STF age contra ‘gabinete do ódio’; títulos de junho podem ser postergados.

STF age contra ‘gabinete do ódio’; títulos de junho podem ser postergados. Esses são destaques da grande mídia, nesta quinta-feira, 28 de maio de 2020, na seção DESTAQUES DA GRANDE MÍDIA IMPRESSA, do Anexo 6.DESTAQUES DE CAPA E EDITORIAIS DA GRANDE MÍDIA IMPRESSA 🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_A fim de cumprir determinação do Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal faz busca e apreensão em endereços ligados ao ‘gabinete do ódio’. Dessa forma, empresários e blogueiros estão sendo os alvos da operação. De acordo com o noticiário, todos são ligados à defesa de Bolsonaro, nas redes, e ataques ao Supremo e ao Legislativo. Como resultado, o presidente reuniu seu ministério, mostrando contrariedade. Por outro lado, no campo da economia, depois de postergar os títulos de abril e maio, o governo cogita postergar os de junho, também. Em resumo, essas são as manchetes dos grandes jornais da mídia impressa: 

📃 *Manchetes do dia*:

“Operação da PF aponta suspeita de financiamento ao ‘gabinete do ódio’. Empresários e blogueiros são alvos de busca e apreensão. Procurador-geral pede que Corte suspenda inquérito. Bolsonaro convoca ministros e mostra contrariedade.” *Manchete de capa do O Globo*.“Planalto contesta STF após operação contra fake news e alvos bolsonaristas. Ação da PF autorizada por Alexandre de Moraes estremece ainda mais a relação entre Bolsonaro e Supremo; presidente planeja contra-ataque.” *Manchete de capa do Estadão*.“Inquérito do Supremo fecha cerco contra ‘gabinete do ódio’. Roberto Jefferson, Luciano Hang e ativistas bolsonaristas são alvos de operação da PF contra fake news.” *Manchete de capa da Folha*.“Governo cogita postergar tributos de junho também. Decisão terá que ser tomada até o início de junho, pois, se for confirmado o adiamento, os contribuintes terão que ser avisados com alguma antecedência. ” *Manchete de capa do Valor Econômico*.“Supremo põe PF na cola de milícia das fake news. Entre os alvos da operação estão políticos, empresários, blogueiros e ativistas ligados a Bolsonaro. Relator do inquérito no STF, Alexandre de Moraes chama Gabinete do Ódio de ‘associação criminosa’. Na trilha do dinheiro, magistrado quebra sigilo fiscal e bancário de suspeitos de financiarem o esquema.” *Manchete de capa do Correio Braziliense*.📃 *Editoriais do dia*:Da mesma forma que nos títulos, os editorias da grande mídia impressa fazem referência à ação da PF. Precipuamente, são editoriais favoráveis às investigações contra fake news. Embora alguns façam reservas ao episódio, na forma.
_FOLHA_
“Sujos e mal lavados. PF protagoniza operações polêmicas na forma, mas que envolvem suspeitas graves.” “Abre ou fecha. Datafolha capta apoio a medidas duras mas também desgaste do distanciamento.”
_O GLOBO_
“Operação da PF testa ingerências de Bolsonaro. Investigação de porões bolsonaristas serve para aferir ação do Planalto na Polícia e na Procuradoria-Geral.” “Maquiar estatísticas não reduziria epidemia de Covid-19 no Rio. Crivella volta atrás sobre mudança em protocolo que excluía mais de mil mortes dos números oficiais.” 
_ESTADÃO_
“O Supremo reage ao arreganho. Corte está disposta a demonstrar serenamente que não se intimida com arreganhos liberticidas do bolsonarismo.”“O Brasil e o desastre latino. Crise na América Latina é mais grave do que indicavam os dados iniciais.” “Ignorância da Lei. Críticas de Bolsonaro e de seu entorno ao STF mostram seu nível de desinformação.” “Em duas semanas de março, PIB expõe a recessão. Este curto período foi o suficiente para que as medidas de isolamento decorrentes do coronavírus derrubassem a atividade econômica.” 
_VALOR ECONÔMICO_
Entre o radicalismo político e o “pântano” do centrão. O presidente que se pretendia todo poderoso pode terminar em patética dependência do que há de pior no Congresso.” 
_CORREIO BRAZILIENSE_
“Na mira da Polícia Federal.  A independência das instituições do Estado são patrimônio da nação — não deste ou daquele hóspede do Palácio do Planalto.” Editorial do Correio Braziliense.

📈 Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quarta-feira, 27, em alta de 2,90%, a 87.946 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -1,23%, a R$ 5,29.

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