Governança, Judiciário e economia são os destaques das manchetes dos jornais

SINOPSE NACIONAL DE 08 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Passivo trabalhista ameaça finanças de estatais. Seis maiores empresas públicas do país têm possível débito de R$ 43,8 bilhões. Valor equivale a 7,6% do patrimônio líquido de Petrobras, BB, Caixa, Eletrobras, Correios e BNDES/

Vacinar-se não é opção, é obrigação do cidadão’. Virologista da UFRJ e assessora da OMS, Clarissa Damaso diz que volta do sarampo no país é inadmissível, e que governo e sociedade são responsáveis pelo problema/

Empresas tentam sair de transporte público do Rio. Menos investimentos do governo e queda no número de passageiros levam empresas de transporte público do Rio a tentar desembarcar do negócio/

Lauro Jardim: O candidato do Lula. Que Lula não será candidato a presidente, ok, todos concordam. Sua “candidatura” será mantida, no limite, até setembro. Até porque, de acordo com o raciocínio da cúpula petista, quanto mais tarde o candidato real for apresentado ao eleitor, melhor. Assim, fica por mais tempo preservado de ataques. Mas quem será “o candidato do Lula”? Fernando Haddad tem trabalhado para isso e, de fato, pode vir a ser o escolhido. Mas quem o presidiário de Curitiba continua querendo ungir é Jaques Wagner. O ex-governador continua relutante — é o favorito para a disputa ao Senado na Bahia. Mas também ele, indiciado pela PF no âmbito da Lava-Jato, prefere ficar protegido na sombra nesta pré-campanha/

Lauro Jardim: Mais uma. Três vezes presidente do Senado, Renan trabalha para emplacar um quarto período a partir do ano que vem/

Lauro Jardim: Em todas as pontas. Henrique Meirelles andou procurando Gilberto Carvalho, o ex-ministro de Dilma Rousseff, para uma conversa/

Milícias, ontem e hoje. Outras mudanças de tom. Bolsonaro já defendeu legalização de paramilitares e agora se diz desinteressado no assunto/

Nas telas, a tática de uma campanha que já começou. Entre estruturas amadoras e profissionais, políticos gravam vídeos na internet e testam seus discursos/

As palavras mais usadas. Estudo da Universidade Federal do Paraná reúne os termos publicados pelos presidenciáveis e mostra diferenças entre eles: Lula e Alckmin têm estratégias mais profissionais; Bolsonaro e Ciro falam de eventos, e Marina fala da crise/

Toinho Alves, o ‘guru’ que faz a cabeça de Marina. Ex-trotskista e adepto do daime é ‘ghost writer’ dos discursos da pré-candidata/

Ascânio Seleme: E se o Ciro Gomes for eleito?

Divisão desanima até aliados de Meirelles. Pré-candidatura não tem consenso; desafio é conseguir maioria na convenção do MDB/

Brasília tem prédio público de R$ 1,4 bi abandonado. Criado em 2009 por Arruda e ‘inaugurado’ por Agnelo, centro administrativo segue inacabado/

Oposição pede saída de Crivella do cargo. Comissões da OAB do Rio vão analisar se houve ocorrência de crime de responsabilidade do prefeito/

Editorial1: Eleições com um outro padrão. A baixa popularidade dos políticos em geral, refletida em taxas de rejeição mesmo de candidatos que aparecem à frente nas pesquisas, reflete elevada dose de mau humor do eleitorado/

Editorial2: Custo da violência é desperdício para o país. Estudo da CNI é mais um diagnóstico que traduz a gravidade da situação. A quatro meses das eleições, este é um assunto que deve ter prioridade na agenda dos pré-candidatos à Presidência. Eles precisam dizer concretamente o que vão fazer para reduzir os calamitosos índices de violência.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Auxílio-moradia a juízes já custou quase R$ 1 bi no ano. Decisão sobre legalidade do benefício está no STF; possibilidade em estudo é incorporar valor aos salários/

Base do PIB do País, consumo das famílias perde fôlego. O mercado de consumo, que representa mais da metade do PIB brasileiro, começa a perder fôlego. Além do desemprego elevado, a greve dos caminhoneiros minou a confiança dos consumidores, que reduziram a intenção de ir às compras e de fazer financiamentos. Em março, o Banco Central previa crescimento de 3% no consumo das famílias no ano. Em junho, a estimativa caiu para 2,1%/

Em Portugal, com dinheiro do Brasil. Atraídos por facilidades como o visto especial concedido pelo governo português a investidores, empresários brasileiros buscam qualidade de vida em condomínios fechados nos arredores de Lisboa, mas mantêm negócios no Brasil, relata o enviado a Lisboa, Fernando Scheller/

Coluna do Estadão: Câmara gasta R$ 1,8 mi em reforma de salas. A Câmara dos Deputados vai gastar R$ 1,8 milhão com material para a reestruturação do seu edifício principal. O projeto inclui uma sala para os líderes partidários se reunirem e a transferência de órgãos de comando da Casa para espaços mais nobres. No processo de reforma, está anexada a autorização do Iphan para instalar o gabinete do presidente no local onde funciona o Comitê de Imprensa. “A repaginação vai ser feita durante o recesso, nesse período de eleição, quando a coisa está mais devagar”, diz o primeiro-secretário, Giacobo/

Coluna do Estadão: Caciques do PSDB dizem contar com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique para tentar convencer o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) a abrir mão da disputa ao Planalto para o ex-prefeito João Doria. A estratégia é convencer líderes de partidos do Centro (DEM, PP, PR, PRB e SD) a dizer para Alckmin que só farão aliança com o PSDB caso ele passe o bastão a Doria. O assunto já foi tema de reunião de Alckmin com o Centro. Ele descreveu seu empenho para eleger Doria prefeito. Disse que depois Doria percebeu que a Prefeitura era um “pepino” e quis deixá-la/

Coluna do Estadão: A Operação Lava Jato em São Paulo se prepara para denunciar nos próximos dias Laurence Casagrande e Pedro Silva, exdiretores da Dersa. Os dois estão presos acusados de suposto desvio e superfaturamento em obras do Rodoanel Trecho Norte/

Coluna do Estadão: Advogados eleitorais apostam que o Ministério Público entrará com pedido de impugnação da candidatura de Lula ao Planalto no dia seguinte ao registro. O prazo para ele se inscrever na disputa se encerra em 15 de agosto. Se até o dia 17 de setembro o TSE não impugnar a candidatura de Lula, a foto do petista estará na urna eletrônica mesmo que depois ele seja impedido de disputar. Uma alternativa aventada por advogados eleitorais para garantir a foto de Lula nas urnas é registrar inicialmente a candidatura de Fernando Haddad e substituí-lo por Lula às vésperas do prazo-limite para a troca de candidatos, também em 17 de setembro/

Siglas de esquerda tratam Haddad como candidato. Líderes do PT, entretanto, têm ressalvas ao ex-prefeito e sustentam o discurso de que será Lula o nome para as eleições presidenciais/

Jingles são vendidos até por whatsapp. Músicas que viram a ‘marca’ de um candidato podem custar de R$ 499,99 até R$ 200 mil/

O Ciro que bate é o mesmo que afaga inimigos. Presidenciável já fez aliança com ACM, a quem chamou de ‘mais sujo que pau de galinheiro’/

Alistamento de França foi alvo do TCE. Governador destina R$ 40 mi para versão de programa questionado pela Corte de contas/

Vera Magalhães: Bolsonaro e Ciro. Ciro Gomes adora apontar autoritarismo e vazio de ideias em Jair Bolsonaro – que, por sua vez, execra o pedetista por ser de esquerda e próximo ao PT. Mas a noção que ambos têm de autoridade e os caminhos de governabilidade que apontam caso sejam eleitos não são diferentes. Isso sem falar no pavio curto/

Eliane Catanhêde: Com a chegada, já, já, de agosto, o eleitor terá de fazer o mais difícil: analisar e decidir/

Editorial1: O resgate da coesão nacional. Ambiente de polarização e radicalismo é perigoso e contraproducente, tanto para o bom funcionamento das instituições como para o convívio social/

Editorial2: Nova e injustificável ajuda. Regime automotivo terá um custo para o Tesouro de até R$ 1,5 bilhão por ano/

Editorial3: Exemplo de eficiência. Muito tem sido dito, não sem razão, sobre a carência de investimentos em educação, sobretudo no ensino básico. Estudo divulgado no ano passado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostrou que o Brasil é um dos países que menos gastam com alunos dos ensinos médio e fundamental, embora ostente porcentuais europeus quando se trata do ensino superior.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: : Intermitente sem trabalho e renda infla dados oficiais. Ministério registra em estatística o trabalhador sem jornada fixa, que recebe somente ao ser requisitado/

Crescimento populacional mudará a cara do planeta. O crescimento demográfico nas próximas oito décadas levará a Terra a ter 11,2 bilhões de habitantes. A fertilidade cadente na maior parte do planeta deslocará a explosão para a África, que terá imensa população economicamente ativa e dilema inverso ao do restante do mundo, onde metade da expansão se dará entre idosos/

Painel: DEM avalia carta para definir princípios econômicos em caso de aliança com Ciro/

Justiça aponta falta de provas e livra políticos acusados por empreiteiro. Em 16 casos com origem na delação de Ricardo Pessoa na Justiça, 8 citados se livraram de acusações/

Cunha tenta reduzir pena com curso a distância na cadeia. Ex-deputado busca provar que fez aulas de mestre de obras e de eletrotécnica na prisão/

Janio de Freitas: Crime e impunidade. Condenação do Brasil no caso Herzog é situação embaraçosa para STF e Exército/

Ciro une opostos, mina adversários e estabelece hegemonia no Ceará. Com trajetória desde 1890, família, com 4 irmãos na política, terá apoio de quase todos os partidos/

Família Bivar cede controle, mas segue na direção de partido de Bolsonaro. Clã entregou presidência do PSL para aliados do deputado, porém mantém postos-chave na sigla/

Promotoria vai apurar se Crivella cometeu crime eleitoral e favoreceu evangélicos. Em encontro com 250 pessoas, prefeito do Rio apresentou candidato e ofereceu privilégios a religiosos/

Editorial1: A serviço do público. Portaria que autoriza transferência compulsória de funcionário federal abre caminho para racionalizar alocação de pessoal/

Editorial2: Sobrevivência no ar. Enfrentar sozinha o mercado mundial não era alternativa razoável para a Embraer.

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