Governança, economia e política são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Governança, economia e política são os destaques das manchetes dos jornais. Conflito com imigrantes em Roraima; inadimplência no Brasil; favorecimento político em São Paulo; crescimento da folha da Justiça. Essas são algumas da matérias de destaque nos jornais.

_SINOPSE NACIONAL DE 20 DE AGOSTO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Ação do Planalto em conflito esbarra na disputa pelo governo de Roraima. Nos bastidores, ministros avaliam que crise tem cunho político. Governadora rebate/

Presidenciáveis condenam agressões a imigrantes. Candidatos evitaram, no entanto, criticar a ação dos brasileiros e afirmaram que há uma espécie de ‘desgoverno’ na região/

Saia justa em palanques de ex-juízes candidatos. Ex-magistrados recebem apoio de suspeitos de corrupção, mas negam constrangimento/

Entrevista. FH: ‘Bolsonaro assusta com soluções autoritárias’. “Há uma tentativa de desmoralizar o sistema. Quem sancionou a Lei da Ficha Limpa foi o Lula” “Boa intenção ajuda. Especialmente no convento. Na política, você tem que ter um certo grau de realismo”/

Garotinho e Romário se atacam em campanha. Ex-governador critica a inexperiência política do candidato do Podemos e também volta a atacar o concorrente do DEM, Eduardo Paes. Em ato na Zona Oeste, ex-jogador rebate: ‘Ele tem uma experiência que eu não quero’/

Promotora assume investigação do assassinato de Marielle Franco. Uma reestruturação nas centrais de inquérito do Ministério Público do Rio atingirá em cheio a forma como órgão acompanha as investigações de o assassina toda vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes/

Fernando Gabeira: Meditando com Daciolo no monte. Quando vi o Cabo Daciolo subir a montanha, anunciando que iria expulsar a maçonaria e os illuminati do Brasil, cheguei a pensar: é uma campanha singular no planeta, um candidato na cadeia e outro caminhando para o hospício. Teosóficos, cabalísticos, neopagãos e rosacruzes que se cuidem/

Eduardo Oinegue: Congresso é pouco efetivo. Dos 10 mil projetos apresentados no Congresso nesta legislatura, menos de cem viraram lei; entre eles, o Dia do Humorista/

Rosiska Darcy de Oliveira: O silêncio das mulheres. Pasmem! Em 2018 ainda há quem repita que as mulheres votam com os maridos! Que maridos? Nos 40% dos lares brasileiros chefiados por mulheres, eles são raros e intermitentes. E quem disse que é preciso não ter marido para pensar com a própria cabeça?/

Editorial1: Crise mundial impõe urgência às reformas. É dever dos eleitos em outubro desobstruir os canais de negociação para a retomada do crescimento/

Editorial2: Estado não consegue conter tragédia das balas perdidas. Excesso de armas, operações mal planejadas e baixa elucidação de crimes estão na raiz do problema.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Total de inadimplentes no Brasil equivale a uma Itália. País tem 63,4 milhões de pessoas com dívidas em atraso; inadimplência atinge também famílias de maior renda/

Desequilíbrio entre Estados aumenta no Congresso. Desproporção entre a população e suas bancadas no Congresso se ampliou nos últimos 25 anos; Pará, Santa Catarina e Amazonas são mais afetados/

Prevista em lei, revisão das vagas nunca foi a votação. Constituição prevê que a distribuição de cadeiras na Câmara dos Deputados deve ser revista em ano anterior às eleições/

Câmara gasta R$ 15,7 mi com frota de veículos. A Câmara dos Deputados desembolsa por ano R$ 15,7 milhões para cobrir as despesas com sua frota de veículos. Em média, os gastos representam R$ 1,3 milhão por mês. A conta inclui aluguel, lavagem, combustível, motoristas e operadores de tráfego. O valor é maior do que 459 municípios de São Paulo vão receber individualmente neste ano do Fundeb, o fundo que financia a educação básica. A Casa informa que possui seis veículos e aluga outros 77 para atender deputados da Mesa Diretora, dirigida por Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outros órgãos/

Bancadas do lobby tentam reeleição. Sete de cada 10 deputados que atuam nas bancadas dos servidores, dos evangélicos, da bala ou do agronegócio tentam renovar os mandatos/

Desaprovação alta atinge maioria dos candidatos. Os principais candidatos à Presidência começam oficialmente a campanha eleitoral desaprovados pela maioria absoluta da população, segundo a pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, que analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico/

PSB em Minas Gerais contesta candidatura de Marcio Lacerda. Direção da sigla afirma que ex-prefeito de BH, que pretende disputar o governo do Estado, não respeitou diretrizes/

Em 1º ato, Boulos assume bandeiras de movimentos. Candidato do PSOL à Presidência promete a desmilitarização da PM e a desapropriação de imóveis ociosos no País/

Projeto libera mais prédios em São Paulo. Prefeitura quer revisar operações urbanas, afetando áreas na Berrini e na Barra Funda/

Venezuela planeja abrir casas de câmbio. Incerteza. Medida faz parte da reforma econômica que o presidente Maduro dará início hoje com a emissão de uma nova moeda, o bolívar soberano, que terá cinco zeros a menos, e o aumento do salário mínimo; oposição convoca greve de 24 horas para amanhã/

Amazon avalia compra de cinemas nos EUA. Análise de compra de pequena rede americana pode ser uma forma de a empresa garantir distribuição a seus filmes/

Morre presidente da Mendes Júnior. Construtora mineira entrou em recuperação judicial em 2016, após ser citada na Operação Lava Jato/

Copo de plástico e pés na água. O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, inicia campanha visitando o Pará. Alckmin grava vídeo com drone(acima) em Santarém (PA); tucano tomou cerveja em copo de plástico; o candidato do PSDB com a mulher às margens do Rio Tapajós/

Uma vida sem glamour. Mais longevo entre os ex-presidentes americanos, Jimmy Carter vive, aos 94 anos, uma rotina modesta: sua casa no campo é mais barata que o carro dos agentes que o protegem/

Projeto libera mais prédios em São Paulo. Prefeitura quer revisar operações urbanas, afetando áreas na Berrini e na Barra Funda/

Coluna do Estadão: A situação dos imigrantes venezuelanos em Roraima foi ignorada pelos presidenciáveis nos programas de governo registrados no TSE. A decisão de fechar ou não a fronteira, por exemplo, é do presidente da República. O tema domina a eleição ao governo de RR. O tucano José de Anchieta propõe “restringir o fluxo migratório”; Antonio Denarium (PSL), “a transferência dos venezuelanos para outras partes do País” e Fabio, do PSOL, “solidariedade aos povos oprimidos”/

Coluna do Estadão: O ministro Luís Roberto Barroso tem dito que não vai aceitar eventuais chicanas da defesa de Lula no TSE/

» Na campanha. Candidata à reeleição, Suely Campos (PP) defende no Supremo o fechamento da fronteira, mas sua proposta eleitoral apresentada ao TRE é vaga.

Cida Damasco: Mudança de governo é essencial para reduzir desalento. Mas não é tudo/

Lúcia Guimarães: O desafio de contrapor o discurso do constrangimento incivilizado a fatos é enorme. “Você acha que pode debater tudo no grito, na violência” (Marina Silva, no debate da RedeTV!). Como debater com o extremista? Como entrevistar o extremista? A rede alemã ZDF exibiu um programa que oferece bons exemplos para lidar com a safra de políticos que faturam a emergência das simpatias antidemocráticas dos dois lados do Atlântico/

Editorial1: Nada de novo. Não será nas eleições deste ano que o quadro de representação política no Poder Legislativo passará por uma renovação/

Editorial2: Donald Trump e a imprensa. Durante muitos anos houve uma simbiose entre segmentos da imprensa norte-americana e Trump, que se alimentavam reciprocamente/

Editorial3: Teto ameaçado. Hoje, depois dessa mudança constitucional, o conjunto dos gastos só pode crescer o suficiente para repor a inflação do exercício anterior.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: ONG ligada ao PSB ganha contratos sob França. Governador de São Paulo e seu grupo político repassaram R$ 56 mi a entidade; ele nega irregularidades. O governador de São Paulo, Márcio França, e o seu grupo político destinaram, desde 2001, mais de R$ 56 milhões em valores corrigidos à ONG Adesaf, por meio de contratos públicos. A presidente da entidade, Nayene Ponte do Carmo, é, desde 1999, militante do PSB, partido pelo qual França disputa novo mandato/

Filhos de caciques do MDB lideram coligações estaduais. As maiores coligações em disputas estaduais nesta eleição serão lideradas pelo governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), que tenta se reeleger apoiado por 19 partidos, e Helder Barbalho (MDB), que disputa o Pará com 17. Ambos são filhos de caciques do partido/

Bolsonaro defende autoritarismo, não valores militares. A historiadora Heloisa Starling diz que é preciso dissociar o candidato Jair Bolsonaro (PSL) de valores militares. Para ela, a ditadura levou à associação das Forças Armadas a práticas violentas, mas a compaixão está entre os princípios militares/

Leandro Colon: Com transmissão ao vivo, aliados já boicotam Alckmin. A campanha mal começou e a candidatura do tucano Geraldo Alckmin já é boicotada dentro de sua própria coligação, com transmissão ao vivo via rede social/

Dirigente deixa a Odebrecht após virar réu na Lava Jato/

Famílias são expulsas de suas casas por facções no CE. Desde junho do ano passado, 133 famílias procuraram a Defensoria Pública do Ceará relatando terem sido expulsas de suas casas por facções criminosas que dominam a zona periférica de Fortaleza. O número dos chamados “refugiados urbanos”, que chega a 500 pessoas, pode estar sendo subestimado, afirma a defensora pública geral do Estado, Mariana Lobo/

Roraima receberá mais 120 homens da Força Nacional. O governo anunciou que enviará mais 120 homens da Força Nacional a Roraima para tentar controlar a situação dos venezuelanos no estado. No sábado, houve conflitos entre os refugiados e brasileiros. Eles se somarão a 31 membros da força que já estão em Roraima/

Editorial1: Não são todos iguais. Ranking da eficiência dos governos estaduais dá mostra das disparidades brasileiras/

Editorial2: Contágio emergente. Cenário tornou-se mais adverso e colocará à prova os frágeis de sempre.

*Manchete e destaques do jornal Valor Econômico*: Folha da Justiça e do MP está quase no teto em 13 Estados. Em 13 Estados brasileiros a despesa com pessoal do Judiciário ou Ministério Público está perto de romper o teto imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal/

China amplia empréstimos para impedir desaceleração. O regulador bancário da China ordenou aos bancos, a maioria deles estatais, que aumentem os empréstimos para projetos de infraestrutura, exportadores e empresas que enfrentam “dificuldades temporárias”/

‘Valor’ premia as melhores empresas. As companhias com melhor desempenho em 25 setores da economia serão premiadas hoje à noite pelo Valor, em São Paulo, no lançamento da 18ª edição do ” Valor 1000″. No evento, com a presença do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, será anunciada a empresa campeã/

Contas públicas 13 Estados já acendem alerta em gasto com MP e Judiciário. Nenhum dos Estados chegou a furar o teto de gastos com folha, mas analistas lembram que os “penduricalhos” estão fora da conta para cálculos dos limites da LRF/

Planalto tenta conter agressão a Venezuelanos. Uma das iniciativas consiste em acelerar a transferência dos imigrantes de Roraima para outros Estados/

Wagner questiona ‘substituto’ de Lula. Para ex-governador, aceitar a vice seria uma forma de legitimar a interdição da candidatura petista. “A mim me incomoda ser o substituto imposto por uma farsa.” Wagner define a futura chapa de Haddad e Manuela d’Ávila (PCdoB), que assumirá a vice se Lula for impugnado, como a “mais glamour” da eleição/

Editorial: Subsídios na energia precisam ser revistos com muito critério. Mantém-se o costume de jogar nas costas dos consumidores todas as disfunções e ineficiências setoriais.

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