha sido causado por curto-circuito em um gerador.” Na capa do Estadão.

“Dodge alerta para ‘pressão sobre a democracia’. Em sua última participação numa sessão do STF como representante do Ministério Público Federal, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, alertou para “os sinais de pressão sobre a democracia”. O ministro Celso de Mello reafirmou o papel do MP no regime democrático.” Na capa do O Globo.

“Decano do STF e Dodge cobram MP independente. Em seu último pronunciamento no STF como procuradora-geral da República, Raquel Dodge fez um “pedido muito especial” aos ministros, à sociedade civil e a todas as instituições da República: “Protejam a democracia brasileira, tão arduamente erguida!”.” Na capa do Estadão.

“Aras: ‘Presidente não pode mandar e desmandar’. Mello e Dodge defendem independência do MPF, e Aras diz que fez alerta a Bolsonaro”. Na capa do O Globo.

“Regulamentada há três meses no Rio Grande do Sul, a versão gaúcha da lei {pretendida por Sergio Moro} é alvo de críticas de empresários. Segundo eles, o texto aprovado não assegura a compensação nos impostos.” Na capa do Estadão.

“Remuneração da poupança pode mudar. Governo estuda substituir TR por índice de preços na rentabilidade da caderneta. Objetivo é viabilizar recursos para habitação. Ganho, neste momento, ficaria maior”. Na capa do O Globo.

“Marcelo Odebrecht vai à empreiteira. Ex-executivo conseguiu antecipar em oito meses progressão de pena para o semiaberto ao entregar e-mails que comprometem seu cunhado, Maurício Ferro”. Na capa do O Globo.

“MP entra com ação para que estado retome obras do metrô. Promotora diz que medida foi baseada em laudo da PUC que aponta risco de desabamento de prédios no entorno”. Na capa do O Globo.

“Alto teor de gordura, açúcar e sódio terá destaque em rótulos. Anvisa atualiza normas para alimentos com alto teor de açúcar, gordura e sódio”. Na capa do O Globo.

“México deporta turistas brasileiros que iam a Cancún. Casal que ia para Cancún foi mandado de volta apesar de estar com todos os documentos necessários; Itamaraty reconhece número expressivo de ocorrências. Controle migratório teria aumentado para conter fluxo para os EUA”. Na capa do O Globo.

“Queimadas quadruplicam no Pantanal. Considerando o aumento porcentual, a alta no Pantanal é maior do que a da Amazônia. Em apenas 11 dias, os focos de incêndio no Pantanal já superam em 72% os registros de todo o mês de setembro de 2018; fumaça faz procura por médico avançar”. Na capa do Estadão.

“Marcelo volta depois de 4 anos. Condenado na Lava Jato, empreiteiro visita a empresa depois de passar para o regime aberto”. Na capa do Estadão.

“Concorrentes se unem para licitação de urnas do TSE”. Na capa da Folha.

“Caixa cobra do Corinthians”. Na capa da Folha.

“Caixa pode executar dívida de mais de R$ 500 milhões com Corinthians. Clube diz ter sido surpreendido por uma notificação extrajudicial do banco público alegando que procedimentos não estão sendo cumpridos”. Na capa do Valor Econômico.

“Ibovespa retoma os 104 mil pontos com ajuda do exterior. Possibilidade de acordo EUA-China e BCE foram os suportes para o tom mais positivo visto no Ibovespa”. Na capa do Valor Econômico.

“Alimentos deverão ter rótulo sobre alto teor de sódio”. Na capa da Folha.

“Juiz fez estimativa falha e sem perícia ao condenar Fernando Haddad”. Na capa da Folha.

“Polícia investiga máfia das creches terceirizadas em São Paulo”. Na capa da Folha.

“Não aceito grito”, diz senadora sob pressão por CPI. A juíza aposentada Selma Arruda (PSL-MT) diz à Folha ter sido pressionada pelo colega de partido, Flávio Bolsonaro, a retirar apoio à CPI da Lava Toga”. Na capa da Folha.

“Deputado Capitão Assunção (PSL-ES) oferece R$10 mil a quem matar suspeito de ter assassinado jovem no ES”. Na capa da Folha.

“Com veto à CPMF, Guedes deve focar taxas sobre ricos”. Na capa da Folha.

Nigeriano acusa governo de ter feito uso indevido de sua imagem”. Na capa da Folha.

“Bolsonaro ficará mais 4 dias afastado por ordem médica”. Na capa da Folha.

“Congresso cogita PEC Paralela B para apressar Previdência”. Na capa da Folha.

“Google vai priorizar conteúdo original em suas buscas”. Na capa da Folha.

“Argentina entra em emergência alimentar. Governo do presidente Mauricio Macri quis evitar a medida que desvia recursos já escassos para programas sociais, mas mudou de estratégia e votou com a oposição em uma tentativa de tirar a questão da campanha para as eleições de 27 de outubro”. Na capa do Estadão.

📃 Colunas e artigos:

“A demissão de Marcos Cintra por defender a volta da CPMF, proposta abraçada por Paulo Guedes, cria novas incertezas.” Na coluna de Celso Ming, no Estadão.

“Fala de Dodge chegou tarde. Raquel Dodge não conquistou a sonhada recondução, mas merece o Troféu Rubinho Barrichello. A cinco dias de deixar o cargo, a procuradora-geral da República descobriu que a democracia brasileira corre riscos. Chegou atrasada, como costumava acontecer com o antigo piloto da Fórmula 1.” Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

“O STF como guardião da democracia. Quem identificou a origem dos ataques foi o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, quando falou, a propósito da censura de uma história em quadrinhos para adolescentes, que a inspiração para atos obscurantistas “resulta das trevas que dominam o poder do Estado”. A partir dessa constatação, tem-se diante das instituições do Estado brasileiro a tarefa de enfrentar um Executivo que não aceita limites.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Boas novas no tempo da escassez. Algumas notícias boas apareceram no radar. São poucas, mas não são de se desperdiçar numa época tão magra de boas notas. O governo começa a liberar parte do dinheiro do Orçamento que havia sido congelado. Pode chegar, no final, aos R$ 20 bilhões anunciados pelo presidente interino, Hamilton Mourão. O comércio e os serviços tiveram crescimento em julho acima do previsto pelo mercado. A previsão de uma safra recorde pode afetar positivamente o PIB agropecuário.” Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Demitido do governo, Cintra já é cobiçado por grupo de empresários. Brasil 200, de Flavio Rocha, quer apoio do ex-chefe da Receita para sua proposta de microimposto”. Na coluna Painel S/A, da Folha.

“Na luta de classes da Califórnia, trabalho precário ganha mais proteção do que no Brasil. Parlamento do estado americano aprova direitos trabalhistas para uberizados em geral”. Na coluna de Vinicius Torres Freire, na Folha.

“Cadê a autocrítica do teto de gasto? Governo cogita flexibilizar o teto de forma envergonhada sem admitir a mudança”. Na coluna de Nelson Barboza, na Folha.

“Cirurgia de correção da hérnia feita em Bolsonaro não é tão simples quanto parece. Correção pode ter surpresas e recidivas”. Na coluna de Julio Abramczyk, na Folha.

“Policiais federais chamam de tendencioso relatório da CPI sobre Brumadinho. Deputados de MG pediram o indiciamento de executivos da Vale e da alemã Tüv Süd”. Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

“Qual a vontade do povo? Por paradoxal que pareça, preservar a democracia está minando a democracia”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“Procuradoria aparelhada pode encontrar resistências no Supremo. Celso defende independência da PGR, enquanto Aras monta time alinhado a Bolsonaro”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Vencer crises civilizatórias. Precisamos olhar com mais seriedade para nossa crise, admitindo que algo muito sério está ocorrendo”. Na coluna de Claudia Costin, na Folha.

“A luta entre Bolsonaro e Moro derrubou Cintra, não a CPMF. Secretário caiu porque não conseguiu desmontar ‘bunker’ lavajatista na Receita”. Na coluna de Reinaldo Azevedo, na Folha.

“Araújo e Olavo viram piada, mas logo vem ameaça de guerra. Colunista do WP ironiza chanceler ‘desconexo’; Guardian debocha ideólogo por afirmar que Adorno ‘compôs canções’ dos Beatles”. Na coluna de Nelson de Sá, na Folha.

“A queda de Marcos Cintra está longe de estancar a crise na Receita. Nos últimos dias, quando a permanência do agora ex-secretário da área já estava ameaçada, uma série de denúncias com relatos detalhados de desvios de integrantes do fisco foi encaminhada a órgãos de controle. Há queixas anônimas e outras nas quais o autor se identifica e oferece colaboração. Ministros e investigadores que acessaram os documentos viram neles um sinal de que diversas alas da entidade seguem em guerra.” Na coluna Painel, da Folha.

“Guedes quer BC independente este ano”. Na coluna de Claudia Safatle, no Valor Econômico.

“Bolsonaro e uma pedra no caminho”. Na coluna de César Felício, no Valor Econômico.

“BCs repensam seus papéis”. Na coluna de Gillian Tett, no Valor Econômico.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quinta-feira, 12, em alta de 0,86%%, a 104.332 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,12% a R$4,06. O euro fechou em alta de 0,34%, a R$4,49.

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