EUA, Copa, STF, PT, economia e finanças são os destaques dos jornais

EUA, Copa, STF, PT, economia e finanças são os destaques dos jornais. Senadores republicanos enfrentam Trump; STF absolve Gleisi Hofmann de acusações; esquenta debate sobre auxílio-moradia a juízes; sob o tom da disputa comercial entre EUA e China; bancos e Petrobras impulsionam Bovespa; Portugal, Espanha e Uruguai jogam hoje pela Copa do Mundo.

SINOPSE DE 20 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:
Manchete e destaques do jornal O Globo: Trump enfrenta rebelião contra política de separar famílias. Senadores republicanos propõem lei para interromper ação na fronteira. Com 85 mil pedidos de asilo sem resposta, Brasil é o sexto país com mais solicitações/
Disputa de China e EUA derruba mercados. Os mercados globais tiveram perdas, ontem, por conta da nova ameaça dos EUA na guerra comercial com a China: sobretaxar em 10% as exportações chinesas num total de US$ 200 bilhões. Pequim havia reagido à medida anterior de Trump. Disputa afeta o Brasil/
Otimismo moderado. Ao revisitar o passado recente, Luís Roberto Barroso, do STF, aponta caminhos para o país superar a crise/
Seleção da 1ª rodada sem brasileiro. Craque troca treino por fisioterapia. CBF diz que ele fará treino normal hoje, mas há apreensão. Coutinho prevê mais pancadas/
Segunda Turma do STF absolve Gleisi. Turma da Corte julgou repasse à campanha da presidente do PT/
‘Jeitinho’ disfarça abandono de ruas. Prefeitura recorre a improvisos para resolver problemas na conservação de bens públicos/
Polícia sem serviço on-line há dez dias. Sem os dados da polícia, seguradoras de veículos não podem ser acionadas/
Minoria tem seguro no país. Setor discute os obstáculos para aumentar a presença do serviço. Educação, cultura e renda são fundamentais para ampliar cobertura/
O fenômeno ‘Bolsodoria’. Efeito anti-PT faz eleitores de Doria em SP preferirem Bolsonaro no lugar de Alckmin/
Minas já viu ‘Lulécio’ e ‘Dilmasia’ no passado/
Na comunicação política, o corte estratégico do presidenciável. Propaganda na rede. Com quase 1 milhão de visualizações em poucas horas, Bolsonaro busca proximidade com eleitores indecisos, avaliam cientistas políticos/
Com jatinhos, partidos usam R$ 4,5 milhões só em um ano. 2018 Prestação ao TSE mostra que quatro siglas usaram mais voos particulares do que de carreira/
Os arrependidos da CPI. Medo de rejeição. Com 190 nomes divulgados, deputados resolvem voltar atrás e retirar suas assinaturas de comissão que se dedicaria a investigar as delações da Operação Lava-Jato/
Deputado do DEM chama Ciro de ‘prostituto de partido’. Ciro. Embate com plateia em Minas Gerais. Em BH, pedetista é vaiado e esbraveja: ‘Escuta, senão me retiro’, disse, ao abandonar evento/
Atuação de Miller extrapolou JBS, diz PF. Relatório de indiciamento do ex-procurador aponta suspeita de falsidade ideológica/
Bernardo Mello Franco. A xenofobia bate à porta. Nunca houve tantas famílias obrigadas a deixar a sua terra natal. A ONU informou ontem que o número de pessoas deslocadas à força chegou a 68,5 milhões em 2017. A crise humanitária pôs o tema dos refugiados no centro do debate político dos países desenvolvido.
Lydia Medeiros: Poder em jogo. Porteira fechada. Partidos cobiçados por todos os candidatos ao Planalto do chamado “centro”, DEM, PP, PR, Solidariedade e PRB decidirão juntos a quem darão apoio na eleição presidencial, afirmou o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Negociam com o bloco Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Álvaro Dias (Podemos). Há duas condições impostas ao escolhido: a vaga de vice e o apoio à reeleição de Rodrigo Maia, em 2019, para presidente da Câmara/
Editorial1: Padrão colonial no setor de petróleo. A produção cresce, faz o país passar o Kuwait, mas os desmandos ocorridos na Petrobras forçam a exportação da matéria-prima e a importação de combustíveis produz, e, mesmo que seja concluída, jamais se pagará, tamanho o superfaturamento praticado na obra/
Editorial2: Tolerância zero de Trump viola direitos humanos. Presidente americano insiste em medida que separa filhos dos pais detidos sob suspeita de entrar ilegalmente nos EUA. Decisão é rechaçada pela opinião pública.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Decisão sobre fim de benefício a juízes fracassa na AGU e vai ao STF. Relatório propõe incorporar auxílio-moradia aos salários ou criação de ‘valorização por tempo na magistratura’. Depois de três meses de negociações sem sucesso, a Câmara de Conciliação da AGU devolveu ao STF a decisão sobre o pagamento de auxílio-moradia para o Judiciário com duas propostas: incorporar o benefício aos salários ou aprovar uma PEC fixando uma “parcela de valorização” por tempo na magistratura/
No topo, até agora. Seleções do continente têm apenas uma vitória em cinco partidas disputadas na primeira fase, que ainda não teve um 0 a 0 no placar/
Segunda Turma do Supremo absolve Gleisi de 3 acusações. Presidente do PT respondia por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa 2 na Lava Jato; decisão também beneficia Paulo Bernardo/
Rosa Weber afirma que ‘divisões’ marcam País. Ministra é eleita para presidir TSE a partir de agosto; em plenário, ela diz que vai tomar posse ‘em meio à disputa acirrada’ em ano eleitoral/
Longe do filho, brasileira processa governo Trump. Crise migratória. Decisão judicial beneficiaria famílias que foram separadas na fronteira com México; de acordo com juiz, há evidências de que prática viola direito ao devido processo legal por levar à retirada de crianças da guarda dos pais sem justificação/
EUA deixam órgão da ONU de direitos humanos. Governo americano diz que órgão foi ocupado por Estados violadores e se transformou em plataforma para atacar Israel/
Governo quer blindar verba de leilão do pré-sal. Orçamento. Prevista para ocorrer ainda este ano, a licitação do petróleo excedente do pré-sal pode levantar até R$ 100 bilhões; governo quer escalonar pagamento das empresas em três anos para impedir que dinheiro seja usado para bancar novos subsídios/
Coluna do Estadão: MDB define prazo para Meirelles se viabilizar. Dirigentes do MDB têm falado com mais frequência em abandonar a candidatura de Henrique Meirelles ao Palácio do Planalto caso ele não cresça nas pesquisas até a convenção do partido, que dever ocorrer entre o final de julho e o início de agosto. Uma meta estipulada por emedebistas é o ex-ministro da Fazenda, até a reunião do partido que tomará a decisão, encostar no tucano Geraldo Alckmin. O presidenciável do PSDB aparece com 6% e 7% no último Datafolha, a depender do cenário pesquisado. Meirelles, tem 1% das intenções de votos/
» Tu mesmo. Uma ala do MDB garante que a legenda não terá outro candidato ao Planalto em substituição a Meirelles. Nesse cenário, cada um ficará livre para apoiar quem quiser.
Editorial1: O grande mal e a grande vilã. O grande mal do País seria a corrupção e a vilã, a política. Nesse teatro, a população é apresentada como vítima inerme, irresponsável por seu passado e por seu futuro/
Editorial2: Uma imoralidade. Política imigratória de Trump nada tem de decente e humano/
Editorial3: Um esforço que vale a pena. A renovação dos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) – que continua, mas não no ritmo ideal – chama a atenção para o esforço de sua modernização, de grande importância para a melhoria do sistema de transporte coletivo da capital. Embora nem sempre receba o destaque correspondente ao seu papel, até porque seu processo de modernização se arrasta há muitos anos, a CPTM é um dos elementos essenciais daquele sistema, ao lado do Metrô e do serviço de ônibus.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: STF absolve Gleisi em ação da Lava Jato. Para Segunda Turma da Corte, Procuradoria não provou acusações de corrupção e lavagem de dinheiro a Gleisi Hofmann/
Trump alega hipocrisia e deixa Conselho de Direitos Humanos/
Com dor, Neymar abandona treino a três dias de jogo/
Canadá legaliza maconha para fins recreativos/
Nos EUA, 8 crianças brasileiras estão separadas dos pais/
Venda direta de etanol nos postos passa no Senado/
Em campanha, Alckmin usa frases de efeito iguais do Nordeste ao Sul/
‘WhatsApp será um problema enorme para eleições’, diz presidente de instituto de direito digital/
Banqueiros pressionam Meirelles a desistir de candidatura ao Planalto/
Em congresso de prefeitos, Ciro se irrita com tempo de fala e sai vaiado/
Painel: Empresários vão convocar presidenciáveis; meta é arrancar compromisso com reformas/
Hélio Schwartsman: Alerta amarelo. Queda na cobertura vacinal se deveu principalmente ao desleixo dos pais/
Bruno Boghossian: Negociação do DEM com Ciro pode deixar PT e esquerda numa sinuca. À direita, partidos estudam ocupar espaço para enfraquecer petistas no segundo turno/
Elio Gaspari. Congresso pode votar reedição piorada do golpe parlamentarista de 1961. Trata-se de golpear o direito de todos os eleitores brasileiros, que irão às urnas em outubro/
Editorial1: Medos globais. Novas ameaças de Trump ao comércio com a China elevam a instabilidade aos mercados financeiros/
Editorial2: Desalento jovem. Parece razoável associar o desejo de brasileiros de emigrar à fase vivida pelo país.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Tensão comercial EUA-China ameaça a economia global. A guerra comercial deflagrada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já está afetando o crescimento de economias avançadas, como Alemanha e França/
Esforço conjunto. Os líderes da Alemanha e da França, Angela Merkel e Emmanuel Macron, chegaram a um acordo preliminar sobre o plano de reformas para fortalecer a União Europeia e a zona do euro/
Grãos caem, mas prêmio da soja sobe. Os mercados de commodities reagiram mal ao acirramento da tensão geopolítica. No Brasil, a disputa comercial entre os EUA e a China fez os prêmios pagos pela soja no porto de Paranaguá voltarem a subir/
Emergentes pagarão conta salgada. No caso de uma guerra comercial global, as exportações do Brasil passariam a ser submetidas a tarifas de mais de 30%, comparadas à média de 5% atualmente, um custo significativo, mesmo para um país que não está no centro do confronto atual, segundo estudo da Unctad/
VW e Ford estudam ‘aliança’ global. Dois dos maiores fabricantes mundiais de veículos, a alemã Volkswagen e a americana Ford Motor, firmaram ontem, na Alemanha e nos EUA, memorando estabelecendo a realização de estudos para uma aliança estratégica global. A parceria visa fortalecer a competitividade das companhias/
Empresas desistem de ofertas de ações. Ainda não chegou o fim do primeiro semestre, mas 2018 já tem o maior número de desistências de ofertas de ações (IPOs e “follow-ons”) em uma década. Oito empresas adiaram ou cancelaram 13 operações que já haviam sido registradas na CVM, considerando ofertas primárias e secundárias/
Governo buscará adiar crédito para precatórios. Autoridades deram sinais de que farão o possível para adiar a aplicação da Emenda 99, que determina ao Tesouro criar linha de crédito para financiar o pagamento de precatórios de Estados e municípios/
Conjuntura. Mão de obra importada ocupa menos de 1% das vagas formais no país. Dados do Observatório das Migrações Internacionais, do Ministério do Trabalho, indicam que havia 112,6 mil profissionais nascidos fora do país empregados em 2016, o equivalente a 0,24% do total de trabalhadores com carteira assinada/
Basta de complacência com a questão fiscal. Não há, nas propostas dos candidatos, ideias factíveis de como lidar com a frágil questão fiscal brasileira/
Governança ineficiente dificulta a criação de mercado de créditos de carbono no país. Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM) é grande – tem representantes de 17 ministérios – faz reuniões com frequência bissexta e não delibera/
Modelo de venda da Eletrobras afeta tarifa, diz Aneel. Presidente da estatal diz que não adianta votar modelo de privatização sem definir situação das distribuidoras/
Contas públicas. Ministérios deixam de gastar R$ 15,5 bi até abril. Dos recursos liberados pelo Tesouro, 17,6% ficaram “empoçados” no primeiro quadrimestre/
Jobim comunica a Meirelles que não será candidato em outubro. Ex-ministro da Justiça, da Defesa e ex-presidente do STF filiou-se ao MDB no último dia do prazo legal para se habilitar a concorrer às eleições/
Editorial: Argentina espera o dinheiro do FMI para sustentar o peso. O apoio do FMI é uma vantagem importante para Macri, mas, a julgar pelo passado, tampouco é garantia de sucesso.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI): Ibovespa sobe mais de 2% puxado por forte alta de bancos. Dólar se acomoda e tem leve alta ante real, em dia sem ação extraordinária do BC/
Consignado é vetor de alta de carteira de crédito de bancos. O consignado será um dos principais vetores de alta do crédito bancário em 2018. Inadimplência e risco baixos já aumentaram essas concessões em 35,3% em abril último contra o mesmo mês de 2017/
Rede de aços planos despenca em maio
Fragilidade da indústria. O fraco desempenho da distribuição de aços planos demonstra a fragilidade da atividade industrial no Brasil. As vendas pela rede despencaram em maio diante da crise causada pela greve dos caminhoneiros/
Economia vinha mal antes da crise do diesel. A economia brasileira cresceu 0,1% em abril, em relação a março, de acordo com o Monitor do Produto Interno Bruto (PIB) da FGV, divulgado ontem. Para o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), Claudio Considera, esse desempenho mostra que a economia já estava enfraquecida antes mesmo das perdas causadas pela greve dos caminhoneiros/
Congresso resiste em venda de distribuidoras. Sem estratégia, governo deve ceder a novas pressões e prevê gastar R$ 290 milhões para pagar indenizações além de manter por dois anos salários de trabalhadores demitidos após a venda das seis distribuidoras da Eletrobras/
Dólar e incertezas desanimam o consumidor/
Varejo perdeu mais de 2 pontos porcentuais no quinto mês do ano/
Editorial: Intolerantes e insensíveis. “Política cruel e imoral”. “Tor tura”. “Afronta à d e c ê n c i a”. “Crise humanitária e moral”. As declarações são de políticos e personalidades norte-americanas que externaram sua indignação com a prática da tolerância zero com a imigração ilegal que acabou por separar ao menos duas mil crianças e jovens de seus pais ou parentes diretos que cruzaram a fronteira sem documentos nas últimas semanas.

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