Greve dos caminhoneiros em função do preço do diesel é o maior destaque das manchetes dos jornais

Greve dos caminhoneiros em função do preço do diesel é o maior destaque das manchetes dos jornais. Petrobras reduz preço do diesel mas não resolve paralisação dos caminhoneiros destacam
Primeira Hora – Anexo 6

Greve dos caminhoneiros em função do preço do diesel é o maior destaque das manchetes dos jornais. Petrobras reduz preço do diesel mas não resolve paralisação dos caminhoneiros destacam os jornais.

SINOPSE DE 24 DE MAIO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Petrobras cede e reduz preço do diesel em 10%. Desabastecimento causado por greve de caminhoneiros motivou decisão. Valor do combustível será congelado por 15 dias. Mudança na política de reajustes praticada pela empresa desde junho de 2017 é mal recebida pelo mercado, mas Pedro Parente diz que a medida é excepcional. A Petrobras anunciou redução de 10% no preço do diesel, que ficará congelado por 15 dias. A decisão foi tomada após os caminhoneiros recusarem proposta do governo de uma trégua de três dias na greve, e diante das notícias de que faltaria combustível em aeroportos de Brasília e São Paulo. O presidente da Petrobras, Pedro Parente, quebrou a política de reajustes de preços em vigor desde junho de 2017, mas disse que a medida tem caráter excepcional. A decisão desagradou ao mercado. Em todo o país há casos de desabastecimento de alimentos e combustível. Em post nas redes sociais, os caminhoneiros informaram que a paralisação será mantida/

Míriam Leitão: País está vulnerável à chantagem do transporte/

Só 30% dos ônibus devem ir às ruas. Com a interrupção do abastecimento de diesel devido à greve dos caminhoneiros, Fetranspor prevê que só 30% dos ônibus do Rio circularão hoje. A Comlurb também está tendo problemas para encher o tanque dos caminhões de coleta de lixo/

Azeredo começa a cumprir pena em BH. Depois de chegar a ser considerado foragido, o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB) se apresentou à Justiça para cumprir pena de 20 anos e um mês por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano. Ele foi levado para quartel do Corpo de Bombeiros em Belo Horizonte, onde ficará numa sala de 27 metros quadrados que pertence ao Estado Maior da corporação. Por ser um condenado de “inegável status”, o juiz de execução penal determinou que Azeredo está dispensado de usar algemas e uniforme de detento/

Bernardo Mello Franco: Desafio para Alckmin. Prisão de Azeredo é mais uma pedra no sapato de Geraldo Alckmin/

Cota para mulheres divide os partidos. Um grupo de partidos liderado pelo presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, prometeu questionar na Justiça a decisão do TSE que obriga a destinação de 30% da verba do fundo eleitoral para campanhas de mulheres. Políticos de várias siglas criticaram a determinação. MDB, PDT e PT dizem que vão cumpri-la. As parlamentares saudaram a decisão como uma conquista/

Maduro manda prender militares. Entre 11 e 30 militares foram presos nas últimas semanas na Venezuela, refletindo um mal-estar crescente nos quartéis, indicam jornalistas e ONGs locais. Com a ação, o governo do presidente Nicolás Maduro estaria tentando evitar uma rebelião/

Editorial1: Problema dos impostos também é a burocracia. Não bastasse o peso da carga tributária, a administração dos gravames é custosa para as empresas e ainda serve de barreira aos empreendedores

Editorial2: A ameaça italiana à União Europeia. A aliança nacional-populista entre o Cinco Estrelas e a Liga, com apoio de Berlusconi, o moderado nesta coalizão, assume em Roma e deve abalar o pacto continental.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Petrobrás cede e reduz preço do diesel para conter greve. Corte de 10% vale por 15 dias – Caminhoneiros decidem hoje futuro da paralisação – Bloqueios afetam distribuição e alimentos ficam mais caros – Combustível some dos postos – 40% dos ônibus de SP devem parar. A Petrobrás anunciou ontem a redução de 10% no preço do óleo diesel na refinaria e o congelamento do valor por 15 dias. Com isso, o litro do combustível cai de R$ 2,33 para R$ 2,10. Os sucessivos aumentos do diesel desde julho do ano passado são o motivo do protesto organizado pelos caminhoneiros, que nos últimos três dias paralisaram suas atividades. Eles decidem hoje se a greve continua. A paralisação já provoca desabastecimento em diversos setores, e por todo o País. Ontem, antes do anúncio da Petrobrás, a Prefeitura de SP previa que 40% da frota de cerca de 14 mil ônibus não teria combustível para circular hoje. Postos ficaram sem combustível em estoque. O rodízio municipal de veículos foi suspenso. O transporte aéreo também pode ser afetado: a Infraero informou que monitora a situação dos aeroportos – em Brasília, um caminhão-tanque foi escoltado pela polícia. No setor de alimentos, a oferta de produtos hortifrutigranjeiros caiu cerca de 15% na Ceagesp, provocando alta nos preços/

Isenção de tributo passa na Câmara. Juntamente com o texto-base do projeto que acaba com a desoneração da folha de pagamento para 28 setores da economia, os deputados aprovaram ontem proposta que prevê zerar, até o fim do ano, o PIS/Cofins sobre o óleo diesel. O texto segue para o Senado/

Camargo diz ter pago propina para receber indenização. Executivos da Camargo Corrêa delataram ao MP-SP o pagamento de propina a dois funcionários da Fundação Para o Remédio Popular (Furp) para que o órgão, controlado pelo governo paulista, desistisse de disputa judicial e pagasse indenização superior a R$ 15 milhões ao consórcio, que construiu uma fábrica de remédios no interior/

Moro manda prender Delúbio. Após rejeição de recurso no TRF-4, o juiz mandou prender o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado a 6 anos por lavagem de dinheiro/

Bolsonaro vira Jair em versão ‘suave’ nas redes/

Ancine pode ter verba de R$ 1,2 bi congelada/

William Waack: Há um apelo para que as elites se juntem em torno de uma plataforma democrática e reformista. Mas que elites?/

Verissimo: Tem gente achando que a monarquia inglesa é um anacronismo condenado. Vão acabar dizendo o mesmo do Congresso/

Celso Ming: O que pesa são os impostos. O problema dos preços dos combustíveis no País não é a periodicidade dos reajustes, mas a carga tributária sobre os preços no varejo/

Editorial1: Pela manutenção do rumo. É alentador que as forças do centro democrático estejam se organizando para levar ao eleitor propostas de compromisso com reformismo e responsabilidade fiscal. (PÁG. A3)

Editorial2: A greve dos caminhoneiros. Enquanto o problema persiste, setores da economia começam a parar. É preciso encontrar uma solução rápida/

Editorial3: Proselitismo. Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional dispositivo que proibia rádios comunitários de ‘doutrinar’.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Petrobras cede à pressão do Planalto e reduz diesel em 10%. Acuado pela greve dos caminhoneiros, o presidente Michel Temer pressionou o comando da Petrobras pela redução no diesel. A estatal cedeu e anunciou queda de 10% no combustível, que terá o valor congelado por 15 dias. O objetivo é permitir que o governo negocie com manifestantes nesse período. A paralisação começou na segunda (21) e provoca bloqueios em 24 estados e problemas de abastecimento. Há relatos de falta de combustível em postos e aeroportos e de alimentos em supermercados. Indústrias interromperam a produção de carros e o abate de animais. Os Correios também foram afetados. Em São Paulo, o rodízio está suspenso porque não há diesel para 40% dos ônibus, que terão de ficar fora das ruas nesta quinta-feira (24). Sem apresentar proposta de alteração nos preços do diesel, Temer se reuniu ontem à tarde com caminhoneiros e pediu uma trégua, mas não foi atendido. O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) afirmou então que o presidente pediu à Petrobras uma saída, sem que isso representasse uma intervenção na política de preços da petroleira. À noite, o presidente da estatal, Pedro Parente, anunciou a suspensão temporária dos reajustes quase diários do diesel. De acordo com ele, a estimativa é que a redução no valor do combustível chegue a R$ 0,25 nas bombas. O desconto temporário é maior que os R$ 0,05 por litro previstos caso o governo baixe a zero a Cide, plano anunciado na terça (22) e que depende de contrapartida do Congresso/

Vinicius Torres Freire: Crise de agora é amostra pequena do que virá no país. O governismo na Câmara, que fazia corpo mole quanto a reformas, recorre de súbito à reoneração da folha para tapar o buraco da desoneração de combustíveis. A Petrobras, que recusava interferência, dá gorjeta no diesel. É uma conjunção de oportunismos rasteiros para lidar com questões de fundo/

Condenado no mensalão tucano, Azeredo é preso. O ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB), 69, se entregou à polícia ontem para iniciar o cumprimento de pena de 20 anos e um mês de prisão por peculato e lavagem. Condenado no chamado mensalão tucano, Azeredo é o primeiro acusado no caso, ocorrido há 20 anos, a ser detido/

Alckmin diz que acusação é absurda e nega caixa dois. O presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) negou acusações de caixa dois e disse que seu cunhado, acusado de ser operador dos recursos, é um simpatizante do partido. Em sabatina de Folha, UOL e SBT, o tucano afirmou que Aécio Neves não deve disputar eleição/

Marco A. Canônico: O barulho ao redor do ‘Som’ “O Som ao Redor” tinha orçamento maior que o permitido por edital. À luz da informação, é difícil encampar tese de perseguição. Com este texto, despeço-me desta coluna. Agradeço pela atenção/

Foto- legenda: Azeredo se entrega em BH. O ex-governador de Minas e ex-presidente nacional do PSDB Eduardo Azeredo (centro) se entregou ontem em Belo Horizonte. Condenado a 20 anos e 1 mês de prisão por peculato e lavagem de dinheiro, ele ficará em um batalhão dos bombeiros/

Editorial1: Preço não faz acordo. Com governo premido por greve, Petrobras anuncia barateamento temporário do diesel/

Editorial2: Tibieza tucana. Não são poucas as incertezas a rondar a candidatura de Geraldo Alckmin.

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