Governança, denúncias, eleição 2018 e economia são os temas das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Governança, denúncias, eleição 2018 e economia são os temas das manchetes dos jornais. O Globo diz que governo gasta bilhões com empresas de informática, sem licitação; Estadão esmiunça acordos eleitorais do PT nos estados; Folha expõe a preferência dos partidos por mulheres como vices; nervosismo eleitoral afeta Bolsa, mostra o Valor Econômico

SINOPSE NACIONAL DE 08 DE AGOSTO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Governo federal gasta bilhões com informática em contratos sem licitação. Firmas de Brasília receberam 62,5% dos R$ 4,8 bi pagos em 2017 a empresas de TI/

Com Manuela, PT executa ‘estratégia tríplex’. No primeiro encontro com Fernando Haddad após o anúncio da aliança entre PT e PCdoB, Manuela D’Ávila disse que os dois estão preparados para vencer a eleição “em qualquer cenário”, inclusive sem Lula, evidenciando o que os próprios petistas já chamam de “estratégia tríplex”/

Incerteza política leva a recorde de leilões do Tesouro. A incerteza política e o cenário externo levaram o Tesouro a fazer, entre maio e julho, 42 leilões extraordinários de títulos, o maior número em 17 anos. O total das operações chegou a R$ 24 bilhões. Objetivo é segurar a disparada das taxas pagas aos investidores que aplicam recursos no Brasil/

Pedro Doria: Será a primeira eleição da internet, ou a última da TV. Campanha de 2018 será bem diferente da que elegeu Dilma Rousseff, há quatro anos, e forma de atingir eleitor será outra/

Entrevista. ‘Mudanças podem demorar’, diz Amoêdo. Candidato do partido Novo à Presidência, o engenheiro João Amoêdo coloca-se como um “outsider” que quer mudar o sistema político/

Míriam Leitão: Sinal do BC na dúvida eleitoral. Na reunião do Copom, os participantes se perguntaram se deveriam antecipar os próximos passos dando sinais sobre as futuras taxas de juros. Decidiram que não. Diante da incerteza eleitoral, que entrou no radar do Banco Central, eles optaram por não se comprometer com uma decisão que poderia ser alterada/

Maria Ribeiro: Tudo me soou velho na sabatina dos candidatos. Vi quase todas as sabatinas com os candidatos à Presidência na GloboNews, e fiquei me perguntando se estava mesmo em 2018. As alianças com partidos envolvidos em escândalos de corrupção, os discursos prontos e ensaiados, aquela calma de “terno e gravata”, como se um figurino “de respeito” conferisse dignidade a falas antigas e vazias, tudo naquele modus operandi dos homens sapiens político-partidários me pareceu velho/

Merval Pereira: A polêmica do imposto. É de difícil execução a estratégia de permitir que as assembleias gerais dos sindicatos possam aprovar a volta da contribuição obrigatória, extensível a todos os membros da categoria profissional ou econômica, sugerida pelo candidato à Presidência da República do PSDB, Geraldo Alckmin, por pressão do presidente do Solidariedade, Paulinho da Força/

Elio Gaspari: Rosa Weber é dura como pedra. Em 2011, quando a juíza gaúcha Rosa Weber foi nomeada para o Supremo Tribunal Federal, ninguém fazia fé naquela senhora calada, vinda da Justiça do Trabalho. Foi Rosa Weber quem detonou a ordem de um juiz de primeira instância de Roraima que mandou fechar a fronteira para bloquear a entrada de refugiados da ruína venezuelana/

Ministros do Supremo estão divididos, e Cármen Lúcia considera pleito inapropriado diante do cenário de crise/

Alckmin elogia gestão de França, que disputa eleição com Doria. Em evento, presidenciável do PSDB diz que seu voto vai para o ex-prefeito de São Paulo, mas afirma querer defender o governo do estado; Boulos e Marina criticam estratégia petista/

Mais da metade das chapas presidenciais tem mulheres pré-candidatas/

STF decide se propõe ao Congresso aumento do salário na Corte

Condenados ao ócio, só 4% dos presos trabalham no Rio. Apenas 4% da população carcerária do Estado do Rio trabalham, ante 15% da média nacional. Ainda assim, menos da metade desse grupo exerce o ofício fora dos presídios. Estado elabora decreto para obrigar empresas que participem de licitação a contratar detentos/

Presidente Iván Duque toma posse, na Colômbia, e vai revisar acordo com Farc/

Vice-presidente de Cristina Kirchner é condenado por corrupção. Amado Boudou é acusado de livrar empresa de falência para controlá-la com laranjas; ele se diz alvo de perseguição política/

Aneel quer aumentar subsídios pagos pelos consumidores. Aneel propõe elevar encargos para R$ 17,4 bi por causa de distribuidoras da Eletrobras. Impacto na tarifa seria de 1%/

Nos 12 anos da Lei Maria da Penha, país registra série de assassinatos/

Editorial1: Programa do PT retoma filosofia do governo Lula II Mais Estado, menos privatização e limites à liberdade de expressão, por meio da intervenção na mídia/

Editorial2: Pacote para melhorar os ônibus precisa de fato ser implementado. Modernização da frota, refrigeração e instalação de wi-fi não podem ficar só na promessa.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: PT faz alianças com siglas que apoiaram o impeachment. Acordos nos Estados envolvem MDB, PSD, PTB, PR e Rede, além do PSB/

‘Política de austeridade não funcionou’. Responsável pelo programa do PSOL, Marco Antonio Rocha afirma que política de austeridade não funcionou/

PSL reforça Bolsonaro com candidatos em 13 Estados. Partido investe em palanques regionais em busca de mais tempo de TV e maior exposição para o presidenciável/

Vera Magalhães: As campanhas dos adversários de Jair Bolsonaro (PSL) ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas/

MPF processa deputados por farra fiscal. Parlamentares são acusados de improbidade administrativa por votarem a favor de projetos com impacto financeiro negativo no Orçamento/

STF arquiva ação penal mais antiga da Corte. Maioria da Corte é a favor da prescrição em 5 anos para o ressarcimento de recursos desviados em atos de improbidade/

Incêndio gigante. Chamas já consumiram 121 mil quilômetros quadrados no norte do Estado e calor dificulta trabalho dos bombeiros/

Leandro Karnal: Não estamos tratando de um suposto mimimi, estamos lidando com assassinatos e estupros. Fui convidado para fazer parte de um programa chamado Amor & Sexo, conduzido por Fernanda Lima. Em meio a demonstrações elaboradas de música e dança, houve um bom debate sobre masculinidade. Foi trazido à tona o conceito de “masculinidade tóxica”/

Meia hora de exercícios ao dia pode evitar câncer. Estudo de universidades, incluindo USP, indica redução de 2.250 casos da doença/

Verba para crédito de imóvel usado acaba. Caixa e Banco do Brasil suspendem financiamentos da pró-cotista, mas informam que ainda há recursos para financiar unidades novas/

Senado da Argentina vota lei sobre aborto. Projeto que permitiria interrupção da gravidez até a 14ª semana de gestação, aprovado pela Câmara em junho, tinha ontem oposição de 37 dos 72 senadores, o suficiente para barrá-lo; Macri é contra legalização, mas respeitará decisão do Congresso/

Coluna do Estadão: Nova lei eleitoral deixa campanhas no limbo. Pela primeira vez na eleição presidencial, os marqueteiros terão de respeitar regra pela qual 75% do tempo do programa eleitoral deve ser destinado exclusivamente ao presidenciável. Os apoiadores só poderão aparecer nos 25% restantes. A novidade jogou a campanha num limbo. Há dúvidas sobre se os candidatos terão de aparecer o tempo todo ou se os marqueteiros podem usar imagens narradas por eles. Ou se o vice poderá dividir esse tempo do candidato. Se isso for vedado, o PT terá problemas caso insista com Lula. A solução será dada pelo TSE/

Editorial1: Dúvidas e certezas na eleição. Se por um lado há dúvida sobre qual seria o melhor desfecho da eleição, por outro há certeza de qual seria o pior: o triunfo da truculência, da boçalidade, do desafio às instituições e do populismo irresponsável

Editorial2: A baixa renda dos professores. 38% dos docentes da rede particular atualmente fazem algum ‘bico’ fora da área em que atuam/

Editorial3: Os juros e a incerteza política. Inflação e juros dependem de fatores objetivos e também da avaliação de tendências.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Eleição deste ano terá número maior de vices mulheres. Com cota fixa em fundo eleitoral, quatro compõem chapas no pleito presidencial; nos estados, são 67, ou 38% do total/

Dividido, Senado argentino dá início a decisão sobre aborto/

À sombra da lei, socorristas ajudam mulheres a abortar/

Bolsonaro propõe ensino à distância contra o marxismo/

Vice de Ciro quer facilitar porte de armas e é contra o aborto. Defensora de Dilma, senadora Kátia Abreu exaltou sua proximidade com agronegócio/

Haddad e Manuela planejam debate paralelo ao da TV Bandeirantes nesta quinta/

Congresso Antifeminista une cristãs, ‘amiga pessoal’ de Bolsonaro ‘homem mais machista’/

Candidatos buscam suavizar imagem com família e pets. Alvo do apelo, segundo integrantes das campanhas, costuma ser as mulheres/

Dilma diz que aceitar indicação de Janot foi erro de seu governo/

Mônica Bergamo: Alckmin quer se livrar de Temer ligando o seu governo ao PT/

Mentor de Bolsonaro defende uso de verba federal para obter apoio de governadores/

Petistas defendem que partido mostre apenas Lula, e não Haddad, na TV/

Juízes reclamam ao STF de insuportável perda monetária/

Editorial1: Partido do governo. Qualquer que seja o desfecho das eleições, novo governo deverá atrair siglas fisiológicas/

Editorial2: Idas e vindas. Quanto mais evidente fica que o intento do PT, menos críveis serão suas ações nos tribunais.

*Manchete e destaques do jornal Valor Econômico*: Nervosismo eleitoral afeta bolsa e eleva juros e dólar. O mercado viveu ontem dia de nervosismo, com queda da bolsa, alta dos juros e desvalorização do real frente ao dólar, típico de períodos eleitorais com elevado grau de incerteza/

Senado trava votações, diz Cunha Lima. O Senado não votará nenhum tema de impacto até que esteja definido quem será o próximo presidente da República. A decisão foi um duro revés para o governo. A informação sobre a trava nas votações foi dada pelo vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), após reunião de líderes/

Fintechs penam para conseguir investimentos. Encaradas como uma promessa de concorrência inédita no setor bancário, as fintechs brasileiras ainda são pequenas e têm dificuldade para atrair capital, segundo levantamento da consultoria PwC em parceria com a ABFintechs, associação das empresas do setor/

Pesquisas ajudaram Lula a optar por Haddad. A consolidar-se a opção por Fernando Haddad como o plano B do PT para a sucessão presidencial – por ora em “estágio probatório” na vaga de vice -, o partido aposta em pesquisas internas que indicam um potencial expressivo de transferência de votos do ex-presidente Lula a seu escolhido/

China puxa cotação do minério. A mobilização do governo chinês contra a poluição e o excesso de capacidade de produção de aço no país levou o preço o minério de ferro para perto de US$ 70 a tonelada pela primeira vez em quase seis meses/

O “dilema de Tostines” e o tempo de TV. Trabalhos acadêmicos comprovam que há associação entre tempo de TV na propaganda eleitoral e bom desempenho nas urnas. O inverso, porém, também é verdadeiro: maior intenção de voto, antes de a campanha começar, gera mais tempo de TV para os candidatos/

Para analistas, inflação oficial recuou e ficou em 0,27% em julho/

Segundo economistas, deflação de alimentos e combustíveis diminuiu inflação em julho, processo que terá continuidade em agosto

Barrar entrada de imigrante é inconstitucional, diz PGF/

Temer veta readmissão de excluídos do Simples/

O árduo caminho para o ajuste fiscal. Risco de insolvência só será afastado se o novo governo tomar uma série de medidas amargas, em especial pelo lado das despesas, mas também pelo das receitas/

Infraestrutura Cessão onerosa e Eletrobras sofrem bloqueio no Senado. Se não for revertida, obstrução pode inviabilizar leilões do pré-sal ainda este ano/

Reajuste de salários opõe ministros no Supremo. Presidente do STF defende deixar medida de fora da proposta orçamentária, mas deve ser confrontada por outros magistrados da corte/

Alckmin nega preocupação com suposta delação de Casagrande. Tucano foi à sabatina em São Paulo promovida por empresários/

Editorial: FMI aponta que Brasil precisa acelerar ajuste fiscal. O Fundo considera “essencial” segurar as despesas com pessoal e indica que seria preciso congelar os salários do funcionalismo e suspender admissões por 5 anos.

*Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI)*: Regulação de fintechs ainda está longe de ser pacificada. Apesar de o Banco Central ter regulamentado o mercado de fintechs este ano por meio de resolução, permanece o debate sobre as normas que devem nortear a atividade dessas empresas de serviços financeiros/

Tributação de dividendos pode reduzir investimentos no País/

Ajuste da indústria impulsiona automação. A crise impulsionou investimentos em processos de eficiência do parque fabril e empresas do setor de automação industrial aproveitam a readequação para crescer/

Barter lento preocupa e bancos devem liberar mais recursos. As operações de compra de insumos por meio de bar ter–modalidade em que o produtor usa grãos para pagar por insumos para a lavoura – para a safra 2018/2019 estão abaixo do habitual devido à dificuldade de precificar commodities no mercado futuro, causada pelo tabelamento de fretes. Parte do financiamento da safra depende desse tipo de troca/

Cemig Telecom leiloa hoje ‘melhor rede de infraestrutura do Brasil’. Marcado para hoje, o leilão dos ativos de telecomunicações da estatal mineira de energia Cemig dará ao vencedor “a melhor rede que existe no País”, avalia um ex-mandatário da empresa. Entre 2015 e 2017, cerca de R$ 125 milhões foram aportados na infraestrutura. “Toda grande operadora teve interesse no ativo, algumas mais e outras menos”, diz/

Consumidor retraído para o Dia dos Pais/

Cármen Lúcia vai propor ‘reajuste zero’a ministros/

51% dos consumidores já compraram por aplicativos/

Indicador mostra fraca tendência de geração de empregos neste ano/

Ata do Copom tenta tranquilizar o mercado. Em tentativa de tranquilizar o mercado, a sinalização do Comitê de Política Monetária (Copom) é de manutenção da atual taxa básica de juros em 6,5% até o início de 2019. Se ajustes não forem necessários/

Se não obtiver liberação para Lula, PT vai fazer debate paralelo. “Eu estou feliz que no meu próximo ciclo de vida vou morar no Palácio do Jaburu. Quem tirará Temer de lá sou eu”. Manuela D’Ávila/

Editorial: O ‘mandarim’ pede passagem. A mudança de rumo das megatendências globais, cada vez mais coloca o potencial de avanço das economias asiáticas – pr incipalmente da China e Índia – como o motor do consumo em pouco mais de dez anos. Em 2030, o Produto Interno Bruto (PIB) da China deve corresponder a duas vezes o dos Estados Unidos, de acordo com recente estimativa da Euromonitor Internacional, provedora global de inteligência estratégia de mercado.

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